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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Como escolher uma garrafa de vinho


Não há nada que combine melhor com um jantar romântico, um serão entre amigos ou um fim de tarde a solo em frente à lareira, do que um bom copo de vinho. Branco, tinto, rosé, reserva, nova colheita, verde, maduro, alentejano ou do Douro, vinho generoso, tranquilo ou espumante, as opções chegam a ser tantas quantas as dúvidas.
Muitas pessoas escolhem uma garrafa de vinho porque são atraídas pela forma moderna das garrafas ou pelo design irresistível dos rótulos e/ou logótipos e não há nada de errado nisso, aliás esse é mesmo o objectivo – levar as pessoas a comprarem! Claro que pode acertar em cheio e encontrar um verdadeiro néctar dos deuses ou então a “embalagem” pode ganhar ao conteúdo. Para principiantes, é uma boa maneira de iniciar a sua carreira de connaisseur de vinhos, mas existem ainda outras dicas para fazer dessas primeiras escolhas, escolhas acertadas!
  • ocasião e/ou a refeição em que será servido o vinho, pode ser o principal guia para a sua escolha. Embora cada vez mais discutida, a regra de ouro – tinto para pratos de carne e branco para pratos de peixe – continua a valer e é um bom começo quando estiver frente a frente com centenas de garrafas! Porém, não tenha receio de inovar – afinal um vinho não é para ser bebido, é para ser apreciado!
  • preço é um factor que pode perfeitamente orientar a escolha de uma garrafa de vinho, existindo garrafas que vão de poucos, a dezenas ou até mesmo centenas de euros… e tudo na mesma prateleira! Como saber? Claro que uma garrafa de vinho que custe €20 terá de ser obviamente de maior qualidade quando comparada com uma de €5, mas isto não quer dizer que a mais barata seja horrível! Se ainda é um amador na questão dos vinhos e não tem a certeza absoluta do que está a fazer, escolha o mais barato para depois não “chorar o prejuízo”. Se, por outro lado, não tiver nada a perder, experimente um vinho mais caro – já diz o velho ditado “quem não arrisca, não petisca”!
  • graduação alcoólica, mais ou menos elevada, é outra característica que pode ajudar na decisão por este ou aquele vinho. O grau de álcool visível no rótulo da garrafa em forma de percentagem, corresponde ao número de litros de álcool por cada 100 litros de vinho. Na prática, um vinho com uma percentagem mais elevada é mais “encorporado”, mais forte; enquanto um vinho com uma percentagem de álcool reduzida é, naturalmente, menos “encorporado”, ou seja, mais leve.
  • Outra dica interessante para quem quer escolher um vinho irrepreensível, é estar atento à classificação do vinho, uma informação que pode ser igualmente encontrada no rótulo. No caso dos vinhos portugueses, a designação de qualidade elevada é o VQRD/DOC (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada/Denominação de Origem Controlada); nos rótulos franceses consta o AOC (Appellation d’Origine Contrôlée) e nos italianos o DOC (Denominazione di Origine Controllata) e as DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita). Se estiver atento a um detalhe tão importante como este, ficará certamente bem servido!
  • Procure uma garrafeira ou loja gourmet com pessoas especializadas que possam ajudá-lo na escolha das suas primeiras garrafas ou na compra de um vinho para uma ocasião especial. Veja com calma, faça as perguntas que quiser e não desespere na busca de uma boa garrafa de vinho – a escolha deve ser o início dos muitos prazeres associados ao maravilhoso mundo dos vinhos. Porém, não deixe ninguém pressioná-lo durante o processo de escolha, obrigando-o a comprar esta ou aquela marca, ou a gastar mais dinheiro do que pensava.
  • Aproveite os convívios em torno de uma boa mesa (e vinho!) para trocar opiniões com familiares e amigos sobre os vinhos que tenham degustado nos últimos tempos e faça uma nota mental ou mesmo escrita daqueles que lhe parecem adequados ao seu gosto.
  • Mantenha uma lista dos vinhos que mais apreciou e, porque não, daqueles que definitivamente não quer voltar a comprar! Inclua notas sobre o que gostou mais e menos, a reacção das pessoas a quem foi servido e o preço. Com uma selecção pessoal e actualizada de vinhos aprovados e desaprovados, as próximas compras serão bem mais fáceis!
  • Mas não se limite à sua lista, sempre que possa vá experimentando vinhos de regiões, países ou anos diferentes… afinal de contas, se não come a mesma comida todos os dias, porque é que há-de beber sempre o mesmo vinho? Metade do prazer está no experimentar, até porque o vinho pode proporcionar-lhe viagens por todo o mundo!
  • Para se tornar num verdadeiro expert, existem várias ferramentas úteis que o possam orientar na magnífica aventura pelos sabores e aromas dos vinhos: desde revistas e sites especializados, passando pelos blogues, a experiências mais práticas, como os cursos de degustação de vinho ou as feiras e provas de vinho que já se realizam com alguma frequência um pouco por toda a parte, estando integradas no cada vez mais popular enoturismo.  
  • Por fim, já sabe: copos ao alto, saúde e bom proveito!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Vinhos portugueses premiados no Canadá


