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terça-feira, 15 de julho de 2014

Enoturismo - O Monte Seis Reis



O Monte Seis Reis possui uma área de vinha que se estende ao longo de 50 hectares, onde são produzidas as principais castas da herdade: Aragonez, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Trincadeira Preta, Touriga Nacional Arinto, Antão Vaz, Viognier e Alvarinho. Mais recentemente foram introduzidas as castas Petit Verdot e Tannat.

A adega faz parte da Rota dos Vinhos do Alentejo e o complexo de enoturismo possui várias salas, nomeadamente a sala-museu Seis Reis com a história dos seis monarcas e a da região de Estremoz, a sala de Arte com exposição permanente sobre vinho e exposições temporárias relacionadas com o tema e sala de Tertúlia onde são servidas refeições a grupos. Possui ainda uma loja onde é possivel adquirir o vinho do Monte Seis Reis e alguns produtos regionais alentejanos.

Venha conhecer o Monte Seis Reis e tenha uma experiência gourmet inesquecível!

Inclui:
Visita guiada à Adega com prova de 3 vinhos Monte Seis Reis e produtos regionais.

Horário de Funcionamento: Das 10:00 às 18:00
Marcas: Arte Real, Boa Memória, Bolonhês, Syrah, Tannat Petit Verdot e Reserva.
Produtos comercializados: Vinhos e produtos regionais alentejanos (queijos, enchidos, azeite, mel, entre outros)


Monte Seis Reis
Herdade dos Casarões, Santa Maria
7100-078 Estremoz
Telefone: 268322221
Mail: geral@seisreis.pt
Site: www.seisreis.pt

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Tavira: Festival Vinhos e Sabores



Vai estar pelo Algarve? Então dê um saltinho até Tavira e prove os vinhos do Festival de Verão Vinhos e Sabores, que decorre entre 10 e 13 de julho, no Jardim do Coreto, junto ao antigo Mercado do Peixe.

Inserido no programa cultural ‘Verão em Tavira 2014: Cultura e artes para todos’, esta é a primeira edição do festival e destina-se a todos os amantes de vinho e a turistas nacionais e estrangeiros que queiram experimentar os sabores, não só algarvios, mas de todo o País.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Atravessar o rio Douro a nado e subir monte a cima por entre socalcos e vinhas

Image de Atravessar o rio a nado e subir monte a cima no Alto Douro Vinhateiro

Atravessar o rio Douro a nado e subir monte a cima por entre socalcos e vinhas até ao topo da Quinta das Carvalhas da Real 
Companhia Velha. O La Rosa/Carvalhas Hill Challenge é o desafio da Quinta de La Rosa para o próximo dia 12 de Julho.

