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domingo, 10 de agosto de 2014

2013 Monte da Ravasqueira Sauvignon Blanc Branco



Monte da Ravasqueira Sauvignon Blanc 2013
é um vinho de cor esverdeada, clara e brilhante, com nariz muito limpo, exótico e intenso a mostrar toda a expressividade da casta. 

O paladar revela notas de fruta tropical, relva cortada, espargos, lima e alguma fruta cristalizada. Na prova tem frescura vibrante e vigorosa, equilibrada pelo volume da fruta. A sensação de prova remete-nos constantemente para o nariz sentindo-se toda a frescura e complexidade da casta com final mineral e longo.

Excelente para acompanhar peixe grelhado, mariscos e carnes brancas, deve ser apreciado fresco.

O vinho Monte da Ravasqueira Sauvignon Blanc 2013 acaba de ganhar uma medalha de Prata na quinta edição do Concours Mondial du Sauvignon, que teve lugar em Bordéus.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

"Sunset Parties" com vinho alentejano


A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana lança a 1ª edição das Sunset Parties Vinhos do Alentejo, uma iniciativa que tem como objetivo de dar a conhecer os vinhos da região.Os eventos, que decorrerão até 23 de agosto em diversas praias portuguesas.

Dia 8 - Bar Marquês, Porto Covo Dia 9 - Restaurante da Praia, Praia da Arrifana
Dia 10 - Hotel Rural Aldeia da Pedralva, Sagres
Dia 14 - Rest Le Club, Grande Real Santa Eulália Resort, Praia de Stª Eulália
Dia 15 - Side Bar, Tivoli, Marina Vilamoura
Dia 16 - Aqualounge, Tivoli Portimão

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Monte Seis Reis Syrah 2008


Um monocasta a partir da casta Syrah.
Monte Seis Reis VinhosRegião: Estremoz – Alentejo/Portugal 

Enorme surpresa para o mercado nacional, um Syrah vindo de Estremoz, com uma personalidade incrível.

NOTAS DE PROVA:
Cor: Cor bastante pronunciada.

Aroma: Boa concentração aromática com frutos pretos maduros e especiarias.

Paladar: Sabor intenso, macio e elegante, com taninos robustos e grande persistência final.

Ideal para acompanhar caça, queijos e assados. Deve ser servido à temperatura de 16 a 18ºC e se possível decantado.

Evolução positiva durante 7 a 10 anos, se conservado em local fresco, escuro e a garrafa deitada.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Maçanita "Irmãos e Enólogos" Tinto 2012


Um sonho, uma região, um vinho. De caracter vincado e personalidade própria, António e Joana fizeram um vinho “à Maçanita”.

Aroma bem composto, com fruta madura muito jovem e exuberante, notas de rebuçado. Dá uma boa prova de boca, repetindo a exuberância aromática, mais sério no final com alguma garra de tanino. Um grande vinho do Douro.

Castas: Touriga Nacional e Tinta Roriz. Teor Alcoólico: 15,0% 

António e Joaninha Maçanita, irmãos enólogos que fazem parte desta geração de ouro de grandes enólogos portugueses. Partiram para o Douro com um objectivo comum, fazer vinhos de qualidade! Nesta primeira colheita de 2011, temos um tinto com duas castas com grande expressão no Douro.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Como escolher uma garrafa de vinho


