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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Península de Setúbal representa 17% dos vinhos portugueses exportados para Angola

Segundo informação da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS), responsável pela marca "Vinhos da Península de Setúbal", estes vinhos estão presentes em Angola "há muitas décadas" e têm vindo a "afirmar-se" neste mercado.
"Estes números justificam-se porque os vinhos da Península de Setúbal combinam na perfeição com a gastronomia angolana, circunstância a que não é alheia uma oferta de vinhos de excelente qualidade a preços muito justos", informou Henrique Soares, presidente da CVRPS, à margem de um evento promocional da marca em Luanda.
Agência Lusa

quarta-feira, 28 de maio de 2014

The Yeatman une Estrelas Michelin e os melhores vinhos nacionais

Está fechada a lista de chefes Estrelas Michelin que vai protagonizar a terceira edição da Rota das Estrelas no The Yeatman. A última confirmação desta constelação de luxo foi Juan Amador, o Chef alemão com descendência espanhola que soma três Estrelas Michelin.
Nos dias 5, 6 e 7, o Porto recebe os melhores nomes da alta gastronomia. A terceira edição da Rota das Estrelas no hotel The Yeatman apresenta um elenco reforçado, com um galardoado conjunto de chefes Michelin. Mais de 30 produtores vínicos nacionais marcarão também presença, colocando os melhores vinhos portugueses lado a lado com o restrito círculo da cozinha de excelência.
O evento tem início no dia 5, sexta-feira, com um jantar À Mesa com os Chefes. Nesta noite participam cinco Chefes, todos com uma Estrela Michelin, que para além de confecionar um delicioso Menu de Degustação, vão sentar-se à mesa com os convidados, para partilhar ideias e opiniões. Marcarão ainda presença produtores vínicos nacionais que se juntarão ao convívio para explicar as harmonizações.
No sábado, a Rota das Estrelas revela-se numa Kitchen Party, onde os chefes vão cozinhar em frente aos convidados, num ambiente descontraído. Para esta festa estão convidados chefes de diferentes áreas, desde a pastelaria com o Chefe Rui Costa à cozinha japonesa com o Chefe Paulo Morais.
A última noite da Rota das Estrelas no The Yeatman, como já é tradição, será um Grand Finale. É o jantar mais exclusivo e sofisticado dos três dias e conta com a participação apenas de Chefes convidados galardoados com duas e três Estrelas Michelin. Para esta noite especial, o Chefe Ricardo Costa convidou Juan Amador***, do Amador, na Alemanha, Dieter Koschina**, do Vila Joya, em Albufeira, eleito como um dos melhores restaurantes do mundo, e Erlantz Gorostiza**, do MB, em Tenerife.
É a primeira vez que a Rota das Estrelas no The Yeatman recebe um Chefe distinguido com três Estrelas Michelin. Juan Amador tem descendência espanhola, uma origem que lhe serve de inspiração. Mas foi no sul da Alemanha que Juan nasceu, cresceu e se afirmou como Chefe de vanguarda. Em Mannheim abriu um restaurante com o seu nome – o Amador, local onde conquistou a terceira Estrela no Guia Michelin.
Devido à limitação de lugares e à elevada procura esperada, faça já a sua reserva para assegurar o seu lugar neste evento gastronómico do ano da cidade do Porto.
Fonte:The Yeatman 

terça-feira, 20 de maio de 2014

José Avillez abre o seu primeiro bar gastronómico


O "Mini Bar Teatro" é o primeiro bar gastronómico de José Avillez. Este novo espaço, localizado no Teatro São Luiz, promete animar os fins de tarde e as noites do Chiado oferecendo um novo conceito de entretenimento.

De Segunda a Sábado, a partir das 18h30, num ambiente confortável e intimista, José Avillez propõe uma Carta de Bar com Cocktails Especiais, Vinhos, Cervejas Artesanais e mais, e pequenas e variadas experiências gastronómicas repletas de sabor, surpresa e diversão que podem ser degustadas na zona de bar ou nas mesas reservadas para jantar.

Margaritas de maçã verde e Caipirinhas - não para beber, mas para comer. FerreroRocher de foiegras. Gambas do Algarve em ceviche servidas sobre uma rodela de lima com esfera de beterraba e topping de milho frito ou frango assado, como nunca o imaginou: numa pequena base crocante, cheia de sabor, com creme de requeijão fumado. Estas são algumas das surpresas que vai poder encontrar neste novo espaço.

Destaque ainda para os Menus de Degustação (Épico e Em Cartaz), que apresentam de forma completa o entretenimento proposto por José Avillez. No que toca a música também há novidades. As playlists do Mini Bar são preparadas por Vítor Silveira (akaRamboiage), DJ residente do Lux Frágil.

