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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A vida é cor-de-rosa no Algarve!


VIDA NOVA Rosé 2013 - Adega do Cantor 
Bi-varietal de Syrah e Aragonez, com intenso aroma a bagas maduras, com sugestões de framboesa, mirtilo e groselha.

No palato é intenso e frutado com grande presença de frutos de verão.

Sir Cliff Richard, conheceu e apaixonou-se pelo Algarve há mais de 40 anos. O seu sonho de plantar uma vinha nesta sua propriedade Quinta do Moinho, foi a inspiração para os vinhos Vida Nova, em cuja produção ele próprio está envolvido. Quando está em Portugal é habitual vê-lo com as mãos sujas na vinha ou mesmo a pisar uvas na adega.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

"Sunset Parties" com vinho alentejano


A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana lança a 1ª edição das Sunset Parties Vinhos do Alentejo, uma iniciativa que tem como objetivo de dar a conhecer os vinhos da região.Os eventos, que decorrerão até 23 de agosto em diversas praias portuguesas.

Dia 8 - Bar Marquês, Porto Covo Dia 9 - Restaurante da Praia, Praia da Arrifana
Dia 10 - Hotel Rural Aldeia da Pedralva, Sagres
Dia 14 - Rest Le Club, Grande Real Santa Eulália Resort, Praia de Stª Eulália
Dia 15 - Side Bar, Tivoli, Marina Vilamoura
Dia 16 - Aqualounge, Tivoli Portimão

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Monte Seis Reis Syrah 2008


Um monocasta a partir da casta Syrah.
Monte Seis Reis VinhosRegião: Estremoz – Alentejo/Portugal 

Enorme surpresa para o mercado nacional, um Syrah vindo de Estremoz, com uma personalidade incrível.

NOTAS DE PROVA:
Cor: Cor bastante pronunciada.

Aroma: Boa concentração aromática com frutos pretos maduros e especiarias.

Paladar: Sabor intenso, macio e elegante, com taninos robustos e grande persistência final.

Ideal para acompanhar caça, queijos e assados. Deve ser servido à temperatura de 16 a 18ºC e se possível decantado.

Evolução positiva durante 7 a 10 anos, se conservado em local fresco, escuro e a garrafa deitada.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Maçanita "Irmãos e Enólogos" Tinto 2012


Um sonho, uma região, um vinho. De caracter vincado e personalidade própria, António e Joana fizeram um vinho “à Maçanita”.

Aroma bem composto, com fruta madura muito jovem e exuberante, notas de rebuçado. Dá uma boa prova de boca, repetindo a exuberância aromática, mais sério no final com alguma garra de tanino. Um grande vinho do Douro.

Castas: Touriga Nacional e Tinta Roriz. Teor Alcoólico: 15,0% 

António e Joaninha Maçanita, irmãos enólogos que fazem parte desta geração de ouro de grandes enólogos portugueses. Partiram para o Douro com um objectivo comum, fazer vinhos de qualidade! Nesta primeira colheita de 2011, temos um tinto com duas castas com grande expressão no Douro.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Mula Velha Premium Tinto alcança prestígio nacional e internacional


Recentemente galardoado com a Medalha Grande Ouro no Concurso Vinhos de Portugal 2014, o Mula Velha Premium tinto, da região de Lisboa, continua a colecionar reconhecimentos de alto gabarito.
Os vinhos Mula Velha, produzidos pela Quinta do Gradil, um dos principais projetos da Parras, são um exclusivo para a cadeia de distribuição Modelo e Continente no mercado nacional. Apesar de ser uma marca relativamente recente (a primeira colheita foi a de 2012), o sucesso que tem alcançado tem sido surpreendente.
Com uma gama de vinhos composta por Mula Velha colheita branco e tinto, e Mula Velha Premium branco e tinto, esta marca acaba por fazer uma homenagem à mula, outrora considerada como braço direito do homem na agricultura. Este animal, muito utilizado em tarefas que requeriam força e resistência, como meio de transporte e para lavrar os campos, descende do cruzamento entre o burro e a égua, combinando as melhores características de ambos: a sobriedade, a paciência e o passo seguro do burro, com o vigor e a força da égua. 
A marca tem sido alvo de vários reconhecimentos da sua qualidade, e prova disso foi a recente medalha Grande Ouro pelo Concurso Vinhos de Portugal 2014 entregue no passado dia 29 de Maio, no Porto, ao Mula Velha Premium tinto. Este concurso, organizado pela ViniPortugal, contou com um júri de 6 elementos, todos de elevada reputação internacional (4 estrangeiros e 2 Portugueses).