Quinta de La Rosa, situada no Pinhão, no coração do Alto Douro Vinhateiro, promove esta interessante prova de resistência desde 1927 – ano do primeiro registo conhecido.
O La Rosa/Carvalhas Hill Challenge começa na Quinta de La Rosa – que os enófilos conhecerão seus vinhos premiados –, uma propriedade que pertence à família Bergqvist desde 1906, e “consiste numa etapa de travessia do Douro a nado com 200 metros, seguido de um up hill de 4 Km por entre socalcos e vinhas até ao topo da Quinta das Carvalhas da Real 
Companhia Velha”, explica a organização em comunicado.
Este ano, a organização do desafio quase centenário é partilhada pelas 2 casas e Jorge 
Moreira, enólogo da Quinta de La Rosa e da Quinta das Carvalhas é o “mastermind da edição 2014 da prova”.
Se não se está ver a dar uma de duro na montanha, saiba que para os menos resistentes a organização preparou uma Caminhada Familiar, em que “a travessia é feita pelo cais do Pinhão e pela ponte sobre o Douro, e a subida à Quinta das Carvalhas é feita pela estrada principal, nuns ‘suaves’ 7,5 Km”. Ao longo do percursos, haverá sempre o apoio de um autocarro panorâmico.
E não é só dar à sola. O “trajecto será orientado pelo técnico de viticultura da Quinta das Carvalhas, Álvaro Martinho, para assim enriquecer a experiência dos participantes desvendando os segredos da fauna, flora e história da Quinta”, sublinha a organização na mesma nota de imprensa.
A inscrição para o La Rosa/Carvalhas Hill Challenge, que tem um limite de 100 participantes, deve ser feita até 6 de Julho e tem um custo de 15 euros – valor que inclui dorsal, seguro de acidentes pessoais, t-shirt e suporte logístico. Quem preferir a Caminhada Familiar, poderá inscrever-se até ao próprio dia, sendo que a inscrição tem um valor simbólico de 3 euros (inclui seguro de acidentes pessoais e suporte logístico) e não há número limite de participantes.
Quem vencer o grande desafio será premiado com “um Bed & Breakfast com jantar no turismo rural da Quinta de La Rosa”. Já o segundo lugar será “agraciado com um almoço no Vintage Boat Pipa Douro” e o terceiro levará para casa 2 garrafas de vinho, “um La Rosa Reserva 2011 e um Carvalhas Branco 2011″.
No final das 2 provas, quem quiser poderá ficar para o almoço-convívio que terá lugar na Casa Redonda, no topo da Quinta das Carvalhas – a inscrição para a refeição custa 15 euros para maiores de 12 anos, os petizes não pagam.
Fonte:Porto24

terça-feira, 17 de junho de 2014

Região do Dão exibe qualidade dos vinhos em mostra


A produção no Dão baixou no ano passado "cerca de 5%", em comparação com 2012, mas a comissão vitivinícola regional aposta no aumento da qualidade para promover em Lisboa a mostra de vinhos e sabores 'Dão Capital'.

"A produção está mais ou menos estável", garantiu à agência Lusa o presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão, Arlindo Cunha, após a apresentação da mostra "Dão Capital", a 20 e 21 de junho.


Na região são produzidos "40 a 45 milhões de litros por ano" e a quebra de "cerca de 5%" em 2013 foi largamente compensada com o aumento da qualidade, acrescentou o também vitivinicultor e antigo ministro da Agricultura.

Do total de vinho produzido na região, a CVR contabiliza que entre 40 a 50% seja certificado com denominação de origem protegida (DOP) ou indicação geográfica protegida (IGP).

A modernização das práticas vitícolas na região traduz-se no crescente reconhecimento pela crítica. Arlindo Cunha sublinhou que, na edição de 2014 do Concurso Nacional de Vinhos, organizado pela ViniPortugal, a região demarcada do Dão obteve três medalhas de "grande ouro", cinco medalhas de "ouro" e 11 medalhas de "prata".

O reconhecimento foi mais longe no caso do vinho Quinta das Marias, Touriga Nacional Reserva, Tinto 2011, também classificado entre "Os melhores do ano", enquanto melhor varietal.

Além deste vinho produzido na Quinta das Marias por Peter Eckert, as outras medalhas "grande ouro" foram atribuídas a Pedra Cancela, Tinto 2011, de João Paulo Gouveia, e a Casa da Passarella, Branco 2013.

O presidente da CVR notou que o Dão soube preservar as castas portuguesas, com destaque para Touriga Nacional (tinta) e Encruzado (branca). A casta tinta mais emblemática do país é originária da região, apesar da notoriedade alcançada no Douro, salientou.

O enólogo e vereador do Desenvolvimento Rural na Câmara de Viseu, João Paulo Gouveia, notou que "o vinho é um dos mais importantes produtos da diferenciação do território" e que a casta Touriga Nacional assume particular relevo na região.

Para promover a Rota do Vinho do Dão, realiza-se na sexta-feira e sábado, em Lisboa, a primeira edição do "Dão Capital - Mostra de vinhos e iguarias". O palacete Henrique de Mendonça, da Nova School of Business and Economics, junto ao centro comercial El Corte Inglés, acolhe provas, degustações e "workshops".

A parte da manhã, entre as 10:30 e as 13:30, está reservada para profissionais, com abertura ao público das 16:00 às 21:00.