50 Best Restaurants in the World 2014


Gastroeconomy_50Best_S-Pellegrino1

50 Waku Ghin Singapore +65 6688 8507 marinabaysands.com
49 Coi San Francisco, USA +1 415 393 9000 coirestaurant.com
48 The Test Kitchen Cape Town, South Africa +27 21 447 2337 thetestkitchen.co.za
47 The Fat Duck Bray, UK +44 1628 580 333 thefatduck.co.uk
46 Le Calandre Rubano, Italy +39 049 630 303 calandre.com
45 Hof Van Cleve Kruishoutem, Belgium +32 9 383 58 48 hofvancleve.com
44 The French Laundry Yountville, USA +1 707 944 2380 frenchlaundry.com
43 Schloss Schauenstein Fürstenau, Switzerland +41 81 632 10 80 schauenstein.ch
42 Geranium Copenhagen, Denmark +45 69 96 00 20 geranium.dk
41 Quique Dacosta Dénia, Spain +34 965 784 179 quiquedacosta.es
40 Daniel New York, USA +1 212 288 0033 danielnyc.com
39 Piazza Duomo Alba, Italy +39 0173 366 167 piazzaduomoalba.it
38 L’Astrance Paris, France +33 1 40 50 84 40 astrancerestaurant.com
37 Restaurant André Singapore +65 6534 8880 restaurantandre.com
36 Mani São Paulo, Brazil +55 11 3085 4148 manimanioca.com.br
35 Martín Berasategui Lasarte-Oria, Spain +34 943 366 471 martinberasategui.com
34 Asador Etxebarri Atxondo, Spain +34 946 58 30 42 asadoretxebarri.com
33 Nihonryori RyuGin Tokyo, Japan +81 3 3423 8006 nihonryori-ryugin.com
32 Attica Melbourne, Australia +61 3 9530 0111 attica.com.au
31 L’Atelier SG de Joël Robuchon Paris, France +33 1 42 22 56 56 atelier-robuchon-saint-germain.com
30 Per Se New York, USA +1 212 823 9335 perseny.com
29 De Librije Zwolle, Netherlands +31 38 421 20 83 librije.com
28 Aqua Wolfsburg, Germany +49 5361 60 6056 restaurant-aqua.com
27 Le Chateaubriand Paris, France +33 1 43 57 45 95 lechateaubriand.net
26 Azurmendi Larrabetzu, Spain +34 944 558 866 azurmendi.biz
25 L’Arpège Paris, France +33 1 47 05 09 06 alain-passard.com
24 Amber Hong Kong, China +852 2132 0066 amberhongkong.com
23 Restaurant Frantzén Stockholm, Sweden +46 08 20 85 80 restaurantfrantzen.com
22 Vila Joya Albufeira, Portugal +351 289 591 795 vilajoya.com
21 Le Bernardin New York, USA +1 212 554 1515 le-bernardin.com
20 Pujol Mexico City, Mexico +52 55 5545 4111 pujol.com.mx
19 Fäviken Järpen, Sweden +46 647 400 37 favikenmagasinet.se
18 Astrid y Gastón Lima, Peru +51 1242 4422 astridygaston.com
17 Gaggan Bangkok, Thailand +66 2 652 1700 eatatgaggan.com
16 Steirereck Vienna, Austria +43 713 31 68 steirereck.at/restaurant
15 Central Lima, Peru +511 242 8515 centralrestaurante.com.pe
14 Narisawa Tokyo, Japan +81 3 5785 0799 narisawa-yoshihiro.com
13 Nahm Bangkok, Thailand +66 2 625 3388 comohotels.com/metropolitanbangkok
12 Vendôme Bergisch Gladbach, Germany +49 2204 42 906 schlossbensberg.com
11 Mirazur Menton, France +33 4 92 41 86 86 mirazur.fr
10 The Ledbury London, UK +44 207 792 9090 theledbury.com
9 Alinea Chicago, USA +1 312 867 0110 alinearestaurant.com
8 Arzak San Sebastián, Spain +34 943 278 465 arzak.es
7 D.O.M. São Paulo, Brazil +55 11 3088 0761 domrestaurante.com.br
6 Mugaritz San Sebastián, Spain +34 943 52 24 55 mugaritz.com
5 Dinner by Heston Blumenthal London, UK +44 207 201 3833 dinnerbyheston.com
4 Eleven Madison Park New York, USA +1 212 889 0905 elevenmadisonpark.com
3 Osteria Francescana Modena, Italy +39 59 210 118 osteriafrancescana.it
2 El Celler de Can Roca Girona, Spain +34 972 222 157 cellercanroca.com
1 Noma Copenhagen, Denmark +45 3296 3297 noma.dk 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Turismo e vinhos unidos para promover Portugal



