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sexta-feira, 9 de maio de 2014
Vinhos portugueses brilham em Bruxelas
Portugal foi o segundo país mais distinguido pelos prémios de elite do Concours Mondial de Bruxelles, este ano na sua 20ª edição e que decorreu no início do mês na capital belga. Com 16 Grandes Medalhas de Ouro, os vinhos portugueses só ficaram atrás da França (18), superando a Espanha (13) e a Itália (12). Ao todo, os produtores portugueses arrecadaram 325 (16 Grande Ouro, 113 Ouro, 196 Prata) das 2329 medalhas atribuídas. No total absoluto, a França (648) voltou a liderar, à frente da Espanha (499), Portugal e Itália (285).
Sogrape Vinhos é empresa mais medalhada de sempre
O troféu atribuído à Sogrape Vinhos foi recebido em Bruxelas pelo CEO da empresa, António Oliveira Bessa, no decorrer do jantar de encerramento desta 20ª edição do Concours Mondial de Bruxelles, competição em que este ano estiveram à prova mais de 8.000 vinhos apreciados por um painel de 300 jurados de todo o mundo, incluindo jornalistas, compradores, enólogos, etc.
Na ocasião, António Oliveira Bessa agradeceu tão prestigiante distinção concedida à Sogrape Vinhos, sublinhando que o galardão recebido enaltecia acima de tudo a consistência da qualidade evidenciada pela casa portuguesa ao longo das duas últimas décadas, tendo ainda expressado o enorme orgulho sentido por todos os colaboradores da Sogrape Vinhos e o seu compromisso em prosseguir a missão de colocar os vinhos portugueses numa posição de destaque no contexto internacional.
João Sem Vinho - Social Wine Club
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terça-feira, 6 de maio de 2014
Sogrape Vinhos distinguida em Bruxelas
A Sogrape Vinhos foi distinguida na 20.ª edição do Concours Mondial de Bruxelles pelo facto de ser a produtora mais medalhada ao longo do historial do concurso internacional.
A marca portuguesa foi homenageada no decorrer do jantar de encerramento da 20.ª edição do concurso onde estiveram à prova mais de oito mil vinhos avaliados por um painel de 300 jurados de todo o mundo, incluindo jornalistas, compradores e enólogos.
Em comunicado, a marca refere que António Oliveira Bessa, CEO da Sogrape Vinhos, agradeceu o galardão que enaltece “a consistência da qualidade evidenciada pela casa portuguesa ao longo das duas últimas décadas” assegurando ainda que pretende “prosseguir a missão de colocar os vinhos portugueses numa posição de destaque no contexto internacional”.
Fundada em 1942, a Sogrape Vinhos é a produtora de diversas marcas de vinho como Herdade do Peso, Casa Ferreirinha, Sandeman, Offley, Porto Ferreira, Mateus e Gazela.
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segunda-feira, 5 de maio de 2014
Guia de Vinhos do Algarve
O Algarve tem mais produtores, mais vinhos e um novo guia que reúne toda a oferta vínica para facilitar a pesquisa a quem aprecia uns bons néctares. Façam o download da publicação e deliciem-se.
O Algarve, fruto das suas excepcionais condições climáticas, do seu solo e da sua exposição virada a sul, reúne o que na terminologia vínica se chama de terroir excelente para a cultura da vinha. Por isso, os Tartessos terão sido o primeiro povo a produzir vinho na região, cerca de 2000 anos a.C. Depois destes outros se seguiram, desde os Fenícios aos Gregos e dos Celtas aos Romanos, que ao cristianizarem a Península introduziram o vinho na liturgia da comunhão por ser um produto considerado, pela igreja, como puro e não corrompido.
A importância do vinho é mais uma vez reconhecida ao ser referenciado no foral de Tavira (1266), por D. Afonso III, e no de Porches (1286), por D. Dinis. Porém, o cultivo das vinhas nas areias do litoral dificilmente poderia garantir os rendimentos do turismo, pelo que nos meados do século XX os campos foram abandonados e a produção de vinho não tardou a cair em flecha. O progresso do sector vitivinícola no Algarve tem sido, no entanto, interessante de observar nos últimos anos. E o futuro afigura-se bastante promissor.