terça-feira, 1 de julho de 2014

Degustando vinhos brancos portugueses






Dos países históricos produtores de vinho, Portugal é o mais negligenciado

Outros países que há 25 anos eram pouco reconhecidos por sua produção passaram a fazer parte da economia globalizada do vinho: Grécia, Áustria, uma Hungria revigorada. França e Itália sempre foram destaque, mas regiões menos conhecidas dentro de ambos os países têm sido elogiadas. O mesmo acontece com a Espanha.

Mas Portugal? O vinho do Porto sempre vai ter o seu nicho, assim com o vinho da Madeira. Porém, quando o assunto são os vinhos regulares, Portugal continua a ser amplamente negligenciado, e muitas vezes de maneira injusta.

De certa forma, isso acontece porque os portugueses costumam se recusar a dar destaque a uvas internacionais populares, como cabernet sauvignon, chardonnay, merlot e sauvignon blanc, priorizando suas inumeráveis ofertas nativas.

Essa internacionalização, infelizmente, foi outrora uma fórmula de eficácia comprovada para atrair atenção em escala mundial. Mas o foco passou a ser aquilo que é distintamente local, e, felizmente, os entusiastas americanos do vinho podem ter passado do ponto de caírem nas graças de um cabernet de 100 pontos de Portugal.

Pode ser também que a língua portuguesa coloque alguns obstáculos para os americanos, que podem compreender intuitivamente que, digamos, o "bianco" da Itália e o "blanco" da Espanha são os vinhos brancos, mas talvez não consigam dar o mesmo salto linguístico quando confrontados com "branco". Frequentemente, quem é confrontado com tais termos não familiares costuma continuar a buscar algo mais reconhecível.

Entre os vinhos portugueses, duas exceções cativaram a imaginação dos americanos, mas são casos especializados. O primeiro é o Vinho Verde, o vinho branco vibrante de preço acessível do noroeste de Portugal, que parece ter adentrado o zeitgeist associado a um clima quente, vendendo muito bem nosEstados Unidos nos últimos anos. Mas ele não passa de um prazer inócuo, visto geralmente como uma bebida refrescante de verão.

O segundo é o vinho de Colares, um dos mais fascinantes do mundo, mas produzido apenas em quantidades mínimas. As videiras crescem em solos arenosos e, portanto, são imunes à filoxera, o voraz afídeo que ataca as raízes das videiras europeias clássicas, fazendo com que quase todas tenham que ser enxertadas em porta-enxertos americanos. Em vez disso, as videiras dos vinhos de Colares crescem sobre suas próprias raízes. São vinhos verdadeiramente maravilhosos, elegantes, mas intensos, com potencial para envelhecer por décadas. Mas as vinhas têm travado uma difícil batalha pela terra com os bairros residenciais dos arredores de Lisboa, e em breve podem se extinguir.

Os especialistas em vinho da minha equipe de degustação não ignoram Portugal. Fazemos incursões regulares, ainda que não muito frequentes, pelos seus vinhos tintos - sendo que a mais recente foi pelos tintos do Douro, a histórica região portuária, em 2012. Mas nunca tinha me ocorrido fazer uma degustação de vinhos brancos portugueses. Antes de eu pensar realmente a respeito, essa degustação não me parecia tão interessante.

Mudei de ideia depois que Matt Kramer, colunista do Wine Spectator, rasgou elogios a alguns vinhos brancos que tinha encontrado em Portugal. Um deles, escreveu Kramer, poderia ser facilmente confundido com um Chassagne-Montrachet caso ele o tivesse provado em uma degustação cega; um erro, ressaltou ele, que teria sido "quase que um insulto ao caráter de um vinho".

Já tinha ouvido algumas outras pessoas louvando a qualidade dos vinhos brancos portugueses recentemente, e concluí que valeria a pena investigá-los. Assim, convoquei minha equipe, que se reuniu para provar 20 vinhos de safras recentes, na esperança de fazer bons achados entre os rótulos.

