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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Monte Seis Reis Syrah 2008


Um monocasta a partir da casta Syrah.
Monte Seis Reis VinhosRegião: Estremoz – Alentejo/Portugal 

Enorme surpresa para o mercado nacional, um Syrah vindo de Estremoz, com uma personalidade incrível.

NOTAS DE PROVA:
Cor: Cor bastante pronunciada.

Aroma: Boa concentração aromática com frutos pretos maduros e especiarias.

Paladar: Sabor intenso, macio e elegante, com taninos robustos e grande persistência final.

Ideal para acompanhar caça, queijos e assados. Deve ser servido à temperatura de 16 a 18ºC e se possível decantado.

Evolução positiva durante 7 a 10 anos, se conservado em local fresco, escuro e a garrafa deitada.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Enoturismo - O Monte Seis Reis



O Monte Seis Reis possui uma área de vinha que se estende ao longo de 50 hectares, onde são produzidas as principais castas da herdade: Aragonez, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Trincadeira Preta, Touriga Nacional Arinto, Antão Vaz, Viognier e Alvarinho. Mais recentemente foram introduzidas as castas Petit Verdot e Tannat.

A adega faz parte da Rota dos Vinhos do Alentejo e o complexo de enoturismo possui várias salas, nomeadamente a sala-museu Seis Reis com a história dos seis monarcas e a da região de Estremoz, a sala de Arte com exposição permanente sobre vinho e exposições temporárias relacionadas com o tema e sala de Tertúlia onde são servidas refeições a grupos. Possui ainda uma loja onde é possivel adquirir o vinho do Monte Seis Reis e alguns produtos regionais alentejanos.

Venha conhecer o Monte Seis Reis e tenha uma experiência gourmet inesquecível!

Inclui:
Visita guiada à Adega com prova de 3 vinhos Monte Seis Reis e produtos regionais.

Horário de Funcionamento: Das 10:00 às 18:00
Marcas: Arte Real, Boa Memória, Bolonhês, Syrah, Tannat Petit Verdot e Reserva.
Produtos comercializados: Vinhos e produtos regionais alentejanos (queijos, enchidos, azeite, mel, entre outros)


Monte Seis Reis
Herdade dos Casarões, Santa Maria
7100-078 Estremoz
Telefone: 268322221
Mail: geral@seisreis.pt
Site: www.seisreis.pt

terça-feira, 1 de julho de 2014

Degustando vinhos brancos portugueses






Dos países históricos produtores de vinho, Portugal é o mais negligenciado

Outros países que há 25 anos eram pouco reconhecidos por sua produção passaram a fazer parte da economia globalizada do vinho: Grécia, Áustria, uma Hungria revigorada. França e Itália sempre foram destaque, mas regiões menos conhecidas dentro de ambos os países têm sido elogiadas. O mesmo acontece com a Espanha.

Mas Portugal? O vinho do Porto sempre vai ter o seu nicho, assim com o vinho da Madeira. Porém, quando o assunto são os vinhos regulares, Portugal continua a ser amplamente negligenciado, e muitas vezes de maneira injusta.

De certa forma, isso acontece porque os portugueses costumam se recusar a dar destaque a uvas internacionais populares, como cabernet sauvignon, chardonnay, merlot e sauvignon blanc, priorizando suas inumeráveis ofertas nativas.

Essa internacionalização, infelizmente, foi outrora uma fórmula de eficácia comprovada para atrair atenção em escala mundial. Mas o foco passou a ser aquilo que é distintamente local, e, felizmente, os entusiastas americanos do vinho podem ter passado do ponto de caírem nas graças de um cabernet de 100 pontos de Portugal.

Pode ser também que a língua portuguesa coloque alguns obstáculos para os americanos, que podem compreender intuitivamente que, digamos, o "bianco" da Itália e o "blanco" da Espanha são os vinhos brancos, mas talvez não consigam dar o mesmo salto linguístico quando confrontados com "branco". Frequentemente, quem é confrontado com tais termos não familiares costuma continuar a buscar algo mais reconhecível.

Entre os vinhos portugueses, duas exceções cativaram a imaginação dos americanos, mas são casos especializados. O primeiro é o Vinho Verde, o vinho branco vibrante de preço acessível do noroeste de Portugal, que parece ter adentrado o zeitgeist associado a um clima quente, vendendo muito bem nosEstados Unidos nos últimos anos. Mas ele não passa de um prazer inócuo, visto geralmente como uma bebida refrescante de verão.

O segundo é o vinho de Colares, um dos mais fascinantes do mundo, mas produzido apenas em quantidades mínimas. As videiras crescem em solos arenosos e, portanto, são imunes à filoxera, o voraz afídeo que ataca as raízes das videiras europeias clássicas, fazendo com que quase todas tenham que ser enxertadas em porta-enxertos americanos. Em vez disso, as videiras dos vinhos de Colares crescem sobre suas próprias raízes. São vinhos verdadeiramente maravilhosos, elegantes, mas intensos, com potencial para envelhecer por décadas. Mas as vinhas têm travado uma difícil batalha pela terra com os bairros residenciais dos arredores de Lisboa, e em breve podem se extinguir.