Na mostra vão estar presentes 32 produtores de vinho e de iguarias regionais, como enchidos, queijo da serra, frutos e compotas, mel, chocolates de Viseu, cogumelos, maçãs "Bravo de Esmolfe" e doçaria de Vouzela.

O programa apresenta às 11:00 as provas comentadas Vinho do Dão Encruzado com Queijo Serra da Estrela, por Osvaldo Amado (dia 20), e Vinho do Dão Touriga Nacional com Queijo Serra da Estrela, por Carlos Lucas (21). No sábado, às 18:00, Rui Falcão orienta o "workshop" sobre "Vinhas e Vinhos do Dão".

A mostra, que pretende ser anual, é promovida pela CVR do Dão, em parceria com o Turismo do Centro, a Comunidade Intermunicipal de Viseu, Dão e Lafões, Câmara de Viseu e Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).

Fonte:Lusa 

terça-feira, 3 de junho de 2014

Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito


Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, C.R.L. conta já com mais de meio século de história (1960), sendo o resultado do sonho, do esforço e do trabalho da maioria dos viticultores das regiões de Vidigueira, Cuba e Alvito (atualmente cerca de 300 sócios ativos).

É uma «casa» que se procura diariamente reinventar num cruzamento de «linhas» que se complementam e reinventam. A «linha» da planície alentejana que através de gerações foi contínua e traça a longa experiência da Adega, a «linha» que se inspira no horizonte marítimo de outros tempos, numa visão de descoberta e conquista de futuro, de reinvenção e modernização; a «linha» de uma cultura que se desenlaça na descoberta de sabores e sensações – o vinho – unida pelas gentes que, ontem e hoje, alinham todos estas linhas numa «linha» só, a ADEGA.

Porque o mundo é um mar de oportunidades e também de desafios, hoje globais; porque acreditamos que, para além de nos inserirmos num país que se afirma cada vez mais  enquanto produtor de vinhos de excelência e também numa região privilegiada, a globalidade do Alentejo e especificidade da Vidigueira, que conta com uma cultura vínica profundamente enraizada, tendo o próprio nome da Vila a sua origem na palavra Videira; porque dela faz parte um conceito global, os descobrimentos, enquanto vantagem competitiva de «conquista» do mercado global, com base nas especificidades únicas das nossas castas; porque, por fim e antes de tudo, entre os efetivos vitícolas da Adega contam-se as melhores castas autóctones, mantidas por várias gerações, das quais se distingue a casta Antão Vaz, igualmente conhecida como «casta da Vidigueira», produtora de um branco ímpar e que estará na origem do reconhecido Branco do Alentejo, para nós a casta «musa» inspiradora, a Adega, num percurso que se desenrola em atos interligou os seus vinhos numa viagem pela sua região, pela cultura e história, numa descoberta, aqui de novos «territórios sensoriais», os seus vinhos.

Porque cada vinho nos eleva a diferentes estados de alma, ou não fosse a sua degustação um momento único na experiência individual ou partilhada, a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, convida-o a embarcar nesta viagem. Vidigueira, quando o vinho é uma viagem...

Horário do Posto de Vendas:De 2ª Feira a Sábado: 09h00-13h00 e das 14h00 às 19h00.

Visitas e provas de vinho:
De 2ª Feira a Sábado.

NOTA: Aconselha-se marcação prévia

COORDENADAS GPS:
Latº 38.2067750º      Longº -7.7990972º 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Boa Memória Branco 2013




O Boa Memória Branco 2013 é um dos vinhos produzidos por o Monte Seis Reis Vinhos no Alentejo (Estremoz) e dispensa grandes apresentações ou floreados à sua volta, é um vinho fresco, jovem e com uma boa presença da fruta.

Nota de prova
Vinho com alguma complexidade, cor interessante e com aromas a fruta em evidência, no paladar. Com alguma acidez mostra-se fresco e jovem e muito aromático.

Ideal para acompanhar mariscos, peixes grelhados, aves e saladas.
Deve ser servido a uma temperatura de 10-12º C.


