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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Vinhos portugueses premiados no Canadá


Vinho do Porto Dalva, de 1985, de C.da Silva Vinhos, conquistou um Grand Gold, na Sélections Mondiales des Vins

Os vinhos portugueses somam e seguem. Desta vez foram premiados no Canadá, concretamente na Sélections Mondiales des Vins. O destaque vai para o vinho do Porto Dalva, de 1985, de C.da Silva Vinhos, SA., que conquistou um Grand Gold.
Mas as medalhas abrangeram vinhos provenientes não só do Porto. Entre os premiados estão também vinhos do Douro, Alentejo e Península de Setúbal. Ver aqui a lista completa.
Entre os vários ouros, destaque para Marquês de Borba Tinto 2012, Quinta de Foz de Arouce Tinto 2010 e Duorum Tinto 201, de João Portugal Ramos, num concurso em que estiveram 1738 vinhos à prova. 
O Canadá é um mercado que tem um grande potencial, dinamizado pela importante comunidade portuguesa que vive nesse país e que se mantém fiel aos nossos vinhos.
Os vinhos portugueses conquistaram uma quota de mercado de 3,43%, posicionando-se no 8.º lugar tanto em volume como em valor.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Degustando vinhos brancos portugueses






Dos países históricos produtores de vinho, Portugal é o mais negligenciado

Outros países que há 25 anos eram pouco reconhecidos por sua produção passaram a fazer parte da economia globalizada do vinho: Grécia, Áustria, uma Hungria revigorada. França e Itália sempre foram destaque, mas regiões menos conhecidas dentro de ambos os países têm sido elogiadas. O mesmo acontece com a Espanha.

Mas Portugal? O vinho do Porto sempre vai ter o seu nicho, assim com o vinho da Madeira. Porém, quando o assunto são os vinhos regulares, Portugal continua a ser amplamente negligenciado, e muitas vezes de maneira injusta.

De certa forma, isso acontece porque os portugueses costumam se recusar a dar destaque a uvas internacionais populares, como cabernet sauvignon, chardonnay, merlot e sauvignon blanc, priorizando suas inumeráveis ofertas nativas.

Essa internacionalização, infelizmente, foi outrora uma fórmula de eficácia comprovada para atrair atenção em escala mundial. Mas o foco passou a ser aquilo que é distintamente local, e, felizmente, os entusiastas americanos do vinho podem ter passado do ponto de caírem nas graças de um cabernet de 100 pontos de Portugal.

Pode ser também que a língua portuguesa coloque alguns obstáculos para os americanos, que podem compreender intuitivamente que, digamos, o "bianco" da Itália e o "blanco" da Espanha são os vinhos brancos, mas talvez não consigam dar o mesmo salto linguístico quando confrontados com "branco". Frequentemente, quem é confrontado com tais termos não familiares costuma continuar a buscar algo mais reconhecível.

Entre os vinhos portugueses, duas exceções cativaram a imaginação dos americanos, mas são casos especializados. O primeiro é o Vinho Verde, o vinho branco vibrante de preço acessível do noroeste de Portugal, que parece ter adentrado o zeitgeist associado a um clima quente, vendendo muito bem nosEstados Unidos nos últimos anos. Mas ele não passa de um prazer inócuo, visto geralmente como uma bebida refrescante de verão.

O segundo é o vinho de Colares, um dos mais fascinantes do mundo, mas produzido apenas em quantidades mínimas. As videiras crescem em solos arenosos e, portanto, são imunes à filoxera, o voraz afídeo que ataca as raízes das videiras europeias clássicas, fazendo com que quase todas tenham que ser enxertadas em porta-enxertos americanos. Em vez disso, as videiras dos vinhos de Colares crescem sobre suas próprias raízes. São vinhos verdadeiramente maravilhosos, elegantes, mas intensos, com potencial para envelhecer por décadas. Mas as vinhas têm travado uma difícil batalha pela terra com os bairros residenciais dos arredores de Lisboa, e em breve podem se extinguir.