Em 1996, quando a DRAPALG propôs a nomeação do presidente da CVVR e se empenhou na aprovação de um projecto “PROAGRI”, fê-lo com o intuito de relançar a actividade. A CVVR e os técnicos então contratados aperceberam-se de que as castas tradicionais privilegiavam a quantidade em detrimento da qualidade, pelo que iniciaram o reconhecimento da introdução de novas castas com elevado interesse para a região. A magia do vinho algarvio renasceu.
O turismo, que é um factor essencial na estratégia económica regional, faz-se também de contributos como este. E o vinho – que nunca teve lugar cativo nos cartazes turísticos do Algarve – necessitava desta aproximação.
Por isso, a edição do guia ora levada a cabo pela DRAPALG e pela ERTA, com a cooperação dos vitivinicultores e a prestimosa colaboração do escanção-mor Hermínio Rebelo, é para nós de primordial importância, na medida em que a simbiose turismo/agricultura contribui para a manutenção do mosaico paisagístico e para a valorização de actividades e de produtos regionais que ainda marcam o nosso presente, preservando o passado e projectando a nossa identidade para o futuro.
Com esta iniciativa, as entidades oficiais nada mais fazem do que a sua obrigação, disponibilizando aos empresários condições para a sua afirmação. Resta a estes últimos não desperdiçarem as oportunidades e, de modo próprio, trilharem também outros caminhos essenciais à afirmação da Rota dos Vinhos do Algarve.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Produtores de vinho alvarinho lutam pela exclusividade
O Parlamento aprecia esta sexta-feira um projeto de resolução para «manter a exclusividade» da produção de vinho alvarinho na sub-região de Monção e Melgaço.
Essa possibilidade, que deverá ser discutida em junho na Comissão de Vitivinicultura, tem vindo a merecer a preocupação, pública, de autarcas e produtores de Monção e Melgaço.
Segundo números de 2013 da Associação de Produtores Alvarinho, a atividade reúne 60 empresas desta sub-região demarcada centenária (Monção e Melgaço) que produzem mais de 1,5 milhões de garrafas de vinho alvarinho, que custam ao consumidor entre 7,5 e 10 euros, bem acima de qualquer outro vinho verde corrente.
10% é exportado sobretudo para mercados da América do Norte e norte da Europa, além de outros países com forte presença de emigrantes portugueses, como a França.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Vinho português aposta no Mundial 2014 no Brasil
Produtores de vinho apostam no Mundial2014 para promover imagem de Portugal no Brasil, através da ExpoVinis.
Os produtores de vinho português querem usar o Mundial de futebol de 2014 para promover a imagem de Portugal no Brasil e incrementar as vendas, apostando na promoção da ExpoVinis 2014, o principal evento do setor na América Latina, em São Paulo.
“O Mundial é importante porque ajuda a falar de Portugal no Brasil, e haverá muitos estrangeiros no país que bebem vinhos portugueses”, afirmou João Machado, presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e produtor de vinho.
Por outro lado, a visibilidade de Cristiano Ronaldo também poderá ajudar à promoção dos produtos portugueses, considerou João Machado, esperando que a claque da equipa vencedora “comemore o título com vinho português”.
O produtor vinícola e diretor da Federação Nacional das Adegas Cooperativas de Portugal (Fenadegas) Victor Damião acrescentou que haverá também mais portugueses no Brasil durante o evento, entre turistas e profissionais, o que irá também ajudar à promoção.
No total, 47 produtores portugueses participam este ano na Expovinis Brasil, que iniciou na última terça-feira e termina amanhã, segundo a ViniPortugal (associação interprofissional privada que promove no exterior a imagem de Portugal enquanto produtor de vinhos).
Entre os participantes estão produtores ligados a entidades, como CAP, Fenadegas, Vinhos do Alentejo, Vinhos de Lisboa, Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, e empresas já com sede no Brasil, como a Adega Alentejana.
A expetativa dos produtores é aumentar a exportação para o Brasil, após um tímido crescimento em 2013, de 1%.
A gestora de mercado da ViniPortugal, Sónia Vieira, afirmou que o resultado do ano passado teve como principal causa o crescimento também tímido da economia brasileira, mas que o país ainda tem espaço para uma maior presença de vinhos portugueses.
O consumo per capita de vinho no Brasil é de apenas dois litros por ano, enquanto em Portugal chega a 42 litros. Por isso, o país tem potencial crescimento, salienta Sónia Vieira.