O Monte Seis Reis possui uma área de vinha que se estende ao longo de 50 hectares, onde são produzidas as principais castas da herdade: Aragonez, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Trincadeira Preta, Touriga Nacional Arinto, Antão Vaz, Viognier e Alvarinho. Mais recentemente foram introduzidas as castas Petit Verdot e Tannat.

A adega faz parte da Rota dos Vinhos do Alentejo e o complexo de enoturismo possui várias salas, nomeadamente a sala-museu Seis Reis com a história dos seis monarcas e a da região de Estremoz, a sala de Arte com exposição permanente sobre vinho e exposições temporárias relacionadas com o tema e sala de Tertúlia onde são servidas refeições a grupos. Possui ainda uma loja onde é possivel adquirir o vinho do Monte Seis Reis e alguns produtos regionais alentejanos.


Visitas e provas de vinho:
De 2ª Feira a Domingo
Contactos: De 2ª a 6ª, das 9h às 18h : 268 322 221 e/ou 910 143 441
Contactos: Aos fins de semana: 910 143 441

terça-feira, 13 de maio de 2014

Herdade da Calada



O monte da Herdade da Calada apresenta características invulgares, pelo estilo excelência das suas edificações. O visitante encontrará para além de uma das mais modernas adegas de Portugal uma propriedade e um ambiente encantador.


As actuais edificações foram inicialmente estabelecidas pelos descendentes do Duque de Lencaster, que em 1854 criaram uma jóia no coração do Alentejo. Os actuais proprietários são um casal  de empresários Franceses, D.Maria e Sr.Jean Claude Penauille, que pretendem dar continuidade ao projecto, sempre orientado para a obtenção de produtos da mais elevada qualidade.

Visitas e provas de vinho:
De 2ª a 6ª Feira - Das 09.30 às 16.30 horas
Sábado e Domingo - Marcação prévia

NOTA: Aconselha-se marcação antecipada.

COORDENADAS GPS:
Lat.: 38.6792500º              Long.: -7.8471389º

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Os Queijos e os Vinhos Portugueses


Frescos, curados de cabra ou de ovelha, pasta dura ou mole, Portugal orgulha-se da sua reputação em matéria de queijos. Faltam-nos apenas os queijos azuis (assim chamados em virtude dos fungos que criam) mas mesmo estes são hoje facilmente acessíveis no nosso mercado.

O melhor vinho para um queijo fresco é um branco aromático, podendo um rosé seco ou um espumante velho e macio servir de alternativa. Note-se que, em Portugal, os queijos frescos disponíveis são normalmente de leite de vaca, muito neutros e ligeiros. Se conseguir deitar a mão a um queijo fresco de cabra ou ovelha aí o caso muda de figura, necessitando porventura de um tinto de quatro ou cinco anos.

Os queijos de pasta dura muito intensos, de cabra ou ovelha, apreciam um tinto jovem. No caso de serem mais suaves, sem cardo ou nem sabor picante, acompanham bem com um tinto com cinco ou seis anos.

Para os queijos de ovelha de pasta mole, macios, untuosos, nenhum vinho se casa tão bem como um tinto velho, de 8 ou mais anos, com o seu bouquet intenso e sabores quentes e profundos.

Finalmente, os difíceis queijos azuis, fortíssimos, exigem um vinho tinto à altura, encorpado, taninoso e adstringente. Os tintos de casta Cabernet Sauvignon, são geralmente uma boa opção para este tipo de queijo. Em alternativa, um Porto Vintage ou LBV.

João Sem Vinho - Social Wine Club
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#wine #winelover #vinhos #food

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Rota dos Vinhos do Algarve

Sete adegas, um passaporte, quatro roteiros, muitos vinhos para provar



A Rota dos Vinhos do Algarve está dividida em quatro roteiros, alguns integrando apenas e para já uma adega – Roteiro Gil Eanes, que integra o Monte da Casteleja, em Lagos, Arade, integrando a Adega Quinta do Francês, em Odelouca (Silves) e a Quinta do Morgado da Torre, na Penina (Portimão), Mourisco, com a Quinta dos Vales, em Lagoa/Silves, e a Quinta de Mata Mouros, em Silves, e ainda o Roteiro das Falésias, com a Adega do Cantor, na Guia (Albufeira), e a Quinta da Vinha, na Vala (Silves).

