sexta-feira, 27 de junho de 2014
FSF 2011 - José Maria da Fonseca
Esta é a 6ª edição deste vinho que pretende ser uma homenagem de Domingos Soares Franco a seu Pai, Fernando Soares Franco, membro da 5ª geração da família e Pai dos actuais Presidente e Vice-Presidente da empresa.
As suas castas preferidas eram a Touriga Nacional, Touriga Franca, Tannat, Syrah, Trincadeira, Cabernet Sauvignon e Alvarinho. Foi ainda devido à sua persistência que se manteve a última vinha de Moscatel Roxo na região. Por tudo o que Fernando Soares Franco representa para a José Maria da Fonseca, o seu filho, Domingos Soares Franco, decidiu criar este vinho FSF – Fernando Soares Franco, feito com algumas das castas preferidas de seu pai: Trincadeira, Syrah e Tannat.
A primeira colheita de FSF foi produzida em 1998. Com a segunda colheita, 2001, Domingos Soares Franco decidiu imprimir a este vinho um estilo mais moderno e internacional.
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Desejo que cada uma das pessoas empreendedoras que estão dentro de empregos desalinhados com os seus talentos, conquistem a liberdade para abrirem os seus próprios negócios.
Pesquisa mostra: o mundo produz vinhos com 1.469 tipos de uvas
Por Rogerio Ruschel (*)
O blog EnoEventos de Oscar Daudt divulgou que
a Universidade de Adelaide, na Austrália, realizou um abrangente levantamento
de dados, patrocinado pela Grape and Wine Research Development Corporation,
sobre os vinhedos em todo o mundo.
No total, foram pesquisados os vinhedos de 44
países, mais de 500 regiões vinícolas e mais de 2000 variedades de uvas. Veja a
cima a Merlot, e abaixo, a Chardonnay. Os dados levantados correspondem aos
anos de 2000 e 2010, com algumas informações disponíveis também para o ano de
1990.
O estudo mostra 1.469 variedades de uvas
utilizadas para produção industrial de vinhos. E mostra que as variedades mais
plantadas no mundo são a Cabernet Sauvignon (290.000 hectares em 2010 – tinta,
originária da França/Bordeaux, Merlot (267 mil Ha, tinta, teoricamente nativa
da França), Airen (252 mil Ha – branca, nativa da Espanha), Tempranillo (232
mil Ha - branca, nativa da Espanha) e a branca Chardonnay (298 mil Ha – branca,
nativa da França, Borgonha). Veja o quadro com as 50 mais plantadas no quadro
abaixo.
As variedades menos plantadas no mundo,
com menos de 1 hectare, são a
Taming, Terret Gris, Valerien, Vineti, e finalmente a Xinomavro (White).
Artigo originalmente publicado no blog In Vino Viajas em janeiro de 2014. Saiba mais sobre cutura do vinho no In Vino Viajas - http://invinoviajas.blogspot.com.br/
(*) Rogerio Ruschel mora em São Paulo, Brasil, é jornalista, enófilo e
não tem preconceito contra nenhuma variedade de vinho – apenas contra vinhos
ruins.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Prove - Vila Nova de Milfontes
De 27 de junho a 6 de julho, Vila Nova de Milfontes acolhe o “Prove - Sabores e Histórias de Comer e Chorar por Mais”, organizado pela APTECE (Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia).
Amêijoas à Bulhão Pato, Peixe Fresco Grelhado, Arroz de Marisco ou os tradicionais doces conventuais alentejanos, acompanhados pelos vinhos da região, são algumas das sugestões em destaque durante os 10 dias do “Prove Vila Nova de Milfontes”. Os 11 restaurantes aderentes – Tasca do Celso, O Botequinho do Xico, Oásis, A Fateixa, O Pescador "O Moura", Porto das Barcas, Pátio Alentejano, Casa dos Bifes, Portal da Vila, Paparoca e Quebramar – disponibilizam uma ementa composta por entrada, prato principal e sobremesa, apresentando o melhor peixe fresco e marisco tradicionais que a região oferece.
