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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A vida é cor-de-rosa no Algarve!


VIDA NOVA Rosé 2013 - Adega do Cantor 
Bi-varietal de Syrah e Aragonez, com intenso aroma a bagas maduras, com sugestões de framboesa, mirtilo e groselha.

No palato é intenso e frutado com grande presença de frutos de verão.

Sir Cliff Richard, conheceu e apaixonou-se pelo Algarve há mais de 40 anos. O seu sonho de plantar uma vinha nesta sua propriedade Quinta do Moinho, foi a inspiração para os vinhos Vida Nova, em cuja produção ele próprio está envolvido. Quando está em Portugal é habitual vê-lo com as mãos sujas na vinha ou mesmo a pisar uvas na adega.

domingo, 10 de agosto de 2014

2013 Monte da Ravasqueira Sauvignon Blanc Branco



Monte da Ravasqueira Sauvignon Blanc 2013
é um vinho de cor esverdeada, clara e brilhante, com nariz muito limpo, exótico e intenso a mostrar toda a expressividade da casta. 

O paladar revela notas de fruta tropical, relva cortada, espargos, lima e alguma fruta cristalizada. Na prova tem frescura vibrante e vigorosa, equilibrada pelo volume da fruta. A sensação de prova remete-nos constantemente para o nariz sentindo-se toda a frescura e complexidade da casta com final mineral e longo.

Excelente para acompanhar peixe grelhado, mariscos e carnes brancas, deve ser apreciado fresco.

O vinho Monte da Ravasqueira Sauvignon Blanc 2013 acaba de ganhar uma medalha de Prata na quinta edição do Concours Mondial du Sauvignon, que teve lugar em Bordéus.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Monte Seis Reis Syrah 2008


Um monocasta a partir da casta Syrah.
Monte Seis Reis VinhosRegião: Estremoz – Alentejo/Portugal 

Enorme surpresa para o mercado nacional, um Syrah vindo de Estremoz, com uma personalidade incrível.

NOTAS DE PROVA:
Cor: Cor bastante pronunciada.

Aroma: Boa concentração aromática com frutos pretos maduros e especiarias.

Paladar: Sabor intenso, macio e elegante, com taninos robustos e grande persistência final.

Ideal para acompanhar caça, queijos e assados. Deve ser servido à temperatura de 16 a 18ºC e se possível decantado.

Evolução positiva durante 7 a 10 anos, se conservado em local fresco, escuro e a garrafa deitada.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Herdade da Barrosinha Rosé 2013 distinguido pela Associação de Escanções de Portugal


O vinho rosé da colheita de 2013 da Herdade da Barrosinha, recentemente lançado no mercado, foi distinguido pela Associação de Escanções de Portugal com a Tambuladeira de Bronze.
O elevado padrão de qualidade do néctar ditou a atribuição da distinção, tendo alcançado nas provas uma pontuação de 83 pontos.
O Herdade da Barrosinha Rosé 2013 é um Vinho Regional Península de Setúbal produzido a partir das castas Castelão, Trincadeira, e Cabernet Sauvignon de uvas provenientes da Herdade da Barrosinha, situada no concelho de Alcáçer do Sal.
Este néctar apresenta cor rosada, aroma a frutos vermelhos, boa frescura e acidez, com final muito agradável.
Este vinho, bem como o Tinto e Branco da colheita de 2013 podem ser encontrados na loja da Herdade da Barrosinha, em vários restaurantes do concelho de Alcácer do Sal e da região, e, em superfícies comerciais do país.
Preços: entre 2,50€ a 3,50€

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Portugal lança garrafas de vinho com rolhas inovadoras