Para poder seguir a Rota sem se perderem, os turistas – e residentes – têm ao seu dispor um passaporte, um pequeno livrinho em português e inglês com toda a informação sobre as adegas, mas também sobre monumentos e museus das zonas abrangidas, restaurantes e hotéis aderentes da Rota e até sobre os restantes produtores de vinho, mesmo os que não integram (ainda) esta Rota. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Enoturismo e Rotas do Vinho


O enoturismo representa um excelente veículo para quem quiser descobrir uma região através do vinho e conhecer todos os seus aspectos culturais e turísticos. As Rotas do Vinho são instrumentos privilegiados de organização e divulgação do enoturismo.



Ao descobrir-se o vinho no seu meio natural, compreende-se que este não é uma bebida qualquer, mas sim um produto tradicional, cheio de história. Portugal é, todo ele, uma mancha vitícola pelo que o enoturismo representa um veículo para que as pessoas que visitam uma região possam descobrir, através do vinho, todos os aspectos culturais da mesma. Promover o turismo vitivinícola é o principal objectivo de um dos grandes instrumentos ao serviço do enoturismo - as Rotas do Vinho. As Rotas do Vinho permitem que os visitantes contactem mais facilmente com o mundo rural.   

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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Roteiro dos vinhos – Alentejo


Herdade do Esporão - Pioneiros no projeto de enoturismo, a vinícola está na Rota Mundial dos Vinhos, recebendo visitantes desde 1997. Além de um ótimo restaurante, proporcionam passeios lúdicos pelas vinhas, a pé, de bicicleta ou de jipe, degustação de vinhos e visita às caves e adega. 

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terça-feira, 8 de abril de 2014

Rota de Vinhos da Península de Setúbal tem novo website



Assumindo nova dinâmica na área digital, a Rota de Vinhos da Península de Setúbal apresenta um novo website, visualmente apelativo e com conteúdos renovados. 

Desde conhecer genericamente o projeto Rota de Vinhos da Península de Setúbal, com acesso a conteúdos multimédia, até notícias e novidades sobre a Casa Mãe da Rota de Vinhos ou atividades enoturísticas programadas, permite descobrir a região, os vinhos as adegas…

Com uma categoria dedicada às adegas aderentes, o novo website tem um catálogo de contatos diretos que permite reservar visitas guiadas ou provas de vinhos nas adegas, descrevendo a melhor forma de chegar, tendo como ponto de partida a Casa Mãe da Rota de Vinhos.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Ameal inventa mercado ‘premium’ e biológico

Vinho biológico premiadíssimo, de Ponte de Lima. Vinho verde? Não exatamente. No dia em que o DN foi à Quinta do Ameal, Pedro Araújo tinha acabado de chegar da Escan­dinávia. Quase duas semanas pela Suécia, Noruega e Dina­marca para demonstrar (uma vez mais), prova a prova, restaurante Michelin a restaurante Michelin, como se pode fazer um vinho nobre, ultra-elaborado, numa “pequena” quinta de um país do fim da Europa – em Portugal.


