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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A vida é cor-de-rosa no Algarve!


VIDA NOVA Rosé 2013 - Adega do Cantor 
Bi-varietal de Syrah e Aragonez, com intenso aroma a bagas maduras, com sugestões de framboesa, mirtilo e groselha.

No palato é intenso e frutado com grande presença de frutos de verão.

Sir Cliff Richard, conheceu e apaixonou-se pelo Algarve há mais de 40 anos. O seu sonho de plantar uma vinha nesta sua propriedade Quinta do Moinho, foi a inspiração para os vinhos Vida Nova, em cuja produção ele próprio está envolvido. Quando está em Portugal é habitual vê-lo com as mãos sujas na vinha ou mesmo a pisar uvas na adega.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Vote nos 10 melhores destinos vinícolas para visitar

Herdade do Esporão vinha 2

Um conhecido site americano está neste momento a fazer uma votação para os 10 melhores destinos vinícolas para visitar e o nosso Alentejo está na lista dos nomeados. Podem votar uma vez por dia até dia 4 de Agosto. Seria uma grande mais valia ter o Alentejo como vencedor desta categoria! 


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Prove - Vila Nova de Milfontes



De 27 de junho a 6 de julho, Vila Nova de Milfontes acolhe o “Prove - Sabores e Histórias de Comer e Chorar por Mais”, organizado pela APTECE (Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia).

Amêijoas à Bulhão Pato, Peixe Fresco Grelhado, Arroz de Marisco ou os tradicionais doces conventuais alentejanos, acompanhados pelos vinhos da região, são algumas das sugestões em destaque durante os 10 dias do “Prove Vila Nova de Milfontes”. Os 11 restaurantes aderentes – Tasca do Celso, O Botequinho do Xico, Oásis, A Fateixa, O Pescador "O Moura", Porto das Barcas, Pátio Alentejano, Casa dos Bifes, Portal da Vila, Paparoca e Quebramar – disponibilizam uma ementa composta por entrada, prato principal e sobremesa, apresentando o melhor peixe fresco e marisco tradicionais que a região oferece.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito


Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, C.R.L. conta já com mais de meio século de história (1960), sendo o resultado do sonho, do esforço e do trabalho da maioria dos viticultores das regiões de Vidigueira, Cuba e Alvito (atualmente cerca de 300 sócios ativos).

É uma «casa» que se procura diariamente reinventar num cruzamento de «linhas» que se complementam e reinventam. A «linha» da planície alentejana que através de gerações foi contínua e traça a longa experiência da Adega, a «linha» que se inspira no horizonte marítimo de outros tempos, numa visão de descoberta e conquista de futuro, de reinvenção e modernização; a «linha» de uma cultura que se desenlaça na descoberta de sabores e sensações – o vinho – unida pelas gentes que, ontem e hoje, alinham todos estas linhas numa «linha» só, a ADEGA.

Porque o mundo é um mar de oportunidades e também de desafios, hoje globais; porque acreditamos que, para além de nos inserirmos num país que se afirma cada vez mais  enquanto produtor de vinhos de excelência e também numa região privilegiada, a globalidade do Alentejo e especificidade da Vidigueira, que conta com uma cultura vínica profundamente enraizada, tendo o próprio nome da Vila a sua origem na palavra Videira; porque dela faz parte um conceito global, os descobrimentos, enquanto vantagem competitiva de «conquista» do mercado global, com base nas especificidades únicas das nossas castas; porque, por fim e antes de tudo, entre os efetivos vitícolas da Adega contam-se as melhores castas autóctones, mantidas por várias gerações, das quais se distingue a casta Antão Vaz, igualmente conhecida como «casta da Vidigueira», produtora de um branco ímpar e que estará na origem do reconhecido Branco do Alentejo, para nós a casta «musa» inspiradora, a Adega, num percurso que se desenrola em atos interligou os seus vinhos numa viagem pela sua região, pela cultura e história, numa descoberta, aqui de novos «territórios sensoriais», os seus vinhos.

Porque cada vinho nos eleva a diferentes estados de alma, ou não fosse a sua degustação um momento único na experiência individual ou partilhada, a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, convida-o a embarcar nesta viagem. Vidigueira, quando o vinho é uma viagem...

Horário do Posto de Vendas:De 2ª Feira a Sábado: 09h00-13h00 e das 14h00 às 19h00.

Visitas e provas de vinho:
De 2ª Feira a Sábado.

