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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Portugal lança garrafas de vinho com rolhas inovadoras

Portugal lança garrafas de vinho com rolhas inovadoras

A Ervideira, produtor vitivinícola do Alentejo, vai ser a primeira empresa do mundo a vender garrafas com a inovadora rolha de cortiça Helix, em forma de espiral, que dispensa saca-rolhas. A inovação permite garrafas de abertura fácil em que basta usar o polegar e o indicador para retirar a rolha.
Trata-se da primeira inovação do séc. XXI para embalagens de vinhos. Recentemente apresentada à indústria vinícola internacional, em Bordéus (França), a inovadora rolha de cortiça faz o tradicional “pof” ao mesmo tempo que oferece uma abertura manual e fácil.
O produto foi desenvolvido através de uma sinergia entre a Corticeira Amorim e a empresa norte-americana Owens-Illinois. Desenhada para vinhos de consumo rápido, trata-se de uma rolha de cortiça ergonómica que dispensa o saca-rolhas: basta usar o polegar e o indicador para retirar a rolha da garrafa. 
A Helix preserva um vinho engarrafado por um período de dois anos. Além disso, depois de aberta pode ser de novo inserida na garrafa, de forma a conservar o vinho, esclarece o comunicado de imprensa da Corticeira Amorim. 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Imaginem - Inovação de Henrique Uva/ Herdade da Mingorra




O produtor de vinhos do Baixo Alentejo Henrique Uva/ Herdade da Mingorra desenvolveu um vinho com uma pegada de carbono menor do que a de um vinho comum. Segundo refere o produtor, o vinho «tem uma garrafa mais pequena e mais leve do que o normal para o seu segmento, um rótulo e contra-rótulo em papel reciclado, e uma rolha de cortiça natural com certificação FSC». O projeto de desenvolvimento do "Imaginem" apresenta algumas soluções e práticas culturais inovadoras que têm como objectivo reduzir e mitigar os gases de efeito de estufa decorrentes da prática vitivinícola.


O "Imaginem" é o primeiro vinho a obter, em Portugal, a certificação PAS 2050:2011 no âmbito da pegada de carbono e serviços. A PAS 2050 é uma norma internacional que regulariza metodologias para avaliação de emissões de gases de efeito de estufa, ao longo do ciclo de vida de um bem ou serviço, permitindo evidenciar a pegada de carbono resultante da sua produção.


O pioneiro "Imaginem" «é um vinho especial e distinto, com aroma a frutos maduros, de sabor concentrado e prolongado, que estagiou em madeira. A sua produção, com menos recursos e mais engenho, torna-o uma experiência única e sustentável, registando uma pegada de carbono significativamente menor do que a de um vinho comum», esclarece o produtor da Trindade, Beja.

domingo, 18 de maio de 2014

Estudo revela que vinho reduz risco de mortalidade


O consumo de vinho reduz o risco de mortalidade e o azeite virgem extra baixa a possibilidade de ocorrência de acidentes cardiovasculares, revela duas pesquisas da Universidade de Barcelona, no âmbito da dieta mediterrânica.  

O primeiro estudo, realizado pelo Grupo de Investigação de Antioxidantes Naturais da Faculdade de Farmácia da Universidade de Barcelona, incidiu particularmente sobre alimentos com polifenol, substâncias caracterizadas por terem um ou mais hidroxilas ligadas a um anel aromático, contidas no vinho e sementes.
Com a participação de investigadores da Universidade Rovira i Vergili, de Tarragona, o grupo de trabalho realizou uma segunda pesquisa, em pessoas com idades entre 55 e 80 anos, demonstrando que o consumo de azeite virgem extra reduz o risco de enfermidades cardiovasculares em pessoas com um risco alto.
A investigação concluiu que uma dieta rica em polifenol permite uma redução significativa na mortalidade com qualquer causa, não só devida a enfermidades cardiovasculares.
Lusa

terça-feira, 13 de maio de 2014

Herdade da Calada



O monte da Herdade da Calada apresenta características invulgares, pelo estilo excelência das suas edificações. O visitante encontrará para além de uma das mais modernas adegas de Portugal uma propriedade e um ambiente encantador.