Os especialistas em vinho da minha equipe de degustação não ignoram Portugal. Fazemos incursões regulares, ainda que não muito frequentes, pelos seus vinhos tintos - sendo que a mais recente foi pelos tintos do Douro, a histórica região portuária, em 2012. Mas nunca tinha me ocorrido fazer uma degustação de vinhos brancos portugueses. Antes de eu pensar realmente a respeito, essa degustação não me parecia tão interessante.

Mudei de ideia depois que Matt Kramer, colunista do Wine Spectator, rasgou elogios a alguns vinhos brancos que tinha encontrado em Portugal. Um deles, escreveu Kramer, poderia ser facilmente confundido com um Chassagne-Montrachet caso ele o tivesse provado em uma degustação cega; um erro, ressaltou ele, que teria sido "quase que um insulto ao caráter de um vinho".

Já tinha ouvido algumas outras pessoas louvando a qualidade dos vinhos brancos portugueses recentemente, e concluí que valeria a pena investigá-los. Assim, convoquei minha equipe, que se reuniu para provar 20 vinhos de safras recentes, na esperança de fazer bons achados entre os rótulos.

Na degustação, Florence Fabricant e eu fomos acompanhados por Pascaline Lepeltier, diretor de vinhos no Rouge Tomate e mestre sommelier recém-formado que viajou recentemente a Portugal, e Todd Wernstrom, distribuidor de vinhos cuja empresa, a Ice Bucket Selections, não trabalha com vinhos portugueses.

Não posso dizer que chegamos a sentir a emoção de uma descoberta, embora eu tenha achado os vinhos agradáveis e intrigantes. Como acontece frequentemente no caso dos vinhos tintos portugueses, todos os brancos foram feitos a partir de uvas portuguesas nativas, mas nenhum nos pareceu especialmente distinto ou único, como o carricante do Monte Etna ou o furmint da Hungria. Um bom número dos vinhos de nossa lista foi feito à moda moderna, fermentado em tanques de aço e engarrafados ainda jovens para preservar o frescor e os aromas.

Nossa primeira garrafa, um vinho Luís Pato, da região de Beira Atlântico, de 2012, tinha seguido esse estilo. Produzido com a Maria Gomes, a mais comum uva branca de Portugal, também conhecida como Fernão Pires, ele estava delicioso, acidulado, picante, herbáceo, bom para se beber quando ainda é cedo. Custando apenas 13 dólares, foi o vinho de melhor relação custo/benefício de nossa degustação. Vai muito bem como companheiro neste verão aqui nos Estados Unidos.

Outros vinhos passaram algum tempo em barris e se prestam mais facilmente ao envelhecimento, como a nossa terceira garrafa, do branco da Quinta de Foz de Arouce, de 2012, que descobri ter sido o vinho que chamou a atenção de Kramer. O que ele havia provado, porém, era o de 2010, com dois anos a mais de envelhecimento, o que sugeriu a comparação com os vinhos da Borgonha.

O vinho da safra de 2012, feito exclusivamente com a uva cerceal (que não têm relação com a sercial, ingrediente dos vinhos Madeira), nos pareceu vivaz, frutado, complexo, com sabor herbáceo e o tipo de textura convidativa proporcionada pelo processo de envelhecimento em barris – principalmente barris antigos, que não conferem sabores. Fiquei ansioso para beber esse vinho daqui a alguns poucos anos. Tendo custado 37 dólares, ele também foi um dos mais caros da degustação.

Outras garrafas dignas de nota foram a segunda, do rico e carnudo Quinta do Sagrado do Douro de 2012, uma mistura de quatro uvas fermentadas em tanques de aço; a quarta, do Vadio, de Bairrada, na região próxima ao litoral Atlântico, de 2012, um vinho pouco rústico, agradavelmente amargo; e a quinta, de um refrescante Casa de Mouraz do Dão, do interior de Bairrada, também de 2012, feito exclusivamente da uva encruzado.