NOTA: Aconselha-se marcação prévia

COORDENADAS GPS:
Latº 38.2067750º      Longº -7.7990972º 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

The Yeatman une Estrelas Michelin e os melhores vinhos nacionais

Está fechada a lista de chefes Estrelas Michelin que vai protagonizar a terceira edição da Rota das Estrelas no The Yeatman. A última confirmação desta constelação de luxo foi Juan Amador, o Chef alemão com descendência espanhola que soma três Estrelas Michelin.
Nos dias 5, 6 e 7, o Porto recebe os melhores nomes da alta gastronomia. A terceira edição da Rota das Estrelas no hotel The Yeatman apresenta um elenco reforçado, com um galardoado conjunto de chefes Michelin. Mais de 30 produtores vínicos nacionais marcarão também presença, colocando os melhores vinhos portugueses lado a lado com o restrito círculo da cozinha de excelência.
O evento tem início no dia 5, sexta-feira, com um jantar À Mesa com os Chefes. Nesta noite participam cinco Chefes, todos com uma Estrela Michelin, que para além de confecionar um delicioso Menu de Degustação, vão sentar-se à mesa com os convidados, para partilhar ideias e opiniões. Marcarão ainda presença produtores vínicos nacionais que se juntarão ao convívio para explicar as harmonizações.
No sábado, a Rota das Estrelas revela-se numa Kitchen Party, onde os chefes vão cozinhar em frente aos convidados, num ambiente descontraído. Para esta festa estão convidados chefes de diferentes áreas, desde a pastelaria com o Chefe Rui Costa à cozinha japonesa com o Chefe Paulo Morais.
A última noite da Rota das Estrelas no The Yeatman, como já é tradição, será um Grand Finale. É o jantar mais exclusivo e sofisticado dos três dias e conta com a participação apenas de Chefes convidados galardoados com duas e três Estrelas Michelin. Para esta noite especial, o Chefe Ricardo Costa convidou Juan Amador***, do Amador, na Alemanha, Dieter Koschina**, do Vila Joya, em Albufeira, eleito como um dos melhores restaurantes do mundo, e Erlantz Gorostiza**, do MB, em Tenerife.
É a primeira vez que a Rota das Estrelas no The Yeatman recebe um Chefe distinguido com três Estrelas Michelin. Juan Amador tem descendência espanhola, uma origem que lhe serve de inspiração. Mas foi no sul da Alemanha que Juan nasceu, cresceu e se afirmou como Chefe de vanguarda. Em Mannheim abriu um restaurante com o seu nome – o Amador, local onde conquistou a terceira Estrela no Guia Michelin.
Devido à limitação de lugares e à elevada procura esperada, faça já a sua reserva para assegurar o seu lugar neste evento gastronómico do ano da cidade do Porto.
Fonte:The Yeatman 

terça-feira, 20 de maio de 2014

24ª Festa do Vinho Verde e dos Produtos Regionais


Ano após ano, este avento atrai milhares de visitantes que repetem a experiência dos melhores paladares do mundo rural, atestando a enogastronomia como um dos principais atrativos do nosso território em articulação com o setor turístico. Este é um certame de excelência na promoção e desenvolvimento da região dos vinhos verdes. 

A 24ª Festa do Vinho Verde e dos Produtos Regionais de Ponte de Lima, que se realiza de 13 a 15 de junho

terça-feira, 13 de maio de 2014

Herdade da Calada



O monte da Herdade da Calada apresenta características invulgares, pelo estilo excelência das suas edificações. O visitante encontrará para além de uma das mais modernas adegas de Portugal uma propriedade e um ambiente encantador.


As actuais edificações foram inicialmente estabelecidas pelos descendentes do Duque de Lencaster, que em 1854 criaram uma jóia no coração do Alentejo. Os actuais proprietários são um casal  de empresários Franceses, D.Maria e Sr.Jean Claude Penauille, que pretendem dar continuidade ao projecto, sempre orientado para a obtenção de produtos da mais elevada qualidade.

Visitas e provas de vinho:
De 2ª a 6ª Feira - Das 09.30 às 16.30 horas
Sábado e Domingo - Marcação prévia

NOTA: Aconselha-se marcação antecipada.