As actuais edificações foram inicialmente estabelecidas pelos descendentes do Duque de Lencaster, que em 1854 criaram uma jóia no coração do Alentejo. Os actuais proprietários são um casal  de empresários Franceses, D.Maria e Sr.Jean Claude Penauille, que pretendem dar continuidade ao projecto, sempre orientado para a obtenção de produtos da mais elevada qualidade.

Visitas e provas de vinho:
De 2ª a 6ª Feira - Das 09.30 às 16.30 horas
Sábado e Domingo - Marcação prévia

NOTA: Aconselha-se marcação antecipada.

COORDENADAS GPS:
Lat.: 38.6792500º              Long.: -7.8471389º

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O vinho e o coração - Saúde Cardiovascular


O vinho tinto, consumido com moderação ajuda a manter o corpo e o coração saudáveis. O álcool e outras substâncias encontradas no vinho tinto, como os antioxidantes, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares aumentando os níveis de” bom “colesterol (HDL) e protegendo as artérias.

Estudos têm demonstrado que os antioxidantes, e em particular uma substância chamada resveratrol, encontrada no vinho tinto têm efeitos cardioprotectores.

Antioxidantes não são as únicas substâncias promissoras do vinho tinto.  O álcool no vinho tinto também parece ser saudável para o coração.  Vários estudos têm demonstrado que, em quantidades moderadas, pode beneficiar o seu coração.   O álcool aumenta o colesterol HDL (bom colesterol), reduz a formação de coágulos sanguíneos e ajuda a prevenir danos nas artérias causadas por níveis altos de HDL (mau colesterol).

O resveratrol reduz o colesterol “mau” e a inflamação dos vasos sanguíneos, e previne os coágulos no sangue. Mas o resveratrol também protege contra obesidade e diabetes, dois grandes factores de risco para doenças cardiovasculares.

Um estudo também revelou que o vinho tinto aumenta a saúde das células dos vasos sanguíneos. Estudaram 15 adultos saudáveis com uma média de idade de 29 anos que passaram a consumir 250 ml de vinho tinto todos os dias durante três semanas consecutivas.  Os participantes forneceram amostras de sangue no início e no fim do período de estudo para que pesquisadores pudessem avaliar a função dos vasos sanguíneos. Os investigadores concluíram que o consumo de vinho tinto durante 21 dias consecutivos, aumentou significativamente a função endotelial vascular, o que significa que melhorou a saúde das células que revestem os vasos sanguíneos, o que melhorou o fluxo sanguíneo e previne a aterosclerose.  Beber vinho tinto diariamente também ajudou a reduzir a morte celular ou o que é conhecido como apoptose.

Outras pesquisas revelaram que o vinho tinto aumenta a disponibilidade de óxido nítrico nos vasos sanguíneos.  As células endoteliais que revestem o interior dos vasos sanguíneos dependem de óxido nítrico para o vaso poder relaxar, o que ajuda na circulação sanguínea e reduz a hipertensão arterial.

Pessoas que bebem quantidades moderadas de álcool, incluindo o vinho tinto, parecem ter um risco menor de doenças cardíacas mas o abuso desta mesma substância tem efeitos nefastos para a nossa saúde.  O álcool pode ser viciante e em excesso aumenta o risco de hipertensão arterial, triglicéridos elevados, lesões hepáticas, obesidade, certos tipos de cancro, entre outros problemas.

Se tem insuficiência cardíaca ou um coração fraco, deve evitar ou limitar o álcool, dependendo da indicação do seu médico.   Também não deve beber álcool, se estiver grávida.  Se tiver dúvidas sobre os benefícios e os riscos do álcool, converse com seu médico e siga as recomendações específicas para o seu caso.

Beber moderadamente quer dizer em termos práticos, uma média de dois copos por dia para os homens e um copo por dia para as mulheres. O limite para os homens é maior porque os homens geralmente pesam mais e têm mais de uma enzima que metaboliza o álcool que as mulheres. Por isso beba o seu copo de vinho com prazer e desfrute do fim-de-semana sem culpa. Contudo não abuse.