Desejo que cada uma das pessoas empreendedoras que estão dentro de empregos desalinhados com os seus talentos, conquistem a liberdade para abrirem os seus próprios negócios.
domingo, 22 de junho de 2014
Três Vinhos para a Seleção Portuguesa de Futubol
Escolhemos três vinhos para comemorar a vitória da nossa seleção.
Terra D'Alter Reserva, Tinto 2011
Rozés, Porto Tawny, 40 anos
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9 vinhos portugueses para comprar e guardar.
Comprar, guardar e apreciar. Esta é a ordem da conceituada revista norte-americana Wine Enthusiast, que na lista Top Cellar Sellection escolheu nove vinhos portugueses.
. Quinta do Noval 2011 Nacional Vintage Port, em 1.º lugar (100 pontos)
. Taylor Flagdate 2011 Vintage Port, em 10.º lugar (97 pontos)
. Quinta do Vesúvio 2011 Capela Vintage Port, em 15.º lugar (98 pontos)
. Wine & Soul 2009 Pintas Character, em 19.º lugar (95 pontos)
. Warre"s 2011 Vintage Port, em 25.º (96 pontos)
. Niepoort 2011 Vintage Port, em 31.º (95 pontos)
. Passarela 2009 Casa da Passarela O Oenólogo Vinhas Velhas Tinto, em 42.º lugar (94 pontos)
.Quinta da Romaneira 2009 Reserva, em 76.º lugar (94 pontos)
. Sogrape 2009 Quinta dos Carvalhais, em 89.º lugar (94 pontos).
Este número de vinhos coloca Portugal em 4.º lugar na selecção de 100 vinhos para guardar da Wine Enthusiast, atrás dos principais países produtores EUA, França e Itália.
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sexta-feira, 20 de junho de 2014
MicroVinya: a revolução dos minifúndios sustentáveis de Alicante, Espanha, com vinhedos centenários recuperados e vinhos com identidade social
Por Rogerio Ruschel (*)
Meu caro
leitor, se prepare para conhecer mais uma deliciosa história da cultura do
vinho e seu poder de transformação. É a história de uma iniciativa comunitária que
nasceu minúscula em uma região montanhosa, seca e abandonada da Espanha, está
se propaganda como uma revolução filosófica pela Europa, e ficou conhecida e
premiada a partir de uma reportagem do jornal britânico The Guardian: o projeto
MicroVinya. Um projeto que é a
demonstração de que é possivel produzir vinhos com pontuação de primeira classe
e com valores ecológica e socialmente superiores, em áreas minúsculas, a partir
de vinhedos antigos abandonados e recuperados. No mundo globalizado do vinho,
meu caro leitor, este é o tipo da coisa que só se acredita vendo.
O projeto MicroVinya nasceu em 2004 em Muro de Alcoy, um
pequeno vilarejo na parte montanhosa da Comarca de Comtat, Provincia de Alicante, Comunidade Valenciana, norte
da Espanha –
não muito longe da badalada praia de Alicante que você pode ver na foto acima,
com seu porto, e o Castelo de Santa Barbara no alto do Monte Benacantil.
Muro de Alcoy (na
foto acima, vista do alto e depois uma cena de uma de suas festas medievais) tem
700 anos de história, cerca de 9.000 moradores e sua base econômica hoje é a
indústria têxtil. Nesta área
montanhosa com solo seco, seus habitantes originais, com forte influência
árabe, durante mais de quatro séculos trabalharam na terra plantando culturas
mediterrâneas como trigo, uvas, oliveiras e amêndoas (foto abaixo).
O projeto MicroVinya tem seu
epicentro na pequena bodega Celler la Muntanya, criada pelos amigos Juan Cascant e Toni Boronat
(foto abaixo) em Muro de Alcoy, que queriam produzir um vinho para deleite
pessoal, mas se tornou uma mobilização empenhada em resgatar vinhedos em
toda a Europa Mediterrânea e
torná-los economicamente viáveis.