COORDENADAS GPS:
Lat.: 38.6792500º              Long.: -7.8471389º

domingo, 11 de maio de 2014

Australianos rendidos ao Porto "inebriante"

O jornal The West Australian está rendido à cidade do Porto. A segunda maior cidade de Portugal é apontada como "sedutora e embriagante",num artigo publicado esta semana.
Situado no extremo da Europa, nas margens do Rio Douro, o Porto não é um destino tão procurado como as famosas capitais europeias, contudo é destacado por ser uma excelente cidade para se descobrir "pelos próprios pés", diz o autor do texto, Ronan O'Connell.
 
"A cidade é antiga e lânguida. A pé, sente-se essa atmosfera que se torna inebriante. Consegue-se caminhar facilmente pelas ruas. Mesmo no coração da cidade há pouca agitação", lê-se no site do jornal.

O jornal australiano sugere Vila Nova de Gaia e a zona da Ribeira como zonas a visitar, tal como a Avenida dos Aliados, a Estação de São Bento, a Torre dos Clérigos ou a Ponte Dom Luís - que pode ser percorrida a pé.
 
As caves, ao longo do rio, "convidam os turistas a entrarem e provarem os seus produtos". Os cruzeiros no Douro também são recomendados, uma vez que dão a conhecer as seis pontes que ligam o Porto a Vila Nova de Gaia.  



segunda-feira, 5 de maio de 2014

Guia de Vinhos do Algarve



O Algarve tem mais produtores, mais vinhos e um novo guia que reúne toda a oferta vínica para facilitar a pesquisa a quem aprecia uns bons néctares. Façam o download da publicação e deliciem-se.

O Algarve, fruto das suas excepcionais condições climáticas, do seu solo e da sua exposição virada a sul, reúne o que na terminologia vínica se chama de terroir excelente para a cultura da vinha. Por isso, os Tartessos terão sido o primeiro povo a produzir vinho na região, cerca de 2000 anos a.C. Depois destes outros se seguiram, desde os Fenícios aos Gregos e dos Celtas aos Romanos, que ao cristianizarem a Península introduziram o vinho na liturgia da comunhão por ser um produto considerado, pela igreja, como puro e não corrompido.


A importância do vinho é mais uma vez reconhecida ao ser referenciado no foral de Tavira (1266), por D. Afonso III, e no de Porches (1286), por D. Dinis. Porém, o cultivo das vinhas nas areias do litoral dificilmente poderia garantir os rendimentos do turismo, pelo que nos meados do século XX os campos foram abandonados e a produção de vinho não tardou a cair em flecha. O progresso do sector vitivinícola no Algarve tem sido, no entanto, interessante de observar nos últimos anos. E o futuro afigura-se bastante promissor.
Em 1996, quando a DRAPALG propôs a nomeação do presidente da CVVR e se empenhou na aprovação de um projecto “PROAGRI”, fê-lo com o intuito de relançar a actividade. A CVVR e os técnicos então contratados aperceberam-se de que as castas tradicionais privilegiavam a quantidade em detrimento da qualidade, pelo que iniciaram o reconhecimento da introdução de novas castas com elevado interesse para a região. A magia do vinho algarvio renasceu.
O turismo, que é um factor essencial na estratégia económica regional, faz-se também de contributos como este. E o vinho – que nunca teve lugar cativo nos cartazes turísticos do Algarve – necessitava desta aproximação.
Por isso, a edição do guia ora levada a cabo pela DRAPALG e pela ERTA, com a cooperação dos vitivinicultores e a prestimosa colaboração do escanção-mor Hermínio Rebelo, é para nós de primordial importância, na medida em que a simbiose turismo/agricultura contribui para a manutenção do mosaico paisagístico e para a valorização de actividades e de produtos regionais que ainda marcam o nosso presente, preservando o passado e projectando a nossa identidade para o futuro.
Com esta iniciativa, as entidades oficiais nada mais fazem do que a sua obrigação, disponibilizando aos empresários condições para a sua afirmação. Resta a estes últimos não desperdiçarem as oportunidades e, de modo próprio, trilharem também outros caminhos essenciais à afirmação da Rota dos Vinhos do Algarve.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Vila Joya eleito 22.º melhor restaurante do mundo


O restaurante português Vila Joya, situado em Albufeira subiu 15 lugares na lista dos 50 melhores da revista Restaurant.