Não há nada que combine melhor com um jantar romântico, um serão entre amigos ou um fim de tarde a solo em frente à lareira, do que um bom copo de vinho. Branco, tinto, rosé, reserva, nova colheita, verde, maduro, alentejano ou do Douro, vinho generoso, tranquilo ou espumante, as opções chegam a ser tantas quantas as dúvidas.
Muitas pessoas escolhem uma garrafa de vinho porque são atraídas pela forma moderna das garrafas ou pelo design irresistível dos rótulos e/ou logótipos e não há nada de errado nisso, aliás esse é mesmo o objectivo – levar as pessoas a comprarem! Claro que pode acertar em cheio e encontrar um verdadeiro néctar dos deuses ou então a “embalagem” pode ganhar ao conteúdo. Para principiantes, é uma boa maneira de iniciar a sua carreira de connaisseur de vinhos, mas existem ainda outras dicas para fazer dessas primeiras escolhas, escolhas acertadas!
  • ocasião e/ou a refeição em que será servido o vinho, pode ser o principal guia para a sua escolha. Embora cada vez mais discutida, a regra de ouro – tinto para pratos de carne e branco para pratos de peixe – continua a valer e é um bom começo quando estiver frente a frente com centenas de garrafas! Porém, não tenha receio de inovar – afinal um vinho não é para ser bebido, é para ser apreciado!
  • preço é um factor que pode perfeitamente orientar a escolha de uma garrafa de vinho, existindo garrafas que vão de poucos, a dezenas ou até mesmo centenas de euros… e tudo na mesma prateleira! Como saber? Claro que uma garrafa de vinho que custe €20 terá de ser obviamente de maior qualidade quando comparada com uma de €5, mas isto não quer dizer que a mais barata seja horrível! Se ainda é um amador na questão dos vinhos e não tem a certeza absoluta do que está a fazer, escolha o mais barato para depois não “chorar o prejuízo”. Se, por outro lado, não tiver nada a perder, experimente um vinho mais caro – já diz o velho ditado “quem não arrisca, não petisca”!
  • graduação alcoólica, mais ou menos elevada, é outra característica que pode ajudar na decisão por este ou aquele vinho. O grau de álcool visível no rótulo da garrafa em forma de percentagem, corresponde ao número de litros de álcool por cada 100 litros de vinho. Na prática, um vinho com uma percentagem mais elevada é mais “encorporado”, mais forte; enquanto um vinho com uma percentagem de álcool reduzida é, naturalmente, menos “encorporado”, ou seja, mais leve.
  • Outra dica interessante para quem quer escolher um vinho irrepreensível, é estar atento à classificação do vinho, uma informação que pode ser igualmente encontrada no rótulo. No caso dos vinhos portugueses, a designação de qualidade elevada é o VQRD/DOC (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada/Denominação de Origem Controlada); nos rótulos franceses consta o AOC (Appellation d’Origine Contrôlée) e nos italianos o DOC (Denominazione di Origine Controllata) e as DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita). Se estiver atento a um detalhe tão importante como este, ficará certamente bem servido!
  • Procure uma garrafeira ou loja gourmet com pessoas especializadas que possam ajudá-lo na escolha das suas primeiras garrafas ou na compra de um vinho para uma ocasião especial. Veja com calma, faça as perguntas que quiser e não desespere na busca de uma boa garrafa de vinho – a escolha deve ser o início dos muitos prazeres associados ao maravilhoso mundo dos vinhos. Porém, não deixe ninguém pressioná-lo durante o processo de escolha, obrigando-o a comprar esta ou aquela marca, ou a gastar mais dinheiro do que pensava.
  • Aproveite os convívios em torno de uma boa mesa (e vinho!) para trocar opiniões com familiares e amigos sobre os vinhos que tenham degustado nos últimos tempos e faça uma nota mental ou mesmo escrita daqueles que lhe parecem adequados ao seu gosto.
  • Mantenha uma lista dos vinhos que mais apreciou e, porque não, daqueles que definitivamente não quer voltar a comprar! Inclua notas sobre o que gostou mais e menos, a reacção das pessoas a quem foi servido e o preço. Com uma selecção pessoal e actualizada de vinhos aprovados e desaprovados, as próximas compras serão bem mais fáceis!
  • Mas não se limite à sua lista, sempre que possa vá experimentando vinhos de regiões, países ou anos diferentes… afinal de contas, se não come a mesma comida todos os dias, porque é que há-de beber sempre o mesmo vinho? Metade do prazer está no experimentar, até porque o vinho pode proporcionar-lhe viagens por todo o mundo!
  • Para se tornar num verdadeiro expert, existem várias ferramentas úteis que o possam orientar na magnífica aventura pelos sabores e aromas dos vinhos: desde revistas e sites especializados, passando pelos blogues, a experiências mais práticas, como os cursos de degustação de vinho ou as feiras e provas de vinho que já se realizam com alguma frequência um pouco por toda a parte, estando integradas no cada vez mais popular enoturismo.  
  • Por fim, já sabe: copos ao alto, saúde e bom proveito!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Vote nos 10 melhores destinos vinícolas para visitar

Herdade do Esporão vinha 2

Um conhecido site americano está neste momento a fazer uma votação para os 10 melhores destinos vinícolas para visitar e o nosso Alentejo está na lista dos nomeados. Podem votar uma vez por dia até dia 4 de Agosto. Seria uma grande mais valia ter o Alentejo como vencedor desta categoria! 