É uma iniciativa que faz parte de um movimento mais amplo para defender o
ecossistema mediterrâneo, a cultura, a literatura e a arte regionais, promovido por uma ONG chamada
Elviart, da qual Juan Cascant é atualmente presidente. Na foto abaixo
uma das micro-vinhas do projeto.
Pois em
2004 o arquiteto Cascant e o empresário têxtil Boronat criaram a vinicola Celler la Muntanya (foto abaixo), para plantar
e comprar uvas de produtores locais e produzir vinho para uso pessoal, além de
azeite de oliva.
Nesta região
(veja foto abaixo) se produz vinho desde os tempos dos romanos, mas no começo
do seculo XX a praga global da filoxera atingiu as montanhas de
Comtat e Muro de Alcoy, aniquilando a atividade. Por causa disso e também porque mais recentemente os proprietários
migraram para os centros urbanos em busca de empregos (um processo que ocorre
no mundo inteiro), os sócios se depararam com pequenos sitios e áreas rurais
abandonadas - situação que ainda hoje permanence: atualmente, 17 dos 24 municipios da comarca de El Comtat tem menos
de 500 habitantes.
Nestes
antigos sitios abandonados estavam vinhedos esquecidos com uvas Garnachas,
Macabeo, Malvasia, Boval, Giró, Verdil, Bonicaire (casta que foi práticamente resgatada da extinção na região), Meseguera, Monastrell e outras: seria
necessário recuperar ou arrancar os antigos vinhedos e plantar novos. Aliás, só
para o leitor saber: na Europa as autoridades da área da agricultura ordenam que
vinhedos antigos ou suspeitos de doenças sejam arrancados. Nas fotos abaixo um
broto de Garnacha Tintoreta se abre para o sol e na outra, a uva já crescida.
Com a a juda
de José Luis Pérez, enólogo, um dos maiores produtores de
vinho da Espanha e um dos maiores especialistas em viticultura mediterrânica,
Cascant e
Boronat decidiram recuperar um pequeno vinhedo abandonado, mas como a situação
era a mesma em toda a região, eles convidaram os vizinhos para fazerem o mesmo
e se associarem ao projeto. Assim, todos os proprietários acabariam
participando de uma atividade econômicam cada um plantando um pouquinho em sua
propriedade abandonada. A proposta foi bem recebida e cerca de 28 pequenos
proprietários toparam participar do projeto, cada um plantando suas proprias
uvas em áreas pequenas, com média de 5.000 metros quadrados. Este processo
gerou o nome do projeto: Microvinhas. Para os pequenos produtores, o diálogo
que permite o esforço coletivo (foto abaixo) é um dos valores do negócio.
Mas como
eles queriam vinhos saudáveis para consumo próprio (e só para lembrá-lo, caro
leitor, vinhos convencionais apresentam traços de dezenas de produtos
químicos!), decidiram fazer produtos sustentáveis e comprometidos com valores
filosóficos mais abrangentes (veja imagem abaixo).
Com isso as
pequenos microvinhedos ganharam um sobrenome: Sustentáveis. Juan Cascant
diz que eles não pretendem produzir vinhos ecológicos, e sim, um vinho que
carregue o selo “Vino de Microviña”, que é mais do que isso, é “um tipo de identidade ética,
um selo que não apenas indica que a uva não
tem produtos químicos, mas que os produtores tem grande amor pelo que
fazem e cuidado com o território, as questões sociais, culturais e
econômicas."
Com esta
mobilização e filosofia, quatro anos depois, em 2006, a safra das 28
Microvinhas Sustentáveis totalizou 11.000 toneladas de uvas, comemorada como
uma grande conquista da comunidade – veja abaixo reportagem de jornal da época.