Dos prémios The World’s 50 Best Restaurants, organizados pela revista britânica Restaurant — uma bíblia da restauração mundial — e votados por mais de 900 especialistas de todo o mundo, saíram não só uma nova coroa para o Noma mas também boas notícias para Portugal. Em 2012, o Vila Joya tornou-se o primeiro restaurante de Portugal a entrar para a lista. Em 2013, conquistou o 37.º lugar. E, este ano, o restaurante do chef Dieter Koschina, em Albufeira, conseguiu subir 15 posições, passando a 22.º melhor do mundo.

Situado em Albufeira, no Algarve, o restaurante do chef austríaco Dieter Koschina em 2011 apenas era considerado na lista dos 100 melhores, no 79º posto. Contudo, com um percurso ascendente, em 2013 conseguiu ficar em 37º lugar.  

O seu reconhecimento internacional faz com que receba, anualmente, o Festival Internacional Gourmet, que junta alguns dos melhores chefs do mundo.  





terça-feira, 29 de abril de 2014

João Clara Negra Mole 2011


Um vinho de cor ruby, suave e deliciosamente leve ao estilo Borgonha, mesmo com as notas de couro típicas, juntamente com frutos vermelhos frescos, com um final bastante longo com notas de cacau. Os taninos são persistentes e muito elegantes. No mínimo, surpreendente.

Gastronomia:
Carnes vermelhas, caça e assados.

Castas:Negramole, a casta tinta mais tradicional do Algarve 

Vinificação:Vindima manual muito cuidadosa e uma apertada selecção na adega. Vinificado em cubas de inox com temperatura controlada na ordem 28ºC. 

Parabéns à Quinta João Clara , pela coragem de apostar na casta Negra Mole.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Rota dos Vinhos do Algarve

Sete adegas, um passaporte, quatro roteiros, muitos vinhos para provar



A Rota dos Vinhos do Algarve está dividida em quatro roteiros, alguns integrando apenas e para já uma adega – Roteiro Gil Eanes, que integra o Monte da Casteleja, em Lagos, Arade, integrando a Adega Quinta do Francês, em Odelouca (Silves) e a Quinta do Morgado da Torre, na Penina (Portimão), Mourisco, com a Quinta dos Vales, em Lagoa/Silves, e a Quinta de Mata Mouros, em Silves, e ainda o Roteiro das Falésias, com a Adega do Cantor, na Guia (Albufeira), e a Quinta da Vinha, na Vala (Silves).

Para poder seguir a Rota sem se perderem, os turistas – e residentes – têm ao seu dispor um passaporte, um pequeno livrinho em português e inglês com toda a informação sobre as adegas, mas também sobre monumentos e museus das zonas abrangidas, restaurantes e hotéis aderentes da Rota e até sobre os restantes produtores de vinho, mesmo os que não integram (ainda) esta Rota. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Turismo e vinhos unidos para promover Portugal



O Turismo de Portugal e a ViniPortugal assinam hoje um protocolo de cooperação que permitirá aliar esforços de promoção quer do destino turístico, quer do vinho português, através da participação conjunta em ações de promoção no estrangeiro e de uma formação mais intensa sobre vinho nas escolas de Turismo.
"O protocolo vem reforçar uma colaboração que já tem vindo a existir em ações de promoção no exterior, onde o vinho e o destino Portugal surgem lado a lado e também nas presenças online de ambas as entidades", sublinhou João Cotrim, presidente do Turismo de Portugal.
Como exemplo de colaboração recente, o responsável apontou a participação no evento "Sabores de Portugal", que decorreu no Brasil, em setembro de 2012 e em junho de 2013. Quanto ao futuro, estão já agendadas uma série de iniciativas no âmbito do projeto Taste Portugal London 2014, que incluirá jantares gastronómicos na capital britânica com a assinatura de Luís Baena e Nuno Mendes, dois reconhecidos chefs portugueses com restaurantes em Londres.
"A Gastronomia e Vinhos é um produto estratégico do turismo português e está comprovado que complementa com muito sucesso a satisfação de quem visita Portugal, reforçando também o "bem receber" que nos carateriza", complementou.
No que respeita ao vinho, Jorge Monteiro, presidente da ViniPortugal, um dos objetivos do protocolo é também "contribuir para um reforço da formação sobre Vinhos no canal Horeca [hoteis, restaurantes e cafés], pois temos a perceção que nem sempre a qualidade do serviço do vinho na restauração acompanha a qualidade dos nossos vinhos. Nota-se uma evolução muito positiva, mas há ainda muito trabalho a fazer”.