Neste ano, a ViniPortugal está presente na Expovinis com uma área dedicada a seminários e educação de profissionais. Os produtores da CAP pela primeira vez contaram com o auxílio de dois fundos públicos de financiamento, da União Europeia e de Portugal, que suportaram 75% do custo de participação no evento.
Produtores ligados à Fenadegas afirmaram que irão aproveitar a presença no Brasil para participar de outros eventos de promoção do vinho, no interior de São Paulo e no Rio de Janeiro.
Dois vinhos portugueses foram escolhidos para o “top ten” da Expovinis, que reúne os dez melhores vinhos expostos, segundo jurados profissionais. Um deles é o Scala Coeli, eleito como o melhor tinto da península Ibérica, produzido pela Adega Alentejana. No Brasil, ele é vendido a 560 reais (180 euros).
O escolhido como melhor vinho fortificado e doce foi o Andresen Porto White 10 Years, da região do Douro, distribuído pela Lusovini, que é vendido no Brasil a 207 reais (66,6 euros).
Monte da Ravasqueira Sangiovese 2012
O Monte da Ravasqueira Sangiovese 2012, é fruto de um conceito de enologia que procura proporcionar experiências únicas e excepcionais, que reflictam toda a singularidade e carácter do terroir onde cada casta está plantada.
Um vinho simplesmente diferente. 100% da casta Sangiovese e com uma produção limitada de 3.460 garrafas, o Monte da Ravasqueira Sangiovese 2012 caracteriza-se por uma cor granada intensa e média densidade característica da casta.
O nariz surge com aromas de frutas secas, café e leve chocolate algo fechado, a aumentar de intensidade com o tempo, tal como algumas notas mentoladas. O paladar apresenta intensas notas de cereja, tabaco e muitas notas minerais que chegam a dominar toda a prova, assim como a grande frescura e algum lado vegetal. Culmina com taninos profundos e secos a revelar um perfil obrigatoriamente gastronómico.
Vila Joya eleito 22.º melhor restaurante do mundo
O restaurante português Vila Joya, situado em Albufeira subiu 15 lugares na lista dos 50 melhores da revista Restaurant.
Dos prémios The World’s 50 Best Restaurants, organizados pela revista britânica Restaurant — uma bíblia da restauração mundial — e votados por mais de 900 especialistas de todo o mundo, saíram não só uma nova coroa para o Noma mas também boas notícias para Portugal. Em 2012, o Vila Joya tornou-se o primeiro restaurante de Portugal a entrar para a lista. Em 2013, conquistou o 37.º lugar. E, este ano, o restaurante do chef Dieter Koschina, em Albufeira, conseguiu subir 15 posições, passando a 22.º melhor do mundo.
Situado em Albufeira, no Algarve, o restaurante do chef austríaco Dieter Koschina em 2011 apenas era considerado na lista dos 100 melhores, no 79º posto. Contudo, com um percurso ascendente, em 2013 conseguiu ficar em 37º lugar.
O seu reconhecimento internacional faz com que receba, anualmente, o Festival Internacional Gourmet, que junta alguns dos melhores chefs do mundo.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
Rota dos Vinhos do Algarve
Sete adegas, um passaporte, quatro roteiros, muitos vinhos para provar
Para poder seguir a Rota sem se perderem, os turistas – e residentes – têm ao seu dispor um passaporte, um pequeno livrinho em português e inglês com toda a informação sobre as adegas, mas também sobre monumentos e museus das zonas abrangidas, restaurantes e hotéis aderentes da Rota e até sobre os restantes produtores de vinho, mesmo os que não integram (ainda) esta Rota.
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Portugal é um paraíso para os amantes do vinho
Dave McIntyre do jornal americano Washington Post coloca sempre Portugal na sua lista dos melhores países produtores de vinho.
Neste artigo, Dave McIntyre, refere os vinhos bons e acessíveis, assim como os Vinhos do Porto Vintage, “os vinhos caros bebidos pela aristocracia britânica depois da refeição”.
O jornalista menciona também a diversidade das castas autóctones: “grande parte do charme do país está nas suas castas, muitas delas autóctones e cultivadas quase exclusivamente em Portugal”.
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sexta-feira, 25 de abril de 2014
Quinta Nova celebra 250 anos

Há precisamente 250 anos, a tradicional adega da Quinta Nova, propriedade do Grupo Amorim, vindimava as suas primeiras uvas. Esta é sem dúvida, umas das mais antigas adegas na região do Douro, produzindo vinho do Porto para a Quinta e para muitas outras parcelas de lavradores e quintas vizinhas, dado a sua grande dimensão para a altura.