O Turismo de Portugal e a ViniPortugal assinam hoje um protocolo de cooperação que permitirá aliar esforços de promoção quer do destino turístico, quer do vinho português, através da participação conjunta em ações de promoção no estrangeiro e de uma formação mais intensa sobre vinho nas escolas de Turismo.
"O protocolo vem reforçar uma colaboração que já tem vindo a existir em ações de promoção no exterior, onde o vinho e o destino Portugal surgem lado a lado e também nas presenças online de ambas as entidades", sublinhou João Cotrim, presidente do Turismo de Portugal.
Como exemplo de colaboração recente, o responsável apontou a participação no evento "Sabores de Portugal", que decorreu no Brasil, em setembro de 2012 e em junho de 2013. Quanto ao futuro, estão já agendadas uma série de iniciativas no âmbito do projeto Taste Portugal London 2014, que incluirá jantares gastronómicos na capital britânica com a assinatura de Luís Baena e Nuno Mendes, dois reconhecidos chefs portugueses com restaurantes em Londres.
"A Gastronomia e Vinhos é um produto estratégico do turismo português e está comprovado que complementa com muito sucesso a satisfação de quem visita Portugal, reforçando também o "bem receber" que nos carateriza", complementou.
No que respeita ao vinho, Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, um dos objetivos do protocolo é também "contribuir para um reforço da formação sobre Vinhos no canal Horeca [hoteis, restaurantes e cafés], pois temos a perceção que nem sempre a qualidade do serviço do vinho na restauração acompanha a qualidade dos nossos vinhos. Nota-se uma evolução muito positiva, mas há ainda muito trabalho a fazer”.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

1ª edição da Feira do Queijo e do Vinho de Faro


O Jardim Manuel Bívar, em Faro, vai ser palco da primeira edição da Feira do Queijo e do Vinho de Faro. Dois produtos pouco habituais nos certames gastronómicos algarvios e que entre os dias 24 e 27 de Abril irão fazer da cidade de Faro uma montra privilegiada para a sua promoção e divulgação.

Para além do queijo e do vinho, a 1ª edição desta feira irá contar também com a exposição e venda de vários produtos regionais de produção artesanal. Doces, mel, licores e enchidos, que se juntam aos protagonistas destes três dias de sabores. 


Fonte:C.M.Faro

sexta-feira, 18 de abril de 2014

"Jantares Guerrilha": O segredo não está na receita


Jantar fora sem saber com quem, o que vai comer e onde se vai realizar pode parecer improvável mas já fez parte do serão de vários portugueses. 
A companhia é desconhecida, o menu é surpresa e o lugar é secreto, mas esses parecem ser os ingredientes certos para atrair clientes aos primeiros jantares, onde o segredo não está na receita.
A única garantia que os convidados têm é que a Guerrilha vai estar à mesa e a luta vai ser de faca e garfo, num jantar singular organizado pela empresa dinamarquesa "Silver Spoon". Esta "agência de experiências gastronómicas" cozinha refeições e serve histórias à mesa - desta vez, conduzidas ao sabor dos prédios abandonados de Lisboa e do Porto.

Em cada jantar, uma receita artística

O projeto surgiu há cinco anos em Copenhaga, na Dinamarca, pelas mãos da norte americana Tiffany Ng e o que começaram por ser jantares com diferentes temas, chefs e menus a um preço acessível para jovens trabalhadores ou estudantes, são hoje eventos gastronómicos irreverentes espalhados pelas principais cidades da Europa.
Em cada jantar, uma receita artística ditada pelo conceito e espaço onde decorre. A iniciativa já ocupou uma igreja, um antigo bunker de guerra, uma garagem subterrânea, uma rua, um café, um museu e até uma livraria.
Em Portugal, o primeiro prato foi servido em janeiro e teve como palco a estação de metro do Terreiro do Paço, em Lisboa. Os próximos jantares foram marcados para a semana da Páscoa e não tem lugar à mesa quem planeia fazer jejum. 

Edifícios abandonados podem ter casa cheia

Num comunicado lançado pelo Grupo Thema Hotels, parceiro do evento, sabe-se que "durante o recente lançamento da Silver Spoon em Portugal, a equipa teve a oportunidade de constatar o vasto número de edifícios em ruínas e abandonados, parte da paisagem da cidade de Lisboa" e por isso, espera que esse tema seja o ingrediente principal das conversas à mesa e alertar com este jantar para a importância da manutenção do património português.
Apesar da participação ser feita por convite, a mesa não é para todos porque há um número limitado de lugares e a seleção dos membros é feita através de um sistema de lotaria. Os contemplados pela sorte grande vão disfrutar de um "Jantar Surpresa Gourmet" composto por um menu de cinco pratos e o custo é de 80 euros por pessoa, com vinhos incluídos.
Os jantares Guerrilha "ocupam" a invicta pela primeira vez no dia 18 de abril e prometem colocar durante dois dias, os edifícios abandonados com a casa cheia. 
Por Joana Inês Moreira - jpn@c2com.up.pt  

terça-feira, 1 de abril de 2014

Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço 2014


Foto: Está quase a chegar a grande festa do Alto Minho...marca já a tua presença.