Vinho do Porto Dalva, de 1985, de C.da Silva Vinhos, conquistou um Grand Gold, na Sélections Mondiales des Vins

Os vinhos portugueses somam e seguem. Desta vez foram premiados no Canadá, concretamente na Sélections Mondiales des Vins. O destaque vai para o vinho do Porto Dalva, de 1985, de C.da Silva Vinhos, SA., que conquistou um Grand Gold.
Mas as medalhas abrangeram vinhos provenientes não só do Porto. Entre os premiados estão também vinhos do Douro, Alentejo e Península de Setúbal. Ver aqui a lista completa.
Entre os vários ouros, destaque para Marquês de Borba Tinto 2012, Quinta de Foz de Arouce Tinto 2010 e Duorum Tinto 201, de João Portugal Ramos, num concurso em que estiveram 1738 vinhos à prova. 
O Canadá é um mercado que tem um grande potencial, dinamizado pela importante comunidade portuguesa que vive nesse país e que se mantém fiel aos nossos vinhos.
Os vinhos portugueses conquistaram uma quota de mercado de 3,43%, posicionando-se no 8.º lugar tanto em volume como em valor.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Vinhos da CAAR recomendados pela Wine Enthusiast


A Casa Agrícola Alexandre Relvas (CAAR) viu mais seis dos seus vinhos serem destacados na prestigiada revista americana Wine Enthusiast. Dos seis vinhos distinguidos, a publicação do sector classificou dois deles como “Best Buy” (melhor compra na relação preço/qualidade) e quatro com uma pontuação “Excelente” (+ de 90 pontos, altamente recomendado).

Os seis vinhos agora distinguidos pela Wine Enthusiast Magazine são Herdade da Pimenta, Grande Escolha, 2011 (93 pontos), Herdade São Miguel, Escolha dos Enólogos, 2011 (91 pontos), Herdade São Miguel, Touriga Nacional, 2012 (91 pontos), Herdade São Miguel, Reserva, 2011 (91 pontos), Pimenta Preta, 2012 (89 pontos) e Ciconia, Reserva, 2012 (89 pontos). Os dois últimos foram considerados vinhos “Best Buy”.

Para a CAAR é também motivo de orgulho, em sete colheitas, esta ser a sexta vez que a revista Wine Enthusiast avalia o Herdade São Miguel “Reserva” com mais de 90 pontos. O Herdade de São Miguel, Reserva, é um vinho proveniente de um lote Alicante Bouschet, Aragonez e Cabernet Sauvignon que estagiou em barricas de carvalho francês de 225 e 400L, durante 12 meses.

João Sem Vinho - Social Wine Club 
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sexta-feira, 6 de junho de 2014

A lista de vinhos que deve ter sempre consigo



Até 5€
Brancos Verdes
Torre de Menagem, 2,99€
Ponte de Lima Loureiro, 3,29€
Devesa Escolha 3,49€
Quinta da Aveleda, 3,99€

Brancos
Quinta da Alorna, Tejo, 3,19€
Quinta de Cabriz Colheita Seleccionada, Dão, 3,29€
Prova Regia, Bucelas, 3,49€
Montes Claros Reserva, Alentejo, 4,99€

Tintos
Grão Vasco, Dão, 2,99€
Quinta da Alorna, Tejo, 3,19€
Lello, Douro, 3,99€
Monte Velho, Alentejo, 4,49€

Rosés
Conde de Vimioso, Tejo, 2,49€
Terras do Pó, Terras do Sado, 2,99€
Terras do Minho Touriga Nacional, Terras do Minho, 3,19€
Vinho da Defesa, Alentejo, 4,99€