Eu não me atreveria a oferecer conclusões definitivas após essa degustação, já que esses vinhos certamente nos convidam a continuar pesquisando. Não tenho dúvidas de que vão motivar mergulhos mais profundos, especialmente nas regiões mais promissoras para os vinhos brancos, que parecem ser as áreas costeiras de Bairrada e Beira Atlântico, além do Douro.

Posso dizer que se você gosta dos mais conhecidos vinhos brancos italianos, muitas das garrafas menos caras dessa degustação vão lhe proporcionar uma sensação semelhante de fresco seco e frutado. Se você gosta de tipos mais complexos de vinho, como, atrevo-me a dizer, o Borgonha branco, uma garrafa de vinho envelhecido em barril, como o Foz de Arouce, pode se mostrar intrigante.

É justo dizer que a indústria portuguesa do vinho está passando por uma transição, buscando se concentrar em vinhos que podem ser comercializados em todo o mundo. O que isso significa para os vinhos brancos do país? Ainda vamos descobrir.

Resumo da degustação

Luís Pato Beira Atlântico Maria Gomes 2012 (Melhor relação qualidade/preço)

2 1/2 estrelas

Sabores cítricos acidulados, com notas herbáceas e picantes e uma textura convidativa. 13 dólares.

Quinta do Sagrado Douro 2012

2 1/2 estrelas

Rico e carnudo, com aromas de damasco, pêssego e melão. 16 dólares.

Quinta de Foz de Arouce Vinho Regional Beiras Branco 2012

2 1/2 estrelas

Vivaz e texturizado, com sabores prolongados de melão, frutas cítricas e ervas. 37 dólares.

Vadio Bairrada 2012

2 1/2 estrelas

Agradavelmente rústico, com sabores prolongados de frutas cítricas, ervas e frutas tropicais com um leve amargor.

17 dólares.

Casa de Mouraz Dao Encruzado 2012

2 1/2 estrelas

Refrescante e pouco complexo, com sabores cítricos picantes. 17 dólares.

Niepoort Douro Redoma 2012

2 estrelas

Não é particularmente aromático, mas é suculento, substancioso e tem uma textura agradável. 28 dólares.

Quinta do Perdigao Dão Encruzado 2011

2 estrelas

Acidulado, com um amargor intrigante. 20 dólares.

Álvaro Castro Dão Encruzado DAC 2011

2 estrelas

Equilibrado, com sabores de frutas tropicais. 25 dólares.

Duorum Douro Tons 2012

2 estrelas

Leve, agradável e refrescante. 13 dólares.

Quinta do Passadouro Douro Passa 2011

2 estrelas

Aromas e sabores de ervas, especiarias e melão. 15 dólares.

O que significam as estrelas:

As classificações, de até quatro estrelas, refletem a reação da equipe aos vinhos, que foram degustados com os nomes e as datas ocultos. Os vinhos representam uma seleção que costuma estar disponível em boas lojas do ramo e restaurantes, bem como na internet. Os preços são os praticados por lojas da região de Nova York.