Na degustação, Florence Fabricant e eu fomos acompanhados por Pascaline Lepeltier, diretor de vinhos no Rouge Tomate e mestre sommelier recém-formado que viajou recentemente a Portugal, e Todd Wernstrom, distribuidor de vinhos cuja empresa, a Ice Bucket Selections, não trabalha com vinhos portugueses.

Não posso dizer que chegamos a sentir a emoção de uma descoberta, embora eu tenha achado os vinhos agradáveis e intrigantes. Como acontece frequentemente no caso dos vinhos tintos portugueses, todos os brancos foram feitos a partir de uvas portuguesas nativas, mas nenhum nos pareceu especialmente distinto ou único, como o carricante do Monte Etna ou o furmint da Hungria. Um bom número dos vinhos de nossa lista foi feito à moda moderna, fermentado em tanques de aço e engarrafados ainda jovens para preservar o frescor e os aromas.

Nossa primeira garrafa, um vinho Luís Pato, da região de Beira Atlântico, de 2012, tinha seguido esse estilo. Produzido com a Maria Gomes, a mais comum uva branca de Portugal, também conhecida como Fernão Pires, ele estava delicioso, acidulado, picante, herbáceo, bom para se beber quando ainda é cedo. Custando apenas 13 dólares, foi o vinho de melhor relação custo/benefício de nossa degustação. Vai muito bem como companheiro neste verão aqui nos Estados Unidos.

Outros vinhos passaram algum tempo em barris e se prestam mais facilmente ao envelhecimento, como a nossa terceira garrafa, do branco da Quinta de Foz de Arouce, de 2012, que descobri ter sido o vinho que chamou a atenção de Kramer. O que ele havia provado, porém, era o de 2010, com dois anos a mais de envelhecimento, o que sugeriu a comparação com os vinhos da Borgonha.

O vinho da safra de 2012, feito exclusivamente com a uva cerceal (que não têm relação com a sercial, ingrediente dos vinhos Madeira), nos pareceu vivaz, frutado, complexo, com sabor herbáceo e o tipo de textura convidativa proporcionada pelo processo de envelhecimento em barris – principalmente barris antigos, que não conferem sabores. Fiquei ansioso para beber esse vinho daqui a alguns poucos anos. Tendo custado 37 dólares, ele também foi um dos mais caros da degustação.

Outras garrafas dignas de nota foram a segunda, do rico e carnudo Quinta do Sagrado do Douro de 2012, uma mistura de quatro uvas fermentadas em tanques de aço; a quarta, do Vadio, de Bairrada, na região próxima ao litoral Atlântico, de 2012, um vinho pouco rústico, agradavelmente amargo; e a quinta, de um refrescante Casa de Mouraz do Dão, do interior de Bairrada, também de 2012, feito exclusivamente da uva encruzado.

Eu não me atreveria a oferecer conclusões definitivas após essa degustação, já que esses vinhos certamente nos convidam a continuar pesquisando. Não tenho dúvidas de que vão motivar mergulhos mais profundos, especialmente nas regiões mais promissoras para os vinhos brancos, que parecem ser as áreas costeiras de Bairrada e Beira Atlântico, além do Douro.

Posso dizer que se você gosta dos mais conhecidos vinhos brancos italianos, muitas das garrafas menos caras dessa degustação vão lhe proporcionar uma sensação semelhante de fresco seco e frutado. Se você gosta de tipos mais complexos de vinho, como, atrevo-me a dizer, o Borgonha branco, uma garrafa de vinho envelhecido em barril, como o Foz de Arouce, pode se mostrar intrigante.

É justo dizer que a indústria portuguesa do vinho está passando por uma transição, buscando se concentrar em vinhos que podem ser comercializados em todo o mundo. O que isso significa para os vinhos brancos do país? Ainda vamos descobrir.

Resumo da degustação

Luís Pato Beira Atlântico Maria Gomes 2012 (Melhor relação qualidade/preço)

2 1/2 estrelas

Sabores cítricos acidulados, com notas herbáceas e picantes e uma textura convidativa. 13 dólares.

Quinta do Sagrado Douro 2012

2 1/2 estrelas

Rico e carnudo, com aromas de damasco, pêssego e melão. 16 dólares.

Quinta de Foz de Arouce Vinho Regional Beiras Branco 2012

2 1/2 estrelas

Vivaz e texturizado, com sabores prolongados de melão, frutas cítricas e ervas. 37 dólares.