Até 10€
Brancos Verdes
Quintas de Melgaço Alvarinho, 7,59€
Soalheiro Alvarinho, 8,49€

Brancos
Lua Cheia Vinhas Velhas, Douro, 5,99€
Flor de Viseu, Dão, 6,99€
Herdade da Comporta, Península de Setúbal, 7,49€
Rocim, Alentejo, 7,50€

Tintos
Quinta da Lagoalva Reserva, Tejo, 6,19€
Pomares, Douro, 6,60€
Dona Ermelinda Reserva, Palmela, 6,99€
Cardeal Touriga Nacional Reserva, Douro, 6,99
Quinta de Carvalhais, Dão, 7,99€
D’Avillez Grande Escolha, Alentejo, 9,99€

Rosés
Vallado Touriga Nacional, Douro, 5,98€
Quinta do Perdigão, Dão, 7€
Redoma, Douro, 8€

terça-feira, 13 de maio de 2014

Vinho Verde de €2,50 foi melhor branco em Bruxelas!


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O vinho branco Quinta da Herdade Escolha 2013 foi considerado o melhor vinho branco do Concurso Mundial de Bruxelas 2014.

A Quinta da Herdade fica situada em Tuías (Marco de Canaveses), ao lado do rio Tâmega, e este vinho resulta de um lote de várias castas realizado pelo enólogo António Sousa. O seu preço à porta da adega é de 2,50 euros!

terça-feira, 6 de maio de 2014

Sogrape Vinhos distinguida em Bruxelas



Sogrape Vinhos foi distinguida na 20.ª edição do Concours Mondial de Bruxelles pelo facto de ser a produtora mais medalhada ao longo do historial do concurso internacional.
A marca portuguesa foi homenageada no decorrer do jantar de encerramento da 20.ª edição do concurso onde estiveram à prova mais de oito mil vinhos avaliados por um painel de 300 jurados de todo o mundo, incluindo jornalistas, compradores e enólogos.
Em comunicado, a marca refere que António Oliveira Bessa, CEO da Sogrape Vinhos, agradeceu o galardão que enaltece “a consistência da qualidade evidenciada pela casa portuguesa ao longo das duas últimas décadas” assegurando ainda que pretende “prosseguir a missão de colocar os vinhos portugueses numa posição de destaque no contexto internacional”.
Fundada em 1942, a Sogrape Vinhos é a produtora de diversas marcas de vinho como Herdade do Peso, Casa Ferreirinha, Sandeman, Offley, Porto Ferreira, Mateus e Gazela.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Os Queijos e os Vinhos Portugueses


Frescos, curados de cabra ou de ovelha, pasta dura ou mole, Portugal orgulha-se da sua reputação em matéria de queijos. Faltam-nos apenas os queijos azuis (assim chamados em virtude dos fungos que criam) mas mesmo estes são hoje facilmente acessíveis no nosso mercado.

O melhor vinho para um queijo fresco é um branco aromático, podendo um rosé seco ou um espumante velho e macio servir de alternativa. Note-se que, em Portugal, os queijos frescos disponíveis são normalmente de leite de vaca, muito neutros e ligeiros. Se conseguir deitar a mão a um queijo fresco de cabra ou ovelha aí o caso muda de figura, necessitando porventura de um tinto de quatro ou cinco anos.

Os queijos de pasta dura muito intensos, de cabra ou ovelha, apreciam um tinto jovem. No caso de serem mais suaves, sem cardo ou nem sabor picante, acompanham bem com um tinto com cinco ou seis anos.

Para os queijos de ovelha de pasta mole, macios, untuosos, nenhum vinho se casa tão bem como um tinto velho, de 8 ou mais anos, com o seu bouquet intenso e sabores quentes e profundos.

Finalmente, os difíceis queijos azuis, fortíssimos, exigem um vinho tinto à altura, encorpado, taninoso e adstringente. Os tintos de casta Cabernet Sauvignon, são geralmente uma boa opção para este tipo de queijo. Em alternativa, um Porto Vintage ou LBV.

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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Vinho português aposta no Mundial 2014 no Brasil


Produtores de vinho apostam no Mundial2014 para promover imagem de Portugal no Brasil, através da ExpoVinis.