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Turismo e vinho unem esforços para promover Portugal

Unir o turismo ao vinho para promover a marca Portugal como “um todo e de uma forma mais coerente” é o objectivo do protocolo assinado esta terça-feira, em Lisboa, entre o Turismo de Portugal e a ViniPortugal.
Esta parceria, que, Este “protocolo virado para a acção”, segundo João Cotrim de Figueiredo, presidente do Turismo de Portugal, na apresentação, pretende potenciar a promoção e a comercialização internacional do país enquanto destino turístico e produtor de vinhos através de acções conjuntas, sob as marcas VisitPortugal e Vinhos de Portugal, com referência a empresas de vinhos e de turismo nas iniciativas de promoção e comercialização.
A primeira iniciativa resultante desta parceria é o projecto Taste Portugal in London, que vai decorrer de Setembro de 2014 a Março do próximo ano, em alguns dos principais restaurantes londrinos. Este evento vai contar com diversas iniciativas com chefes portugueses, nomeadamente jantares que divulgam e promovem a gastronomia portuguesa junto de ‘opinion leaders’ deste mercado emissor.
Além da parte de promoção internacional, esta parceria entre as duas entidades vai abranger também a questão da formação profissional, estando prevista a integração dos Vinhos de Portugal em mostras e iniciativas de formação para jovens e profissionais do sector, bem como a estruturação da oferta enoturística nacional, identificando “Centros de Turismo de Vinho”. Para Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, este é uma “aposta na formação profissional, numa perspectiva de melhorar a qualidade do acolhimento”, sobretudo no que toca ao serviço de vinhos. 
Presente na assinatura do documento, José Diogo Albuquerque, secretário de Estado da Agricultura, enalteceu este protocolo estabelecido entre dois sectores que estão a crescer na economia portuguesa, reforçando que aguarda que “no futuro, Portugal seja um país de turismo e vinhos”. Também o secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, destacou que “o vinho é uma componente importante no nosso destino e já o é também na nossa promoção”, mas espera que este produto “entre de uma forma mais coerente na promoção da marca Portugal como um todo”.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Reserva Lagoa Tinto 2010


Parabéns à Única - Adega Cooperativa do Algarve pela sua Medalha de Prata no Concurso Internacional de Lyon!

O RESERVA LAGOA TINTO 2010, anteriormente medalhado com Prata no XII Concurso Internacional Selezione del Sindaco em Itália, foi colocado à prova no passado fim-de-semana na cidade de Lyon, "Concurso International de Lyon" e, prova superada "double Silver/Prata".

terça-feira, 1 de abril de 2014

Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço 2014


Foto: Está quase a chegar a grande festa do Alto Minho...marca já a tua presença.

A não perder de 25 a 27 de Abril de 2014, Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço, 20 anos a festejar consigo.

A Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço, constitui um momento alto para a promoção dos produtos de qualidade e das actividades com eles relacionadas, nomeadamente o turismo, a gastronomia e outros, bem como uma oportunidade única para a criação e consolidação de laços entre os agentes do comércio, os consumidores e a produção. 

quarta-feira, 26 de março de 2014

Adega Velha – Mourão

Alentejo autêntico na cozinha e nos cantares

Andreia Melo

Contam-se pelos dedos da mão os restaurantes no Alentejo onde pode acompanhar um prato típico regional, com um bom vinho da talha e sessões espontâneas de cantares alentejanos. São as cores de Mourão que lhe são servidas de bandeja na Adega Velha. E a preços de amigo.

Leve o nome à letra… É restaurante que foi adega e disso ainda tem as marcas. E maduro, para não dizer velho que não é bonito, é com certeza. Se comida serve há 22 anos, vinho produz há bem mais tempo que isso, há pelo menos um século.



Conhecer os cantos à casa

Da rua apenas uma singela tabuleta a dizer Adega Velha denuncia o local. Isso e, eventualmente, o miudinho das vozes alentejanas em convívio que deixa adivinhar o que ali se passa. E é, claro, convidativo. Ao passar a ombreira da porta, percebe que o corredor comprido distribui os comensais por quatro salas, cada uma mais caricata do que a outra.

Na primeira, encontra o balcão onde são servidos os licores caseiros, desde a ginjinha ao licor de poejo e o vinho da talha a copo. Não há mesas e as paredes estão cobertas de relógios, pratos de porcelana e quadros onde a temática da tauromaquia é recorrente. Não há ordem na arrumação de todos os objectos que cobrem as paredes. Mas a graça da sala vem, precisamente, desse caos.