Portugal lança garrafas de vinho com rolhas inovadoras

A Ervideira, produtor vitivinícola do Alentejo, vai ser a primeira empresa do mundo a vender garrafas com a inovadora rolha de cortiça Helix, em forma de espiral, que dispensa saca-rolhas. A inovação permite garrafas de abertura fácil em que basta usar o polegar e o indicador para retirar a rolha.
Trata-se da primeira inovação do séc. XXI para embalagens de vinhos. Recentemente apresentada à indústria vinícola internacional, em Bordéus (França), a inovadora rolha de cortiça faz o tradicional “pof” ao mesmo tempo que oferece uma abertura manual e fácil.
O produto foi desenvolvido através de uma sinergia entre a Corticeira Amorim e a empresa norte-americana Owens-Illinois. Desenhada para vinhos de consumo rápido, trata-se de uma rolha de cortiça ergonómica que dispensa o saca-rolhas: basta usar o polegar e o indicador para retirar a rolha da garrafa. 
A Helix preserva um vinho engarrafado por um período de dois anos. Além disso, depois de aberta pode ser de novo inserida na garrafa, de forma a conservar o vinho, esclarece o comunicado de imprensa da Corticeira Amorim. 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Simpsons inspiram garrafas de vinho

Simpsons inspiram garrafas de vinho

Os bonecos amarelos mais famosos do planeta acabam de inspirar a criação de duas garrafas de vinho.

Homer e Marge Simpson inspiram pessoas em todo o mundo. E a sua imagem acaba de ser utilizada como rótulo de uma garrafa de vinho.

As garrafas foram criadas pelo designer russo Constantin Bolimond. As cores por ele utilizadas representam claramente as roupas habitualmente utilizadas por estes dois personagens.

Não se sabe ainda se estas estarão disponíveis para compra. No seu Tumblr o criador afirma que a ideia da garrafa nasceu no mesmo ano que as personagens, em 1987.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Maçanita "Irmãos e Enólogos" Tinto 2012


Um sonho, uma região, um vinho. De caracter vincado e personalidade própria, António e Joana fizeram um vinho “à Maçanita”.

Aroma bem composto, com fruta madura muito jovem e exuberante, notas de rebuçado. Dá uma boa prova de boca, repetindo a exuberância aromática, mais sério no final com alguma garra de tanino. Um grande vinho do Douro.

Castas: Touriga Nacional e Tinta Roriz. Teor Alcoólico: 15,0% 

António e Joaninha Maçanita, irmãos enólogos que fazem parte desta geração de ouro de grandes enólogos portugueses. Partiram para o Douro com um objectivo comum, fazer vinhos de qualidade! Nesta primeira colheita de 2011, temos um tinto com duas castas com grande expressão no Douro.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Como escolher uma garrafa de vinho


