segunda-feira, 31 de março de 2014
Dia do Escanção 2014 em Coimbra
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Desejo que cada uma das pessoas empreendedoras que estão dentro de empregos desalinhados com os seus talentos, conquistem a liberdade para abrirem os seus próprios negócios.
domingo, 30 de março de 2014
Vinho e comida
Se servir vários vinhos numa mesma refeição, deve começar pelo mais leve e fraco e acabar pelo mais forte e encorpado. O vinho que vai servir deve estar em harmonia com a comida que acompanha: os vinhos suaves devem acompanhar pratos pouco temperados e os vinhos fortes e encorpados convêm mais aos pratos pesados e temperados.
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
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sábado, 29 de março de 2014
Novo website divulga Rota de Vinhos da Península de Setúbal
A Rota de Vinhos da Península de Setúbal lançou um novo website, onde é possível ficar a saber mais sobre a zona, conhecer as adegas aderentes e, inclusive, fazer reservas e marcações de Visitas guiadas ou provas de vinhos.
Em www.rotavinhospsetubal.com encontramos também uma montra virtual dos produtos das adegas aderentes e um formulário que permite encontrar o vinho ideal para cada refeição.
O site está dividido em seis categorias e disponibiliza toda a informação sobre o calendário de actividades programadas, como os cruzeiros enoturísticos (entre Maio e Setembro), as provas e cursos de vinhos, as vindimas em Setembro, os concertos nas adegas e os serões na Casa Mãe da Rota de Vinhos.
Para quem gosta de fazer o seu próprio programa, são dadas informações úteis como as seis rotas com locais visitáveis (com mapas), os pontos de interesse turístico da região, restaurantes, alojamento e turismo de Natureza recomendados, centros de artesanato e gastronomia tradicional, museus e espaços de animação turística.
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sexta-feira, 28 de março de 2014
Vinhas e vinhos do Algarve - Malaca
Em solos de areias e bem próximo da costa Algarvia nasce o MALACA.
Um produtor que consideramos ser um digno representante da Região Vitivínicola do Algarve. Da aliança entre os solos arenosos e o clima mediterrâneo surge MALACA, com uma gama caracterizada por castas tradicionais! Venha conhecer e surpreenda-se!
Diz um inquérito realizado pelo IPDT, que a imagem turística de Portugal está cada vez mais associada ao vinho, superando mesmo o tradicional "sol e mar". O Algarve, está bem representado.
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Os impactos do Réchauffement de la Planète – a versão francesa do Aquecimento Global – no mundo do vinho
Por Rogerio
Ruschel, de São Paulo, Brasil (*)
A preocupação com o aquecimento global do
planeta (o Réchauffement de la Planète
em frances) em suas várias frentes também chegou ao mundo do vinho. A
mudança da temperatura, do calor no solo, dos ventos e dos ciclos de chuva cria
problemas e demanda soluções de técnicas agrícolas como a pesquisa por novas
variedades de uvas e técnicas de cultura dos vinhedos (imagem acima), como também
no contexto da produção de vinhos mais “ecológicos”. É a sustentabilidade na
taça, procurando preservar os aromas naturais da uva, identificados pelos
especialistas em degustação e ilustrados neste poster abaixo.
Os franceses estão preocupados – ou pelo
menos parece mesmo que estão. Uma das reações já é conhecida e dá frutos: grupos
franceses (ou de investidores globais com sede na Inglaterra, Estados Unidos ou
paises árabes) vem adquirindo há mais de 10 anos grandes extensões de terras e
propriedades no sul da América do Sul como na Patagonia Chilena e Argentina
(veja abaixo) ou em outras fronteiras do novo mundo, por conta das macro-tendências
climáticas. Conforme estudos científicos, com o aquecimento global estas
regiões vão ficar cada vez quentes e mais interessantes como terroir para
vinhedos de espécies adaptadas de vitis
niviferas.
