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quinta-feira, 10 de julho de 2014
Palmela Wine Jazz
Música e vinho animam Castelo de Palmela
Nos dias 26 e 27 de julho, o Castelo de Palmela é palco da primeira edição do “Palmela Wine Jazz”, a proposta ideal para as tardes longas de verão – música e bons vinhos para desfrutar num ambiente diferente e requintado.
A iniciativa abre as portas às 16 horas e, até às 21, a Praça de Armas do Castelo apresenta aos visitantes uma feira de vinhos da Península de Setúbal com um programa de provas comentadas pelos enólogos das adegas. Vários workshops de jazz acompanham a iniciativa.
A noite de sábado prolonga-se até às duas da manhã, com um concerto no terraço sul do Castelo. Junto à Casa Capelo, um Wine Bar permitirá degustar alguns dos melhores vinhos do mundo, com uma paisagem deslumbrante para a Serra da Arrábida e para o rio Sado.
Entrada livre.
terça-feira, 17 de junho de 2014
Região do Dão exibe qualidade dos vinhos em mostra
A produção no Dão baixou no ano passado "cerca de 5%", em comparação com 2012, mas a comissão vitivinícola regional aposta no aumento da qualidade para promover em Lisboa a mostra de vinhos e sabores 'Dão Capital'.
"A produção está mais ou menos estável", garantiu à agência Lusa o presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão, Arlindo Cunha, após a apresentação da mostra "Dão Capital", a 20 e 21 de junho.
Na região são produzidos "40 a 45 milhões de litros por ano" e a quebra de "cerca de 5%" em 2013 foi largamente compensada com o aumento da qualidade, acrescentou o também vitivinicultor e antigo ministro da Agricultura.
Do total de vinho produzido na região, a CVR contabiliza que entre 40 a 50% seja certificado com denominação de origem protegida (DOP) ou indicação geográfica protegida (IGP).
A modernização das práticas vitícolas na região traduz-se no crescente reconhecimento pela crítica. Arlindo Cunha sublinhou que, na edição de 2014 do Concurso Nacional de Vinhos, organizado pela ViniPortugal, a região demarcada do Dão obteve três medalhas de "grande ouro", cinco medalhas de "ouro" e 11 medalhas de "prata".
O reconhecimento foi mais longe no caso do vinho Quinta das Marias, Touriga Nacional Reserva, Tinto 2011, também classificado entre "Os melhores do ano", enquanto melhor varietal.
Além deste vinho produzido na Quinta das Marias por Peter Eckert, as outras medalhas "grande ouro" foram atribuídas a Pedra Cancela, Tinto 2011, de João Paulo Gouveia, e a Casa da Passarella, Branco 2013.
O presidente da CVR notou que o Dão soube preservar as castas portuguesas, com destaque para Touriga Nacional (tinta) e Encruzado (branca). A casta tinta mais emblemática do país é originária da região, apesar da notoriedade alcançada no Douro, salientou.
O enólogo e vereador do Desenvolvimento Rural na Câmara de Viseu, João Paulo Gouveia, notou que "o vinho é um dos mais importantes produtos da diferenciação do território" e que a casta Touriga Nacional assume particular relevo na região.
Para promover a Rota do Vinho do Dão, realiza-se na sexta-feira e sábado, em Lisboa, a primeira edição do "Dão Capital - Mostra de vinhos e iguarias". O palacete Henrique de Mendonça, da Nova School of Business and Economics, junto ao centro comercial El Corte Inglés, acolhe provas, degustações e "workshops".
A parte da manhã, entre as 10:30 e as 13:30, está reservada para profissionais, com abertura ao público das 16:00 às 21:00.
Na mostra vão estar presentes 32 produtores de vinho e de iguarias regionais, como enchidos, queijo da serra, frutos e compotas, mel, chocolates de Viseu, cogumelos, maçãs "Bravo de Esmolfe" e doçaria de Vouzela.