Não há nada que combine melhor com um jantar romântico, um serão entre amigos ou um fim de tarde a solo em frente à lareira, do que um bom copo de vinho. Branco, tinto, rosé, reserva, nova colheita, verde, maduro, alentejano ou do Douro, vinho generoso, tranquilo ou espumante, as opções chegam a ser tantas quantas as dúvidas.
Muitas pessoas escolhem uma garrafa de vinho porque são atraídas pela forma moderna das garrafas ou pelo design irresistível dos rótulos e/ou logótipos e não há nada de errado nisso, aliás esse é mesmo o objectivo – levar as pessoas a comprarem! Claro que pode acertar em cheio e encontrar um verdadeiro néctar dos deuses ou então a “embalagem” pode ganhar ao conteúdo. Para principiantes, é uma boa maneira de iniciar a sua carreira de connaisseur de vinhos, mas existem ainda outras dicas para fazer dessas primeiras escolhas, escolhas acertadas!
  • ocasião e/ou a refeição em que será servido o vinho, pode ser o principal guia para a sua escolha. Embora cada vez mais discutida, a regra de ouro – tinto para pratos de carne e branco para pratos de peixe – continua a valer e é um bom começo quando estiver frente a frente com centenas de garrafas! Porém, não tenha receio de inovar – afinal um vinho não é para ser bebido, é para ser apreciado!
  • preço é um factor que pode perfeitamente orientar a escolha de uma garrafa de vinho, existindo garrafas que vão de poucos, a dezenas ou até mesmo centenas de euros… e tudo na mesma prateleira! Como saber? Claro que uma garrafa de vinho que custe €20 terá de ser obviamente de maior qualidade quando comparada com uma de €5, mas isto não quer dizer que a mais barata seja horrível! Se ainda é um amador na questão dos vinhos e não tem a certeza absoluta do que está a fazer, escolha o mais barato para depois não “chorar o prejuízo”. Se, por outro lado, não tiver nada a perder, experimente um vinho mais caro – já diz o velho ditado “quem não arrisca, não petisca”!
  • graduação alcoólica, mais ou menos elevada, é outra característica que pode ajudar na decisão por este ou aquele vinho. O grau de álcool visível no rótulo da garrafa em forma de percentagem, corresponde ao número de litros de álcool por cada 100 litros de vinho. Na prática, um vinho com uma percentagem mais elevada é mais “encorporado”, mais forte; enquanto um vinho com uma percentagem de álcool reduzida é, naturalmente, menos “encorporado”, ou seja, mais leve.
  • Outra dica interessante para quem quer escolher um vinho irrepreensível, é estar atento à classificação do vinho, uma informação que pode ser igualmente encontrada no rótulo. No caso dos vinhos portugueses, a designação de qualidade elevada é o VQRD/DOC (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada/Denominação de Origem Controlada); nos rótulos franceses consta o AOC (Appellation d’Origine Contrôlée) e nos italianos o DOC (Denominazione di Origine Controllata) e as DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita). Se estiver atento a um detalhe tão importante como este, ficará certamente bem servido!
  • Procure uma garrafeira ou loja gourmet com pessoas especializadas que possam ajudá-lo na escolha das suas primeiras garrafas ou na compra de um vinho para uma ocasião especial. Veja com calma, faça as perguntas que quiser e não desespere na busca de uma boa garrafa de vinho – a escolha deve ser o início dos muitos prazeres associados ao maravilhoso mundo dos vinhos. Porém, não deixe ninguém pressioná-lo durante o processo de escolha, obrigando-o a comprar esta ou aquela marca, ou a gastar mais dinheiro do que pensava.
  • Aproveite os convívios em torno de uma boa mesa (e vinho!) para trocar opiniões com familiares e amigos sobre os vinhos que tenham degustado nos últimos tempos e faça uma nota mental ou mesmo escrita daqueles que lhe parecem adequados ao seu gosto.
  • Mantenha uma lista dos vinhos que mais apreciou e, porque não, daqueles que definitivamente não quer voltar a comprar! Inclua notas sobre o que gostou mais e menos, a reacção das pessoas a quem foi servido e o preço. Com uma selecção pessoal e actualizada de vinhos aprovados e desaprovados, as próximas compras serão bem mais fáceis!
  • Mas não se limite à sua lista, sempre que possa vá experimentando vinhos de regiões, países ou anos diferentes… afinal de contas, se não come a mesma comida todos os dias, porque é que há-de beber sempre o mesmo vinho? Metade do prazer está no experimentar, até porque o vinho pode proporcionar-lhe viagens por todo o mundo!
  • Para se tornar num verdadeiro expert, existem várias ferramentas úteis que o possam orientar na magnífica aventura pelos sabores e aromas dos vinhos: desde revistas e sites especializados, passando pelos blogues, a experiências mais práticas, como os cursos de degustação de vinho ou as feiras e provas de vinho que já se realizam com alguma frequência um pouco por toda a parte, estando integradas no cada vez mais popular enoturismo.  
  • Por fim, já sabe: copos ao alto, saúde e bom proveito!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Vote nos 10 melhores destinos vinícolas para visitar

Herdade do Esporão vinha 2

Um conhecido site americano está neste momento a fazer uma votação para os 10 melhores destinos vinícolas para visitar e o nosso Alentejo está na lista dos nomeados. Podem votar uma vez por dia até dia 4 de Agosto. Seria uma grande mais valia ter o Alentejo como vencedor desta categoria! 


E o melhor vinho de Portugal é...