Mas também trabalham na adaptação ao
Réchauffement de la Planète (o Global Warming, Calentamiento Global ou Aquecimento
Global em frances): um grupo que reune 23 laboratórios franceses envolvidos num
projeto batizado de Projet Laccave, para definir uma estratégia climática para
a indústria. Os “laccavistas” trabalham com institutos de pesquisa para
entender a evolução dos vinhedos diante do fenômeno e encontrar respostas para
os viticultores e um conselho científico composto por especialistas da Europa,
África e Américas, participa do trabalho. O objetivo é oferecer vinhos mais
saudáveis para os consumidores – que hoje são ainda jovens e crianças com os
quais já se fazem programas de eduação ambiental (veja fotos abaixo).
Em outra frente, a preocupação dos consumidores
com a saúde também está provocando mudanças em termos de sustentabilidade. Em
paralelo às pesquisas o mercado vai ampliando a procura por vinhos mais
“ecológicos” por conta de noticias como esta que circulou em 2012 e sacudiu o mundo
dos produtores: testes realizados com mais de 300 vinhos franceses descobriu
que apenas 10% deles estavam limpos de quaisquer vestígios dos produtos
químicos utilizados nos tratamentos dos vinhedos. E segundo consta, as
vinícolas da Europa utilizam cerca de 30 mil produtos químicos diferentes, razão
pela qual editoras publicam guias e estudos sobre produtos químicos e vinhos,
como este abaixo da Vinatur.org
Hoje você pode encontrar em lojas ou restaurantes
estes vinhos com apelos ecológicos sem dificuldade. Alguns são produzidos em vinhedos
certificados como 100% ecológicos (ou próximo disso), outros não fazem nem a
limpeza do “mato” (que na verdade não é “mato”) entre as mudas das videiras,
como nesta foto abaixo, do vinhedo da Pita Loca, da Espanha.
Se você se preocupa com o meio ambiente estes rótulos são uma boa
alternativa de consumo, desde, é claro, que ofereçam o que se espera de um bom
vinho: sabor e boa relação custo/benefício.
E na verdade, mais do que isso em um vinho
“saudável” como sintetizado no rótulo abaixo, que mostra que o produto contém
cultura ancestral, emoções, trabalho de familias, um modo de vida diferente,
sulfitos naturais, etc e tal.
O que é um pouco mais dificil porque produzir
vinhos sem a lógica da produção massiva que requer o uso de defensivos,
pesticidas e produtos quimicos, ainda dá
mais trabalho e é mais caro - mas permite obter-se uma produção de uvas com
mais qualidade e cachos com uma melhor concentração de açucar (como as que,
aparentemente estão na foto abaixo) com as quais se pode fazer um vinho muito
mais saudável.
Temos vinhos assim no mercado há mais de 30 anos e a produção de
vinhos mais ecológicos vem crescendo om regularidade, embora ainda signifique
menos de 5% do total mundial. São vinhos produzidos com Agricultura Racional,
Cultura Biológica ou Orgânica, principios de Biodinâmica e vinhos Naturais. Em outro post você vai saber como
se caracterizam estes tipos de “vinhos ecológicos”, conhecer um pouco mais sobre
a legislação e a classificação deste vinhos. Até lá, um brinde a quem respeita
a natureza.
(*) Rogerio Ruschel (rruschel@uol.com.br
) mora e trabalha em São Paulo, Brasil, onde é jornalista, enófilo e consultor
especializado em sustentabilidade socioambiental. Ruschel é editor do blog In
Vino Viajas, de enoturismo, cultura do vinho e turismo de qualidade, que tem leitores
em 87 países – Acesse em http://invinoviajas.blogspot.com.br/
Peixe em Lisboa
Um dos maiores eventos gastronómicos do País em que os melhores "chefs" de cozinha celebram o Peixe e Marisco.
O Terreiro do Paço volta a receber o “Peixe em Lisboa”, o maior evento gastronómico nacional dedicado aos produtos do mar e rio, de 3 a 13 de Abril, no Pátio da Galé. Restaurantes, chefes de cozinha, aulas culinárias e mercado gourmet são a base desta iniciativa que enaltece os peixes e mariscos da costa portuguesa, conjugando-os com a criatividade de restaurantes e chefes de cozinha.
Uma das nas novidades da 7.ª edição do “Peixe em Lisboa” é a colocação de um Auditório, na Praça do Comércio, equipado com cozinha de demonstração e plateia, que resulta num aumento de 140 lugares sentados, passando assim para um total de 526.