Pedro Araújo
Pedro Araújo: “Da mesma forma que há música de alta-definição ou televisão de alta- -definição, também há alta-definição no vinho, e acho que aqui conseguimos ter essa alta-definição”

Traços típicos deste Minho/Portugal: Pedro tem para gerir 12 hectares de vinha e não quer muito mais. Sabe do que a sua vinha é capaz – ao estender o olhar a 360 graus, vê-a em todos os pontos.
É uma dimensão perfeita para controlar o processo to­do, sem adquirir matéria-prima a ninguém e assegurar cada um dos pontos de qualidade e estratégia definidas com o seu enólogo-consultor, Anselmo Mendes. A Quinta gera dez empregos, factura 200 mil euros e 40 a 50 mil garrafas por colheita, 60% das quais para exportação.
Voltemos à Suécia, onde esteve recentemente Pedro Araújo. O seu Ameal Special Harvest já está espalhado por mais de 30 restaurantes Michelin por toda a Europa, mas de Estocolmo trouxe mais uma pequena vitória: uma encomenda de 180 garrafas de meio litro que custam à saída de Portugal entre 30 a 40 euros para um dos três melhores restaurantes da capital sueca.
Pode parecer pouco para quem só está habituado a ouvir falar de milhões nos média, mas isto é ouro. Por duas razões: uma, a de que o valor por litro é provavelmente o mais alto obtido por uma garrafa de vinho feito no Minho a partir de uvas normalmente usadas em vinhos verdes ou Alvarinhos e cujo valor por litro é incomparavelmente inferior. Depois, porque o “Special Harvest” é pura inspiração: não se trata de um vinho para as refeições, mas uma espécie de vinho para sobremesas ou acompanhamento de queijos e doces. Não por acaso é produzido usando uvas passas, acompanhadas com extrema atenção durante alguns meses após a vindima, que produzem oito vezes menos quantidade do que se fossem destinadas a vinho comum. 
Convém revelar, entretanto, que há na Quinta do Ameal uma vantagem competitiva enorme. Está no ADN. Pedro Araújo pertence à família que liderou a Ramos Pinto, secularmente ligada ao vinho do Porto. Na verdade, a Quinta do Ameal, fundada em 1710, foi adquirida, em 1989, por Nuno Araújo, com parte do capital resultante da venda da histórica empresa de vinho do Porto Ramos Pinto aos franceses da Louis Roederer.
Até agora foram investidos mais de três milhões de euros na Quinta do Ameal e entretanto a nova geração – neste caso o filho, Pedro Araújo – reinventa o negócio a partir de outros conceitos. “A ideia de vinho verde é errada, porque todo o vinho é feito de uvas maduras”, tem dito repetidamente o empresário ao longo dos últimos  anos. Mas a sua crença no cluster do vinho português fá-lo dizer que, mais do que o sol ou a praia, o primeiro argumento para vender turismo português deveria ser o estupendo vinho que produzimos por cá.

Luxo no enoturismo associado à marca

Por essa razão, a Quinta do Ameal tem em fase de finalização oito alojamentos premium para turismo ligado ao prazer do vinho. São casas/suites, algumas delas duplex, onde é possível ter muitos metros quadrados de espaço para descansar, piscina biológica numa das nascentes da quinta e paisagens de vinha ao fundo, a perder de vista. Por perto há uma balaustrada com sombra para ler e cheirar flores, chuveiros ao ar livre para banhos de fim de tarde e, por fim, o rio Lima ao fundo.
Pedro Araújo acredita que os turistas e profissionais ligados ao vinho vão dar vida à quinta em estadas de semanas ou fins de semana. Provas gastronómicas, jantares temáticos com vinhos a rigor, passeios retemperadores e o extra de um bosque de árvores centenárias são os argumentos. Além disso, Pedro Araújo pensa que não terá melhor cartão-de-visita para jornalistas e clientes do que convidá-los a sentir in loco onde o vinho Ameal nasce.
O projeto do enoturismo, bem como muitos dos investimentos da Ameal, contaram com o apoio do Proder – Programa de Desenvolvimento Rural. Pedro Araújo pensa que, se tudo correr bem, o turismo pode acabar por gerar um volume de negócios anual que se aproxime do obtido pelo vinho. Es­ta complementaridade é o segredo de muitos dos projetos portugueses e casa bem com a nossa vocação: receber bem, reforçar a gastronomia, vender melhor o vinho. Demora anos, mas esta mudança está em marcha.