O concurso «Portugal Wine Trophy» distinguiu sete vinhos, quatro do Douro. La Rosa Reserve Tinto foi o vinho nacional mais pontuado.


O concurso de vinhos «Portugal Wine Trophy», que decorreu pela primeira vez em Portugal, distinguiu com o «Grande Ouro» sete vinhos, quatro dos quais produzidos no Douro, anunciou hoje a organização. 

O «Portugal Wine Trophy» foi organizado pela Deutsche Wein Marketing GmbH (DWM), teve o patronato da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e o apoio da Quinta da Boeira, em Vila Nova de Gaia, onde decorreu o concurso.

Entre os cerca de mil vinhos concurso de 21 países, foram ainda distinguidos com o «Grande Ouro» néctares produzidos na Alemanha, Áustria e Itália. 

Entre os premiados, destaca-se o vinho La Rosa Reserve Tinto que foi considerado «Best Portuguese Wine», o vinho português mais pontuado. 

Este produtor da Região Demarcada do Douro vai participar no «Asia Wine Trophy», na Coreia do Sul, com todas as despesas asseguradas, assim como no Food & Wine Festival em Daejeon. 

Também a Cooperativa Agrícola Santo Isidro de Pegões, que conquistou o prémio de Melhor Produtor acima de 25 hectares, e a Quinta da Raza, que foi consagrada com o prémio de Melhor Produtor abaixo de 25 hectares, poderão participar nestes concursos com as mesmas regalias.

O painel de júris foi constituído por 50 especialistas internacionais, espalhados por sete grupo, e presidido pelo português Bianchi de Aguiar.

Foram ainda atribuídas 228 medalhas de Ouro e 71 de Prata, tendo sido medalhados no total 306 vinhos dos 1.019 em concurso. Dos vinhos distinguidos, 108 são portugueses.

Fonte: tvi24 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Mula Velha Premium Tinto alcança prestígio nacional e internacional


Recentemente galardoado com a Medalha Grande Ouro no Concurso Vinhos de Portugal 2014, o Mula Velha Premium tinto, da região de Lisboa, continua a colecionar reconhecimentos de alto gabarito.
Os vinhos Mula Velha, produzidos pela Quinta do Gradil, um dos principais projetos da Parras, são um exclusivo para a cadeia de distribuição Modelo e Continente no mercado nacional. Apesar de ser uma marca relativamente recente (a primeira colheita foi a de 2012), o sucesso que tem alcançado tem sido surpreendente.
Com uma gama de vinhos composta por Mula Velha colheita branco e tinto, e Mula Velha Premium branco e tinto, esta marca acaba por fazer uma homenagem à mula, outrora considerada como braço direito do homem na agricultura. Este animal, muito utilizado em tarefas que requeriam força e resistência, como meio de transporte e para lavrar os campos, descende do cruzamento entre o burro e a égua, combinando as melhores características de ambos: a sobriedade, a paciência e o passo seguro do burro, com o vigor e a força da égua. 
A marca tem sido alvo de vários reconhecimentos da sua qualidade, e prova disso foi a recente medalha Grande Ouro pelo Concurso Vinhos de Portugal 2014 entregue no passado dia 29 de Maio, no Porto, ao Mula Velha Premium tinto. Este concurso, organizado pela ViniPortugal, contou com um júri de 6 elementos, todos de elevada reputação internacional (4 estrangeiros e 2 Portugueses).

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Palmela Wine Jazz

«Palmela Wine Jazz»<br>
Música e vinho animam Castelo de Palmela

Música e vinho animam Castelo de Palmela
Nos dias 26 e 27 de julho, o Castelo de Palmela é palco da primeira edição do “Palmela Wine Jazz”, a proposta ideal para as tardes longas de verão – música e bons vinhos para desfrutar num ambiente diferente e requintado.