Na segunda sala, há mesas a pensar nos casais e grupos pequenos que aparecem para o repasto. A particularidade desta sala é uma parede coberta de telefonias. Há-as para todos os gostos, grandes e pequenas, quadradas e redondas, espécimes dos anos 20 até à década de 80. 
Não conte é com elas para lhe dar música. Deixe esse assunto com o grupo de alentejanos que geralmente se encontra na primeira sala. Afinal de contas, parte da experiência da Adega Velha são os cantares alentejanos.

A terceira sala está preparada para receber grupos maiores. Aqui encontra apenas as mesas corridas de madeira e um móvel pesado onde é guardada louça antiga. Consegue vê-la através das portas vidradas. E consegue ver-se através do espelho gigante e palaciano que encobre uma das paredes da sala.

A quarta sala, rodeada de talhas em toda a volta é mais isolada e onde fica a única mesa redonda da casa.

No corredor ficam as talhas, as guitarras e ainda loiças. As paredes rugosas, caiadas a branco estão cobertas de memórias onde encontra todo o tipo de fait-divers, desde diplomas de prémios a jarras de latão. E o chão, tal e qual chão de adega, é de laje e desnivelado, a dar conta da passagem do tempo. É para que saiba que está numa casa vivida e com personalidade. 


Sabor a Alentejo

A adega sempre pertenceu à família Bação. Mas esteve sempre alugada a terceiros. Até que há aproximadamente 20 anos, o engenheiro Joaquim Bação a resolveu transformar em restaurante. E apesar da experiência de bom vivant pela capital e afins, optou por abrir uma espécie de taberna, onde os sabores são genuínos e as paredes contam histórias.

É por isso que opções na ementa, há poucas e boas. E todas elas são típicas, todas elas regionais. Para entradas, não falha nem o pão alentejano nem o queijo da região. As azeitonas e outros petiscos, como o chouriço e outros enchidos locais também se fazem notar. Mas não exagere. Há que deixar espaço para o verdadeiro repasto que se segue. 
No Alentejo come-se bem e o termo pratadas é adequado para o próximo passo da refeição. A comida vem servida em tachos de barro, bem a condizer com a tradição da terra, ainda a fumegar e de preferência com o cheirinho a cozinha da avó. De peixe, encontra apenas a sopa de cação, acompanhada pelo pão alentejano que vai molhando na sopa para ficar com o mesmo gosto.

Na carne, opte entre um cozido de grão, uma sopa da panela, um feijão com chouriço ou um lombo de porco preto assado no forno. E se preferir pratos de caça, em qualquer altura do ano, lá encontra na ementa a perdiz à Adega Velha ou a lebre guisada. Tudo regado a vinho da talha de produção própria.

Eis que percorreu toda a ementa da casa. Ou quase toda. Faltam-lhe as sobremesas. E como três é a conta que Deus fez, delicie-se com uma encharcada, um bolo rançoso ou um manjar real. E a conta não lhe vai ultrapassar os dez euros. Para fechar com chave de ouro, peça um dos licores da casa. Ajuda-lhe a digestão. 

sexta-feira, 21 de março de 2014

Enoturismo - Vale do Douro


O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.

#wine #winelover #vinhos #douro #travel

Alvarinho Soalheiro 2011


Com a chegada da Primavera, ficamos mais soalheiros!
Soalheiro é um verdadeiro clássico.
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.  

Alvarinho Soalheiro 2011 – álcool: 12,5% – Palha claro brilhante. Aromas florais (jasmim), toques cítricos num perfil que lembra Vinho Verde. Na boca frescor e mineralidade em absoluta harmonia. Um vinho elegante, de boa expansão no paladar e de invulgar longevidade na garrafa.

#wine #winelover #winemarket#vinhos 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Chá, vinho e cacau protegem o coração


O chá, o vinho e o cacau têm efeitos benéficos para o coração, de acordo com estudos apresentados no Congresso Europeu de Cardiologia, que decorreu em Munique, sob o tema “O coração do gourmet – uma relação agridoce?”.

Os cientistas descobriram no chá, no vinho e no cacau vários tipos de polifenóis diferentes (estruturas químicas), com propriedades antioxi­dantes.

De acordo com o investi­gador suíço Andreas Flammer, o cacau pode ter efeitos como uma redução da pressão arterial. O cientista adverte porém: chocolate não é igual ao cacau - este último deve ser consumido preferencialmente numa forma não processada, para que mante­nha as suas propriedades antioxidantes.