A não perder de 25 a 27 de Abril de 2014, Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço, 20 anos a festejar consigo.

A Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço, constitui um momento alto para a promoção dos produtos de qualidade e das actividades com eles relacionadas, nomeadamente o turismo, a gastronomia e outros, bem como uma oportunidade única para a criação e consolidação de laços entre os agentes do comércio, os consumidores e a produção. 

Ameal inventa mercado ‘premium’ e biológico

Vinho biológico premiadíssimo, de Ponte de Lima. Vinho verde? Não exatamente. No dia em que o DN foi à Quinta do Ameal, Pedro Araújo tinha acabado de chegar da Escan­dinávia. Quase duas semanas pela Suécia, Noruega e Dina­marca para demonstrar (uma vez mais), prova a prova, restaurante Michelin a restaurante Michelin, como se pode fazer um vinho nobre, ultra-elaborado, numa “pequena” quinta de um país do fim da Europa – em Portugal.


Pedro Araújo
Pedro Araújo: “Da mesma forma que há música de alta-definição ou televisão de alta- -definição, também há alta-definição no vinho, e acho que aqui conseguimos ter essa alta-definição”

Traços típicos deste Minho/Portugal: Pedro tem para gerir 12 hectares de vinha e não quer muito mais. Sabe do que a sua vinha é capaz – ao estender o olhar a 360 graus, vê-a em todos os pontos.
É uma dimensão perfeita para controlar o processo to­do, sem adquirir matéria-prima a ninguém e assegurar cada um dos pontos de qualidade e estratégia definidas com o seu enólogo-consultor, Anselmo Mendes. A Quinta gera dez empregos, factura 200 mil euros e 40 a 50 mil garrafas por colheita, 60% das quais para exportação.
Voltemos à Suécia, onde esteve recentemente Pedro Araújo. O seu Ameal Special Harvest já está espalhado por mais de 30 restaurantes Michelin por toda a Europa, mas de Estocolmo trouxe mais uma pequena vitória: uma encomenda de 180 garrafas de meio litro que custam à saída de Portugal entre 30 a 40 euros para um dos três melhores restaurantes da capital sueca.
Pode parecer pouco para quem só está habituado a ouvir falar de milhões nos média, mas isto é ouro. Por duas razões: uma, a de que o valor por litro é provavelmente o mais alto obtido por uma garrafa de vinho feito no Minho a partir de uvas normalmente usadas em vinhos verdes ou Alvarinhos e cujo valor por litro é incomparavelmente inferior. Depois, porque o “Special Harvest” é pura inspiração: não se trata de um vinho para as refeições, mas uma espécie de vinho para sobremesas ou acompanhamento de queijos e doces. Não por acaso é produzido usando uvas passas, acompanhadas com extrema atenção durante alguns meses após a vindima, que produzem oito vezes menos quantidade do que se fossem destinadas a vinho comum. 
Convém revelar, entretanto, que há na Quinta do Ameal uma vantagem competitiva enorme. Está no ADN. Pedro Araújo pertence à família que liderou a Ramos Pinto, secularmente ligada ao vinho do Porto. Na verdade, a Quinta do Ameal, fundada em 1710, foi adquirida, em 1989, por Nuno Araújo, com parte do capital resultante da venda da histórica empresa de vinho do Porto Ramos Pinto aos franceses da Louis Roederer.
Até agora foram investidos mais de três milhões de euros na Quinta do Ameal e entretanto a nova geração – neste caso o filho, Pedro Araújo – reinventa o negócio a partir de outros conceitos. “A ideia de vinho verde é errada, porque todo o vinho é feito de uvas maduras”, tem dito repetidamente o empresário ao longo dos últimos  anos. Mas a sua crença no cluster do vinho português fá-lo dizer que, mais do que o sol ou a praia, o primeiro argumento para vender turismo português deveria ser o estupendo vinho que produzimos por cá.