A iniciativa abre as portas às 16 horas e, até às 21, a Praça de Armas do Castelo apresenta aos visitantes uma feira de vinhos da Península de Setúbal com um programa de provas comentadas pelos enólogos das adegas. Vários workshops de jazz acompanham a iniciativa.
A noite de sábado prolonga-se até às duas da manhã, com um concerto no terraço sul do Castelo. Junto à Casa Capelo, um Wine Bar permitirá degustar alguns dos melhores vinhos do mundo, com uma paisagem deslumbrante para a Serra da Arrábida e para o rio Sado.
Entrada livre.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Tavira: Festival Vinhos e Sabores



Vai estar pelo Algarve? Então dê um saltinho até Tavira e prove os vinhos do Festival de Verão Vinhos e Sabores, que decorre entre 10 e 13 de julho, no Jardim do Coreto, junto ao antigo Mercado do Peixe.

Inserido no programa cultural ‘Verão em Tavira 2014: Cultura e artes para todos’, esta é a primeira edição do festival e destina-se a todos os amantes de vinho e a turistas nacionais e estrangeiros que queiram experimentar os sabores, não só algarvios, mas de todo o País.

terça-feira, 8 de julho de 2014

AdegaMãe apresenta quatro monocastas brancos


A AdegaMãe, em Torres Vedras, acaba de lançar no mercado os quatro monocastas brancos que mais se destacaram na colheita de 2013, Alvarinho, Viosinho, Chardonnay e o estreante Sauvignon Blanc, cuja nota dominante é a frescura, resultante da influência atlântica, informa esta entidade em comunicado.

O AdegaMãe Alvarinho 2013 é um vinho que volta a demonstrar a mineralidade muito própria da região, enquanto o AdegaMãe Chardonnay 2013, fermentado exclusivamente em barrica, apresenta uma maior complexidade o que o torna num vinho ainda mais fiel à inspiração da Borgonha, afirma o responsável pela enologia da adega, Diogo Lopes.

Sobre o AdegaMãe Viosinho 2013, o especialista diz que as notas minerais e o ligeiro floral, conjugados com uma acidez muito interessante, tornam este vinho numa autêntica experiência refrescante.

Quanto ao AdegaMãe Sauvignon Blanc 2013, apresentado pela primeira vez, Diogo Lopes afirma que evolui para um lado muito vegetal e de grande frescura, mais a apelar ao seu lado francês, salientando que a fruta está presente, mas a mineralidade corta-lhe qualquer excesso por vezes notado nesta casta.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Filipa Pato, a defensora dos vinhos sem maquiagem



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Filha do renomado enólogo português Luís Pato, a herdeira que visitou a região sul neste ano defende que o vinho deve ser um produto natural e revela  que não se arriscaria a produzir no Brasil.

Formada em Química, a jovem enóloga portuguesa Filipa Pato usa seus conhecimentos na área para evitar o uso de químicos em seus produtos. “Para mim um vinho deve ser um produto natural. E para ter efeitos benéficos na saúde deve ser elaborado com essa filosofia na vinha e na adega”, defende. Na vinícola, Filipa prefere utilizar modos de cultivo antigos inspirados no tempo dos avós. Ainda que esse tipo de cultura seja mais dispendioso, Filipa não abre mão que seja feito assim. “A pureza da fruta e dos taninos que se sente nos nossos vinhos reflete exatamente esta forma de trabalho”, diz orgulhosamente. O modo de trabalho de Filipa também a impede de ter grandes áreas de vinho. Tanto é assim que, por ano, ela tem produzido cerca de 90 mil garrafas – 80% do total destinado ao mercado internacional.