Data de 1764 a adega que ocupa o coração da propriedade e documentos atestam que a Quinta Nova já existia muitos anos antes, tendo agora quase 300 anos. Uma história a ser contada durante este ano com o lançamento de um livro.
Para celebrar esta data memorável, a administração da Quinta Nova optou por lançar uma garrada de colecção, do vinho que mais vende nos vários mercados, o já reconhecido “Colheita Unoaked” 2011, um vinho singular bem demonstrativo de um Douro genuíno e tradutor da qualidade das uvas da Quinta Nova.
“Optamos por este vinho porque queríamos partilhar com todos os nossos fiéis consumidores e clientes esta data tão especial. A partir de Abril, e apenas durante o ano de 2014, qualquer pessoa poderá ter acesso a esta garrafa de colecção, no restaurante ou na prateleira, pelo preço habitual”, sublinha Luísa Amorim, uma das administradoras.
Com um design 100 por cento português, da autoria da agência B+ Comunicação, a escolha de uma serigrafia não foi opcional, retratando a tradição do vinho oriundo desta região. As cores azul e verde remetem-nos para as parras de videira e para a água do rio, o castanho claro recorda a importância da terra e une-se à forma estilizada de cachos de uva, resultando numa garrafa muito elegante e inovadora. Um design contemporâneo que remete para a portugalidade, através de símbolos genuinamente nacionais.
quinta-feira, 24 de abril de 2014
O futuro dos Vinhos do Algarve - João Clara
João Maria Alves era produtor de uvas de vinho há 30 anos, as quais entregava à Adega Cooperativa de Lagoa. Quando a velhice se fez notar passou o legado ao seu único filho, Joaquim Alves, que continuou entregar as uvas na mesma adega, no entanto a dificuldade de pagamento por parte da mesma, levou-o a enredar uma alternativa. Alternativa essa, que passava pela produção do seu próprio vinho. E assim, nasce um sonho, com diria Fernando Pessoa, poeta e escritor português, “Deus quer, o Homem sonha e a obra nasce”.
A história da Quinta João Clara, situada em Alcantarilha, remete-nos para a década de 70 no século XX, altura em que o produtor João Maria Alves decidiu adquirir a propriedade e plantar a sua primeira vinha.
João Maria Alves, sempre foi conhecido por todos como João Clara e assim, a quinta ficou baptizada em sua homenagem.
JOÃO SEM VINHO - Social Wine Club
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
Turismo e vinho unem esforços para promover Portugal
Unir o turismo ao vinho para promover a marca Portugal como “um todo e de uma forma mais coerente” é o objectivo do protocolo assinado esta terça-feira, em Lisboa, entre o Turismo de Portugal e a ViniPortugal.
Esta parceria, que, Este “protocolo virado para a acção”, segundo João Cotrim de Figueiredo, presidente do Turismo de Portugal, na apresentação, pretende potenciar a promoção e a comercialização internacional do país enquanto destino turístico e produtor de vinhos através de acções conjuntas, sob as marcas VisitPortugal e Vinhos de Portugal, com referência a empresas de vinhos e de turismo nas iniciativas de promoção e comercialização.
A primeira iniciativa resultante desta parceria é o projecto Taste Portugal in London, que vai decorrer de Setembro de 2014 a Março do próximo ano, em alguns dos principais restaurantes londrinos. Este evento vai contar com diversas iniciativas com chefes portugueses, nomeadamente jantares que divulgam e promovem a gastronomia portuguesa junto de ‘opinion leaders’ deste mercado emissor.
Além da parte de promoção internacional, esta parceria entre as duas entidades vai abranger também a questão da formação profissional, estando prevista a integração dos Vinhos de Portugal em mostras e iniciativas de formação para jovens e profissionais do sector, bem como a estruturação da oferta enoturística nacional, identificando “Centros de Turismo de Vinho”. Para Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, este é uma “aposta na formação profissional, numa perspectiva de melhorar a qualidade do acolhimento”, sobretudo no que toca ao serviço de vinhos.