Vadio Bairrada 2012

2 1/2 estrelas

Agradavelmente rústico, com sabores prolongados de frutas cítricas, ervas e frutas tropicais com um leve amargor.

17 dólares.

Casa de Mouraz Dao Encruzado 2012

2 1/2 estrelas

Refrescante e pouco complexo, com sabores cítricos picantes. 17 dólares.

Niepoort Douro Redoma 2012

2 estrelas

Não é particularmente aromático, mas é suculento, substancioso e tem uma textura agradável. 28 dólares.

Quinta do Perdigao Dão Encruzado 2011

2 estrelas

Acidulado, com um amargor intrigante. 20 dólares.

Álvaro Castro Dão Encruzado DAC 2011

2 estrelas

Equilibrado, com sabores de frutas tropicais. 25 dólares.

Duorum Douro Tons 2012

2 estrelas

Leve, agradável e refrescante. 13 dólares.

Quinta do Passadouro Douro Passa 2011

2 estrelas

Aromas e sabores de ervas, especiarias e melão. 15 dólares.

O que significam as estrelas:

As classificações, de até quatro estrelas, refletem a reação da equipe aos vinhos, que foram degustados com os nomes e as datas ocultos. Os vinhos representam uma seleção que costuma estar disponível em boas lojas do ramo e restaurantes, bem como na internet. Os preços são os praticados por lojas da região de Nova York.

Coordenador da degustação: Bernard Kirsch



domingo, 22 de junho de 2014

Três Vinhos para a Seleção Portuguesa de Futubol


Escolhemos três vinhos para comemorar a vitória da nossa seleção.

Terra D'Alter Reserva, Tinto 2011 
Rozés, Porto Tawny, 40 anos
Quinta das Marias Touriga Nacional Reserva, Tinto 2011, 

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9 vinhos portugueses para comprar e guardar.


Comprar, guardar e apreciar. Esta é a ordem da conceituada revista norte-americana Wine Enthusiast, que na lista Top Cellar Sellection escolheu nove vinhos portugueses.
Quinta do Noval 2011 Nacional Vintage Port, em 1.º lugar (100 pontos)
Taylor Flagdate 2011 Vintage Port, em 10.º lugar (97 pontos)
Quinta do Vesúvio 2011 Capela Vintage Port, em 15.º lugar (98 pontos)
Wine & Soul 2009 Pintas Character, em 19.º lugar (95 pontos)
. Warre"s 2011 Vintage Port, em 25.º (96 pontos)
. Niepoort 2011 Vintage Port, em 31.º (95 pontos)
Passarela 2009 Casa da Passarela O Oenólogo Vinhas Velhas Tinto, em 42.º lugar (94 pontos)
.Quinta da Romaneira 2009 Reserva, em 76.º lugar (94 pontos)
Sogrape 2009 Quinta dos Carvalhais, em 89.º lugar (94 pontos).
Este número de vinhos coloca Portugal em 4.º lugar na selecção de 100 vinhos para guardar da Wine Enthusiast, atrás dos principais países produtores EUA, França e Itália.

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Covela Escolha branco 2013 - Escolha da Semana





Tony Smith e Marcelo Lima da Quinta da Covela, estão de parabéns!
O jornalista inglês e o empresário brasileiro são os responsáveis por um dos melhores brancos para este verão.

Complexo na boca, muita fruta branca, notas de vegetal verde. Fresco e complexo, acidez fina, envolvente e rico em sugestões florais. Muito bem estruturado, grande mineralidade no final longo. Vai evoluir bem na garrafa.


Região: Regional Minho
Castas: Avesso, Chardonnay entre outras
Produtor: William, Smith e Lima
Enólogo: Rui Cunha
Preço: €16


Foram feitas 13 000 garrafas. Apresenta uma boa complexidade, muito texturado e macio. 

Ótimo para acompanhar entradas variadas, mas revela-se na totalidade quando combinado com pratos de peixe e marisco. 
Dica: perfeito para peixes nobres, como robalo ou cherne com molho de manteiga.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

China e Rússia novos mercados para o vinho do Dão



Depois dos EUA, Brasil, Angola, Moçambique e União Europeia, os produtores de vinhos do Dão apostam agora também na Rússia e China, onde já vendem um milhão de garrafas.