Neste ano a primeira
safra de Minifundi Muro, a marca que o Celler de La Montanha havia produzido para
consumo próprio (ver abaixo) acabou ficando tão boa que foi elogiada pelos críticos,
incluindo a poderosa The Wine Advocate, e conseguiu
impressionantes 90 pontos no mais importante guia
de vinhos da Espanha, o Guia Penin, onde uma pontuação entre 90-94 de 100 significa
"excelente: um vinho de
personalidade e estilo superior". Na esteira do
sucesso de crítica e
de público em 2013 sete dos produtos da Celler de La Montanha já podiam ser encontrados nos melhores restaurantes
e lojas gourmet da Comunidade Valenciana, da Alemanha e da
Costa Leste dos Estados Unidos.
A vinícola Celler de La Montanha atualmente trabalha com 35 micro-vinhas, de
micro-empresários – ou micro-novos-empresários, com nomes simples como o
prórpio conceito do projeto: "Viña El Gallego", "Viña del
Boro", "Viña de Eladio", "Viña El Tunel", "Viña
del Cesar",”Viña Malvasia de Pepe". Na foto aérea da região, abaixo,
pode-se ver a grande quantidade de micro-vinhedos.
Outro
indicativo do sucesso é que alguns dos primeiros 28 produtores parceiros do projeto MicroVinya estão acreditando em
investir no futuro. A família da arquiteta Beatriz
Vicent Ripoll tem metade de um hectare próximo da cidade medieval de Cocentaina
e sob orientação do Celler
de La Montanha ela plantou
2.500 videiras de uvas Monastrell, Garnacha Tintorera e um pouco da francesa
Syrah. Investiram cerca de 9.000, Euros e devem vender 3.500 garrafas na
primeira safra. “"Isso não vai nos alimentar ", diz a arquiteta.
"Mas é algo mais romântico; trata-se de restaurar o valor desta terra que
foi abandonada."
Uma das
fontes de inspiração do projeto MicroVinya
é o economista austríaco Christian Felber que vem fazendo sucesso junto
a novos investidores por suas ideias sobre e “a economia para o bem comum”:
segundo Felber, nenhuma empresa pode ser considerada como rentável a menos que
dela se beneficie toda a comunidade.
No contexto da sustentabilidade corporativa, estas ideias que estão por
trás do Projeto MicroVinya podem ser
encontradas nos indicadores propostos pelo Instituto Ethos, no Brasil, e pelo Global
Reporting Initiative (GRI), um conjunto de regras para empresas que querem
crescer na Nova Era da Economia Verde e Sustentável proposta pela ONU.
Juan
Cascant é arquiteto e poderia estar em qualquer grande cidade da Espanha ou da
Europa projetando prédios e ganhando dinheiro. Mas está em Muro de Alcoy, onde
nasceu, está sempre atarefado e como todo revolucionário, fazendo coisas mais
difíceis. Ele constrói parcerias, faz palestras, apresentações e cursos – no
momento está conversando com três universidades espanholas para a criação de
programas acadêmicos para propagar pelo país a experiência já acumulada em 10
anos.
In Vino Viajas entrevistou Juan Cascant – esta entrevista você pode ver em http://invinoviajas.blogspot.com.br/2014/05/a-revolucao-das-microvinyas-de-alicante.html
Esta matéria foi pubiada origialmente em In Vino Viajas.Saiba mais sobre vihos sustentáveis, ecológicos biodinâmicos em http://invinoviajas.blogspot.com.br
(*) Rogerio Ruschel mora em São Paulo, Brasil, é jornalista, enófilo e gosta de pessoas que constroem
seu próprio futuro – e fazendo o bem.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Covela Escolha branco 2013 - Escolha da Semana
Tony Smith e Marcelo Lima da Quinta da Covela, estão de parabéns!
O jornalista inglês e o empresário brasileiro são os responsáveis por um dos melhores brancos para este verão.
Região: Regional Minho
Castas: Avesso, Chardonnay entre outras
Produtor: William, Smith e Lima
Enólogo: Rui Cunha
Preço: €16
Foram feitas 13 000 garrafas. Apresenta uma boa complexidade, muito texturado e macio.