Presente na assinatura do documento, José Diogo Albuquerque, secretário de Estado da Agricultura, enalteceu este protocolo estabelecido entre dois sectores que estão a crescer na economia portuguesa, reforçando que aguarda que “no futuro, Portugal seja um país de turismo e vinhos”. Também o secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, destacou que “o vinho é uma componente importante no nosso destino e já o é também na nossa promoção”, mas espera que este produto “entre de uma forma mais coerente na promoção da marca Portugal como um todo”.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Turismo e vinhos unidos para promover Portugal
O Turismo de Portugal e a ViniPortugal assinam hoje um protocolo de cooperação que permitirá aliar esforços de promoção quer do destino turístico, quer do vinho português, através da participação conjunta em ações de promoção no estrangeiro e de uma formação mais intensa sobre vinho nas escolas de Turismo.
"O protocolo vem reforçar uma colaboração que já tem vindo a existir em ações de promoção no exterior, onde o vinho e o destino Portugal surgem lado a lado e também nas presenças online de ambas as entidades", sublinhou João Cotrim, presidente do Turismo de Portugal.
Como exemplo de colaboração recente, o responsável apontou a participação no evento "Sabores de Portugal", que decorreu no Brasil, em setembro de 2012 e em junho de 2013. Quanto ao futuro, estão já agendadas uma série de iniciativas no âmbito do projeto Taste Portugal London 2014, que incluirá jantares gastronómicos na capital britânica com a assinatura de Luís Baena e Nuno Mendes, dois reconhecidos chefs portugueses com restaurantes em Londres.
"A Gastronomia e Vinhos é um produto estratégico do turismo português e está comprovado que complementa com muito sucesso a satisfação de quem visita Portugal, reforçando também o "bem receber" que nos carateriza", complementou.
No que respeita ao vinho, Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, um dos objetivos do protocolo é também "contribuir para um reforço da formação sobre Vinhos no canal Horeca [hoteis, restaurantes e cafés], pois temos a perceção que nem sempre a qualidade do serviço do vinho na restauração acompanha a qualidade dos nossos vinhos. Nota-se uma evolução muito positiva, mas há ainda muito trabalho a fazer”.
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segunda-feira, 21 de abril de 2014
1ª edição da Feira do Queijo e do Vinho de Faro
O Jardim Manuel Bívar, em Faro, vai ser palco da primeira edição da Feira do Queijo e do Vinho de Faro. Dois produtos pouco habituais nos certames gastronómicos algarvios e que entre os dias 24 e 27 de Abril irão fazer da cidade de Faro uma montra privilegiada para a sua promoção e divulgação.
Para além do queijo e do vinho, a 1ª edição desta feira irá contar também com a exposição e venda de vários produtos regionais de produção artesanal. Doces, mel, licores e enchidos, que se juntam aos protagonistas destes três dias de sabores.
Fonte:C.M.Faro
sexta-feira, 18 de abril de 2014
"Jantares Guerrilha": O segredo não está na receita
Jantar fora sem saber com quem, o que vai comer e onde se vai realizar pode parecer improvável mas já fez parte do serão de vários portugueses.
A companhia é desconhecida, o menu é surpresa e o lugar é secreto, mas esses parecem ser os ingredientes certos para atrair clientes aos primeiros jantares, onde o segredo não está na receita.
A única garantia que os convidados têm é que a Guerrilha vai estar à mesa e a luta vai ser de faca e garfo, num jantar singular organizado pela empresa dinamarquesa "Silver Spoon". Esta "agência de experiências gastronómicas" cozinha refeições e serve histórias à mesa - desta vez, conduzidas ao sabor dos prédios abandonados de Lisboa e do Porto.
Em cada jantar, uma receita artística
O projeto surgiu há cinco anos em Copenhaga, na Dinamarca, pelas mãos da norte americana Tiffany Ng e o que começaram por ser jantares com diferentes temas, chefs e menus a um preço acessível para jovens trabalhadores ou estudantes, são hoje eventos gastronómicos irreverentes espalhados pelas principais cidades da Europa.
Em cada jantar, uma receita artística ditada pelo conceito e espaço onde decorre. A iniciativa já ocupou uma igreja, um antigo bunker de guerra, uma garagem subterrânea, uma rua, um café, um museu e até uma livraria.
Em Portugal, o primeiro prato foi servido em janeiro e teve como palco a estação de metro do Terreiro do Paço, em Lisboa. Os próximos jantares foram marcados para a semana da Páscoa e não tem lugar à mesa quem planeia fazer jejum.