E o melhor vinho de Portugal é...


O concurso «Portugal Wine Trophy» distinguiu sete vinhos, quatro do Douro. La Rosa Reserve Tinto foi o vinho nacional mais pontuado.


O concurso de vinhos «Portugal Wine Trophy», que decorreu pela primeira vez em Portugal, distinguiu com o «Grande Ouro» sete vinhos, quatro dos quais produzidos no Douro, anunciou hoje a organização. 

O «Portugal Wine Trophy» foi organizado pela Deutsche Wein Marketing GmbH (DWM), teve o patronato da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e o apoio da Quinta da Boeira, em Vila Nova de Gaia, onde decorreu o concurso.

Entre os cerca de mil vinhos concurso de 21 países, foram ainda distinguidos com o «Grande Ouro» néctares produzidos na Alemanha, Áustria e Itália. 

Entre os premiados, destaca-se o vinho La Rosa Reserve Tinto que foi considerado «Best Portuguese Wine», o vinho português mais pontuado. 

Este produtor da Região Demarcada do Douro vai participar no «Asia Wine Trophy», na Coreia do Sul, com todas as despesas asseguradas, assim como no Food & Wine Festival em Daejeon. 

Também a Cooperativa Agrícola Santo Isidro de Pegões, que conquistou o prémio de Melhor Produtor acima de 25 hectares, e a Quinta da Raza, que foi consagrada com o prémio de Melhor Produtor abaixo de 25 hectares, poderão participar nestes concursos com as mesmas regalias.

O painel de júris foi constituído por 50 especialistas internacionais, espalhados por sete grupo, e presidido pelo português Bianchi de Aguiar.

Foram ainda atribuídas 228 medalhas de Ouro e 71 de Prata, tendo sido medalhados no total 306 vinhos dos 1.019 em concurso. Dos vinhos distinguidos, 108 são portugueses.

Fonte: tvi24 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Enoturismo - O Monte Seis Reis



O Monte Seis Reis possui uma área de vinha que se estende ao longo de 50 hectares, onde são produzidas as principais castas da herdade: Aragonez, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Trincadeira Preta, Touriga Nacional Arinto, Antão Vaz, Viognier e Alvarinho. Mais recentemente foram introduzidas as castas Petit Verdot e Tannat.

A adega faz parte da Rota dos Vinhos do Alentejo e o complexo de enoturismo possui várias salas, nomeadamente a sala-museu Seis Reis com a história dos seis monarcas e a da região de Estremoz, a sala de Arte com exposição permanente sobre vinho e exposições temporárias relacionadas com o tema e sala de Tertúlia onde são servidas refeições a grupos. Possui ainda uma loja onde é possivel adquirir o vinho do Monte Seis Reis e alguns produtos regionais alentejanos.

Venha conhecer o Monte Seis Reis e tenha uma experiência gourmet inesquecível!

Inclui:
Visita guiada à Adega com prova de 3 vinhos Monte Seis Reis e produtos regionais.

Horário de Funcionamento: Das 10:00 às 18:00
Marcas: Arte Real, Boa Memória, Bolonhês, Syrah, Tannat Petit Verdot e Reserva.
Produtos comercializados: Vinhos e produtos regionais alentejanos (queijos, enchidos, azeite, mel, entre outros)


Monte Seis Reis
Herdade dos Casarões, Santa Maria
7100-078 Estremoz
Telefone: 268322221
Mail: geral@seisreis.pt
Site: www.seisreis.pt

Mula Velha Premium Tinto alcança prestígio nacional e internacional


Recentemente galardoado com a Medalha Grande Ouro no Concurso Vinhos de Portugal 2014, o Mula Velha Premium tinto, da região de Lisboa, continua a colecionar reconhecimentos de alto gabarito.
Os vinhos Mula Velha, produzidos pela Quinta do Gradil, um dos principais projetos da Parras, são um exclusivo para a cadeia de distribuição Modelo e Continente no mercado nacional. Apesar de ser uma marca relativamente recente (a primeira colheita foi a de 2012), o sucesso que tem alcançado tem sido surpreendente.
Com uma gama de vinhos composta por Mula Velha colheita branco e tinto, e Mula Velha Premium branco e tinto, esta marca acaba por fazer uma homenagem à mula, outrora considerada como braço direito do homem na agricultura. Este animal, muito utilizado em tarefas que requeriam força e resistência, como meio de transporte e para lavrar os campos, descende do cruzamento entre o burro e a égua, combinando as melhores características de ambos: a sobriedade, a paciência e o passo seguro do burro, com o vigor e a força da égua. 
A marca tem sido alvo de vários reconhecimentos da sua qualidade, e prova disso foi a recente medalha Grande Ouro pelo Concurso Vinhos de Portugal 2014 entregue no passado dia 29 de Maio, no Porto, ao Mula Velha Premium tinto. Este concurso, organizado pela ViniPortugal, contou com um júri de 6 elementos, todos de elevada reputação internacional (4 estrangeiros e 2 Portugueses).