Mais novidades sobre o programa da 7.ª edição serão anunciados em breve e também actualizadas em www.peixemlisboa.com
O Terreiro do Paço volta a receber o “Peixe em Lisboa”, o maior evento gastronómico nacional dedicado aos produtos do mar e rio, de 3 a 13 de Abril, no Pátio da Galé. Restaurantes, chefes de cozinha, aulas culinárias e mercado gourmet são a base desta iniciativa que enaltece os peixes e mariscos da costa portuguesa, conjugando-os com a criatividade de restaurantes e chefes de cozinha.
Uma das nas novidades da 7.ª edição do “Peixe em Lisboa” é a colocação de um Auditório, na Praça do Comércio, equipado com cozinha de demonstração e plateia, que resulta num aumento de 140 lugares sentados, passando assim para um total de 526.
Mais novidades sobre o programa da 7.ª edição serão anunciados em breve e também actualizadas em www.peixemlisboa.com
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quinta-feira, 27 de março de 2014
VINOTECA de copo e alma
Vinoteca de copo e alma
Abriu na baixa do Porto, um espaço invulgar, dedicado ao vinho, ao copo e à alma.
Através de uma equipa especializada, pretende-se manter a tradição duma garrafeira portuense, aliada a uma nova geração.
Pretende-se ainda que a seleção de um vinho seja toda uma nova experiência, para que o consumidor se sinta familiarizado com a história do vinho, experimente diferentes harmonias entre o vinho e a comida, e ainda que tenha a possibilidade de provar antes de levar.
Facebook:https://www.facebook.com/vinoteca.pt
Local Rua Mouzinho da Silveira, 88 90, 4050-415 Porto, 4050-415 Porto.
Telefone 22 203 4082
E-mail Vinoteca@net.vodafone.pt
Site http://www.vinoteca.pt/
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
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ZEST by Gin Lovers
A 1ª revista de Gin no mundo já a partir de dia 1 de Abril.
Versão digital gratuita em www.ginlovers.pt; versão papel/coleccionador por encomenda.
Vamos mesmo quebrar o gelo.
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A Quinta do Cume
O vinho da Quinta do Cume nasce nas encostas solarengas da antiga terra de Provezende, que reúne características de "terroir" excelentes para um vinho de qualidade.
Este projecto nasceu de um sonho e de uma paixão pelo Douro de Jorge Tenreiro, que apesar de ser cirurgião de profissão, sempre foi apaixonado pelo Douro. Escolheu Provezende, uma aldeia histórica situada na margem direita do Rio Douro, no coração do Douro Vinhateiro, região demarcada e classificada pela UNESCO, como património mundial desde 2001. Provezende reúne todas as características para a produção de um excelente vinho: o terreno acidentado, o solo xistoso, a proximidade com a água, uma exposição solar ideal e altitude, enfim um "terroir" que lhe confere propriedades enológicas inigualáveis. Objectivo primordial foi a produção de vinhos de qualidade, numa vinha de 4 hectares, que está situada a uma altitude de 600 metros o que lhe dá a acidez necessária para este tipo de vinhos.
A construção de adega própria, projecto arrojado do arquitecto António Leitão Barbosa, permite utilizar todas as técnicas mais recentes.
A determinante escolha de enólogo recaiu sobre Jean-Hugues Gros, cuja formação numa das mais reputadas escolas de Enologia na Borgonha em França, tornou este sonho possível. Jean-Hugues Gros de 41 anos de idade estagiou em várias regiões produtoras de vinho do mundo, entre as quais o Douro em 1993, Marrocos, California, Bordéus e Champanhe. Em 1999 escolheu o Douro para desenvolver a sua actividade profissional.
Este projecto nasceu de um sonho e de uma paixão pelo Douro de Jorge Tenreiro, que apesar de ser cirurgião de profissão, sempre foi apaixonado pelo Douro. Escolheu Provezende, uma aldeia histórica situada na margem direita do Rio Douro, no coração do Douro Vinhateiro, região demarcada e classificada pela UNESCO, como património mundial desde 2001. Provezende reúne todas as características para a produção de um excelente vinho: o terreno acidentado, o solo xistoso, a proximidade com a água, uma exposição solar ideal e altitude, enfim um "terroir" que lhe confere propriedades enológicas inigualáveis. Objectivo primordial foi a produção de vinhos de qualidade, numa vinha de 4 hectares, que está situada a uma altitude de 600 metros o que lhe dá a acidez necessária para este tipo de vinhos.