Ótimo para acompanhar entradas variadas, mas revela-se na totalidade quando combinado com pratos de peixe e marisco.
Dica: perfeito para peixes nobres, como robalo ou cherne com molho de manteiga.
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
China e Rússia novos mercados para o vinho do Dão
Depois dos EUA, Brasil, Angola, Moçambique e União Europeia, os produtores de vinhos do Dão apostam agora também na Rússia e China, onde já vendem um milhão de garrafas.
São produzidos por ano cerca de 40 milhões de litros de vinho do Dão, dos quais 40% a 50% são certificados com Denominação de Origem Protegida (DOP) Dão e 35% da produção é para exportação, explica Arlindo Cunha, presidente da Comissão Vitivinícola da Região (CVR) do Dão.
"Estamos a olhar para novos mercados, como China e a Rússia. A nossa aposta é no preço e na qualidade. Oitenta por cento das exportações do vinho do Dão destinase aos mercados tradicionais. Mas já vendemos para a China um milhão de garrafas, já temos uma forte presença", sublinha.
A modernização das práticas vitícolas na região está a ser reconhecida pela crítica. Arlindo Cunha frisa que na edição de 2014 do Concurso Nacional de Vinhos, organizado pela ViniPortugal, a região demarcada do Dão obteve três medalhas de "grande ouro", cinco medalhas de "ouro" e 11 medalhas de "prata". "O Dão soube preservar as castas portuguesas, com destaque para Touriga Nacional (tinta) e Encruzado (branca)", sustenta Arlindo Cunha.
Para promover a Rota do Vinho do Dão, realiza-se na próxima sexta-feira e sábado, em Lisboa, a primeira edição do "Dão Capital - Mostra de vinhos e iguarias". O palacete Henrique de Mendonça, da Nova School of Business and Economics, junto ao centro comercial El Corte Inglés, acolhe provas, degustações e workshops.
Na mostra vão estar presentes 32 produtores de vinho e de iguarias regionais, como enchidos, queijo da serra, frutos e compotas, mel, chocolates de Viseu, cogumelos, maçãs bravo-de-esmolfe e doçaria de Vouzela.
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Dão, Alentejo e Porto são os melhores do ano
O Concurso Vinhos de Portugal já escolheu os Melhores do Ano nesta edição de 2014, coroando um tinto do Dão (Quinta das Marias Touriga Nacional) como melhor Varietal, um Porto (Rozés Tawny, 40 anos) na categoria de Fortificados e um tinto do Alentejo (Terra d’Alter Reserva) entre os vinhos de lote (com mais do que uma casta). Um total de 1070 vinhos foram submetidos à avaliação de um júri internacional (75 jurados portugueses, 25 estrangeiros), sob a égide da ViniPortugal.
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terça-feira, 17 de junho de 2014
Vinhos da CAAR recomendados pela Wine Enthusiast
A Casa Agrícola Alexandre Relvas (CAAR) viu mais seis dos seus vinhos serem destacados na prestigiada revista americana Wine Enthusiast. Dos seis vinhos distinguidos, a publicação do sector classificou dois deles como “Best Buy” (melhor compra na relação preço/qualidade) e quatro com uma pontuação “Excelente” (+ de 90 pontos, altamente recomendado).
Os seis vinhos agora distinguidos pela Wine Enthusiast Magazine são Herdade da Pimenta, Grande Escolha, 2011 (93 pontos), Herdade São Miguel, Escolha dos Enólogos, 2011 (91 pontos), Herdade São Miguel, Touriga Nacional, 2012 (91 pontos), Herdade São Miguel, Reserva, 2011 (91 pontos), Pimenta Preta, 2012 (89 pontos) e Ciconia, Reserva, 2012 (89 pontos). Os dois últimos foram considerados vinhos “Best Buy”.