Luxo no enoturismo associado à marca

Por essa razão, a Quinta do Ameal tem em fase de finalização oito alojamentos premium para turismo ligado ao prazer do vinho. São casas/suites, algumas delas duplex, onde é possível ter muitos metros quadrados de espaço para descansar, piscina biológica numa das nascentes da quinta e paisagens de vinha ao fundo, a perder de vista. Por perto há uma balaustrada com sombra para ler e cheirar flores, chuveiros ao ar livre para banhos de fim de tarde e, por fim, o rio Lima ao fundo.
Pedro Araújo acredita que os turistas e profissionais ligados ao vinho vão dar vida à quinta em estadas de semanas ou fins de semana. Provas gastronómicas, jantares temáticos com vinhos a rigor, passeios retemperadores e o extra de um bosque de árvores centenárias são os argumentos. Além disso, Pedro Araújo pensa que não terá melhor cartão-de-visita para jornalistas e clientes do que convidá-los a sentir in loco onde o vinho Ameal nasce.
O projeto do enoturismo, bem como muitos dos investimentos da Ameal, contaram com o apoio do Proder – Programa de Desenvolvimento Rural. Pedro Araújo pensa que, se tudo correr bem, o turismo pode acabar por gerar um volume de negócios anual que se aproxime do obtido pelo vinho. Es­ta complementaridade é o segredo de muitos dos projetos portugueses e casa bem com a nossa vocação: receber bem, reforçar a gastronomia, vender melhor o vinho. Demora anos, mas esta mudança está em marcha.

domingo, 30 de março de 2014

Vinho e comida


Se servir vários vinhos numa mesma refeição, deve começar pelo mais leve e fraco e acabar pelo mais forte e encorpado. O vinho que vai servir deve estar em harmonia com a comida que acompanha: os vinhos suaves devem acompanhar pratos pouco temperados e os vinhos fortes e encorpados convêm mais aos pratos pesados e temperados. 

JOÃO SEM VINHO o seu wine coach. 

sexta-feira, 28 de março de 2014

Peixe em Lisboa

Um dos maiores eventos gastronómicos do País em que os melhores "chefs" de cozinha celebram o Peixe e Marisco.



O Terreiro do Paço volta a receber o “Peixe em Lisboa”, o maior evento gastronómico nacional dedicado aos produtos do mar e rio, de 3 a 13 de Abril, no Pátio da Galé. Restaurantes, chefes de cozinha, aulas culinárias e mercado gourmet são a base desta iniciativa que enaltece os peixes e mariscos da costa portuguesa, conjugando-os com a criatividade de restaurantes e chefes de cozinha. 

Uma das nas novidades da 7.ª edição do “Peixe em Lisboa” é a colocação de um Auditório, na Praça do Comércio, equipado com cozinha de demonstração e plateia, que resulta num aumento de 140 lugares sentados, passando assim para um total de 526. 


Mais novidades sobre o programa da 7.ª edição serão anunciados em breve e também actualizadas em www.peixemlisboa.com

quarta-feira, 26 de março de 2014

Adega Velha – Mourão

Alentejo autêntico na cozinha e nos cantares

Andreia Melo

Contam-se pelos dedos da mão os restaurantes no Alentejo onde pode acompanhar um prato típico regional, com um bom vinho da talha e sessões espontâneas de cantares alentejanos. São as cores de Mourão que lhe são servidas de bandeja na Adega Velha. E a preços de amigo.

Leve o nome à letra… É restaurante que foi adega e disso ainda tem as marcas. E maduro, para não dizer velho que não é bonito, é com certeza. Se comida serve há 22 anos, vinho produz há bem mais tempo que isso, há pelo menos um século.



Conhecer os cantos à casa

Da rua apenas uma singela tabuleta a dizer Adega Velha denuncia o local. Isso e, eventualmente, o miudinho das vozes alentejanas em convívio que deixa adivinhar o que ali se passa. E é, claro, convidativo. Ao passar a ombreira da porta, percebe que o corredor comprido distribui os comensais por quatro salas, cada uma mais caricata do que a outra.

Na primeira, encontra o balcão onde são servidos os licores caseiros, desde a ginjinha ao licor de poejo e o vinho da talha a copo. Não há mesas e as paredes estão cobertas de relógios, pratos de porcelana e quadros onde a temática da tauromaquia é recorrente. Não há ordem na arrumação de todos os objectos que cobrem as paredes. Mas a graça da sala vem, precisamente, desse caos.

Na segunda sala, há mesas a pensar nos casais e grupos pequenos que aparecem para o repasto. A particularidade desta sala é uma parede coberta de telefonias. Há-as para todos os gostos, grandes e pequenas, quadradas e redondas, espécimes dos anos 20 até à década de 80. 
Não conte é com elas para lhe dar música. Deixe esse assunto com o grupo de alentejanos que geralmente se encontra na primeira sala. Afinal de contas, parte da experiência da Adega Velha são os cantares alentejanos.

A terceira sala está preparada para receber grupos maiores. Aqui encontra apenas as mesas corridas de madeira e um móvel pesado onde é guardada louça antiga. Consegue vê-la através das portas vidradas. E consegue ver-se através do espelho gigante e palaciano que encobre uma das paredes da sala.

A quarta sala, rodeada de talhas em toda a volta é mais isolada e onde fica a única mesa redonda da casa.