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Palmela Wine Jazz

«Palmela Wine Jazz»<br>
Música e vinho animam Castelo de Palmela

Música e vinho animam Castelo de Palmela
Nos dias 26 e 27 de julho, o Castelo de Palmela é palco da primeira edição do “Palmela Wine Jazz”, a proposta ideal para as tardes longas de verão – música e bons vinhos para desfrutar num ambiente diferente e requintado.

A iniciativa abre as portas às 16 horas e, até às 21, a Praça de Armas do Castelo apresenta aos visitantes uma feira de vinhos da Península de Setúbal com um programa de provas comentadas pelos enólogos das adegas. Vários workshops de jazz acompanham a iniciativa.
A noite de sábado prolonga-se até às duas da manhã, com um concerto no terraço sul do Castelo. Junto à Casa Capelo, um Wine Bar permitirá degustar alguns dos melhores vinhos do mundo, com uma paisagem deslumbrante para a Serra da Arrábida e para o rio Sado.
Entrada livre.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Tavira: Festival Vinhos e Sabores



Vai estar pelo Algarve? Então dê um saltinho até Tavira e prove os vinhos do Festival de Verão Vinhos e Sabores, que decorre entre 10 e 13 de julho, no Jardim do Coreto, junto ao antigo Mercado do Peixe.

Inserido no programa cultural ‘Verão em Tavira 2014: Cultura e artes para todos’, esta é a primeira edição do festival e destina-se a todos os amantes de vinho e a turistas nacionais e estrangeiros que queiram experimentar os sabores, não só algarvios, mas de todo o País.

terça-feira, 8 de julho de 2014

AdegaMãe apresenta quatro monocastas brancos


A AdegaMãe, em Torres Vedras, acaba de lançar no mercado os quatro monocastas brancos que mais se destacaram na colheita de 2013, Alvarinho, Viosinho, Chardonnay e o estreante Sauvignon Blanc, cuja nota dominante é a frescura, resultante da influência atlântica, informa esta entidade em comunicado.

O AdegaMãe Alvarinho 2013 é um vinho que volta a demonstrar a mineralidade muito própria da região, enquanto o AdegaMãe Chardonnay 2013, fermentado exclusivamente em barrica, apresenta uma maior complexidade o que o torna num vinho ainda mais fiel à inspiração da Borgonha, afirma o responsável pela enologia da adega, Diogo Lopes.

Sobre o AdegaMãe Viosinho 2013, o especialista diz que as notas minerais e o ligeiro floral, conjugados com uma acidez muito interessante, tornam este vinho numa autêntica experiência refrescante.

Quanto ao AdegaMãe Sauvignon Blanc 2013, apresentado pela primeira vez, Diogo Lopes afirma que evolui para um lado muito vegetal e de grande frescura, mais a apelar ao seu lado francês, salientando que a fruta está presente, mas a mineralidade corta-lhe qualquer excesso por vezes notado nesta casta.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Filipa Pato, a defensora dos vinhos sem maquiagem



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Filha do renomado enólogo português Luís Pato, a herdeira que visitou a região sul neste ano defende que o vinho deve ser um produto natural e revela  que não se arriscaria a produzir no Brasil.

Formada em Química, a jovem enóloga portuguesa Filipa Pato usa seus conhecimentos na área para evitar o uso de químicos em seus produtos. “Para mim um vinho deve ser um produto natural. E para ter efeitos benéficos na saúde deve ser elaborado com essa filosofia na vinha e na adega”, defende. Na vinícola, Filipa prefere utilizar modos de cultivo antigos inspirados no tempo dos avós. Ainda que esse tipo de cultura seja mais dispendioso, Filipa não abre mão que seja feito assim. “A pureza da fruta e dos taninos que se sente nos nossos vinhos reflete exatamente esta forma de trabalho”, diz orgulhosamente. O modo de trabalho de Filipa também a impede de ter grandes áreas de vinho. Tanto é assim que, por ano, ela tem produzido cerca de 90 mil garrafas – 80% do total destinado ao mercado internacional.