São produzidos por ano cerca de 40 milhões de litros de vinho do Dão, dos quais 40% a 50% são certificados com Denominação de Origem Protegida (DOP) Dão e 35% da produção é para exportação, explica Arlindo Cunha, presidente da Comissão Vitivinícola da Região (CVR) do Dão.
"Estamos a olhar para novos mercados, como China e a Rússia. A nossa aposta é no preço e na qualidade. Oitenta por cento das exportações do vinho do Dão destinase aos mercados tradicionais. Mas já vendemos para a China um milhão de garrafas, já temos uma forte presença", sublinha.
A modernização das práticas vitícolas na região está a ser reconhecida pela crítica. Arlindo Cunha frisa que na edição de 2014 do Concurso Nacional de Vinhos, organizado pela ViniPortugal, a região demarcada do Dão obteve três medalhas de "grande ouro", cinco medalhas de "ouro" e 11 medalhas de "prata". "O Dão soube preservar as castas portuguesas, com destaque para Touriga Nacional (tinta) e Encruzado (branca)", sustenta Arlindo Cunha.
Para promover a Rota do Vinho do Dão, realiza-se na próxima sexta-feira e sábado, em Lisboa, a primeira edição do "Dão Capital - Mostra de vinhos e iguarias". O palacete Henrique de Mendonça, da Nova School of Business and Economics, junto ao centro comercial El Corte Inglés, acolhe provas, degustações e workshops.
Na mostra vão estar presentes 32 produtores de vinho e de iguarias regionais, como enchidos, queijo da serra, frutos e compotas, mel, chocolates de Viseu, cogumelos, maçãs bravo-de-esmolfe e doçaria de Vouzela. 

Dão, Alentejo e Porto são os melhores do ano


O Concurso Vinhos de Portugal já escolheu os Melhores do Ano nesta edição de 2014, coroando um tinto do Dão (Quinta das Marias Touriga Nacional) como melhor Varietal, um Porto (Rozés Tawny, 40 anos) na categoria de Fortificados e um tinto do Alentejo (Terra d’Alter Reserva) entre os vinhos de lote (com mais do que uma casta). Um total de 1070 vinhos foram submetidos à avaliação de um júri internacional (75 jurados portugueses, 25 estrangeiros), sob a égide da ViniPortugal.

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terça-feira, 17 de junho de 2014

Região do Dão exibe qualidade dos vinhos em mostra


A produção no Dão baixou no ano passado "cerca de 5%", em comparação com 2012, mas a comissão vitivinícola regional aposta no aumento da qualidade para promover em Lisboa a mostra de vinhos e sabores 'Dão Capital'.

"A produção está mais ou menos estável", garantiu à agência Lusa o presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão, Arlindo Cunha, após a apresentação da mostra "Dão Capital", a 20 e 21 de junho.


Na região são produzidos "40 a 45 milhões de litros por ano" e a quebra de "cerca de 5%" em 2013 foi largamente compensada com o aumento da qualidade, acrescentou o também vitivinicultor e antigo ministro da Agricultura.

Do total de vinho produzido na região, a CVR contabiliza que entre 40 a 50% seja certificado com denominação de origem protegida (DOP) ou indicação geográfica protegida (IGP).

A modernização das práticas vitícolas na região traduz-se no crescente reconhecimento pela crítica. Arlindo Cunha sublinhou que, na edição de 2014 do Concurso Nacional de Vinhos, organizado pela ViniPortugal, a região demarcada do Dão obteve três medalhas de "grande ouro", cinco medalhas de "ouro" e 11 medalhas de "prata".

O reconhecimento foi mais longe no caso do vinho Quinta das Marias, Touriga Nacional Reserva, Tinto 2011, também classificado entre "Os melhores do ano", enquanto melhor varietal.

Além deste vinho produzido na Quinta das Marias por Peter Eckert, as outras medalhas "grande ouro" foram atribuídas a Pedra Cancela, Tinto 2011, de João Paulo Gouveia, e a Casa da Passarella, Branco 2013.

O presidente da CVR notou que o Dão soube preservar as castas portuguesas, com destaque para Touriga Nacional (tinta) e Encruzado (branca). A casta tinta mais emblemática do país é originária da região, apesar da notoriedade alcançada no Douro, salientou.