O programa apresenta às 11:00 as provas comentadas Vinho do Dão Encruzado com Queijo Serra da Estrela, por Osvaldo Amado (dia 20), e Vinho do Dão Touriga Nacional com Queijo Serra da Estrela, por Carlos Lucas (21). No sábado, às 18:00, Rui Falcão orienta o "workshop" sobre "Vinhas e Vinhos do Dão".
A mostra, que pretende ser anual, é promovida pela CVR do Dão, em parceria com o Turismo do Centro, a Comunidade Intermunicipal de Viseu, Dão e Lafões, Câmara de Viseu e Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).
Fonte:Lusa
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
A importância dos terroirs no vinho
É talvez a palavra mais utilizada nos contra-rótulos de vinhos, sejam eles brancos ou tintos, para aperitivo ou de sobremesa, caros ou baratos. Terroir é sempre um assunto fascinante. Afinal o que é o terroir?
A definição oficial do OIV para o termo “terroir” refere que se trata de um espaço sobre o qual se desenvolve um saber colectivo das interacções entre o meio Físico e Biológico identificável e as práticas vitivinícolas aplicadas, que conferem características distintivas aos produtos originários deste espaço. O “terroir” inclui características específicas de solo, topografia, clima, paisagem e biodiversidade.
Para os mais pragmáticos, provavelmente terroir é a razão de dois vinhos provenientes da mesma casta, vinificados exactamente da mesma forma, mas originários de vinhas distintas criarem vinhos também distintos. Evidentemente isto é uma demostração de “terroir”. Contudo, só isso não responde à questão o que é o terroir, visto que é apenas uma observação que vinhas diferentes originam vinhos distintos. Entre colher as uvas, e provar o vinho obtido a partir dessas uvas, há um sem número de operações e de fenómenos biológicos desencadeados por leveduras e bactérias que são responsáveis por grande parte dos aromas e sabores de um vinho. Este ponto conduz-nos para o “savoir faire” explicito na definição do OIV e que muitos gostam de excluir que é o lado humano do conceito de terroir.
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sexta-feira, 9 de maio de 2014
Sogrape Vinhos é empresa mais medalhada de sempre
O troféu atribuído à Sogrape Vinhos foi recebido em Bruxelas pelo CEO da empresa, António Oliveira Bessa, no decorrer do jantar de encerramento desta 20ª edição do Concours Mondial de Bruxelles, competição em que este ano estiveram à prova mais de 8.000 vinhos apreciados por um painel de 300 jurados de todo o mundo, incluindo jornalistas, compradores, enólogos, etc.
Na ocasião, António Oliveira Bessa agradeceu tão prestigiante distinção concedida à Sogrape Vinhos, sublinhando que o galardão recebido enaltecia acima de tudo a consistência da qualidade evidenciada pela casa portuguesa ao longo das duas últimas décadas, tendo ainda expressado o enorme orgulho sentido por todos os colaboradores da Sogrape Vinhos e o seu compromisso em prosseguir a missão de colocar os vinhos portugueses numa posição de destaque no contexto internacional.
João Sem Vinho - Social Wine Club
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terça-feira, 6 de maio de 2014
Sogrape Vinhos distinguida em Bruxelas
A Sogrape Vinhos foi distinguida na 20.ª edição do Concours Mondial de Bruxelles pelo facto de ser a produtora mais medalhada ao longo do historial do concurso internacional.
A marca portuguesa foi homenageada no decorrer do jantar de encerramento da 20.ª edição do concurso onde estiveram à prova mais de oito mil vinhos avaliados por um painel de 300 jurados de todo o mundo, incluindo jornalistas, compradores e enólogos.
Em comunicado, a marca refere que António Oliveira Bessa, CEO da Sogrape Vinhos, agradeceu o galardão que enaltece “a consistência da qualidade evidenciada pela casa portuguesa ao longo das duas últimas décadas” assegurando ainda que pretende “prosseguir a missão de colocar os vinhos portugueses numa posição de destaque no contexto internacional”.