Coordenador da degustação: Bernard Kirsch



domingo, 8 de junho de 2014

Os Melhores vinhos do Douro Superior


‘Muxagat Os Xistos Altos Rabigato branco 2011’, ‘Quinta da Touriga Chã tinto 2011’ e ‘Quinta do Vesúvio Porto Vintage 2012’ foram os três grandes vencedores da 3ª edição do ‘Concurso de Vinhos do Douro Superior’, que decorreu este fim-de-semana no âmbito do ‘Festival de Vinhos do Douro Superior’, em Vila Nova de Foz Côa.
Um alargado painel de jurados avaliou centena e meia de vinhos oriundos da sub-região do Douro Superior. O painel era composto maioritariamente por jornalistas da especialidade e proprietários de lojas de vinho. Os 26 provadores avaliaram brancos, tintos e vinhos do Porto durante toda a manhã de Sábado, dia 31 de Maio. Os três vinhos mais pontuados em cada uma das três categorias passaram à finalíssima. Estes nove vinhos foram depois avaliados por todos os jurados, que escolheram os vencedores. Estes receberam o galardão “Melhor Vinho” em cada categoria.
Destaque para a categoria de tintos, onde o ‘Quinta da Touriga Chã’ conseguiu destronar o ‘Quinta do Vale Meão’, marca que tinha ganho a categoria de tintos nas duas últimas edições. O vinho vencedor é produzido por Jorge Rosas, mas a enologia está a cargo de Fernando Lázaro e João Brito e Cunha. Nos brancos, a casta Rabigato deu origem ao campeão, a uma das três medalhas de ouro e a ainda a duas medalhas de bronze (e é mais que provável que entre no lote de outros vinhos premiados). O vinho vencedor foi criado por Mateus Nicolau de Almeida, produtor e enólogo da empresa Muxagat. Finalmente, na categoria vinho do Porto, foi com alguma surpresa que um Vintage de 2012 conseguiu superar um fantástico tawny colheita de 1989 e vários tawnys com 10, 20 e 30 anos. No total, a organização atribuiu 12 medalhas de ouro, 17 de Prata e 26 de Bronze.
VINHOS BRANCOS
Melhor Tinto
Muxagat Os Xistos Altos Rabigato 2011 (Muxagat Vinhos)
Medalhas de Ouro
Valle do Nídeo Sauvignon Blanc 2013 (H. Abrantes – Douro Wines)
Duas Quintas Reserva 2011 (Adriano Ramos Pinto Vinhos)
Quinta da Canameira Rabigato Reserva 2010 (Sampaio e Melo Cabral)
VINHOS TINTOS
Melhor Vinho
Quinta da Touriga Chã 2011 (Jorge Rosas Vinhos)
Medalhas de Ouro
Quinta do Vale Meão 2011 (F. Olazabal & Filhos)
Excomungado 2011 (Quinta Vale de Pios)
Dona Berta Sousão Reserva Especial 2011 (Hernâni Verdelho)
Quinta da Leda 2011 (Sogrape Vinhos)
Palato do Côa Escolha 2011 (5 Bagos)
D. Graça Grande Reserva Selecção Privada 2011 (Vinilourenço)
Pathernos Grande Reserva 2009 (Cabanas do Castanheiro)
VINHOS DO PORTO
Melhor Vinho
Quinta do Vesúvio Vintage 2012 (Symington Family Estates)
Medalhas de Ouro
Barão de Vilar Colheita 1989 (Barão de Vilar – Vinhos)
Duorum Vintage 2011 (Duorum Vinhos)
Fonte:Local.pt

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Rolling Stones e o vinho do Porto, Niepoort 1962


O “Portugal Sou Eu”, em parceria com o Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), ofereceu aos Rolling Stones, durante o concerto da passada quinta-feira no Rock in Rio, uma garrafa de vinho do Porto, colheita de 1962 da Niepoort, o mesmo ano em que foi fundada a mítica banda de rock.

Mick Jagger, o incontornável vocalista do grupo, mostrou-se surpreso e sensibilizado no momento em que recebeu esta oferta tendo referido que “ficou encantado” com a valiosa recordação.

Para o Presidente do IVDP, Manuel Cabral, “o Porto colheita é um vinho premium de grande qualidade. É, antes de mais, um vinho do Porto, um produto com Denominação de Origem Protegida (DOP) que se distingue de todos os outros vinhos pelas suas caraterísticas singulares. Este, em particular, é um vinho do Porto colheita de 1962, o ano em que nasceu uma das mais importantes bandas de Rock de sempre, que marcou pelo menos três gerações. Quisemos registar este acontecimento no evento único que é o Rock in Rio e que mobiliza milhares de portugueses de várias gerações. O melhor vinho do mundo para a melhor banda de Rock do mundo.

sábado, 24 de maio de 2014

Vinho português entre os sete melhores de sempre


Vinho português entre os sete melhores de sempre
Com base em cerca de 1.5 milhões de avaliações feitas por dezenas de críticos, o portal de vinhos norte-americano Wine Searcher publicou, recentemente, a lista dos melhores vinhos de todos os tempos, entre os quais está um vinho do Porto da Quinta do Noval.