Os especialistas em vinho da minha equipe de degustação não ignoram Portugal. Fazemos incursões regulares, ainda que não muito frequentes, pelos seus vinhos tintos - sendo que a mais recente foi pelos tintos do Douro, a histórica região portuária, em 2012. Mas nunca tinha me ocorrido fazer uma degustação de vinhos brancos portugueses. Antes de eu pensar realmente a respeito, essa degustação não me parecia tão interessante.

Mudei de ideia depois que Matt Kramer, colunista do Wine Spectator, rasgou elogios a alguns vinhos brancos que tinha encontrado em Portugal. Um deles, escreveu Kramer, poderia ser facilmente confundido com um Chassagne-Montrachet caso ele o tivesse provado em uma degustação cega; um erro, ressaltou ele, que teria sido "quase que um insulto ao caráter de um vinho".

Já tinha ouvido algumas outras pessoas louvando a qualidade dos vinhos brancos portugueses recentemente, e concluí que valeria a pena investigá-los. Assim, convoquei minha equipe, que se reuniu para provar 20 vinhos de safras recentes, na esperança de fazer bons achados entre os rótulos.

Na degustação, Florence Fabricant e eu fomos acompanhados por Pascaline Lepeltier, diretor de vinhos no Rouge Tomate e mestre sommelier recém-formado que viajou recentemente a Portugal, e Todd Wernstrom, distribuidor de vinhos cuja empresa, a Ice Bucket Selections, não trabalha com vinhos portugueses.

Não posso dizer que chegamos a sentir a emoção de uma descoberta, embora eu tenha achado os vinhos agradáveis e intrigantes. Como acontece frequentemente no caso dos vinhos tintos portugueses, todos os brancos foram feitos a partir de uvas portuguesas nativas, mas nenhum nos pareceu especialmente distinto ou único, como o carricante do Monte Etna ou o furmint da Hungria. Um bom número dos vinhos de nossa lista foi feito à moda moderna, fermentado em tanques de aço e engarrafados ainda jovens para preservar o frescor e os aromas.

Nossa primeira garrafa, um vinho Luís Pato, da região de Beira Atlântico, de 2012, tinha seguido esse estilo. Produzido com a Maria Gomes, a mais comum uva branca de Portugal, também conhecida como Fernão Pires, ele estava delicioso, acidulado, picante, herbáceo, bom para se beber quando ainda é cedo. Custando apenas 13 dólares, foi o vinho de melhor relação custo/benefício de nossa degustação. Vai muito bem como companheiro neste verão aqui nos Estados Unidos.

Outros vinhos passaram algum tempo em barris e se prestam mais facilmente ao envelhecimento, como a nossa terceira garrafa, do branco da Quinta de Foz de Arouce, de 2012, que descobri ter sido o vinho que chamou a atenção de Kramer. O que ele havia provado, porém, era o de 2010, com dois anos a mais de envelhecimento, o que sugeriu a comparação com os vinhos da Borgonha.

O vinho da safra de 2012, feito exclusivamente com a uva cerceal (que não têm relação com a sercial, ingrediente dos vinhos Madeira), nos pareceu vivaz, frutado, complexo, com sabor herbáceo e o tipo de textura convidativa proporcionada pelo processo de envelhecimento em barris – principalmente barris antigos, que não conferem sabores. Fiquei ansioso para beber esse vinho daqui a alguns poucos anos. Tendo custado 37 dólares, ele também foi um dos mais caros da degustação.

Outras garrafas dignas de nota foram a segunda, do rico e carnudo Quinta do Sagrado do Douro de 2012, uma mistura de quatro uvas fermentadas em tanques de aço; a quarta, do Vadio, de Bairrada, na região próxima ao litoral Atlântico, de 2012, um vinho pouco rústico, agradavelmente amargo; e a quinta, de um refrescante Casa de Mouraz do Dão, do interior de Bairrada, também de 2012, feito exclusivamente da uva encruzado.

Eu não me atreveria a oferecer conclusões definitivas após essa degustação, já que esses vinhos certamente nos convidam a continuar pesquisando. Não tenho dúvidas de que vão motivar mergulhos mais profundos, especialmente nas regiões mais promissoras para os vinhos brancos, que parecem ser as áreas costeiras de Bairrada e Beira Atlântico, além do Douro.

Posso dizer que se você gosta dos mais conhecidos vinhos brancos italianos, muitas das garrafas menos caras dessa degustação vão lhe proporcionar uma sensação semelhante de fresco seco e frutado. Se você gosta de tipos mais complexos de vinho, como, atrevo-me a dizer, o Borgonha branco, uma garrafa de vinho envelhecido em barril, como o Foz de Arouce, pode se mostrar intrigante.

É justo dizer que a indústria portuguesa do vinho está passando por uma transição, buscando se concentrar em vinhos que podem ser comercializados em todo o mundo. O que isso significa para os vinhos brancos do país? Ainda vamos descobrir.