Fundada em 1942, a Sogrape Vinhos é a produtora de diversas marcas de vinho como Herdade do Peso, Casa Ferreirinha, Sandeman, Offley, Porto Ferreira, Mateus e Gazela.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
Rota dos Vinhos do Algarve
Sete adegas, um passaporte, quatro roteiros, muitos vinhos para provar
Para poder seguir a Rota sem se perderem, os turistas – e residentes – têm ao seu dispor um passaporte, um pequeno livrinho em português e inglês com toda a informação sobre as adegas, mas também sobre monumentos e museus das zonas abrangidas, restaurantes e hotéis aderentes da Rota e até sobre os restantes produtores de vinho, mesmo os que não integram (ainda) esta Rota.
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Portugal é um paraíso para os amantes do vinho
Dave McIntyre do jornal americano Washington Post coloca sempre Portugal na sua lista dos melhores países produtores de vinho.
Neste artigo, Dave McIntyre, refere os vinhos bons e acessíveis, assim como os Vinhos do Porto Vintage, “os vinhos caros bebidos pela aristocracia britânica depois da refeição”.
O jornalista menciona também a diversidade das castas autóctones: “grande parte do charme do país está nas suas castas, muitas delas autóctones e cultivadas quase exclusivamente em Portugal”.
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
Vinho moscatel com destaque em revista francesa
Duas edições de Moscatel da Adega de Favaios, em Portugal, acabam de ser distinguidas mais recente edição da revista francesa 'Tasted Journal 100% Blind'. A prova esteve a cargo de dois dos melhores 'sommeliers' do Mundo, que classificaram as bebidas lusas com 90.5 e 88 pontos numa escala de 0 a 100.
Markus Del Monego, da Alemanha, e Andreas Larsson, da Suécia, são quem forma a dupla de provadores profissionais, especializados na degustação de vinho, cerveja e outro tipo de bebidas. Os dois quiseram provar o Mocastel de 1980 e o Adega de Favaios 10 anos, classificando-os com uma pontuação de 90.5 e 88, respetivamente.
As provas 'cegas' são feitas em salas de degustação, com procedimentos altamente profissionais, seguindo um rigoroso caderno de regras, quer permite, a qualquer momento, obter um controlo constante e uma reprodução fiável das condições de degustação.
"De cor âmbar profunda, bordado a verde. O aroma é intenso e maduro, a baunilha, especiarias, nozes, madeira, tabaco e melaço. O paladar, com uma doçura elevada, é de ameixa, figos, chocolate e caramelo, algumas notas apimentadas, com um terminar longo e quente", escreve Andreas Larsson sobre o Moscatel de 1980.
Já sobre o Adega de Favaios 10 anos, o especialista conta que este possui, também ele, uma "cor âmbar profunda e um aroma intenso de uvas passas, raspas de laranja, especiarias e caramelo". Quanto ao paladar "é redondo, doce e encantador, com comprimento, equilíbrio e boa intensidade."
A opinião de Markus Del Monego é de que o Moscatel de 1980 apresenta uma "cor mogno escuro, e um "opulento aroma de melaço, ameixas, figos secos, chocolate e mel". No paladar, "casca de laranja seca, chocolate e mel", todos eles aliados a um "bom peso e comprimento”.
Para o Adega de Favaios 10 anos, o destaque vai para um sabor a "flores de laranjeira, casca de laranja cristalizada, marmelada, lírios brancos, notas de mel, açúcar cristalizado e gengibre", bem estruturado com comprimento e bom equilíbrio. "Um estilo muito especial de vinho com grande originalidade", conclui o 'sommelier'.
Fonte:BoasNoticias.pt
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terça-feira, 15 de abril de 2014
Vinhos portugueses ganham 23 medalhas em França
Os vinhos portugueses voltaram, recentemente, a brilhar numa competição internacional, desta vez em França. Portugal somou 23 medalhas no Concurso Internacional de Lyon, que decorreu este mês naquela cidade gaulesa, reconhecida como "a capital da gastronomia e do bom gosto".
Os resultados revelados pela organização do concurso dão conta da conquista, por parte dos vinhos portugueses, de 9 medalhas de ouro e 14 de prata, atribuídas a produtos de várias regiões nacionais, do Douro a Setúbal, passando pelo Dão e pelo Alentejo.