A construção de adega própria, projecto arrojado do arquitecto António Leitão Barbosa, permite utilizar todas as técnicas mais recentes.
A determinante escolha de enólogo recaiu sobre Jean-Hugues Gros, cuja formação numa das mais reputadas escolas de Enologia na Borgonha em França, tornou este sonho possível. Jean-Hugues Gros de 41 anos de idade estagiou em várias regiões produtoras de vinho do mundo, entre as quais o Douro em 1993, Marrocos, California, Bordéus e Champanhe. Em 1999 escolheu o Douro para desenvolver a sua actividade profissional.
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quarta-feira, 26 de março de 2014
Duorum Colheita 2012
Cor vermelha profunda com tonalidades violetas. Aroma intenso, fresco e complexo onde dominam os frutos maduros, como amora, ameixa e cassis, alguns aromas florais, como a violetas, e aromas terciários provenientes da sua "elevage" em barricas. Possui taninos firmes, maduros e suaves e uma acidez equilibrada. Este conjunto, bem envolvido no seu grande volume e corpo, confere um final longo e elegante, definido para o perfil Duorum.
Castas: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz
Região: Douro
Álcool: 13,5% vol.
Acidez total: 5,1 g/l de ácido tartárico
Açúcares Redutores: < 2 g/l
Classificação: Do Douro
Tipo de Solo: Xisto
Vindima: Manual em caixas de 15 Kg
Vinificação: Depois de selecionadas, as uvas destinadas ao Duorum Colheita são desengaçadas à entrada da Adega, sendo depois de esmagadas, conduzidas para lagares de inox com pisa robotizada. É nesta fase que se procede à maceração pré-fermentativa a baixas temperaturas. Posteriormente procede-se à fermentação em cubas de inox a temperatura máxima controlada de 28ºC É nesta fase que se procede à maceração pré-fermentativa a baixas temperaturas. Posteriormente procede-se à fermentação em cubas de inox a temperatura máxima controlada de 28ºC.
Estágio: Maturação/ “Elevage” em barricas de 225 e 300 litros, de segundo e terceiro ano, de carvalho francês durante cerca de 12 meses.
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Prova de vinhos do Douro da Quinta Nova.
Fonte:Wines of Portugal
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Adega Velha – Mourão
Alentejo autêntico na cozinha e nos cantares
Andreia Melo
Contam-se pelos dedos da mão os restaurantes no Alentejo onde pode acompanhar um prato típico regional, com um bom vinho da talha e sessões espontâneas de cantares alentejanos. São as cores de Mourão que lhe são servidas de bandeja na Adega Velha. E a preços de amigo.
Leve o nome à letra… É restaurante que foi adega e disso ainda tem as marcas. E maduro, para não dizer velho que não é bonito, é com certeza. Se comida serve há 22 anos, vinho produz há bem mais tempo que isso, há pelo menos um século.
Conhecer os cantos à casa
Da rua apenas uma singela tabuleta a dizer Adega Velha denuncia o local. Isso e, eventualmente, o miudinho das vozes alentejanas em convívio que deixa adivinhar o que ali se passa. E é, claro, convidativo. Ao passar a ombreira da porta, percebe que o corredor comprido distribui os comensais por quatro salas, cada uma mais caricata do que a outra.
Na primeira, encontra o balcão onde são servidos os licores caseiros, desde a ginjinha ao licor de poejo e o vinho da talha a copo. Não há mesas e as paredes estão cobertas de relógios, pratos de porcelana e quadros onde a temática da tauromaquia é recorrente. Não há ordem na arrumação de todos os objectos que cobrem as paredes. Mas a graça da sala vem, precisamente, desse caos.
Na segunda sala, há mesas a pensar nos casais e grupos pequenos que aparecem para o repasto. A particularidade desta sala é uma parede coberta de telefonias. Há-as para todos os gostos, grandes e pequenas, quadradas e redondas, espécimes dos anos 20 até à década de 80.