Os produtores de vinho português querem usar o Mundial de futebol de 2014 para promover a imagem de Portugal no Brasil e incrementar as vendas, apostando na promoção da ExpoVinis 2014, o principal evento do setor na América Latina, em São Paulo.
“O Mundial é importante porque ajuda a falar de Portugal no Brasil, e haverá muitos estrangeiros no país que bebem vinhos portugueses”, afirmou João Machado, presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e produtor de vinho.
Por outro lado, a visibilidade de Cristiano Ronaldo também poderá ajudar à promoção dos produtos portugueses, considerou João Machado, esperando que a claque da equipa vencedora “comemore o título com vinho português”.
O produtor vinícola e diretor da Federação Nacional das Adegas Cooperativas de Portugal (Fenadegas) Victor Damião acrescentou que haverá também mais portugueses no Brasil durante o evento, entre turistas e profissionais, o que irá também ajudar à promoção.
No total, 47 produtores portugueses participam este ano na Expovinis Brasil, que iniciou na última terça-feira e termina amanhã, segundo a ViniPortugal (associação interprofissional privada que promove no exterior a imagem de Portugal enquanto produtor de vinhos).
Entre os participantes estão produtores ligados a entidades, como CAP, Fenadegas, Vinhos do Alentejo, Vinhos de Lisboa, Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, e empresas já com sede no Brasil, como a Adega Alentejana.
A expetativa dos produtores é aumentar a exportação para o Brasil, após um tímido crescimento em 2013, de 1%.
A gestora de mercado da ViniPortugal, Sónia Vieira, afirmou que o resultado do ano passado teve como principal causa o crescimento também tímido da economia brasileira, mas que o país ainda tem espaço para uma maior presença de vinhos portugueses.
O consumo per capita de vinho no Brasil é de apenas dois litros por ano, enquanto em Portugal chega a 42 litros. Por isso, o país tem potencial crescimento, salienta Sónia Vieira.
Neste ano, a ViniPortugal está presente na Expovinis com uma área dedicada a seminários e educação de profissionais. Os produtores da CAP pela primeira vez contaram com o auxílio de dois fundos públicos de financiamento, da União Europeia e de Portugal, que suportaram 75% do custo de participação no evento.
Produtores ligados à Fenadegas afirmaram que irão aproveitar a presença no Brasil para participar de outros eventos de promoção do vinho, no interior de São Paulo e no Rio de Janeiro.
Dois vinhos portugueses foram escolhidos para o “top ten” da Expovinis, que reúne os dez melhores vinhos expostos, segundo jurados profissionais. Um deles é o Scala Coeli, eleito como o melhor tinto da península Ibérica, produzido pela Adega Alentejana. No Brasil, ele é vendido a 560 reais (180 euros).

O escolhido como melhor vinho fortificado e doce foi o Andresen Porto White 10 Years, da região do Douro, distribuído pela Lusovini, que é vendido no Brasil a 207 reais (66,6 euros).

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Portugal é um paraíso para os amantes do vinho

Dave McIntyre do jornal americano Washington Post coloca sempre Portugal na sua lista dos melhores países produtores de vinho.

Neste artigo, Dave McIntyre, refere os vinhos bons e acessíveis, assim como os Vinhos do Porto Vintage, “os vinhos caros bebidos pela aristocracia britânica depois da refeição”.
O jornalista menciona também a diversidade das castas autóctones: “grande parte do charme do país está nas suas castas, muitas delas autóctones e cultivadas quase exclusivamente em Portugal”.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Vinho de Carcavelos inicia internacionalização no Reino Unido

Vinho de Carcavelos inicia internacionalização no Reino Unido

O Reino Unido marca o início da internacionalização do vinho generoso de Carcavelos, produzido pela Câmara Municipal de Oeiras, que participou hoje numa prova de vinhos portugueses em Londres. 


O início da popularidade remonta ao século XIX, quando o Duque de Wellington, que comandou as tropas anglo-portuguesas contra as invasões napoleónicas, levou de Portugal o gosto pelo vinho da região de Lisboa.

De acordo com registos históricos, o vinho de Carcavelos chegou mesmo a ser o mais exportado para Inglaterra, superando o vinho do Porto.

"Ainda é possível encontrar nas lojas de antiguidades gargantilhas de prata para garrafa com Carcavellos escrito com dois eles", revelou aquele responsável.

A autarquia quer aproveitar esta ligação para começar a exportar parte da produção, que ascende atualmente aos 50 mil litros anuais, embora a quantidade em comercialização esteja reduzida a apenas dez por cento devido ao processo de envelhecimento.