O júri do concurso premiou, na sua maioria, os tintos portugueses, mas distinguiu também dois vinhos "rosé" e e sete vinhos brancos. É de destacar o bom desempenho da Quinta Vale D'Aldeia, na Guarda, a unidade de produção vinícola portuguesa mais galardoada, com um total de quatro medalhas.
Na edição deste ano do Concurso Internacional de Lyon, um dos concursos mais prestigiados a nível mundial, foram provados 3.685 vinhos oriundos de 22 países.
A escolha dos vinhos a premiar ficou a cargo de especialistas internacionais de diversos setores da indústria vinícola, desde enólogos a produtores, 'sommeliers', proprietários de lojas de vinho e consumidores com vastos conhecimentos na área.
Este ano, a posição de presidente honorário do júri, um cargo que é entregue, alternadamente, a um 'sommelier' famoso ou a um 'chef' natural de Lyon, coube a Christophe Roure, 'chef' com duas estrelas Michelin.
Clique AQUI para conhecer todos os vencedores na página oficial do concurso (em inglês/francês).
terça-feira, 8 de abril de 2014
Rota de Vinhos da Península de Setúbal tem novo website
Assumindo nova dinâmica na área digital, a Rota de Vinhos da Península de Setúbal apresenta um novo website, visualmente apelativo e com conteúdos renovados.
Desde conhecer genericamente o projeto Rota de Vinhos da Península de Setúbal, com acesso a conteúdos multimédia, até notícias e novidades sobre a Casa Mãe da Rota de Vinhos ou atividades enoturísticas programadas, permite descobrir a região, os vinhos as adegas…
Com uma categoria dedicada às adegas aderentes, o novo website tem um catálogo de contatos diretos que permite reservar visitas guiadas ou provas de vinhos nas adegas, descrevendo a melhor forma de chegar, tendo como ponto de partida a Casa Mãe da Rota de Vinhos.
Com uma categoria dedicada às adegas aderentes, o novo website tem um catálogo de contatos diretos que permite reservar visitas guiadas ou provas de vinhos nas adegas, descrevendo a melhor forma de chegar, tendo como ponto de partida a Casa Mãe da Rota de Vinhos.
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terça-feira, 25 de março de 2014
O vinho de Júlio Iglesias
Depois de vender 250 milhões de discos e receber 2,6 mil discos de ouro e platina, Júlio Iglesias agora é também um dos mais importantes e famosos produtores de vinhos da Ribera Del Duero na Espanha. Grande colecionador de vinhos, uniu-se ao também famoso Alfonso de Salas, fundador do Jornal El Mundo para criar a Bodegas y Viñedos Montecastro. Com 96% tempranillo, 3% merlot e 1% cabernet sauvignon e depois de estagiar 18 meses em barricas de carvalho, sendo 70% francesas, 25% americanas e 5% do leste europeu.
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
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segunda-feira, 24 de março de 2014
O que se pretende do envelhecimento do vinho em barricas de carvalho?
Alguns dos constituintes da madeira de carvalho, sob a acção da queima ou tosta da madeira, estão na origem de compostos aromáticos e gustativos. Os aromas de baunilha, côco e cravinho, entre outros, derivam desses compostos aromáticos e alguns taninos ajudam à protecção contra oxidações e na fixação da cor, para além do contributo para a estrutura e complexidade do vinho.
Para além disso, a madeira de carvalho tem porosidade que auxilia na estabilização do vinho, através da criação do ambiente micro-oxidativo propício a uma polimerização das pequenas moléculas e a uma clarificação natural.
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
#wine #winelover #vinhos #enófilos #winemakers
domingo, 23 de março de 2014
O Vinho Verde é único no mundo.
O Vinho Verde é único no mundo. Um vinho naturalmente leve e fresco, produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, no noroeste de Portugal, uma região costeira geograficamente bem localizada para a produção de excelentes vinhos brancos. Berço da carismática casta Alvarinho e produtora de vinhos de lote únicos.