O enólogo e vereador do Desenvolvimento Rural na Câmara de Viseu, João Paulo Gouveia, notou que "o vinho é um dos mais importantes produtos da diferenciação do território" e que a casta Touriga Nacional assume particular relevo na região.

Para promover a Rota do Vinho do Dão, realiza-se na sexta-feira e sábado, em Lisboa, a primeira edição do "Dão Capital - Mostra de vinhos e iguarias". O palacete Henrique de Mendonça, da Nova School of Business and Economics, junto ao centro comercial El Corte Inglés, acolhe provas, degustações e "workshops".

A parte da manhã, entre as 10:30 e as 13:30, está reservada para profissionais, com abertura ao público das 16:00 às 21:00.

Na mostra vão estar presentes 32 produtores de vinho e de iguarias regionais, como enchidos, queijo da serra, frutos e compotas, mel, chocolates de Viseu, cogumelos, maçãs "Bravo de Esmolfe" e doçaria de Vouzela.

O programa apresenta às 11:00 as provas comentadas Vinho do Dão Encruzado com Queijo Serra da Estrela, por Osvaldo Amado (dia 20), e Vinho do Dão Touriga Nacional com Queijo Serra da Estrela, por Carlos Lucas (21). No sábado, às 18:00, Rui Falcão orienta o "workshop" sobre "Vinhas e Vinhos do Dão".

A mostra, que pretende ser anual, é promovida pela CVR do Dão, em parceria com o Turismo do Centro, a Comunidade Intermunicipal de Viseu, Dão e Lafões, Câmara de Viseu e Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).

Fonte:Lusa 

domingo, 15 de junho de 2014

10 vinhos portugueses entre os 100 melhores do mundo

Na selecção de vinhos lusos, os da região do Tejo estão em maioria, mas os do Alentejo e do Douro, Património Mundial de Humanidade, têm o seu destaque entre milhares.

O vinho verde da Quinta da Aveleda, colheita de 2012, foi eleito o segundo no ranking da revista "Wine Enthusiaste" dos 100 melhores vinhos para se comprar. Existem mais nove marcas portugueses a figurar na lista dos melhores vinhos em termos de qualidade/preço, selecção liderada pelo tinto Bordeaux (2011). 

A revista especializada em vinhos elege o Quinta da Aveleda como o segundo melhor, entre os milhares avaliados, em termos de qualidade/preço. Aparece descrito como “seco e delicioso”, um vinho “frutado e refrescante”, que custa 6,5 euros (9 dólares). 

O Casaleiro 2012 ficou na 12.ª posição, seguido do Azul Portugal (2008) da Bairrada, que conquistou a 16.º lugar entre os 100 melhores. 

Na selecção de vinhos lusos, os da região do Tejo estão em maioria, mas os do Alentejo e do Douro, Património Mundial de Humanidade, têm o seu destaque. E não é coisa pouca, já que a Wine Enthusiaste analisou milhares de vinhos de todo o mundo. 

Desses, 922 foram considerados boas compras, e apenas 100 deles os melhores para comprar. 

A relação qualidade/preço, bem como a disponibilidade de compra e o grau de álcool foram os critérios utilizados para elaborar a lista dos 100 melhores. 

Dez melhores vinhos para comprar: 

2- Quinta da Aveleda 2012 (Douro Litoral) 
12- Casaleiro 2012 Reserva Touriga Nacional-Castelão-Trincadeira (Tejo) 
16- Azul Portugal 2008 (Bairrada) 
20-Cooperativa Reguengos de Monsaraz 2012 (Alentejo) 
29- Catarina, da Quinta da Bacalhôa, 2011 (Península de Setúbal) 
40- Quinta do Portal 2010 Mural Reserva (Douro) 
45- Fiuza 2011 Premium Touriga Nacional-Cabernet Sauvignon (Tejo) 
57- Quinta do Casal Monteiro 2009 (Tejo) 
74- Casa Cadaval 2010, Vinha Padre Pedro (Tejo) 
86- Herdade do Esporão 2011 (Alentejo)

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Vinhos portugueses trazem 325 medalhas de Londres


Apenas Itália e França conquistaram mais medalhas do que Portugal na 45ª edição do concurso de vinhos e bebidas espirituosas International Wine and Spirit Competition (IWSC) que decorreu este mês em Londres.