Edifícios abandonados podem ter casa cheia
Num comunicado lançado pelo Grupo Thema Hotels, parceiro do evento, sabe-se que "durante o recente lançamento da Silver Spoon em Portugal, a equipa teve a oportunidade de constatar o vasto número de edifícios em ruínas e abandonados, parte da paisagem da cidade de Lisboa" e por isso, espera que esse tema seja o ingrediente principal das conversas à mesa e alertar com este jantar para a importância da manutenção do património português.
Apesar da participação ser feita por convite, a mesa não é para todos porque há um número limitado de lugares e a seleção dos membros é feita através de um sistema de lotaria. Os contemplados pela sorte grande vão disfrutar de um "Jantar Surpresa Gourmet" composto por um menu de cinco pratos e o custo é de 80 euros por pessoa, com vinhos incluídos.
Os jantares Guerrilha "ocupam" a invicta pela primeira vez no dia 18 de abril e prometem colocar durante dois dias, os edifícios abandonados com a casa cheia.
Por Joana Inês Moreira - jpn@c2com.up.pt
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Vinhos do Alentejo premiados
A Revista de Vinhos premiou os Melhores do Ano de 2013.
O evento ocorreu no passado dia 14 de fevereiro, numa Gala realizada no Campo Pequeno.
O sector vinícola do Alentejo arrecadou um total de 9 prémios na cerimónia Os Melhores do Ano 2013, organizada, na passada sexta-feira, em Lisboa, pela Revista de Vinhos.
Na categoria mais importante, os Prémios Especiais, o Alentejo mereceu duas das 19 distinções da noite: Revelação do Ano, para a Herdade do Vau e Cooperativa do Ano, para a Adega Cooperativa de Borba.
Na categoria de Prémios de Excelência, na qual são distinguidos os melhores vinhos, foram sete os premiados da região alentejana: Furtiva Lágrima, do Monte da Raposinha; J, da José Maria da Fonseca; Marquês de Borba, da J. Portugal Ramos Vinhos; Mouchão Tonel 3-4, dos Vinhos Cavaca Dourada; Paulo Laureano Selectio, da Paulo Laureano Vinus; Pêra Manca, da Fundação Eugénio de Almeida; e Procura, da Susana Esteban.
O Alentejo é a região líder no mercado nacional – quer na quota de mercado em volume (43,1%) quer em valor (44,3%), segundo os dados ACNielsen, na categoria de vinhos engarrafados de qualidade com classificação DOC e IG. Os Vinhos do Alentejo juntam 263 produtores e 97 comerciantes numa área total de vinha de 21 970 hectares, sendo que a área total de vinha aprovada para DOC Alentejano é de 11 371 hectares.
Vinho de Carcavelos inicia internacionalização no Reino Unido
O Reino Unido marca o início da internacionalização do vinho generoso de Carcavelos, produzido pela Câmara Municipal de Oeiras, que participou hoje numa prova de vinhos portugueses em Londres.
O início da popularidade remonta ao século XIX, quando o Duque de Wellington, que comandou as tropas anglo-portuguesas contra as invasões napoleónicas, levou de Portugal o gosto pelo vinho da região de Lisboa.
De acordo com registos históricos, o vinho de Carcavelos chegou mesmo a ser o mais exportado para Inglaterra, superando o vinho do Porto.
"Ainda é possível encontrar nas lojas de antiguidades gargantilhas de prata para garrafa com Carcavellos escrito com dois eles", revelou aquele responsável.
A autarquia quer aproveitar esta ligação para começar a exportar parte da produção, que ascende atualmente aos 50 mil litros anuais, embora a quantidade em comercialização esteja reduzida a apenas dez por cento devido ao processo de envelhecimento.
Desde 2001, a Câmara Municipal de Oeiras já investiu 2,5 milhões de euros na reabilitação da propriedade que antes pertenceu ao Marquês de Pombal, antigo Conde de Oeiras, e onde funcionava a antiga Estação Agronómica Nacional (EAN), entretanto integrada no Instituto Nacional de Recursos Biológicos.
Atualmente gere 12,5 hectares de vinha, metade do total dedicado à produção do vinho de Carcavelos, "um caso único entre municípios europeus", garantiu a vereadora para os Espaços Verdes, Madalena Castro.
"Precisamos de recuperar algum retorno do investimento, mas o objetivo não é ganhar dinheiro, é recuperar o património e promover a região", enfatizou.
Ainda assim, mantém o objetivo de atingir o equilíbrio entre despesas e receitas, em 2020.