Enoturismo e Rotas do Vinho


O enoturismo representa um excelente veículo para quem quiser descobrir uma região através do vinho e conhecer todos os seus aspectos culturais e turísticos. As Rotas do Vinho são instrumentos privilegiados de organização e divulgação do enoturismo.



Ao descobrir-se o vinho no seu meio natural, compreende-se que este não é uma bebida qualquer, mas sim um produto tradicional, cheio de história. Portugal é, todo ele, uma mancha vitícola pelo que o enoturismo representa um veículo para que as pessoas que visitam uma região possam descobrir, através do vinho, todos os aspectos culturais da mesma. Promover o turismo vitivinícola é o principal objectivo de um dos grandes instrumentos ao serviço do enoturismo - as Rotas do Vinho. As Rotas do Vinho permitem que os visitantes contactem mais facilmente com o mundo rural.   

João Sem Vinho - Social Wine Club
https://www.facebook.com/joaosemvinho

segunda-feira, 21 de abril de 2014

1ª edição da Feira do Queijo e do Vinho de Faro


O Jardim Manuel Bívar, em Faro, vai ser palco da primeira edição da Feira do Queijo e do Vinho de Faro. Dois produtos pouco habituais nos certames gastronómicos algarvios e que entre os dias 24 e 27 de Abril irão fazer da cidade de Faro uma montra privilegiada para a sua promoção e divulgação.

Para além do queijo e do vinho, a 1ª edição desta feira irá contar também com a exposição e venda de vários produtos regionais de produção artesanal. Doces, mel, licores e enchidos, que se juntam aos protagonistas destes três dias de sabores. 


Fonte:C.M.Faro

Roteiro dos vinhos – Alentejo


Herdade do Esporão - Pioneiros no projeto de enoturismo, a vinícola está na Rota Mundial dos Vinhos, recebendo visitantes desde 1997. Além de um ótimo restaurante, proporcionam passeios lúdicos pelas vinhas, a pé, de bicicleta ou de jipe, degustação de vinhos e visita às caves e adega. 

João Sem Vinho - Social Wine Club
https://www.facebook.com/joaosemvinho

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Vinhos do Alentejo premiados


A Revista de Vinhos premiou os Melhores do Ano de 2013.
O evento ocorreu no passado dia 14 de fevereiro, numa Gala realizada no Campo Pequeno.

O sector vinícola do Alentejo arrecadou um total de 9 prémios na cerimónia Os Melhores do Ano 2013, organizada, na passada sexta-feira, em Lisboa, pela Revista de Vinhos.

Na categoria mais importante, os Prémios Especiais, o Alentejo mereceu duas das 19 distinções da noite: Revelação do Ano, para a Herdade do Vau e Cooperativa do Ano, para a Adega Cooperativa de Borba.

Na categoria de Prémios de Excelência, na qual são distinguidos os melhores vinhos, foram sete os premiados da região alentejana: Furtiva Lágrima, do Monte da Raposinha; J, da José Maria da Fonseca; Marquês de Borba, da J. Portugal Ramos Vinhos; Mouchão Tonel 3-4, dos Vinhos Cavaca Dourada; Paulo Laureano Selectio, da Paulo Laureano Vinus; Pêra Manca, da Fundação Eugénio de Almeida; e Procura, da Susana Esteban.

O Alentejo é a região líder no mercado nacional – quer na quota de mercado em volume (43,1%) quer em valor (44,3%), segundo os dados ACNielsen, na categoria de vinhos engarrafados de qualidade com classificação DOC e IG. Os Vinhos do Alentejo juntam 263 produtores e 97 comerciantes numa área total de vinha de 21 970 hectares, sendo que a área total de vinha aprovada para DOC Alentejano é de 11 371 hectares.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço 2014


Foto: Está quase a chegar a grande festa do Alto Minho...marca já a tua presença.

A não perder de 25 a 27 de Abril de 2014, Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço, 20 anos a festejar consigo.

A Festa do Alvarinho e do Fumeiro de Melgaço, constitui um momento alto para a promoção dos produtos de qualidade e das actividades com eles relacionadas, nomeadamente o turismo, a gastronomia e outros, bem como uma oportunidade única para a criação e consolidação de laços entre os agentes do comércio, os consumidores e a produção. 