Por seu turno, o italiano Giovanni Gaetano garantiu que o consumo moderado de álcool, especialmente de vinho, reduz o risco de doenças cardiovasculares e a mortalidade relacionada com estas patologias.
Num estudo pros­pectivo holandês, verificou-se que o chá poderá evitar doenças cardíacas.

As conclusões destes estudos vêm reforçar outros estudos mais antigos, que apontam no mesmo sentido. O ideal é seres moderado(a) na tua alimentação. O chá é uma excelente fonte de antioxidantes, sendo hipocalórico e uma fonte de hidratação. Um copo de vinho tinto por dia protege o coração. Quando te apetecer um chocolate, opta por um chocolate com alto teor em cacau (mais de 70%) e estarás a contribuir para uma saúde de ferro.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Volta ao Porto em oito tascas imperdíveis


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A Invicta em oito paragens saborosas e familiares. Eis algumas tascas onde vale a pena provar o Porto.

Por José Augusto Moreira/Fugas 

Pastelão de sardinhas e iscas de bacalhau 
O fado é, por assim dizer, uma espécie de apêndice que deu notoriedade à casa, mas o mais importante é, como facilmente se constata à primeira vista, a dona Piedade. Daí que o nome oficial seja praticamente ignorado e o local quase sempre referido como a Adega da Piedade. É ela quem comanda o negócio, impõe o ritmo e, mais importante de tudo, toma conta da cozinha de onde saem deliciosos e diversificados petiscos que costumam atrair a clientela a partir de meados da tarde.

Toda a fama às francesinhas
A fama das francesinhas desta casa minúscula já correu mundo e há hoje quem venha dos quatro cantos do planeta com o objectivo marcado de as provar. A sanduíche que nos últimos tempos se converteu numa referência portuense, e foi já considerada por revistas internacionais como uma das melhores do mundo, tem no Bufete Fase um dos seus máximos expoentes, senão mesmo o maior. Assim o ditaram as escolhas organizadas por algumas publicações da moda, se bem que quase sempre com critérios de maior mediatismo que de objectividade. A clientela, essa, acaba, no entanto, por confirmar diariamente essas escolhas, fazendo pacientes filas para provar o pitéu.

Asseada e com muito mais do que sandes de presunto
Um enorme contra-senso, é o mínimo que se pode dizer. A verdade é que já nem é tasca, nem muito menos badalhoca. Mas o nome que à partida seria mais do que suficiente para afugentar qualquer tipo de clientela parece estar na base do enorme sucesso da casa. O nome, mas também o presunto que tornou famosas as suas sandes.

Queijo, pernil assado e as redes sociais
Um enorme sucesso que brotou das redes sociais e transformou o outrora pacato estabelecimento dos irmãos Guedes num local de visita quase obrigatória. Especialmente para os jovens viajantes em buscas de refeições simples e a qualquer hora do dia. O chamariz são as sandes de pernil assado, com as quais é possível acomodar o estômago por parcos 2,75 euros. 

Um cachorro quente muito original
A cerveja, fresca e borbulhante, e os originalíssimos cachorros explicam, por si só, todo o sucesso deste espaço improvável e de dimensões quase labirínticas, tal como a artéria vizinha ao Teatro Nacional de São João onde se situa. Balcão em meia-lua em cujos bancos se podem empoleirar, cotovelo com cotovelo, até 14 convivas, voltados para os dois coordenados funcionários que tudo fazem num espaço que dificilmente irá além dos dois a três metros quadrados. Um prodígio de eficiência e ritmo que só tem paralelo com a cadência com que os clientes cedem o lugar àqueles que nas suas costas esperam pela vez para serem servidos.

Presunto, broa de Avintes e vinhos de Baião
Este é um daqueles lugares onde não há margem para dúvidas. Espreita-se do meio da rua e a fila de cotovelos apoiados no balcão, tigela na outra mão e olhares que vagueiam entre o tecto e a televisão que brilha ao fundo da sala dizem quase tudo. Mais uma vez, os vinhos de Baião parecem gozar por aqui de grande fama, sendo anunciados mesmo que a origem não seja de todo comprovável.