No corredor ficam as talhas, as guitarras e ainda loiças. As paredes rugosas, caiadas a branco estão cobertas de memórias onde encontra todo o tipo de fait-divers, desde diplomas de prémios a jarras de latão. E o chão, tal e qual chão de adega, é de laje e desnivelado, a dar conta da passagem do tempo. É para que saiba que está numa casa vivida e com personalidade. 


Sabor a Alentejo

A adega sempre pertenceu à família Bação. Mas esteve sempre alugada a terceiros. Até que há aproximadamente 20 anos, o engenheiro Joaquim Bação a resolveu transformar em restaurante. E apesar da experiência de bom vivant pela capital e afins, optou por abrir uma espécie de taberna, onde os sabores são genuínos e as paredes contam histórias.

É por isso que opções na ementa, há poucas e boas. E todas elas são típicas, todas elas regionais. Para entradas, não falha nem o pão alentejano nem o queijo da região. As azeitonas e outros petiscos, como o chouriço e outros enchidos locais também se fazem notar. Mas não exagere. Há que deixar espaço para o verdadeiro repasto que se segue. 
No Alentejo come-se bem e o termo pratadas é adequado para o próximo passo da refeição. A comida vem servida em tachos de barro, bem a condizer com a tradição da terra, ainda a fumegar e de preferência com o cheirinho a cozinha da avó. De peixe, encontra apenas a sopa de cação, acompanhada pelo pão alentejano que vai molhando na sopa para ficar com o mesmo gosto.

Na carne, opte entre um cozido de grão, uma sopa da panela, um feijão com chouriço ou um lombo de porco preto assado no forno. E se preferir pratos de caça, em qualquer altura do ano, lá encontra na ementa a perdiz à Adega Velha ou a lebre guisada. Tudo regado a vinho da talha de produção própria.

Eis que percorreu toda a ementa da casa. Ou quase toda. Faltam-lhe as sobremesas. E como três é a conta que Deus fez, delicie-se com uma encharcada, um bolo rançoso ou um manjar real. E a conta não lhe vai ultrapassar os dez euros. Para fechar com chave de ouro, peça um dos licores da casa. Ajuda-lhe a digestão. 

terça-feira, 25 de março de 2014

Tapa de sardinha de escabeche


Há alguma alma milagrosa... que envie uma garrafa de vinho???

Sangue na Guelra - Chef Carlos Fernandes

Digam olá ao Carlos Fernandes, o chef de pastelaria do restaurante M.B. em Tenerife, Espanha. Ele é um dos nossos cúmplices na noite de 6 de Abril e está preparado para vos deixar de boca aberta. 

 Say hi to Carlos Fernandes, the pastry chef from M.B. restaurant in Tenerife, Spain. He's one of our accomplices for the April 6th evening and is ready to surprise you.

Chef Carlos Fernandes SG 2014 from Sangue na Guelra on Vimeo.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Comidas do Mundo para degustar

Foto: Bom dia :D
10 Cozinhas, 10 Chefs, 10 Experiências. Este é o desafio da 1.ª edição do evento gastronómico Comidas do Mundo.
O evento "pretende democratizar o conceito de cozinha de autor ao reunir num único local e em simultâneo o público e alguns dos melhores chefs nacionais que, com distintas inspirações dos países, irão apresentar as Comidas do Mundo", diz a organização.
Comidas do Mundo arranca dia 20 de fevereiro às 18h (até às 24h). Nos dias 21, 22, 23 e 24 de fevereiro o evento começa às 12h30.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Vinho e comida


Foto: Another great bacon dish from chef Rachel! Mussels, crispy bacon, chili flakes, in white wine. Pairs perfectly with our St Rey Chardonnay! #sacbaconfest #revolutionwines

Se servir vários vinhos numa mesma refeição, deve começar pelo mais leve e fraco e acabar pelo mais forte e encorpado. O vinho que vai servir deve estar em harmonia com a comida que acompanha: os vinhos suaves devem acompanhar pratos pouco temperados e os vinhos fortes e encorpados convêm mais aos pratos pesados e temperados. 


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Guia de Restaurantes com Vinho do Porto



O novo Guia de Restaurantes com Vinho do Porto já está disponível no Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP). 


Este guia é publicado pelo IVDP e a publicação INTER - Magazine de Gastronomia e Restauração na sequência da 8ª edição do Concurso Gastronomia com Vinho do Porto, realizada em 2013.