Num ateliê sobre alguns dos vinhos em prova hoje, a crítica britânica Sarah Ahmed salientou a "elegância" e as características "únicas" do vinho de Carcavelos, que atribuiu à localização próxima do oceano Atlântico.
Embora ainda se tenha apresentado neste evento com garrafas rotuladas com a denominação de "Conde de Oeiras", a autarquia confirmou estar em marcha a alteração do nome para "Villa Oeiras" devido a uma decisão judicial.
O tribunal da Relação de Lisboa contrariou em fevereiro uma sentença anterior do Tribunal da Propriedade Intelectual e deu provimento a uma queixa de Sebastião Lorena, herdeiro do título de Conde de Oeiras, que reivindicou os direitos sobre o nome.
A exportação do Villa Oeiras para o Reino Unido surgiu da iniciativa do importador D&F. A Câmara Municipal de Oeiras afirma ter recebido também manifestações de interesse de distribuidores no Brasil e Estados Unidos da América.
Fonte:Notícias ao Minuto
terça-feira, 15 de abril de 2014
Vinhos portugueses ganham 23 medalhas em França
Os vinhos portugueses voltaram, recentemente, a brilhar numa competição internacional, desta vez em França. Portugal somou 23 medalhas no Concurso Internacional de Lyon, que decorreu este mês naquela cidade gaulesa, reconhecida como "a capital da gastronomia e do bom gosto".
Os resultados revelados pela organização do concurso dão conta da conquista, por parte dos vinhos portugueses, de 9 medalhas de ouro e 14 de prata, atribuídas a produtos de várias regiões nacionais, do Douro a Setúbal, passando pelo Dão e pelo Alentejo.
O júri do concurso premiou, na sua maioria, os tintos portugueses, mas distinguiu também dois vinhos "rosé" e e sete vinhos brancos. É de destacar o bom desempenho da Quinta Vale D'Aldeia, na Guarda, a unidade de produção vinícola portuguesa mais galardoada, com um total de quatro medalhas.
Na edição deste ano do Concurso Internacional de Lyon, um dos concursos mais prestigiados a nível mundial, foram provados 3.685 vinhos oriundos de 22 países.
A escolha dos vinhos a premiar ficou a cargo de especialistas internacionais de diversos setores da indústria vinícola, desde enólogos a produtores, 'sommeliers', proprietários de lojas de vinho e consumidores com vastos conhecimentos na área.
Este ano, a posição de presidente honorário do júri, um cargo que é entregue, alternadamente, a um 'sommelier' famoso ou a um 'chef' natural de Lyon, coube a Christophe Roure, 'chef' com duas estrelas Michelin.
Clique AQUI para conhecer todos os vencedores na página oficial do concurso (em inglês/francês).
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Herdade das Servas Petit Verdot medalha de ouro na Alemanha
Lançado no final do ano, o alentejano ‘Herdade das Servas Petit Verdot’ subiu recentemente ao pódio do ‘Mundus Vini 2014 – Sringtime Tasting’, que decorreu na Alemenha, arrecadando uma medalha de ouro.
O Petit Verdot é uma casta da região de Bordéus, dando origem a vinhos com um perfil bem distinto: fresco e mentolado.
O ‘Herdade das Servas Reserva Petit Verdot tinto 2010’ tem uma cor violeta escura; aromas florais, sugerindo mentol e hortelã, integrados com frutos pretos bem maduros; sabor intenso, macio, bastante elegante e com taninos robustos que lhe garante uma boa longevidade. Ou seja, um vinho com raça alentejana, mas com características típicas da casta que lhe dá origem.
No total foram provados e avaliados cerca de 3.000 vinhos, tendo sido atribuídas 535 medalhas de ouro e 629 medalhas de prata, uma delas ao também produzido pela família Serrano Mira, o ‘Herdade das Servas Colheita Seleccionada tinto 2011’, uma vinho com um excelente posicionamento e relação de qualidade preço (PVP € 7,67).
O tinto de 2011 é a segunda colheita desta referência e volta a juntar Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Syrah e Trincadeira. O resultado está à vista: um vinho de cor rubi escura, aromas profundos com nuances de frutos muito maduros; um néctar complexo, num conjunto bem estruturado de final agradável e persistente, que prevê uma evolução positiva durante cinco a sete anos, se conservado em local fresco e escuro e garrafa deitada.
Fonte:Jornal E
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