Da rua apenas uma singela tabuleta a dizer Adega Velha denuncia o local. Isso e, eventualmente, o miudinho das vozes alentejanas em convívio que deixa adivinhar o que ali se passa. E é, claro, convidativo. Ao passar a ombreira da porta, percebe que o corredor comprido distribui os comensais por quatro salas, cada uma mais caricata do que a outra.
Na primeira, encontra o balcão onde são servidos os licores caseiros, desde a ginjinha ao licor de poejo e o vinho da talha a copo. Não há mesas e as paredes estão cobertas de relógios, pratos de porcelana e quadros onde a temática da tauromaquia é recorrente. Não há ordem na arrumação de todos os objectos que cobrem as paredes. Mas a graça da sala vem, precisamente, desse caos.
Na segunda sala, há mesas a pensar nos casais e grupos pequenos que aparecem para o repasto. A particularidade desta sala é uma parede coberta de telefonias. Há-as para todos os gostos, grandes e pequenas, quadradas e redondas, espécimes dos anos 20 até à década de 80.
Não conte é com elas para lhe dar música. Deixe esse assunto com o grupo de alentejanos que geralmente se encontra na primeira sala. Afinal de contas, parte da experiência da Adega Velha são os cantares alentejanos.
A terceira sala está preparada para receber grupos maiores. Aqui encontra apenas as mesas corridas de madeira e um móvel pesado onde é guardada louça antiga. Consegue vê-la através das portas vidradas. E consegue ver-se através do espelho gigante e palaciano que encobre uma das paredes da sala.
A quarta sala, rodeada de talhas em toda a volta é mais isolada e onde fica a única mesa redonda da casa.
No corredor ficam as talhas, as guitarras e ainda loiças. As paredes rugosas, caiadas a branco estão cobertas de memórias onde encontra todo o tipo de fait-divers, desde diplomas de prémios a jarras de latão. E o chão, tal e qual chão de adega, é de laje e desnivelado, a dar conta da passagem do tempo. É para que saiba que está numa casa vivida e com personalidade.
A terceira sala está preparada para receber grupos maiores. Aqui encontra apenas as mesas corridas de madeira e um móvel pesado onde é guardada louça antiga. Consegue vê-la através das portas vidradas. E consegue ver-se através do espelho gigante e palaciano que encobre uma das paredes da sala.
A quarta sala, rodeada de talhas em toda a volta é mais isolada e onde fica a única mesa redonda da casa.
No corredor ficam as talhas, as guitarras e ainda loiças. As paredes rugosas, caiadas a branco estão cobertas de memórias onde encontra todo o tipo de fait-divers, desde diplomas de prémios a jarras de latão. E o chão, tal e qual chão de adega, é de laje e desnivelado, a dar conta da passagem do tempo. É para que saiba que está numa casa vivida e com personalidade.
Sabor a Alentejo
A adega sempre pertenceu à família Bação. Mas esteve sempre alugada a terceiros. Até que há aproximadamente 20 anos, o engenheiro Joaquim Bação a resolveu transformar em restaurante. E apesar da experiência de bom vivant pela capital e afins, optou por abrir uma espécie de taberna, onde os sabores são genuínos e as paredes contam histórias.
É por isso que opções na ementa, há poucas e boas. E todas elas são típicas, todas elas regionais. Para entradas, não falha nem o pão alentejano nem o queijo da região. As azeitonas e outros petiscos, como o chouriço e outros enchidos locais também se fazem notar. Mas não exagere. Há que deixar espaço para o verdadeiro repasto que se segue.
A adega sempre pertenceu à família Bação. Mas esteve sempre alugada a terceiros. Até que há aproximadamente 20 anos, o engenheiro Joaquim Bação a resolveu transformar em restaurante. E apesar da experiência de bom vivant pela capital e afins, optou por abrir uma espécie de taberna, onde os sabores são genuínos e as paredes contam histórias.
É por isso que opções na ementa, há poucas e boas. E todas elas são típicas, todas elas regionais. Para entradas, não falha nem o pão alentejano nem o queijo da região. As azeitonas e outros petiscos, como o chouriço e outros enchidos locais também se fazem notar. Mas não exagere. Há que deixar espaço para o verdadeiro repasto que se segue.