Enoturismo no Vale do Douro


O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.

sábado, 29 de março de 2014

Novo website divulga Rota de Vinhos da Península de Setúbal


A Rota de Vinhos da Península de Setúbal lançou um novo website, onde é possível ficar a saber mais sobre a zona, conhecer as adegas aderentes e, inclusive, fazer reservas e marcações de Visitas guiadas ou provas de vinhos. 
Em www.rotavinhospsetubal.com encontramos também uma montra virtual dos produtos das adegas aderentes e um formulário que permite encontrar o vinho ideal para cada refeição.
O site está dividido em seis categorias e disponibiliza toda a informação sobre o calendário de actividades programadas, como os cruzeiros enoturísticos (entre Maio e Setembro), as provas e cursos de vinhos, as vindimas em Setembro, os concertos nas adegas e os serões na Casa Mãe da Rota de Vinhos.
Para quem gosta de fazer o seu próprio programa, são dadas informações úteis como as seis rotas com locais visitáveis (com mapas), os pontos de interesse turístico da região, restaurantes, alojamento e turismo de Natureza recomendados, centros de artesanato e gastronomia tradicional, museus e espaços de animação turística.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Vinhas e vinhos do Algarve - Malaca



Algarve, não é só sol e praia!
Em solos de areias e bem próximo da costa Algarvia nasce o MALACA.

Um produtor que consideramos ser um digno representante da Região Vitivínicola do Algarve. Da aliança entre os solos arenosos e o clima mediterrâneo surge MALACA, com uma gama caracterizada por castas tradicionais! Venha conhecer e surpreenda-se!

Diz um inquérito realizado pelo IPDT, que a imagem turística de Portugal está cada vez mais associada ao vinho, superando mesmo o tradicional "sol e mar". O Algarve, está bem representado.

Peixe em Lisboa

Um dos maiores eventos gastronómicos do País em que os melhores "chefs" de cozinha celebram o Peixe e Marisco.



O Terreiro do Paço volta a receber o “Peixe em Lisboa”, o maior evento gastronómico nacional dedicado aos produtos do mar e rio, de 3 a 13 de Abril, no Pátio da Galé. Restaurantes, chefes de cozinha, aulas culinárias e mercado gourmet são a base desta iniciativa que enaltece os peixes e mariscos da costa portuguesa, conjugando-os com a criatividade de restaurantes e chefes de cozinha. 

Uma das nas novidades da 7.ª edição do “Peixe em Lisboa” é a colocação de um Auditório, na Praça do Comércio, equipado com cozinha de demonstração e plateia, que resulta num aumento de 140 lugares sentados, passando assim para um total de 526. 


Mais novidades sobre o programa da 7.ª edição serão anunciados em breve e também actualizadas em www.peixemlisboa.com

quarta-feira, 26 de março de 2014

Adega Velha – Mourão

Alentejo autêntico na cozinha e nos cantares

Andreia Melo

Contam-se pelos dedos da mão os restaurantes no Alentejo onde pode acompanhar um prato típico regional, com um bom vinho da talha e sessões espontâneas de cantares alentejanos. São as cores de Mourão que lhe são servidas de bandeja na Adega Velha. E a preços de amigo.

Leve o nome à letra… É restaurante que foi adega e disso ainda tem as marcas. E maduro, para não dizer velho que não é bonito, é com certeza. Se comida serve há 22 anos, vinho produz há bem mais tempo que isso, há pelo menos um século.



Conhecer os cantos à casa

Da rua apenas uma singela tabuleta a dizer Adega Velha denuncia o local. Isso e, eventualmente, o miudinho das vozes alentejanas em convívio que deixa adivinhar o que ali se passa. E é, claro, convidativo. Ao passar a ombreira da porta, percebe que o corredor comprido distribui os comensais por quatro salas, cada uma mais caricata do que a outra.

Na primeira, encontra o balcão onde são servidos os licores caseiros, desde a ginjinha ao licor de poejo e o vinho da talha a copo. Não há mesas e as paredes estão cobertas de relógios, pratos de porcelana e quadros onde a temática da tauromaquia é recorrente. Não há ordem na arrumação de todos os objectos que cobrem as paredes. Mas a graça da sala vem, precisamente, desse caos.