Mesmo com poucos hectares destinados ao cultivo da uva, Filipa consegue colocar em prática o espírito experimentalista da família Pato. “Estamos fazendo vinhos fortificados de baga e os resultados são tão animadores que a região da Bairrada abriu os seus estatutos este ano a certificar este tipo de vinho. No primeiro ano que fizemos, o Espirito de Baga alcançou 90 pontos no Parker e foi considerado uma grande revelação pela crítica inglesa”, conta. Com o feito, Filipa conseguiu ressuscitar uma tradição. É que o Marquês de Pombal, quando denominou a região do Douro em 1756, proibiu todas as localidades ao redor de produzirem vinhos fortificados. Filipa afirma ter uma química especial com a baga que se tornou uma paixão da família que tem atravessado gerações. “Nossa persistência fez com que tenhamos hoje vinhas velhas de baga que é uma casta muito exigente, seja na viticultura, seja na vinificação. O saber empírico de geração em geração é fundamental para a evolução que temos tido. É a casta que melhor transmite os terroirs da região da Bairrada. E também a uva que dá longevidade aos tintos da Bairrada”, entusiasma-se apontando que, além da Baga, as variedades Pinot Noir e Nebiolo são referências para ela.

No campo das experiências, Filipa adiantou ao Cepas & Cifras que o melhor vinho feito por ela está por chegar ao mercado no próximo ano. “Nosso tinto 2013 foi o melhor produto já feito por nós. Foi uma colheita desafiadora, com maturação muito tardia. Passei um verão sem ir à praia para conseguir segurar a colheita. Estou muito feliz com o resultado, pois teremos ainda menos quantidade (de garrafas), mas a qualidade é a melhor que fizemos até hoje”, revela. O ano de 2014 também guardou para Filipa seu maior fracasso. “Produzimos um vinho branco fermentado em ânfora que era tão pouco [100 litros apenas] que depois acabou oxidando numa cuba de maior capacidade. Mas garanto que dentro de dez anos será um ótimo vinagre… Acredito que um bom vinagre deve ser feito de um bom vinho também”, argumenta.

Filipa, que já experimentou um vinho produzido na campanha gaúcha feita com castas portuguesas, revelou ao Cepas & Cifras, no entanto, que não se arriscaria a fabricar a bebida no Brasil. “Não tendo possibilidade de acompanhar o vinhedo durante todo o ano, não me aventuro a fazer um vinho no Brasil. Fazer vinho para mim não é só colher as uvas e seguir a vinificação, pois um grande vinho é feito na vinha”, diz Filipa que visitou Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre em fevereiro deste ano em uma promoção das importadoras Porto a Porto e Casa Flora. “Acho que o Brasil tem condições fantásticas para fazer outro tipo de bebidas. Adoro, por exemplo, a cachaça com palmito”, opina Filipa.


Fonte:Amanhã

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Península de Setúbal representa 17% dos vinhos portugueses exportados para Angola

Segundo informação da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS), responsável pela marca "Vinhos da Península de Setúbal", estes vinhos estão presentes em Angola "há muitas décadas" e têm vindo a "afirmar-se" neste mercado.
"Estes números justificam-se porque os vinhos da Península de Setúbal combinam na perfeição com a gastronomia angolana, circunstância a que não é alheia uma oferta de vinhos de excelente qualidade a preços muito justos", informou Henrique Soares, presidente da CVRPS, à margem de um evento promocional da marca em Luanda.
Agência Lusa

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Vinhos portugueses premiados no Canadá


Vinho do Porto Dalva, de 1985, de C.da Silva Vinhos, conquistou um Grand Gold, na Sélections Mondiales des Vins