No Alentejo come-se bem e o termo pratadas é adequado para o próximo passo da refeição. A comida vem servida em tachos de barro, bem a condizer com a tradição da terra, ainda a fumegar e de preferência com o cheirinho a cozinha da avó. De peixe, encontra apenas a sopa de cação, acompanhada pelo pão alentejano que vai molhando na sopa para ficar com o mesmo gosto.
Na carne, opte entre um cozido de grão, uma sopa da panela, um feijão com chouriço ou um lombo de porco preto assado no forno. E se preferir pratos de caça, em qualquer altura do ano, lá encontra na ementa a perdiz à Adega Velha ou a lebre guisada. Tudo regado a vinho da talha de produção própria.
Eis que percorreu toda a ementa da casa. Ou quase toda. Faltam-lhe as sobremesas. E como três é a conta que Deus fez, delicie-se com uma encharcada, um bolo rançoso ou um manjar real. E a conta não lhe vai ultrapassar os dez euros. Para fechar com chave de ouro, peça um dos licores da casa. Ajuda-lhe a digestão.
Na carne, opte entre um cozido de grão, uma sopa da panela, um feijão com chouriço ou um lombo de porco preto assado no forno. E se preferir pratos de caça, em qualquer altura do ano, lá encontra na ementa a perdiz à Adega Velha ou a lebre guisada. Tudo regado a vinho da talha de produção própria.
Eis que percorreu toda a ementa da casa. Ou quase toda. Faltam-lhe as sobremesas. E como três é a conta que Deus fez, delicie-se com uma encharcada, um bolo rançoso ou um manjar real. E a conta não lhe vai ultrapassar os dez euros. Para fechar com chave de ouro, peça um dos licores da casa. Ajuda-lhe a digestão.
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terça-feira, 25 de março de 2014
Tapa de sardinha de escabeche
Há alguma alma milagrosa... que envie uma garrafa de vinho???
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
#wine #winelover #food #foodies #portugal
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Sangue na Guelra - Chef Carlos Fernandes
Digam olá ao Carlos Fernandes, o chef de pastelaria do restaurante M.B. em Tenerife, Espanha. Ele é um dos nossos cúmplices na noite de 6 de Abril e está preparado para vos deixar de boca aberta.
Say hi to Carlos Fernandes, the pastry chef from M.B. restaurant in Tenerife, Spain. He's one of our accomplices for the April 6th evening and is ready to surprise you.
Chef Carlos Fernandes SG 2014 from Sangue na Guelra on Vimeo.
Say hi to Carlos Fernandes, the pastry chef from M.B. restaurant in Tenerife, Spain. He's one of our accomplices for the April 6th evening and is ready to surprise you.
Chef Carlos Fernandes SG 2014 from Sangue na Guelra on Vimeo.
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O vinho de Júlio Iglesias
Depois de vender 250 milhões de discos e receber 2,6 mil discos de ouro e platina, Júlio Iglesias agora é também um dos mais importantes e famosos produtores de vinhos da Ribera Del Duero na Espanha. Grande colecionador de vinhos, uniu-se ao também famoso Alfonso de Salas, fundador do Jornal El Mundo para criar a Bodegas y Viñedos Montecastro. Com 96% tempranillo, 3% merlot e 1% cabernet sauvignon e depois de estagiar 18 meses em barricas de carvalho, sendo 70% francesas, 25% americanas e 5% do leste europeu.
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
#wine #winelover #vinhos #espanha
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segunda-feira, 24 de março de 2014
O que se pretende do envelhecimento do vinho em barricas de carvalho?
Alguns dos constituintes da madeira de carvalho, sob a acção da queima ou tosta da madeira, estão na origem de compostos aromáticos e gustativos. Os aromas de baunilha, côco e cravinho, entre outros, derivam desses compostos aromáticos e alguns taninos ajudam à protecção contra oxidações e na fixação da cor, para além do contributo para a estrutura e complexidade do vinho.