Na introdução desta lista, a Wine Search salienta que "nem sempre os críticos de vinho são consensuais". E foi por isso mesmo que este portal especializado quis encontrar aqueles vinhos que são “unanimemente” classificados como os "melhores do mundo".

Para isso a Wine Searcher cruzou mais de 1.5 milhões de avaliações de 30 críticos. A lista foi divulgada em Fevereiro e integra apenas sete vinhos, classificados com pontuações de 99 ou 100 pontos. 


O vinho português Quinta do Noval Nacional Vintage Porto, de 1963, surge na 5ª posição. Em primeiro lugar está um vinho francês de 1811, o Château d’Yquem, do qual já só existe uma garrafa que foi vendida por 88 mil euros.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Sogevinus com performance de Ouro em Bruxelas




A Sogevinus, detentora das marcas de vinho Kopke, Burmester, Cálem e Barros, esteve em destaque no Concurso Mundial de Bruxelas, uma das competições mais prestigiados e influentes no setor dos vinhos. Os resultados, revelam 3 medalhas de Ouro para a Sogevinus, mais duas que no ano anterior. Um importante reconhecimento que reforça o posicionamento ao mais alto nível do grupo. 

Entre os dias 2 e 4 de maio, a capital europeia recebeu e provou mais de 8.060 vinhos provenientes de 58 países sendo que Portugal participou com 965 vinhos. O grupo Sogevinus contribuiu para os excelentes resultados portugueses com 3 medalhas de Ouro.

Com excelentes pontuações e muitos elogios, Kopke Porto Colheita 1952 leva este ano Ouro para a casa mais antiga de vinho do Porto. Com uma brilhante cor âmbar, este vinho com mais de meio século de história, apresenta um bouquet perfeito que combina notas de frutos secos com toques de madeira, chocolate, avelãs e caramelo. Na boca é bem estruturado, de paladar fino e elegante. Uma complexidade que se prolonga pelo interminável final.

Ainda na categoria de vinhos do Porto, Cálem Tawny 20 Anos é outro dos vinhos premiados. De profunda cor castanha é concentrado no nariz onde predominam os aromas amadeirados, notas de mel e delicadas nuances de especiarias. No palato é estruturado, com taninos firmes e polidos, de textura macia e um final persistente e memorável.

Na categoria de vinhos tranquilos, Burmester DOC Douro Tinto 2011 é a prova da excelência na produção destes vinhos pela Sogevinus com o certificado de qualidade e experiência das suas centenárias casas de vinho do Porto. O aroma completo de frutas vermelhas e pretas e suaves notas florais combina com notas minerais. Na boca exibe uma boa estrutura e notável complexidade com taninos firmes mas equilibrados. Um vinho discreto e elegante de enorme aptidão gastronómica.


Na “época alta” dos concursos internacionais de vinhos, este é um excelente resultado que reforça o forte posicionamento dos vinhos da Sogevinus no panorama internacional. O Concurso Mundial de Bruxelas celebra este ano 20 anos de existência e tem como principal missão oferecer aos consumidores a garantia de qualidade, reconhecendo vinhos de topo que são verdadeiros prazeres de consumo e de degustação em todas as gamas de preço e de todas as regiões do mundo.

Fonte:Local.PT

terça-feira, 1 de abril de 2014

Enoturismo no Vale do Douro


O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Enoturismo - Vale do Douro


O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.

#wine #winelover #vinhos #douro #travel

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O Vale do Douro - Douro`s River Valley


O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre #Vinho do #Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.

#wine #winelover #vinhos #portugal #douro 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Guia de Restaurantes com Vinho do Porto



O novo Guia de Restaurantes com Vinho do Porto já está disponível no Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP). 


Este guia é publicado pelo IVDP e a publicação INTER - Magazine de Gastronomia e Restauração na sequência da 8ª edição do Concurso Gastronomia com Vinho do Porto, realizada em 2013.

O guia de Restaurantes com Vinho do Porto pode ser adquirido na loja do IVDP no Porto, na Ribeira, e no Solar de vinho do Porto, no Bairro Alto, em Lisboa.

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