No Bolhão, mas como se fosse na Bairrada
Leitão da Bairrada no Porto? Pois claro! Mesmo que isso ponha em causa a lógica do velhíssimo ditado que coloca Maomé a caminho da montanha e não ao contrário. Este é, digamos assim, o milagre de Nelson, que todos os dias (excepto aos domingos e segundas) faz de um pequeno espaço do mercado do Bolhão um cantinho da Bairrada, com leitão assado e espumantes como na versão original.

Cave minúscula e à moda antiga
Dá-se com ele, mas nem sempre será fácil. Meio escondido no topo nascente da Praça dos Poveiros, este buraquinho parece querer mostrar-se difícil na hora de saborear. A questão, para que não restem dúvidas, é que a inscrição com o nome só se revela quando abordamos os oito degraus que é preciso descer para este labiríntico estabelecimento de comes e bebes. Além da identificação, a inscrição revela tratar-se de uma "casa especializada em bons petiscos, bucho, papas, caldo verde, sandes, lanches e bons vinhos".
 
Veja mais propostas para uma rota das tascas do Porto no P3 (http://p3.publico.pt/vicios/gula)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

O Vinho


O Vinho

E, da parra espreitando o gesto insubmersível,
dizemos nele haver indícios penitentes
da líquida e casta sofreguidão. Impoluto,
o vinho recompensa os horizontes, desfigura
em tempo inverso da miséria o desconforto.
Eis do vinho
a breve e difusa tenção, o lento ardor.
Retirai do vinho o esquecimento —
resta um pasmo acre e sem memória.
Retirai-lhe o sono e a viola — oh, não restará
senão o impasse nu.
Não violeis jamais do vinho
a clara redenção. Respeitai sempre
o purpúreo consolo que o habita.
E, se acaso
a terra trabalhais em água e dor,
cultivai sempre o futuro incorruptível,
o sonho trasfegado
em vossos lagares manipulai,
por forma a oferecer sempre aos transidos
irmãos vossos
a vida re-habitada, o fresco e branco acto
de beber.

Poema de A. M. Pires Cabral,
poeta e prosador transmontano.

#wine #winelover #vinho

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Beber um copo com amigos faz bem à mente


Um estudo levado a cabo pelo Medical Research Council, no Reino Unido, revela que ir beber um copo com os amigos a um bar melhora a saúde mental dos homens. De acordo com as conclusões apresentadas, a partilha de uma rodada de bebida permite que os mesmos se sintam mais confiantes e falem sobre os seus sentimentos. 

A investigação teve por base a análise de vinte e dois indivíduos com idades entre os 28 e os 52 anos, oriundos do oeste da Escócia e distribuídos por quinze diferentes grupos, cujos hábitos de convívio variavam entre si. A cada um deles foi feito um inquérito e os resultados não podiam ser mais surpreendentes para os especialistas. 

Saiba mais AQUI.

Americanos rendem-se aos néctares da Quinta da Lixa


O vinho verde ‘Aroma das Castas Alvarinho Trajadura 2012’ da Quinta da Lixa foi um dos 50 vinhos eleitos por Joshua Greene, editor da prestigiada revista norte-americana Wine & Spirits, para integrar a lista dos “grandes vinhos portugueses para os EUA”. 

A lista foi elaborada depois da degustação de 600 vinhos portugueses e de diversas visitas a várias regiões vitivinícolas do País.
Os EUA são já o maior mercado de exportação dos vinhos da Quinta da Lixa, que registou um crescimento de 12% nas exportações para este mercado em 2013 face ao ano anterior.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Copos para vinho


Os copos de vinho tinto são geralmente maiores que os de branco porque os aromas do tinto são mais concentrados. Por essa razão, os tintos necessitam de mais espaço, ou seja, oxigénio para abrir e libertar as suas sensações.
 Mas, esta não é uma regra cega, já que hoje em dia se produzem brancos de grande qualidade, encorpados, untuosos, com um perfil aromático intenso.
 Por outras palavras, não existe nenhuma razão para que não se possam bebê-los num copo maior, geralmente reservados para os tintos. É tudo uma questão de gosto e de vinho!
 Em resumo, todos os copos para beber vinho devem ser leves, de pé alto, vidro fino, sem desenhos e com uma boca estreita para afunilar aromas.
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