Os vinhos portugueses somam e seguem. Desta vez foram premiados no Canadá, concretamente na Sélections Mondiales des Vins. O destaque vai para o vinho do Porto Dalva, de 1985, de C.da Silva Vinhos, SA., que conquistou um Grand Gold.
Mas as medalhas abrangeram vinhos provenientes não só do Porto. Entre os premiados estão também vinhos do Douro, Alentejo e Península de Setúbal. Ver aqui a lista completa.
Entre os vários ouros, destaque para Marquês de Borba Tinto 2012, Quinta de Foz de Arouce Tinto 2010 e Duorum Tinto 201, de João Portugal Ramos, num concurso em que estiveram 1738 vinhos à prova. 
O Canadá é um mercado que tem um grande potencial, dinamizado pela importante comunidade portuguesa que vive nesse país e que se mantém fiel aos nossos vinhos.
Os vinhos portugueses conquistaram uma quota de mercado de 3,43%, posicionando-se no 8.º lugar tanto em volume como em valor.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Degustando vinhos brancos portugueses






Dos países históricos produtores de vinho, Portugal é o mais negligenciado

Outros países que há 25 anos eram pouco reconhecidos por sua produção passaram a fazer parte da economia globalizada do vinho: Grécia, Áustria, uma Hungria revigorada. França e Itália sempre foram destaque, mas regiões menos conhecidas dentro de ambos os países têm sido elogiadas. O mesmo acontece com a Espanha.

Mas Portugal? O vinho do Porto sempre vai ter o seu nicho, assim com o vinho da Madeira. Porém, quando o assunto são os vinhos regulares, Portugal continua a ser amplamente negligenciado, e muitas vezes de maneira injusta.

De certa forma, isso acontece porque os portugueses costumam se recusar a dar destaque a uvas internacionais populares, como cabernet sauvignon, chardonnay, merlot e sauvignon blanc, priorizando suas inumeráveis ofertas nativas.

Essa internacionalização, infelizmente, foi outrora uma fórmula de eficácia comprovada para atrair atenção em escala mundial. Mas o foco passou a ser aquilo que é distintamente local, e, felizmente, os entusiastas americanos do vinho podem ter passado do ponto de caírem nas graças de um cabernet de 100 pontos de Portugal.

Pode ser também que a língua portuguesa coloque alguns obstáculos para os americanos, que podem compreender intuitivamente que, digamos, o "bianco" da Itália e o "blanco" da Espanha são os vinhos brancos, mas talvez não consigam dar o mesmo salto linguístico quando confrontados com "branco". Frequentemente, quem é confrontado com tais termos não familiares costuma continuar a buscar algo mais reconhecível.

Entre os vinhos portugueses, duas exceções cativaram a imaginação dos americanos, mas são casos especializados. O primeiro é o Vinho Verde, o vinho branco vibrante de preço acessível do noroeste de Portugal, que parece ter adentrado o zeitgeist associado a um clima quente, vendendo muito bem nosEstados Unidos nos últimos anos. Mas ele não passa de um prazer inócuo, visto geralmente como uma bebida refrescante de verão.

O segundo é o vinho de Colares, um dos mais fascinantes do mundo, mas produzido apenas em quantidades mínimas. As videiras crescem em solos arenosos e, portanto, são imunes à filoxera, o voraz afídeo que ataca as raízes das videiras europeias clássicas, fazendo com que quase todas tenham que ser enxertadas em porta-enxertos americanos. Em vez disso, as videiras dos vinhos de Colares crescem sobre suas próprias raízes. São vinhos verdadeiramente maravilhosos, elegantes, mas intensos, com potencial para envelhecer por décadas. Mas as vinhas têm travado uma difícil batalha pela terra com os bairros residenciais dos arredores de Lisboa, e em breve podem se extinguir.

Os especialistas em vinho da minha equipe de degustação não ignoram Portugal. Fazemos incursões regulares, ainda que não muito frequentes, pelos seus vinhos tintos - sendo que a mais recente foi pelos tintos do Douro, a histórica região portuária, em 2012. Mas nunca tinha me ocorrido fazer uma degustação de vinhos brancos portugueses. Antes de eu pensar realmente a respeito, essa degustação não me parecia tão interessante.

Mudei de ideia depois que Matt Kramer, colunista do Wine Spectator, rasgou elogios a alguns vinhos brancos que tinha encontrado em Portugal. Um deles, escreveu Kramer, poderia ser facilmente confundido com um Chassagne-Montrachet caso ele o tivesse provado em uma degustação cega; um erro, ressaltou ele, que teria sido "quase que um insulto ao caráter de um vinho".