Mesmo com poucos hectares destinados ao cultivo da uva, Filipa consegue colocar em prática o espírito experimentalista da família Pato. “Estamos fazendo vinhos fortificados de baga e os resultados são tão animadores que a região da Bairrada abriu os seus estatutos este ano a certificar este tipo de vinho. No primeiro ano que fizemos, o Espirito de Baga alcançou 90 pontos no Parker e foi considerado uma grande revelação pela crítica inglesa”, conta. Com o feito, Filipa conseguiu ressuscitar uma tradição. É que o Marquês de Pombal, quando denominou a região do Douro em 1756, proibiu todas as localidades ao redor de produzirem vinhos fortificados. Filipa afirma ter uma química especial com a baga que se tornou uma paixão da família que tem atravessado gerações. “Nossa persistência fez com que tenhamos hoje vinhas velhas de baga que é uma casta muito exigente, seja na viticultura, seja na vinificação. O saber empírico de geração em geração é fundamental para a evolução que temos tido. É a casta que melhor transmite os terroirs da região da Bairrada. E também a uva que dá longevidade aos tintos da Bairrada”, entusiasma-se apontando que, além da Baga, as variedades Pinot Noir e Nebiolo são referências para ela.

No campo das experiências, Filipa adiantou ao Cepas & Cifras que o melhor vinho feito por ela está por chegar ao mercado no próximo ano. “Nosso tinto 2013 foi o melhor produto já feito por nós. Foi uma colheita desafiadora, com maturação muito tardia. Passei um verão sem ir à praia para conseguir segurar a colheita. Estou muito feliz com o resultado, pois teremos ainda menos quantidade (de garrafas), mas a qualidade é a melhor que fizemos até hoje”, revela. O ano de 2014 também guardou para Filipa seu maior fracasso. “Produzimos um vinho branco fermentado em ânfora que era tão pouco [100 litros apenas] que depois acabou oxidando numa cuba de maior capacidade. Mas garanto que dentro de dez anos será um ótimo vinagre… Acredito que um bom vinagre deve ser feito de um bom vinho também”, argumenta.

Filipa, que já experimentou um vinho produzido na campanha gaúcha feita com castas portuguesas, revelou ao Cepas & Cifras, no entanto, que não se arriscaria a fabricar a bebida no Brasil. “Não tendo possibilidade de acompanhar o vinhedo durante todo o ano, não me aventuro a fazer um vinho no Brasil. Fazer vinho para mim não é só colher as uvas e seguir a vinificação, pois um grande vinho é feito na vinha”, diz Filipa que visitou Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre em fevereiro deste ano em uma promoção das importadoras Porto a Porto e Casa Flora. “Acho que o Brasil tem condições fantásticas para fazer outro tipo de bebidas. Adoro, por exemplo, a cachaça com palmito”, opina Filipa.


Fonte:Amanhã

domingo, 6 de julho de 2014

Cacho de uvas vendido no Japão por quatro mil euros

Cacho de uvas vendido no Japão por quatro mil euros


Um cacho de uvas de uma casta rara que só é cultivada no Japão foi adquirido num leilão por um valor recorde de 550 mil ienes (quatro mil euros), segundo a cadeia televisiva nipónica NHK.

O cacho com 34 uvas, que pesa cerca de 30 gramas, pertence à casta ruby roman que é cultivada apenas na província de Ishikawa, no oeste do Japão.

As uvas foram compradas por um operador de espaços para casamentos de Ishiawa, no primeiro leilão da temporada de 2014, que se realizou no mercado abastecedor de Kanazawa, a capital da província.

A NHK adianta que o preço recorde deste ano se deve provavelmente ao facto de a região ter registado mais horas de sol, o que melhorou a qualidade e aspeto do produto.

As uvas deste cacho tinham um diâmetro de mais de três centímetros.

A ruby roman, considerada a casta de uva de mesa mais cara do mundo, é vendida no mercado desde 2008, ano em que o primeiro cacho da temporada alcançou um preço de 100 mil ienes (720 euros).

Caracterizada pela sua intensa cor avermelhada e tamanho grande, os agricultores de Ishikawa esperam vender cerca de 16 mil cachos desta casta exclusiva até setembro, quando a temporada acaba.

Fonte:NHK 

sexta-feira, 4 de julho de 2014

OS VINHOS DO ALGARVE NO SUNSET SECRETS EM SILVES


A Rota e os Produtores de Vinhos do Algarve associaram-se à iniciativa do Município de Silves “Sunset Secrets - Quintas do Castelo”. Trata-se de um novo ciclo de eventos de promoção turistico-cultural a ter lugar no castelo de Silves, de 3 de julho a 18 de setembro. Ocorrerão sempre às quintas-feiras, entre as 18h30 e as 23h00.