O guia de Restaurantes com Vinho do Porto pode ser adquirido na loja do IVDP no Porto, na Ribeira, e no Solar de vinho do Porto, no Bairro Alto, em Lisboa.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Os vinhos e a gastronomia portuguesa

A gastronomia portuguesa tem uma grande variedade de sabores, cores, e apresentações, com uma escolha bastante diversificada e de alta qualidade em termos de alimentos e vinhos para degustar maravilhosas refeições.
O nosso país tem uma vasta gastronomia com uma história de séculos, fazendo o nosso maior orgulho, assim como o dos nossos chefes de culinária e enólogos. Através da geografia de Portugal, iremos conhecer pratos típicos e daremos a devida relevância aos vinhos de cada região. De facto, a qualidade de uma refeição está estreitamente ligada à qualidade do vinho que a acompanha. 
Portugal apresenta de Norte a Sul uma extensa gama de vinhos, desde o verde, de uma apetitosa frescura, até ao porto, o mais generoso do Mundo.
A região do Minho oferece um excelente e saboroso vinho verde. O tinto acompanha na perfeição o eterno e conhecido Serrabulho confeccionado com carnes de porco frescas e sangue de porco cozido com batatas cozidas. Os vinhos brancos verdes, pelo grau alcoólico mais baixo e servindo quase de “refresco”, darão um sabor especial aos aperitivos de fins de tarde no Verão, com mariscos ou até com leves entradas de barbecue. Depois de passar à mesa, poderá saborear os vinhos brancos da região com umas Amêijoas à Bolha Pato, ou até mesmo uns camarões tigre grelhados com molho de manteiga ligeiramente picante. 
Mariscos cozidos vão bem com vinho branco leve, acídulo ou com vinho verde branco.
O Arroz de Lampreia desta região também poderá ser servido com um vinho tinto jovem.
Em Trás-os-Montes poderá apreciar os maravilhosos vinhos bem frutados, com um saboroso Coelho à Transmontana, ou umas Trutas do Rio Cávado num belo restaurante típico da região. O famoso Cozido à Portuguesa irá também combinar deliciosamente com um vinho tinto Transmontano.
Os brancos desta região, menos acídulos e menos jovens combinam com gratinados ou cozinhados gordos, ervas aromáticas e especiarias. Podemos pensar numa vitela assada com umas belas batatas e uns grelos ou um polvo assado no forno.
A região do Douro é conhecida pela sua tradição vinícola, assim como pelo seu saboroso Cabrito Assado no Forno, acompanhado de um bom vinho tinto.
A região mais difícil de cultivar, com encostas bem escarpadas divide-se mais ou menos em 50% vinho de região demarcada e outros 50% vinho do Porto. Os grandes vinhos do Douro estagiam em pipas de carvalho francês entre 9 e 18 meses o que lhes confere um paladar de prova único. “Pica no chão” com um tinto aromático e encorpado numa escarpa virada para o rio Douro é um prazer único que não se deve deixar para amanhã.
Esta fabulosa região também é conhecida pelo seu saboroso vinho rosé. Este tipo de vinho é um excelente acompanhante para petiscos antes da refeição, é claramente um óptimo vinho de esplanada. Mas as suas virtudes não se esgotam aqui, uma vez que combina com pratos ligeiros de Primavera e Verão, massas, ou saladas frias. 
A gastronomia desta região é tão vasta quanto os vinhos que ali se produzem.
Na tradição e cultura portuguesa “emblema”, Vinho do Porto, mundialmente conhecido e cuja grande parte da produção nacional é exportada. Os vinhos do Porto são geralmente doces, mas existem também alguns secos. São apreciados em aperitivos e para acompanhar sobremesas, mas também são utilizados na confecção de alguns pratos tipicamente portugueses, na maior parte das vezes para refrescar os molhos. 
Junto de uma lareira, poderá apurar o paladar com um vinho do Porto e um saboroso queijo ou frutos secos do nordeste português. 
A região do Dão caracteriza-se pela excelência dos seus vinhos tintos. De facto, a Chanfana combina com vinho tinto velho, aveludado, com um bom "bouquet", por ser mais redondo e aveludado. Da mesma forma como o famoso Arroz de Cabidela de Cabrito casar-se-á harmoniosamente com um vinho tinto novo, pelo seu sabor fresco e floral.
Mais a norte, a Serra da Estrela tem para oferecer o que de melhor se faz em termos de queijos, e apreciam-se com um excelente vinho tinto da região do Dão.
O conhecido Bife à Portuguesa, confeccionado com uma boa carne vermelha de novilho frito em azeite, alho e louro é regado por um gostoso vinho branco no final juntamente com umas gotas de vinagre e um pouco de manteiga e servido com batatas cozidas. Este delicioso Bife à Portuguesa requer um vinho tinto encorpado mas com alguma juventude que permita realçar o bouquet. O ideal será um vinho da casta Touriga Nacional do Dão ou do Douro.