Já tinha ouvido algumas outras pessoas louvando a qualidade dos vinhos brancos portugueses recentemente, e concluí que valeria a pena investigá-los. Assim, convoquei minha equipe, que se reuniu para provar 20 vinhos de safras recentes, na esperança de fazer bons achados entre os rótulos.

Na degustação, Florence Fabricant e eu fomos acompanhados por Pascaline Lepeltier, diretor de vinhos no Rouge Tomate e mestre sommelier recém-formado que viajou recentemente a Portugal, e Todd Wernstrom, distribuidor de vinhos cuja empresa, a Ice Bucket Selections, não trabalha com vinhos portugueses.

Não posso dizer que chegamos a sentir a emoção de uma descoberta, embora eu tenha achado os vinhos agradáveis e intrigantes. Como acontece frequentemente no caso dos vinhos tintos portugueses, todos os brancos foram feitos a partir de uvas portuguesas nativas, mas nenhum nos pareceu especialmente distinto ou único, como o carricante do Monte Etna ou o furmint da Hungria. Um bom número dos vinhos de nossa lista foi feito à moda moderna, fermentado em tanques de aço e engarrafados ainda jovens para preservar o frescor e os aromas.

Nossa primeira garrafa, um vinho Luís Pato, da região de Beira Atlântico, de 2012, tinha seguido esse estilo. Produzido com a Maria Gomes, a mais comum uva branca de Portugal, também conhecida como Fernão Pires, ele estava delicioso, acidulado, picante, herbáceo, bom para se beber quando ainda é cedo. Custando apenas 13 dólares, foi o vinho de melhor relação custo/benefício de nossa degustação. Vai muito bem como companheiro neste verão aqui nos Estados Unidos.

Outros vinhos passaram algum tempo em barris e se prestam mais facilmente ao envelhecimento, como a nossa terceira garrafa, do branco da Quinta de Foz de Arouce, de 2012, que descobri ter sido o vinho que chamou a atenção de Kramer. O que ele havia provado, porém, era o de 2010, com dois anos a mais de envelhecimento, o que sugeriu a comparação com os vinhos da Borgonha.

O vinho da safra de 2012, feito exclusivamente com a uva cerceal (que não têm relação com a sercial, ingrediente dos vinhos Madeira), nos pareceu vivaz, frutado, complexo, com sabor herbáceo e o tipo de textura convidativa proporcionada pelo processo de envelhecimento em barris – principalmente barris antigos, que não conferem sabores. Fiquei ansioso para beber esse vinho daqui a alguns poucos anos. Tendo custado 37 dólares, ele também foi um dos mais caros da degustação.

Outras garrafas dignas de nota foram a segunda, do rico e carnudo Quinta do Sagrado do Douro de 2012, uma mistura de quatro uvas fermentadas em tanques de aço; a quarta, do Vadio, de Bairrada, na região próxima ao litoral Atlântico, de 2012, um vinho pouco rústico, agradavelmente amargo; e a quinta, de um refrescante Casa de Mouraz do Dão, do interior de Bairrada, também de 2012, feito exclusivamente da uva encruzado.

Eu não me atreveria a oferecer conclusões definitivas após essa degustação, já que esses vinhos certamente nos convidam a continuar pesquisando. Não tenho dúvidas de que vão motivar mergulhos mais profundos, especialmente nas regiões mais promissoras para os vinhos brancos, que parecem ser as áreas costeiras de Bairrada e Beira Atlântico, além do Douro.

Posso dizer que se você gosta dos mais conhecidos vinhos brancos italianos, muitas das garrafas menos caras dessa degustação vão lhe proporcionar uma sensação semelhante de fresco seco e frutado. Se você gosta de tipos mais complexos de vinho, como, atrevo-me a dizer, o Borgonha branco, uma garrafa de vinho envelhecido em barril, como o Foz de Arouce, pode se mostrar intrigante.

É justo dizer que a indústria portuguesa do vinho está passando por uma transição, buscando se concentrar em vinhos que podem ser comercializados em todo o mundo. O que isso significa para os vinhos brancos do país? Ainda vamos descobrir.

Resumo da degustação

Luís Pato Beira Atlântico Maria Gomes 2012 (Melhor relação qualidade/preço)

2 1/2 estrelas

Sabores cítricos acidulados, com notas herbáceas e picantes e uma textura convidativa. 13 dólares.

Quinta do Sagrado Douro 2012

2 1/2 estrelas

Rico e carnudo, com aromas de damasco, pêssego e melão. 16 dólares.