Desde 2001, a Câmara Municipal de Oeiras já investiu 2,5 milhões de euros na reabilitação da propriedade que antes pertenceu ao Marquês de Pombal, antigo Conde de Oeiras, e onde funcionava a antiga Estação Agronómica Nacional (EAN), entretanto integrada no Instituto Nacional de Recursos Biológicos.

Atualmente gere 12,5 hectares de vinha, metade do total dedicado à produção do vinho de Carcavelos, "um caso único entre municípios europeus", garantiu a vereadora para os Espaços Verdes, Madalena Castro.

"Precisamos de recuperar algum retorno do investimento, mas o objetivo não é ganhar dinheiro, é recuperar o património e promover a região", enfatizou.

Ainda assim, mantém o objetivo de atingir o equilíbrio entre despesas e receitas, em 2020.
Num ateliê sobre alguns dos vinhos em prova hoje, a crítica britânica Sarah Ahmed salientou a "elegância" e as características "únicas" do vinho de Carcavelos, que atribuiu à localização próxima do oceano Atlântico.

Embora ainda se tenha apresentado neste evento com garrafas rotuladas com a denominação de "Conde de Oeiras", a autarquia confirmou estar em marcha a alteração do nome para "Villa Oeiras" devido a uma decisão judicial.

O tribunal da Relação de Lisboa contrariou em fevereiro uma sentença anterior do Tribunal da Propriedade Intelectual e deu provimento a uma queixa de Sebastião Lorena, herdeiro do título de Conde de Oeiras, que reivindicou os direitos sobre o nome.

A exportação do Villa Oeiras para o Reino Unido surgiu da iniciativa do importador D&F. A Câmara Municipal de Oeiras afirma ter recebido também manifestações de interesse de distribuidores no Brasil e Estados Unidos da América.


terça-feira, 15 de abril de 2014

Vinhos portugueses ganham 23 medalhas em França


Os vinhos portugueses voltaram, recentemente, a brilhar numa competição internacional, desta vez em França. Portugal somou 23 medalhas no Concurso Internacional de Lyon, que decorreu este mês naquela cidade gaulesa, reconhecida como "a capital da gastronomia e do bom gosto".
 
Os resultados revelados pela organização do concurso dão conta da conquista, por parte dos vinhos portugueses, de 9 medalhas de ouro e 14 de prata, atribuídas a produtos de várias regiões nacionais, do Douro a Setúbal, passando pelo Dão e pelo Alentejo.
 
O júri do concurso premiou, na sua maioria, os tintos portugueses, mas distinguiu também dois vinhos "rosé" e e sete vinhos brancos. É de destacar o bom desempenho da Quinta Vale D'Aldeia, na Guarda, a unidade de produção vinícola portuguesa mais galardoada, com um total de quatro medalhas.
 
Na edição deste ano do Concurso Internacional de Lyon, um dos concursos mais prestigiados a nível mundial, foram provados 3.685 vinhos oriundos de 22 países.
 
A escolha dos vinhos a premiar ficou a cargo de especialistas internacionais de diversos setores da indústria vinícola, desde enólogos a produtores, 'sommeliers', proprietários de lojas de vinho e consumidores com vastos conhecimentos na área.
 
Este ano, a posição de presidente honorário do júri, um cargo que é entregue, alternadamente, a um 'sommelier' famoso ou a um 'chef' natural de Lyon, coube a Christophe Roure, 'chef' com duas estrelas Michelin.
 
Clique AQUI para conhecer todos os vencedores na página oficial do concurso (em inglês/francês).

terça-feira, 8 de abril de 2014

Rota de Vinhos da Península de Setúbal tem novo website



Assumindo nova dinâmica na área digital, a Rota de Vinhos da Península de Setúbal apresenta um novo website, visualmente apelativo e com conteúdos renovados. 

Desde conhecer genericamente o projeto Rota de Vinhos da Península de Setúbal, com acesso a conteúdos multimédia, até notícias e novidades sobre a Casa Mãe da Rota de Vinhos ou atividades enoturísticas programadas, permite descobrir a região, os vinhos as adegas…

Com uma categoria dedicada às adegas aderentes, o novo website tem um catálogo de contatos diretos que permite reservar visitas guiadas ou provas de vinhos nas adegas, descrevendo a melhor forma de chegar, tendo como ponto de partida a Casa Mãe da Rota de Vinhos.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Assobio Tinto 2011


O vinho Assobio Tinto 2011 obteve 94 pontos na avaliação da revista Wine Enthusiast, que o considerou uma das melhores compras deste ano. Este é um vinho produzido pelo Esporão na sua Quinta dos Murças, no Douro, onde se estabeleceu em 2008.