Com baixo teor alcoólico, e portanto menos calórico, o Vinho Verde é um vinho frutado, fácil de beber, óptimo como aperitivo ou em harmonização com refeições leves e equilibradas: saladas, peixes, mariscos, carnes brancas, tapas, sushi, sashimi e outros pratos internacionais.
A flagrante tipicidade e originalidade destes vinhos é o resultado, por um lado, das características do solo, clima e factores sócio-económicos da Região dos Vinhos Verdes, e, por outro, das peculiaridades das castas autóctones da região e das formas de cultivo da vinha. Destes factores resulta um vinho naturalmente leve e fresco, diferente dos restantes vinhos do mundo.
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Aos Enólogos!
Graças pela genialidade do homem...
Há dias assim, dias de absoluta perfeição, de deleite, de prazer infinito. Dias marcantes, dias que nunca terminam, dias que deixam cravados, no peito e na memória, uma marca perpétua e indelével. Dias de meditação, de ponderação, dias de recolhimento. Há dias assim, dias para agradecer... aos homens que produzem vinhos!
Um abraço ao Vitor Mendes e ao Tony Smith!
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
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terça-feira, 4 de março de 2014
Aos enólogos...
Graças pela genialidade do homem... Há dias assim, dias de absoluta perfeição, de deleite, de prazer infinito. Dias marcantes, dias que nunca terminam, dias que deixam cravados, no peito e na memória, uma marca perpétua e indelével. Dias de meditação, de ponderação, dias de recolhimento e agradecimento. Há dias assim, dias para agradecer... aos homens que produzem os vinhos!
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
40 anos da revista Escanção
Foi desta forma que na Associação dos Escanções de Portugal se começou a celebrar os 40 anos da revista Escanção. Rodolfo Tristão, presidente da associação, dirigiu uma prova de vinhos velhos com referências entre 1977 e, 1933.
Parabéns ao Rodolfo Tristão e a todos os escanções portugueses!
João Sem Vinho - Rede Social de Vinhos
Estamos a criar a maior rede social de amantes de vinho.
Junte-se a nós! https://www.facebook.com/joaosemvinho
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Tanino nas uvas
Nas uvas, os taninos encontram-se principalmente nas cascas, sementes e engaços. Assim como os açúcares da uva, eles também passam por um amadurecimento e, conforme se atinge esta maturidade, perdem agressividade, tornando-se macios e sedosos.
Dentre as uvas viníferas, geralmente, quanto mais grossa a casca, maior a quantidade de taninos a serem extraídos. Este é o caso da Cabernet Sauvignon, Tannat, Nebbiolo, Baga, Petit Verdot, Sangiovese Grosso; só para citar algumas. No extremo oposto estão variedades de cascas mais finas, que dão origem a vinhos de estrutura mais leve e textura delicada. As variedades Pinot Noir, Gamay e Cabernet Franc (apesar de dominar o blend do mítico e longevo Château Cheval Blanc) se enquadram nesta tipicidade.
Os taninos das uvas são classificados como condensados ou proantocianidinas. A outra classificação a qual eles podem pertencer é denominada taninos hidrolisáveis ou elagitaninos, e correspondem aos que são extraídos da madeira do carvalho. Cada um possui uma natureza diferente e, embora ainda não mapeado cientificamente, desencadeiam uma série de reações distintas no vinho.
A maturação dos taninos, além do acompanhamento dos níveis de açúcares e acidez, é o fator chave para se decidir o momento ideal da colheita da uva, atualmente.
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Os vinhos e a gastronomia portuguesa
A gastronomia portuguesa tem uma grande variedade de sabores, cores, e apresentações, com uma escolha bastante diversificada e de alta qualidade em termos de alimentos e vinhos para degustar maravilhosas refeições.
O nosso país tem uma vasta gastronomia com uma história de séculos, fazendo o nosso maior orgulho, assim como o dos nossos chefes de culinária e enólogos. Através da geografia de Portugal, iremos conhecer pratos típicos e daremos a devida relevância aos vinhos de cada região. De facto, a qualidade de uma refeição está estreitamente ligada à qualidade do vinho que a acompanha.