Na segunda sala, há mesas a pensar nos casais e grupos pequenos que aparecem para o repasto. A particularidade desta sala é uma parede coberta de telefonias. Há-as para todos os gostos, grandes e pequenas, quadradas e redondas, espécimes dos anos 20 até à década de 80. 
Não conte é com elas para lhe dar música. Deixe esse assunto com o grupo de alentejanos que geralmente se encontra na primeira sala. Afinal de contas, parte da experiência da Adega Velha são os cantares alentejanos.

A terceira sala está preparada para receber grupos maiores. Aqui encontra apenas as mesas corridas de madeira e um móvel pesado onde é guardada louça antiga. Consegue vê-la através das portas vidradas. E consegue ver-se através do espelho gigante e palaciano que encobre uma das paredes da sala.

A quarta sala, rodeada de talhas em toda a volta é mais isolada e onde fica a única mesa redonda da casa.

No corredor ficam as talhas, as guitarras e ainda loiças. As paredes rugosas, caiadas a branco estão cobertas de memórias onde encontra todo o tipo de fait-divers, desde diplomas de prémios a jarras de latão. E o chão, tal e qual chão de adega, é de laje e desnivelado, a dar conta da passagem do tempo. É para que saiba que está numa casa vivida e com personalidade. 


Sabor a Alentejo

A adega sempre pertenceu à família Bação. Mas esteve sempre alugada a terceiros. Até que há aproximadamente 20 anos, o engenheiro Joaquim Bação a resolveu transformar em restaurante. E apesar da experiência de bom vivant pela capital e afins, optou por abrir uma espécie de taberna, onde os sabores são genuínos e as paredes contam histórias.

É por isso que opções na ementa, há poucas e boas. E todas elas são típicas, todas elas regionais. Para entradas, não falha nem o pão alentejano nem o queijo da região. As azeitonas e outros petiscos, como o chouriço e outros enchidos locais também se fazem notar. Mas não exagere. Há que deixar espaço para o verdadeiro repasto que se segue. 
No Alentejo come-se bem e o termo pratadas é adequado para o próximo passo da refeição. A comida vem servida em tachos de barro, bem a condizer com a tradição da terra, ainda a fumegar e de preferência com o cheirinho a cozinha da avó. De peixe, encontra apenas a sopa de cação, acompanhada pelo pão alentejano que vai molhando na sopa para ficar com o mesmo gosto.

Na carne, opte entre um cozido de grão, uma sopa da panela, um feijão com chouriço ou um lombo de porco preto assado no forno. E se preferir pratos de caça, em qualquer altura do ano, lá encontra na ementa a perdiz à Adega Velha ou a lebre guisada. Tudo regado a vinho da talha de produção própria.

Eis que percorreu toda a ementa da casa. Ou quase toda. Faltam-lhe as sobremesas. E como três é a conta que Deus fez, delicie-se com uma encharcada, um bolo rançoso ou um manjar real. E a conta não lhe vai ultrapassar os dez euros. Para fechar com chave de ouro, peça um dos licores da casa. Ajuda-lhe a digestão. 

terça-feira, 25 de março de 2014

O vinho de Júlio Iglesias


Depois de vender 250 milhões de discos e receber 2,6 mil discos de ouro e platina, Júlio Iglesias agora é também um dos mais importantes e famosos produtores de vinhos da Ribera Del Duero na Espanha. Grande colecionador de vinhos, uniu-se ao também famoso Alfonso de Salas, fundador do Jornal El Mundo para criar a Bodegas y Viñedos Montecastro. Com 96% tempranillo, 3% merlot e 1% cabernet sauvignon e depois de estagiar 18 meses em barricas de carvalho, sendo 70% francesas, 25% americanas e 5% do leste europeu.

JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.


#wine #winelover #vinhos #espanha 

sexta-feira, 21 de março de 2014

Enoturismo - Vale do Douro


O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.

#wine #winelover #vinhos #douro #travel
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