Quinta de Foz de Arouce Vinho Regional Beiras Branco 2012

2 1/2 estrelas

Vivaz e texturizado, com sabores prolongados de melão, frutas cítricas e ervas. 37 dólares.

Vadio Bairrada 2012

2 1/2 estrelas

Agradavelmente rústico, com sabores prolongados de frutas cítricas, ervas e frutas tropicais com um leve amargor.

17 dólares.

Casa de Mouraz Dao Encruzado 2012

2 1/2 estrelas

Refrescante e pouco complexo, com sabores cítricos picantes. 17 dólares.

Niepoort Douro Redoma 2012

2 estrelas

Não é particularmente aromático, mas é suculento, substancioso e tem uma textura agradável. 28 dólares.

Quinta do Perdigao Dão Encruzado 2011

2 estrelas

Acidulado, com um amargor intrigante. 20 dólares.

Álvaro Castro Dão Encruzado DAC 2011

2 estrelas

Equilibrado, com sabores de frutas tropicais. 25 dólares.

Duorum Douro Tons 2012

2 estrelas

Leve, agradável e refrescante. 13 dólares.

Quinta do Passadouro Douro Passa 2011

2 estrelas

Aromas e sabores de ervas, especiarias e melão. 15 dólares.

O que significam as estrelas:

As classificações, de até quatro estrelas, refletem a reação da equipe aos vinhos, que foram degustados com os nomes e as datas ocultos. Os vinhos representam uma seleção que costuma estar disponível em boas lojas do ramo e restaurantes, bem como na internet. Os preços são os praticados por lojas da região de Nova York.

Coordenador da degustação: Bernard Kirsch



sexta-feira, 27 de junho de 2014

FSF 2011 - José Maria da Fonseca


Esta é a 6ª edição deste vinho que pretende ser uma homenagem de Domingos Soares Franco a seu Pai, Fernando Soares Franco, membro da 5ª geração da família e Pai dos actuais Presidente e Vice-Presidente da empresa. 

As suas castas preferidas eram a Touriga Nacional, Touriga Franca, Tannat, Syrah, Trincadeira, Cabernet Sauvignon e Alvarinho. Foi ainda devido à sua persistência que se manteve a última vinha de Moscatel Roxo na região. Por tudo o que Fernando Soares Franco representa para a José Maria da Fonseca, o seu filho, Domingos Soares Franco, decidiu criar este vinho FSF – Fernando Soares Franco, feito com algumas das castas preferidas de seu pai: Trincadeira, Syrah e Tannat. 

A primeira colheita de FSF foi produzida em 1998. Com a segunda colheita, 2001, Domingos Soares Franco decidiu imprimir a este vinho um estilo mais moderno e internacional.  

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domingo, 22 de junho de 2014

Três Vinhos para a Seleção Portuguesa de Futubol


Escolhemos três vinhos para comemorar a vitória da nossa seleção.

Terra D'Alter Reserva, Tinto 2011 
Rozés, Porto Tawny, 40 anos
Quinta das Marias Touriga Nacional Reserva, Tinto 2011, 

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9 vinhos portugueses para comprar e guardar.


Comprar, guardar e apreciar. Esta é a ordem da conceituada revista norte-americana Wine Enthusiast, que na lista Top Cellar Sellection escolheu nove vinhos portugueses.
Quinta do Noval 2011 Nacional Vintage Port, em 1.º lugar (100 pontos)
Taylor Flagdate 2011 Vintage Port, em 10.º lugar (97 pontos)
Quinta do Vesúvio 2011 Capela Vintage Port, em 15.º lugar (98 pontos)
Wine & Soul 2009 Pintas Character, em 19.º lugar (95 pontos)
. Warre"s 2011 Vintage Port, em 25.º (96 pontos)
. Niepoort 2011 Vintage Port, em 31.º (95 pontos)
Passarela 2009 Casa da Passarela O Oenólogo Vinhas Velhas Tinto, em 42.º lugar (94 pontos)
.Quinta da Romaneira 2009 Reserva, em 76.º lugar (94 pontos)
Sogrape 2009 Quinta dos Carvalhais, em 89.º lugar (94 pontos).
Este número de vinhos coloca Portugal em 4.º lugar na selecção de 100 vinhos para guardar da Wine Enthusiast, atrás dos principais países produtores EUA, França e Itália.

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