Para a CAAR é também motivo de orgulho, em sete colheitas, esta ser a sexta vez que a revista Wine Enthusiast avalia o Herdade São Miguel “Reserva” com mais de 90 pontos. O Herdade de São Miguel, Reserva, é um vinho proveniente de um lote Alicante Bouschet, Aragonez e Cabernet Sauvignon que estagiou em barricas de carvalho francês de 225 e 400L, durante 12 meses.
Os seis vinhos agora distinguidos pela Wine Enthusiast Magazine são Herdade da Pimenta, Grande Escolha, 2011 (93 pontos), Herdade São Miguel, Escolha dos Enólogos, 2011 (91 pontos), Herdade São Miguel, Touriga Nacional, 2012 (91 pontos), Herdade São Miguel, Reserva, 2011 (91 pontos), Pimenta Preta, 2012 (89 pontos) e Ciconia, Reserva, 2012 (89 pontos). Os dois últimos foram considerados vinhos “Best Buy”.
Para a CAAR é também motivo de orgulho, em sete colheitas, esta ser a sexta vez que a revista Wine Enthusiast avalia o Herdade São Miguel “Reserva” com mais de 90 pontos. O Herdade de São Miguel, Reserva, é um vinho proveniente de um lote Alicante Bouschet, Aragonez e Cabernet Sauvignon que estagiou em barricas de carvalho francês de 225 e 400L, durante 12 meses.
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Região do Dão exibe qualidade dos vinhos em mostra
A produção no Dão baixou no ano passado "cerca de 5%", em comparação com 2012, mas a comissão vitivinícola regional aposta no aumento da qualidade para promover em Lisboa a mostra de vinhos e sabores 'Dão Capital'.
"A produção está mais ou menos estável", garantiu à agência Lusa o presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão, Arlindo Cunha, após a apresentação da mostra "Dão Capital", a 20 e 21 de junho.
Na região são produzidos "40 a 45 milhões de litros por ano" e a quebra de "cerca de 5%" em 2013 foi largamente compensada com o aumento da qualidade, acrescentou o também vitivinicultor e antigo ministro da Agricultura.
Do total de vinho produzido na região, a CVR contabiliza que entre 40 a 50% seja certificado com denominação de origem protegida (DOP) ou indicação geográfica protegida (IGP).
A modernização das práticas vitícolas na região traduz-se no crescente reconhecimento pela crítica. Arlindo Cunha sublinhou que, na edição de 2014 do Concurso Nacional de Vinhos, organizado pela ViniPortugal, a região demarcada do Dão obteve três medalhas de "grande ouro", cinco medalhas de "ouro" e 11 medalhas de "prata".
O reconhecimento foi mais longe no caso do vinho Quinta das Marias, Touriga Nacional Reserva, Tinto 2011, também classificado entre "Os melhores do ano", enquanto melhor varietal.
Além deste vinho produzido na Quinta das Marias por Peter Eckert, as outras medalhas "grande ouro" foram atribuídas a Pedra Cancela, Tinto 2011, de João Paulo Gouveia, e a Casa da Passarella, Branco 2013.
O presidente da CVR notou que o Dão soube preservar as castas portuguesas, com destaque para Touriga Nacional (tinta) e Encruzado (branca). A casta tinta mais emblemática do país é originária da região, apesar da notoriedade alcançada no Douro, salientou.
O enólogo e vereador do Desenvolvimento Rural na Câmara de Viseu, João Paulo Gouveia, notou que "o vinho é um dos mais importantes produtos da diferenciação do território" e que a casta Touriga Nacional assume particular relevo na região.
Para promover a Rota do Vinho do Dão, realiza-se na sexta-feira e sábado, em Lisboa, a primeira edição do "Dão Capital - Mostra de vinhos e iguarias". O palacete Henrique de Mendonça, da Nova School of Business and Economics, junto ao centro comercial El Corte Inglés, acolhe provas, degustações e "workshops".
A parte da manhã, entre as 10:30 e as 13:30, está reservada para profissionais, com abertura ao público das 16:00 às 21:00.