Este ano, os vinhos portugueses conquistaram mais 10 medalhas do que em 2013, ano em que arrecadaram 315 galardões, trazendo para casa 10 medalhas de ouro excecional, 11 medalhas de ouro, 32 de prata excecional, 117 de prata e 155 de bronze, num total de 325medalhas



.

Apenas Itália e França ficaram à frente do nosso país, naquele que é um dos concursos de vinhos e bebidas espirituosas mais antigo da Europa. A entrega dos prémios de 2014 vai decorrer no dia 12 de Novembro, no salão Guild Hall, em Londres. 


Consulte AQUI a lista completa dos vencedores.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Monte da Ravasqueira Vinha das Romãs 2011


Em 2002, tomou-se a decisão de arrancar um conjunto de romãzeiras que ocupavam uma área de cerca de cinco hectares para se plantar vinha. Pretendia-se que o sucesso de maturação das romãzeiras pudesse transmitir-se na qualidade das uvas das castas Syrah e Touriga Franca, então plantadas naquela parcela que passou a chamar-se Vinha das Romãs. No entanto, algo de diferente foi observado durante todas as colheitas. Por mero acaso, simples conjugação de factores, ou simplesmente pelas características inerentes ao terroir, esta vinha revelou uma concentração e um nível de maturação único em toda a área de vinha do Monte da Ravasqueira. Na colheita de 2011, passados dez anos da plantação inicial, encontramos o perfeito equilíbrio entre as duas castas e conseguimos isolar as melhores zonas de cada casta que melhor transmitem a singularidade e perfil deste vinho.

Castas
Syrah (70%) e Touriga Franca (30%), provenientes de pequenas zonas dos cinco hectares, exprimem uma selecção de forma a traduzir com precisão a maturação única e elegante desta vinha.


Nota de prova
Cor encarnada escura com densidade opaca. Perfil austero e fechado a pedir tempo no copo. Nariz com frutos pretos, chocolate preto, mirtilos, especiarias e muito mineral. Na prova, é firme no ataque com taninos sólidos, finos e elegantes, com notas de ameixas, polpa de romã, tabaco, chocolate e muito mineral. Com frescura mentolada, revela-se um tinto cheio de profundidade, longo e mineral. Grande potencial de guarda em garrafa, para o período 2014-2024.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

50 Grandes Vinhos Portugueses do Master Sommelier Hendrik Thoma.

O mercado alemão conheceu hoje a selecção dos 50 Grandes Vinhos Portugueses do Master Sommelier Hendrik Thoma. Após ter sido hoje divulgada em Frankfurt, no Kameha Suite Taunusanlage 20, a lista será revelada na próxima quarta-feira, dia 04 de Junho em Hamburgo, a partir das 11h30, no Atlantic Kempinski Hotel An der Alster 72-79.

Hendrik Thoma foi convidado pela ViniPortugal para liderar o lançamento da apresentação dos 50 Grandes Vinhos Portugueses, guiado pelo sucesso alcançado no Reino Unido, Estados Unidos e Brasil. Conquistar o público consumidor, trade e líderes de opinião para o vinho português é o objectivo prioritário da iniciativa que pretende fortalecer a notoriedade e o conhecimento dos Vinhos de Portugal no mercado alemão. 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Bafarela Grande Reserva 2011



Bafarela Grande Reserva é um vinho que exprime, no seu melhor, a elegância de uma das especialidades da Casa Brites Aguiar. Uma edição limitada apresentada somente em anos de excepção.  

Notas de prova:
Cor intensa e carregada. Aroma distinto de grande intensidade e complexidade com notas florais. Na boca tem boa amplitude e precisão, sedutor, com fruta evidente muito focado no floral, apresenta uma boa estrutura com taninos densos mas finos. Impôe-se na prova mais pela sua frescura do que pela sua concentração, o final é longo, sedutor e persistente.

Castas:
Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.

Sugestões de Consumo:
Bafarela Grande Reserva é um vinho surpreendente que ganha em ser aberto algum tempo antes de ser consumido. O seu perfil elegante e complexo combina idealmente com boas carnes, caça e queijos intensos. Se guardado alguns anos, é natual que venha a formar sedimentos na garrafa, devendo ser aberto com cuidado e decantado para melhor apreciação. Servis entre os 16º-17ºC.