Enoturismo no Vale do Douro


O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Adega Velha – Mourão

Alentejo autêntico na cozinha e nos cantares

Andreia Melo

Contam-se pelos dedos da mão os restaurantes no Alentejo onde pode acompanhar um prato típico regional, com um bom vinho da talha e sessões espontâneas de cantares alentejanos. São as cores de Mourão que lhe são servidas de bandeja na Adega Velha. E a preços de amigo.

Leve o nome à letra… É restaurante que foi adega e disso ainda tem as marcas. E maduro, para não dizer velho que não é bonito, é com certeza. Se comida serve há 22 anos, vinho produz há bem mais tempo que isso, há pelo menos um século.



Conhecer os cantos à casa

Da rua apenas uma singela tabuleta a dizer Adega Velha denuncia o local. Isso e, eventualmente, o miudinho das vozes alentejanas em convívio que deixa adivinhar o que ali se passa. E é, claro, convidativo. Ao passar a ombreira da porta, percebe que o corredor comprido distribui os comensais por quatro salas, cada uma mais caricata do que a outra.

Na primeira, encontra o balcão onde são servidos os licores caseiros, desde a ginjinha ao licor de poejo e o vinho da talha a copo. Não há mesas e as paredes estão cobertas de relógios, pratos de porcelana e quadros onde a temática da tauromaquia é recorrente. Não há ordem na arrumação de todos os objectos que cobrem as paredes. Mas a graça da sala vem, precisamente, desse caos.

Na segunda sala, há mesas a pensar nos casais e grupos pequenos que aparecem para o repasto. A particularidade desta sala é uma parede coberta de telefonias. Há-as para todos os gostos, grandes e pequenas, quadradas e redondas, espécimes dos anos 20 até à década de 80. 
Não conte é com elas para lhe dar música. Deixe esse assunto com o grupo de alentejanos que geralmente se encontra na primeira sala. Afinal de contas, parte da experiência da Adega Velha são os cantares alentejanos.

A terceira sala está preparada para receber grupos maiores. Aqui encontra apenas as mesas corridas de madeira e um móvel pesado onde é guardada louça antiga. Consegue vê-la através das portas vidradas. E consegue ver-se através do espelho gigante e palaciano que encobre uma das paredes da sala.

A quarta sala, rodeada de talhas em toda a volta é mais isolada e onde fica a única mesa redonda da casa.

No corredor ficam as talhas, as guitarras e ainda loiças. As paredes rugosas, caiadas a branco estão cobertas de memórias onde encontra todo o tipo de fait-divers, desde diplomas de prémios a jarras de latão. E o chão, tal e qual chão de adega, é de laje e desnivelado, a dar conta da passagem do tempo. É para que saiba que está numa casa vivida e com personalidade. 


Sabor a Alentejo

A adega sempre pertenceu à família Bação. Mas esteve sempre alugada a terceiros. Até que há aproximadamente 20 anos, o engenheiro Joaquim Bação a resolveu transformar em restaurante. E apesar da experiência de bom vivant pela capital e afins, optou por abrir uma espécie de taberna, onde os sabores são genuínos e as paredes contam histórias.

É por isso que opções na ementa, há poucas e boas. E todas elas são típicas, todas elas regionais. Para entradas, não falha nem o pão alentejano nem o queijo da região. As azeitonas e outros petiscos, como o chouriço e outros enchidos locais também se fazem notar. Mas não exagere. Há que deixar espaço para o verdadeiro repasto que se segue. 
No Alentejo come-se bem e o termo pratadas é adequado para o próximo passo da refeição. A comida vem servida em tachos de barro, bem a condizer com a tradição da terra, ainda a fumegar e de preferência com o cheirinho a cozinha da avó. De peixe, encontra apenas a sopa de cação, acompanhada pelo pão alentejano que vai molhando na sopa para ficar com o mesmo gosto.

Na carne, opte entre um cozido de grão, uma sopa da panela, um feijão com chouriço ou um lombo de porco preto assado no forno. E se preferir pratos de caça, em qualquer altura do ano, lá encontra na ementa a perdiz à Adega Velha ou a lebre guisada. Tudo regado a vinho da talha de produção própria.

Eis que percorreu toda a ementa da casa. Ou quase toda. Faltam-lhe as sobremesas. E como três é a conta que Deus fez, delicie-se com uma encharcada, um bolo rançoso ou um manjar real. E a conta não lhe vai ultrapassar os dez euros. Para fechar com chave de ouro, peça um dos licores da casa. Ajuda-lhe a digestão. 
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