Bairrada e o seu famoso Leitão acompanhado geralmente por umas batatas fritas estaladiças combinam com um espumante natural. Aliás os espumantes vão bem com tudo, está na moda, começar e acabar uma refeição sempre com a mesma companhia “um espumante natural “. 
A zona litoral é mais conhecida pelo mar que traz até às nossas mesas peixe fresco. De facto, certos aperitivos, peixes e Caldeirada de Peixe e até mesmo algumas sobremesas mais fortes da região de Tentúgal pedem vinhos brancos das castas locais, Maria Gomes e Bical, mais frutados e com baixa acidez.
A sardinha assada e o bacalhau da Figueira da Foz, comem-se lindamente à beira mar, com um vinho tinto novo encorpado, com alguma adstringência ou um espumante. 
Um pouco mais para o interior podemos deliciar-nos com um típico Carré de Borrego, e o seu leve molho de mostarda que casa muito bem com uma bela baga da Bairrada.
Mais a sul, na região Ribatejana, as Terras do Sado de Palmela, oferecem a casta castelão ou periquita (vinho tinto) que são óptimos para apreciar com o queijo de Azeitão. Os vinhos brancos ricos e frutados por crescerem numa zona bastante quente, conduzem-nos a uma bela esplanada de Sesimbra para saborear um espadarte grelhado e umas trouxas-de-ovos.
Em Setúbal, poderá saborear vinhos doces, tal como o Moscatel, vinhos macios e perfumados que vão ganhando vida com os anos. Estes vinhos são adequados para servir com sobremesas, ou beber como digestivo entre duas refeições. 
A região de Setúbal também é conhecida pelo seu famoso vinho rosé de Lancers. O rosé deve ser encarado como um refresco. Por essa razão deve ser leve, não deve ter graduação alcoólica elevada, deve ser um vinho leve na boca, com boa acidez e que apetece beber mais. O vinho rosé é apreciado pela sua leveza, frescura, sabor frutado e ligeiramente “pétillant”, um sabor único e preferido que oferece uma sofisticação simples, sensual e transforma qualquer situação num momento especial.  
O nosso famoso Bacalhau com as suas mil e umas maneiras de o cozinhar, é geralmente, acompanhado de vinho branco, se for cremoso, e com vinho branco mais seco se for confeccionado no forno, de maneira a compensar a gordura. O Bacalhau à Lagareiro ou Frito em azeite deverá ser servido com um vinho tinto encorpado.
Nas planícies Alentejanas, os vinhos são mais gordos, mais ricos e aveludados para acompanhar a tradicional caça, que depois se transformará em carne no forno. A Carne de Porco à Alentejana e a Vitela Alentejana requerem vinhos tintos encorpados e com bouquet. A tradicional Sopa de Cação, casa de uma forma correcta com o Antão Vaz (casta de vinho branco). Quanto aos Petiscos Alentejanos, estes podem ser provados com vinhos brancos mais jovens, menos carregados de aromas de maneira a não confundir os paladares, Chardonnay ou Sauvignon.  
No Algarve, poderá apreciar os vinhos brancos algarvios, essencialmente da zona de Lagoa, com marisco fresco, Camarão cozido, Percebes ou até umas Lulas grelhadas na esplanada de restaurante de Portimão, junto a uma bela praia. 
Um bom pargo no forno deve ser servido com vinho branco mais seco, encorpado e capitoso.
No que diz respeito aos vinhos tintos, estes acompanham harmoniosamente as carnes brancas e legumes grelhados. 
Quanto às belas saladas algarvias com orégãos, combinam com vinho tinto.
Como aperitivo, o melhor é um Madeira Seco, que nos pode estimular o apetite para a refeição. Como digestivo, e para terminar a refeição deverá servir-se uma aguardente vínica ou bagaceira.
Todos estes vinhos e gastronomia representam a forma de ser e estar dos portugueses e dos valores a eles ligados – alegria de viver, sol, luz, cor, prazer, bem-estar, cultura e história, geografia, carácter, integridade e muito mais!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Mercado de Campo de Ourique


Mercado de Campo de Ourique - Lisboa
Um projeto novo em Portugal que pretende trazer mais vida à cidade de Lisboa e reavivar a tradição do bairro de Campo de Ourique.

Pra conhecer a cultura de um país ou região, não basta visitar museus e monumentos: uma das melhores formas é visitar os mercados públicos!

A nossa maior riqueza, os nossos produtos!
Pequenos Produtores Portugueses. Em defesa dos consumidores e dos produtos nacionais.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Os 10 Restaurantes e Chefes Preferidos de 2013


Teve lugar no novíssimo Vestigius – Wine Bar, a gala dos "10 Preferidos Restaurantes e Chefes" da Mesa Marcada, o blog de Gastronomia mais prestigiado e mediático do nosso país. Um júri de 79 elementos, de chefes a outros profissionais da restauração, de autores e jornalistas de gastronomia a gastrónomos conhecidos no meio, elegeu os melhores restaurantes e chefes de Portugal.  

Lista Completa - Restaurantes 2013  

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