Portugal apresenta de Norte a Sul uma extensa gama de vinhos, desde o verde, de uma apetitosa frescura, até ao porto, o mais generoso do Mundo.
A região do Minho oferece um excelente e saboroso vinho verde. O tinto acompanha na perfeição o eterno e conhecido Serrabulho confeccionado com carnes de porco frescas e sangue de porco cozido com batatas cozidas. Os vinhos brancos verdes, pelo grau alcoólico mais baixo e servindo quase de “refresco”, darão um sabor especial aos aperitivos de fins de tarde no Verão, com mariscos ou até com leves entradas de barbecue. Depois de passar à mesa, poderá saborear os vinhos brancos da região com umas Amêijoas à Bolha Pato, ou até mesmo uns camarões tigre grelhados com molho de manteiga ligeiramente picante.
Mariscos cozidos vão bem com vinho branco leve, acídulo ou com vinho verde branco.
O Arroz de Lampreia desta região também poderá ser servido com um vinho tinto jovem.
Em Trás-os-Montes poderá apreciar os maravilhosos vinhos bem frutados, com um saboroso Coelho à Transmontana, ou umas Trutas do Rio Cávado num belo restaurante típico da região. O famoso Cozido à Portuguesa irá também combinar deliciosamente com um vinho tinto Transmontano.
Os brancos desta região, menos acídulos e menos jovens combinam com gratinados ou cozinhados gordos, ervas aromáticas e especiarias. Podemos pensar numa vitela assada com umas belas batatas e uns grelos ou um polvo assado no forno.
A região do Douro é conhecida pela sua tradição vinícola, assim como pelo seu saboroso Cabrito Assado no Forno, acompanhado de um bom vinho tinto.
A região mais difícil de cultivar, com encostas bem escarpadas divide-se mais ou menos em 50% vinho de região demarcada e outros 50% vinho do Porto. Os grandes vinhos do Douro estagiam em pipas de carvalho francês entre 9 e 18 meses o que lhes confere um paladar de prova único. “Pica no chão” com um tinto aromático e encorpado numa escarpa virada para o rio Douro é um prazer único que não se deve deixar para amanhã.
Esta fabulosa região também é conhecida pelo seu saboroso vinho rosé. Este tipo de vinho é um excelente acompanhante para petiscos antes da refeição, é claramente um óptimo vinho de esplanada. Mas as suas virtudes não se esgotam aqui, uma vez que combina com pratos ligeiros de Primavera e Verão, massas, ou saladas frias.
A gastronomia desta região é tão vasta quanto os vinhos que ali se produzem.
Na tradição e cultura portuguesa “emblema”, Vinho do Porto, mundialmente conhecido e cuja grande parte da produção nacional é exportada. Os vinhos do Porto são geralmente doces, mas existem também alguns secos. São apreciados em aperitivos e para acompanhar sobremesas, mas também são utilizados na confecção de alguns pratos tipicamente portugueses, na maior parte das vezes para refrescar os molhos.
Junto de uma lareira, poderá apurar o paladar com um vinho do Porto e um saboroso queijo ou frutos secos do nordeste português.
A região do Dão caracteriza-se pela excelência dos seus vinhos tintos. De facto, a Chanfana combina com vinho tinto velho, aveludado, com um bom "bouquet", por ser mais redondo e aveludado. Da mesma forma como o famoso Arroz de Cabidela de Cabrito casar-se-á harmoniosamente com um vinho tinto novo, pelo seu sabor fresco e floral.
Mais a norte, a Serra da Estrela tem para oferecer o que de melhor se faz em termos de queijos, e apreciam-se com um excelente vinho tinto da região do Dão.
O conhecido Bife à Portuguesa, confeccionado com uma boa carne vermelha de novilho frito em azeite, alho e louro é regado por um gostoso vinho branco no final juntamente com umas gotas de vinagre e um pouco de manteiga e servido com batatas cozidas. Este delicioso Bife à Portuguesa requer um vinho tinto encorpado mas com alguma juventude que permita realçar o bouquet. O ideal será um vinho da casta Touriga Nacional do Dão ou do Douro.