Atravessar o rio Douro a nado e subir monte a cima por entre socalcos e vinhas

Image de Atravessar o rio a nado e subir monte a cima no Alto Douro Vinhateiro

Atravessar o rio Douro a nado e subir monte a cima por entre socalcos e vinhas até ao topo da Quinta das Carvalhas da Real 
Companhia Velha. O La Rosa/Carvalhas Hill Challenge é o desafio da Quinta de La Rosa para o próximo dia 12 de Julho.

Quinta de La Rosa, situada no Pinhão, no coração do Alto Douro Vinhateiro, promove esta interessante prova de resistência desde 1927 – ano do primeiro registo conhecido.
O La Rosa/Carvalhas Hill Challenge começa na Quinta de La Rosa – que os enófilos conhecerão seus vinhos premiados –, uma propriedade que pertence à família Bergqvist desde 1906, e “consiste numa etapa de travessia do Douro a nado com 200 metros, seguido de um up hill de 4 Km por entre socalcos e vinhas até ao topo da Quinta das Carvalhas da Real 
Companhia Velha”, explica a organização em comunicado.
Este ano, a organização do desafio quase centenário é partilhada pelas 2 casas e Jorge 
Moreira, enólogo da Quinta de La Rosa e da Quinta das Carvalhas é o “mastermind da edição 2014 da prova”.
Se não se está ver a dar uma de duro na montanha, saiba que para os menos resistentes a organização preparou uma Caminhada Familiar, em que “a travessia é feita pelo cais do Pinhão e pela ponte sobre o Douro, e a subida à Quinta das Carvalhas é feita pela estrada principal, nuns ‘suaves’ 7,5 Km”. Ao longo do percursos, haverá sempre o apoio de um autocarro panorâmico.
E não é só dar à sola. O “trajecto será orientado pelo técnico de viticultura da Quinta das Carvalhas, Álvaro Martinho, para assim enriquecer a experiência dos participantes desvendando os segredos da fauna, flora e história da Quinta”, sublinha a organização na mesma nota de imprensa.
A inscrição para o La Rosa/Carvalhas Hill Challenge, que tem um limite de 100 participantes, deve ser feita até 6 de Julho e tem um custo de 15 euros – valor que inclui dorsal, seguro de acidentes pessoais, t-shirt e suporte logístico. Quem preferir a Caminhada Familiar, poderá inscrever-se até ao próprio dia, sendo que a inscrição tem um valor simbólico de 3 euros (inclui seguro de acidentes pessoais e suporte logístico) e não há número limite de participantes.
Quem vencer o grande desafio será premiado com “um Bed & Breakfast com jantar no turismo rural da Quinta de La Rosa”. Já o segundo lugar será “agraciado com um almoço no Vintage Boat Pipa Douro” e o terceiro levará para casa 2 garrafas de vinho, “um La Rosa Reserva 2011 e um Carvalhas Branco 2011″.
No final das 2 provas, quem quiser poderá ficar para o almoço-convívio que terá lugar na Casa Redonda, no topo da Quinta das Carvalhas – a inscrição para a refeição custa 15 euros para maiores de 12 anos, os petizes não pagam.
Fonte:Porto24

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Península de Setúbal representa 17% dos vinhos portugueses exportados para Angola

Segundo informação da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS), responsável pela marca "Vinhos da Península de Setúbal", estes vinhos estão presentes em Angola "há muitas décadas" e têm vindo a "afirmar-se" neste mercado.
"Estes números justificam-se porque os vinhos da Península de Setúbal combinam na perfeição com a gastronomia angolana, circunstância a que não é alheia uma oferta de vinhos de excelente qualidade a preços muito justos", informou Henrique Soares, presidente da CVRPS, à margem de um evento promocional da marca em Luanda.
Agência Lusa
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