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Vinho: uma riqueza da Companhia das Lezírias



A Companhia das Lezírias é a maior herdade do país com mais de 18 mil hectares. Tem quase 180 anos pois foi constituída em 1836, na sequência da implantação do Liberalismo em Portugal, pela rainha D. Maria II, com propriedades até aí pertencentes à Igreja, à Coroa ou às Infantas. Foi então vendida em hasta pública a particulares por dois contos de réis. Em 1975 foi nacionalizada, atravessou crises profundas, levantou a cabeça e volta agora a mostrar uma pujança digna de aplauso... e lucros na sua exploração. 

António Saraiva, presidente da Companhia das Lezírias contou-nos que a empresa, que tinha como principal actividade económica a cultura do arroz, tem cada vez mais o vinho como uma importante fonte de receitas, tendo o ano passado já atingido os valores do arroz, seguida pelos produtos florestais, pelo bovinos e carne e pelo milho. As receitas em 2013 ascenderam a 4,8 milhões de euros, mais 0,8 milhões do que em 2012, com o vinho a apresentar um crescimento de 34% e um volume de vendas superior a um milhão de euros. 


Bernardo Cabral, enólogo da casa, explicou que as referências foram reformuladas, passando apenas a existir 3 níveis (antes havia 16 referências). 

Os novos Tyto Alba (nome científico da coruja das torres), é uma homenagem a esse simpático pássaro que ajuda a manter a propriedade livre de ratos e outras pragas roedoras.


01. tyto Alba Branco 2013 – 5,20€ Fernão Pires fermentado em madeira com um toque de verdelho. Aroma frutado (fruta branca (melão), com notas de frutos secos e da tosta da barrica. Na boca é volumoso, bem maduro, surgindo notas de alperce. Boa acidez. Álcool 13%. Foram feitas 6600 garrafas.

02. tyto Alba tinto 2011 – 6,20€ Um lote de touriga nacional, touriga franca e alicante bouschet que nos dá um leve perfume a violeta da touriga nacional, um leve mentolado do alicante e a boa estrutura da touriga franca. Vinho que alia a estrutura a uma boa elegância. Cheio na boca, boa acidez e bom equilíbrio da madeira. Estagiou em barricas usadas de carvalho francês e americano. Boa relação qualidade preço.

03. colheita tardia 2008 – 10€ Uvas da casta síria atacadas de podridão nobre (botritis cinerea) vindimadas em final de Outubro. Fermentação em depósitos de inox e envelhecimento de 6 meses em barricas novas de carvalho francês.
Boa complexidade aromática com notas de mel, casca de laranja e figos. Tem um bom volume de boca  e uma doçura muito equilibrada. Muito fresco, tem um final longo. Para acompanhar fois-gras, queijos salgados, ou porque sim. 

Por António Mendes Nunes

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Boa Memória Branco 2013




O Boa Memória Branco 2013 é um dos vinhos produzidos por o Monte Seis Reis Vinhos no Alentejo (Estremoz) e dispensa grandes apresentações ou floreados à sua volta, é um vinho fresco, jovem e com uma boa presença da fruta.

Nota de prova
Vinho com alguma complexidade, cor interessante e com aromas a fruta em evidência, no paladar. Com alguma acidez mostra-se fresco e jovem e muito aromático.

Ideal para acompanhar mariscos, peixes grelhados, aves e saladas.
Deve ser servido a uma temperatura de 10-12º C.


O Monte Seis Reis possui uma área de vinha que se estende ao longo de 50 hectares, onde são produzidas as principais castas da herdade: Aragonez, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Trincadeira Preta, Touriga Nacional Arinto, Antão Vaz, Viognier e Alvarinho. Mais recentemente foram introduzidas as castas Petit Verdot e Tannat.

A adega faz parte da Rota dos Vinhos do Alentejo e o complexo de enoturismo possui várias salas, nomeadamente a sala-museu Seis Reis com a história dos seis monarcas e a da região de Estremoz, a sala de Arte com exposição permanente sobre vinho e exposições temporárias relacionadas com o tema e sala de Tertúlia onde são servidas refeições a grupos. Possui ainda uma loja onde é possivel adquirir o vinho do Monte Seis Reis e alguns produtos regionais alentejanos.


Visitas e provas de vinho:
De 2ª Feira a Domingo
Contactos: De 2ª a 6ª, das 9h às 18h : 268 322 221 e/ou 910 143 441
Contactos: Aos fins de semana: 910 143 441
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