O produtor salienta, a propósito desta distinção, a qualidade única da Quinta dos Murças, um terroir especial da Região Demarcada do Douro, no caminho para a elaboração de vinhos «de elevada qualidade, autênticos e sedutores, simultaneamente equilibrados e complexos, com base na tradição vitivinícola da região, mas com uma abordagem inovadora».

O Assobio Tinto 2011 «expressa as características das castas Dourienses Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca com a qualidade excepcional da colheita 2011», sustentam os responsáveis do Esporão.

João Sem Vinho - Social Wine Club

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#wine #winelover #vinhos #douro

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A Adega de Borba acaba de ser galardoada


A Adega de Borba acaba de ser galardoada com ouro e prata pelos seus vinhos Adega de Borba DOC Tinto 2012, Senses Touriga Nacional 2012 e Senses Syrah 2012 nos concursos internacionais Berliner Wein Trophy, Mundusvini e Vinalies Internationales Paris. 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Qual a principal diferença entre a vinificação de vinhos brancos e vinhos tintos?


A principal diferença está na inclusão da película das uvas na fermentação do vinho tinto porque os compostos corantes do vinho, cujo nome científico é antocianas, se encontram localizados na película das uvas. Quer isto dizer que se nos déssemos ao trabalho de retirar a pele de todas as uvas tintas, faríamos um vinho branco. Em resumo, o vinho branco deriva da fermentação do mosto decantado de uvas brancas e o vinho tinto deriva da fermentação do mosto e das películas das uvas tintas.

JOÃO SEM VINHO o seu wine coach. 

domingo, 23 de março de 2014

Muralhas de Monção 2007


Muralhas de Monção 2007 - Vinho Verde
O milagre da qualidade com a garantia de quantidade, vendido a um preço invencível. O refúgio seguro, a certeza da consistência, o prazer da frescura. Impressionante!

JOÃO SEM VINHO o seu wine coach. 

Solar dos Lobos Colheita Seleccionada 2006


Solar dos Lobos Colheita Seleccionada 2006 - Alentejo

O desafio de oferecer complexidade, serenidade e frescura abaixo dos 5€. A elegância floral, a nobreza da fruta, a aristocracia a preços justos.

JOÃO SEM VINHO o seu wine coach. 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Monte da Peceguina 2006 Tinto



Em 1998, ano de inicio deste projecto, nasceu a Francisca, primeiro elemento da nova geração da familia. Foi ela quem plantou a primeira cepa dos 20 hectares de vinha da propriedade, o seu desenho no rótulo deste vinho simboliza uma paixão para partilhar com todos os apreciadores do bom vinho alentejano.

Notas de Prova - Cor escura e aromas intensos, marcados pelos frutos bem maduros e algumas notas de especiarias, a madeira também se mostra, na boca é volumoso, taninos maduros e complexidade interessante, a acidez revela alguma capacidade de evolução e aparece um ligeiro achocolatado no meio da fruta, o final é perseverante.

Castas: Aragonez, Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Queijos e Vinhos


Queijo e vinho desde sempre se acompanham na perfeição. Tão boa é a harmonização possível que muitos lhe chamam “esse par romântico”.

Há muitos tipos de #queijos e são muitas as ocasiões e os acompanhamentos onde queijo e vinho se encontram para conjugação. Apenas na companhia de pão, bolachas ou tostas ou como parte de uma refeição mais elaborada, o vinho e o queijo são componentes que marcam definitivamente o momento.

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sábado, 15 de fevereiro de 2014

João Clara 2009 (Branco)


Algarve, terra de vinho? E por que não? 
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach. 


Após 1º ano, João Clara continua a preservar as características das uvas do "seu jardim". De cor amarelo, rico em aromas frescos, flores e toranja. Encorpado, com boa frescura no final de prova. Acompanhe com saladas, peixe, marisco e carnes brancas. Produção: 9.460 garrafas.

Notas de Prova: Cor muito delicada e pálida, quase água, o nariz apresenta-se muito complexo no início mas aos poucos vai revelando leves notas florais, na boca é um vinho equilibrado, não muito frutado e mais floral e mineral, conta com uma estrutura simples e um final curto/médio de comprimento.
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