Na mostra vão estar presentes 32 produtores de vinho e de iguarias regionais, como enchidos, queijo da serra, frutos e compotas, mel, chocolates de Viseu, cogumelos, maçãs "Bravo de Esmolfe" e doçaria de Vouzela.
O programa apresenta às 11:00 as provas comentadas Vinho do Dão Encruzado com Queijo Serra da Estrela, por Osvaldo Amado (dia 20), e Vinho do Dão Touriga Nacional com Queijo Serra da Estrela, por Carlos Lucas (21). No sábado, às 18:00, Rui Falcão orienta o "workshop" sobre "Vinhas e Vinhos do Dão".
A mostra, que pretende ser anual, é promovida pela CVR do Dão, em parceria com o Turismo do Centro, a Comunidade Intermunicipal de Viseu, Dão e Lafões, Câmara de Viseu e Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).
Fonte:Lusa
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segunda-feira, 16 de junho de 2014
Pai Chão - Tinto Alentejo 2008
Uma paixão Mayor
" Pai Chão não acontece todos os dias".
"Campo Maior é a terra que eu toco com as mãos, rego de sentimentos e adivinho com o coração. Prove o que sinto e verá que Pai Chão é um vinho que não acontece todos os dias"
É esta a definição do Comendador Nabeiro, uma paixão.
De cor granada intensa, aroma marcado pela complexidade doce dos frutos pretos, alcaçuz, tabaco holandês, chocolate negro e café torrado.
Na boca surpreende pela frescura e grande estrutura, mostrando taninos sólidos mais sedosos, que revelam uma enorme capacidade de evolução.
Castas
Alicante Bouschet, Trincadeira
Um belíssimo vinho e uma agradável surpresa da Adega Mayor.
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domingo, 15 de junho de 2014
10 vinhos portugueses entre os 100 melhores do mundo

O vinho verde da Quinta da Aveleda, colheita de 2012, foi eleito o segundo no ranking da revista "Wine Enthusiaste" dos 100 melhores vinhos para se comprar. Existem mais nove marcas portugueses a figurar na lista dos melhores vinhos em termos de qualidade/preço, selecção liderada pelo tinto Bordeaux (2011).
A revista especializada em vinhos elege o Quinta da Aveleda como o segundo melhor, entre os milhares avaliados, em termos de qualidade/preço. Aparece descrito como “seco e delicioso”, um vinho “frutado e refrescante”, que custa 6,5 euros (9 dólares).
O Casaleiro 2012 ficou na 12.ª posição, seguido do Azul Portugal (2008) da Bairrada, que conquistou a 16.º lugar entre os 100 melhores.
Na selecção de vinhos lusos, os da região do Tejo estão em maioria, mas os do Alentejo e do Douro, Património Mundial de Humanidade, têm o seu destaque. E não é coisa pouca, já que a Wine Enthusiaste analisou milhares de vinhos de todo o mundo.
Desses, 922 foram considerados boas compras, e apenas 100 deles os melhores para comprar.
A relação qualidade/preço, bem como a disponibilidade de compra e o grau de álcool foram os critérios utilizados para elaborar a lista dos 100 melhores.
Dez melhores vinhos para comprar:
2- Quinta da Aveleda 2012 (Douro Litoral)
12- Casaleiro 2012 Reserva Touriga Nacional-Castelão-Trincadeira (Tejo)
16- Azul Portugal 2008 (Bairrada)
20-Cooperativa Reguengos de Monsaraz 2012 (Alentejo)
29- Catarina, da Quinta da Bacalhôa, 2011 (Península de Setúbal)
40- Quinta do Portal 2010 Mural Reserva (Douro)
45- Fiuza 2011 Premium Touriga Nacional-Cabernet Sauvignon (Tejo)
57- Quinta do Casal Monteiro 2009 (Tejo)
74- Casa Cadaval 2010, Vinha Padre Pedro (Tejo)
86- Herdade do Esporão 2011 (Alentejo)
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