A Bairrada e o seu famoso Leitão acompanhado geralmente por umas batatas fritas estaladiças combinam com um espumante natural. Aliás os espumantes vão bem com tudo, está na moda, começar e acabar uma refeição sempre com a mesma companhia “um espumante natural “.
A zona litoral é mais conhecida pelo mar que traz até às nossas mesas peixe fresco. De facto, certos aperitivos, peixes e Caldeirada de Peixe e até mesmo algumas sobremesas mais fortes da região de Tentúgal pedem vinhos brancos das castas locais, Maria Gomes e Bical, mais frutados e com baixa acidez.
A sardinha assada e o bacalhau da Figueira da Foz, comem-se lindamente à beira mar, com um vinho tinto novo encorpado, com alguma adstringência ou um espumante.
Um pouco mais para o interior podemos deliciar-nos com um típico Carré de Borrego, e o seu leve molho de mostarda que casa muito bem com uma bela baga da Bairrada.
Mais a sul, na região Ribatejana, as Terras do Sado de Palmela, oferecem a casta castelão ou periquita (vinho tinto) que são óptimos para apreciar com o queijo de Azeitão. Os vinhos brancos ricos e frutados por crescerem numa zona bastante quente, conduzem-nos a uma bela esplanada de Sesimbra para saborear um espadarte grelhado e umas trouxas-de-ovos.
Em Setúbal, poderá saborear vinhos doces, tal como o Moscatel, vinhos macios e perfumados que vão ganhando vida com os anos. Estes vinhos são adequados para servir com sobremesas, ou beber como digestivo entre duas refeições.
A região de Setúbal também é conhecida pelo seu famoso vinho rosé de Lancers. O rosé deve ser encarado como um refresco. Por essa razão deve ser leve, não deve ter graduação alcoólica elevada, deve ser um vinho leve na boca, com boa acidez e que apetece beber mais. O vinho rosé é apreciado pela sua leveza, frescura, sabor frutado e ligeiramente “pétillant”, um sabor único e preferido que oferece uma sofisticação simples, sensual e transforma qualquer situação num momento especial.
O nosso famoso Bacalhau com as suas mil e umas maneiras de o cozinhar, é geralmente, acompanhado de vinho branco, se for cremoso, e com vinho branco mais seco se for confeccionado no forno, de maneira a compensar a gordura. O Bacalhau à Lagareiro ou Frito em azeite deverá ser servido com um vinho tinto encorpado.
Nas planícies Alentejanas, os vinhos são mais gordos, mais ricos e aveludados para acompanhar a tradicional caça, que depois se transformará em carne no forno. A Carne de Porco à Alentejana e a Vitela Alentejana requerem vinhos tintos encorpados e com bouquet. A tradicional Sopa de Cação, casa de uma forma correcta com o Antão Vaz (casta de vinho branco). Quanto aos Petiscos Alentejanos, estes podem ser provados com vinhos brancos mais jovens, menos carregados de aromas de maneira a não confundir os paladares, Chardonnay ou Sauvignon.
No Algarve, poderá apreciar os vinhos brancos algarvios, essencialmente da zona de Lagoa, com marisco fresco, Camarão cozido, Percebes ou até umas Lulas grelhadas na esplanada de restaurante de Portimão, junto a uma bela praia.
Um bom pargo no forno deve ser servido com vinho branco mais seco, encorpado e capitoso.
No que diz respeito aos vinhos tintos, estes acompanham harmoniosamente as carnes brancas e legumes grelhados.
Quanto às belas saladas algarvias com orégãos, combinam com vinho tinto.
Como aperitivo, o melhor é um Madeira Seco, que nos pode estimular o apetite para a refeição. Como digestivo, e para terminar a refeição deverá servir-se uma aguardente vínica ou bagaceira.
Todos estes vinhos e gastronomia representam a forma de ser e estar dos portugueses e dos valores a eles ligados – alegria de viver, sol, luz, cor, prazer, bem-estar, cultura e história, geografia, carácter, integridade e muito mais!
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