Para além disso, a madeira de carvalho tem porosidade que auxilia na estabilização do vinho, através da criação do ambiente micro-oxidativo propício a uma polimerização das pequenas moléculas e a uma clarificação natural.
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
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Rogerio Ruschel, o novo jornalista do João Sem Vinho.
Rogerio Ruschel, é o novo reforço editorial do João Sem Vinho!
Rogerio Ruschel, mora e trabalha em São Paulo, Brasil, onde é jornalista, enófilo e consultor especializado em sustentabilidade socioambiental. Ruschel é editor do blog In Vino Viajas, de enoturismo, cultura do vinho e turismo de qualidade, que tem leitores em 87 países.
Ficámos mais ricos!
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Qual a principal diferença entre a vinificação de vinhos brancos e vinhos tintos?
A principal diferença está na inclusão da película das uvas na fermentação do vinho tinto porque os compostos corantes do vinho, cujo nome científico é antocianas, se encontram localizados na película das uvas. Quer isto dizer que se nos déssemos ao trabalho de retirar a pele de todas as uvas tintas, faríamos um vinho branco. Em resumo, o vinho branco deriva da fermentação do mosto decantado de uvas brancas e o vinho tinto deriva da fermentação do mosto e das películas das uvas tintas.
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
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Taberna do Largo
A Taberna do Largo, gastronomia com todos.
Petiscos portugueses de chorar por mais, acompanhados por bons vinhos a copo, produtos regionais, nomeadamente queijos, enchidos e doces típicos, são a essência da Taberna do Largo.
Mas há muitas outras tentações do cardápio para percorrer: cogumelos frescos salteados, peixinhos em conserva, chouriço assado, sandes de presunto, entre outras.
Estacionados numa tábua, os queijos e os enchidos, mostram-se para serem calmamente saboreados. E, nesta encruzilhada de paladares nacionais, a alheira é uma das protagonistas: pode optar pela alheira na chapa ou cozinhada com ovos mexidos, servida abraçada por fatias de broa.
Taberna do Largo
Largo de S. Domingos 69
Porto
Horário: Terça a quinta e ao domingo das 11h às 24h e à sexta e ao sábado até à 1h.
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Desejo que cada uma das pessoas empreendedoras que estão dentro de empregos desalinhados com os seus talentos, conquistem a liberdade para abrirem os seus próprios negócios.
Guia de Vinhos do Algarve 2014
Atenção enófilos: o Algarve tem mais produtores, mais vinhos e um novo guia que reúne toda a oferta vínica para facilitar a pesquisa de quem aprecia os bons néctares. Façam o download da publicação (http://bit.ly/1ghBYeb) e deliciem-se.
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domingo, 23 de março de 2014
Muralhas de Monção 2007
Muralhas de Monção 2007 - Vinho Verde
O milagre da qualidade com a garantia de quantidade, vendido a um preço invencível. O refúgio seguro, a certeza da consistência, o prazer da frescura. Impressionante!
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Solar dos Lobos Colheita Seleccionada 2006
O desafio de oferecer complexidade, serenidade e frescura abaixo dos 5€. A elegância floral, a nobreza da fruta, a aristocracia a preços justos.
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O Vinho Verde é único no mundo.
O Vinho Verde é único no mundo. Um vinho naturalmente leve e fresco, produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, no noroeste de Portugal, uma região costeira geograficamente bem localizada para a produção de excelentes vinhos brancos. Berço da carismática casta Alvarinho e produtora de vinhos de lote únicos.
Com baixo teor alcoólico, e portanto menos calórico, o Vinho Verde é um vinho frutado, fácil de beber, óptimo como aperitivo ou em harmonização com refeições leves e equilibradas: saladas, peixes, mariscos, carnes brancas, tapas, sushi, sashimi e outros pratos internacionais.
A flagrante tipicidade e originalidade destes vinhos é o resultado, por um lado, das características do solo, clima e factores sócio-económicos da Região dos Vinhos Verdes, e, por outro, das peculiaridades das castas autóctones da região e das formas de cultivo da vinha. Destes factores resulta um vinho naturalmente leve e fresco, diferente dos restantes vinhos do mundo.
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sexta-feira, 21 de março de 2014
Enoturismo - Vale do Douro
O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.
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