Resumo da degustação

Luís Pato Beira Atlântico Maria Gomes 2012 (Melhor relação qualidade/preço)

2 1/2 estrelas

Sabores cítricos acidulados, com notas herbáceas e picantes e uma textura convidativa. 13 dólares.

Quinta do Sagrado Douro 2012

2 1/2 estrelas

Rico e carnudo, com aromas de damasco, pêssego e melão. 16 dólares.

Quinta de Foz de Arouce Vinho Regional Beiras Branco 2012

2 1/2 estrelas

Vivaz e texturizado, com sabores prolongados de melão, frutas cítricas e ervas. 37 dólares.

Vadio Bairrada 2012

2 1/2 estrelas

Agradavelmente rústico, com sabores prolongados de frutas cítricas, ervas e frutas tropicais com um leve amargor.

17 dólares.

Casa de Mouraz Dao Encruzado 2012

2 1/2 estrelas

Refrescante e pouco complexo, com sabores cítricos picantes. 17 dólares.

Niepoort Douro Redoma 2012

2 estrelas

Não é particularmente aromático, mas é suculento, substancioso e tem uma textura agradável. 28 dólares.

Quinta do Perdigao Dão Encruzado 2011

2 estrelas

Acidulado, com um amargor intrigante. 20 dólares.

Álvaro Castro Dão Encruzado DAC 2011

2 estrelas

Equilibrado, com sabores de frutas tropicais. 25 dólares.

Duorum Douro Tons 2012

2 estrelas

Leve, agradável e refrescante. 13 dólares.

Quinta do Passadouro Douro Passa 2011

2 estrelas

Aromas e sabores de ervas, especiarias e melão. 15 dólares.

O que significam as estrelas:

As classificações, de até quatro estrelas, refletem a reação da equipe aos vinhos, que foram degustados com os nomes e as datas ocultos. Os vinhos representam uma seleção que costuma estar disponível em boas lojas do ramo e restaurantes, bem como na internet. Os preços são os praticados por lojas da região de Nova York.

Coordenador da degustação: Bernard Kirsch



quarta-feira, 25 de junho de 2014

Prove - Vila Nova de Milfontes



De 27 de junho a 6 de julho, Vila Nova de Milfontes acolhe o “Prove - Sabores e Histórias de Comer e Chorar por Mais”, organizado pela APTECE (Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia).

Amêijoas à Bulhão Pato, Peixe Fresco Grelhado, Arroz de Marisco ou os tradicionais doces conventuais alentejanos, acompanhados pelos vinhos da região, são algumas das sugestões em destaque durante os 10 dias do “Prove Vila Nova de Milfontes”. Os 11 restaurantes aderentes – Tasca do Celso, O Botequinho do Xico, Oásis, A Fateixa, O Pescador "O Moura", Porto das Barcas, Pátio Alentejano, Casa dos Bifes, Portal da Vila, Paparoca e Quebramar – disponibilizam uma ementa composta por entrada, prato principal e sobremesa, apresentando o melhor peixe fresco e marisco tradicionais que a região oferece.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito


Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, C.R.L. conta já com mais de meio século de história (1960), sendo o resultado do sonho, do esforço e do trabalho da maioria dos viticultores das regiões de Vidigueira, Cuba e Alvito (atualmente cerca de 300 sócios ativos).

É uma «casa» que se procura diariamente reinventar num cruzamento de «linhas» que se complementam e reinventam. A «linha» da planície alentejana que através de gerações foi contínua e traça a longa experiência da Adega, a «linha» que se inspira no horizonte marítimo de outros tempos, numa visão de descoberta e conquista de futuro, de reinvenção e modernização; a «linha» de uma cultura que se desenlaça na descoberta de sabores e sensações – o vinho – unida pelas gentes que, ontem e hoje, alinham todos estas linhas numa «linha» só, a ADEGA.

Porque o mundo é um mar de oportunidades e também de desafios, hoje globais; porque acreditamos que, para além de nos inserirmos num país que se afirma cada vez mais  enquanto produtor de vinhos de excelência e também numa região privilegiada, a globalidade do Alentejo e especificidade da Vidigueira, que conta com uma cultura vínica profundamente enraizada, tendo o próprio nome da Vila a sua origem na palavra Videira; porque dela faz parte um conceito global, os descobrimentos, enquanto vantagem competitiva de «conquista» do mercado global, com base nas especificidades únicas das nossas castas; porque, por fim e antes de tudo, entre os efetivos vitícolas da Adega contam-se as melhores castas autóctones, mantidas por várias gerações, das quais se distingue a casta Antão Vaz, igualmente conhecida como «casta da Vidigueira», produtora de um branco ímpar e que estará na origem do reconhecido Branco do Alentejo, para nós a casta «musa» inspiradora, a Adega, num percurso que se desenrola em atos interligou os seus vinhos numa viagem pela sua região, pela cultura e história, numa descoberta, aqui de novos «territórios sensoriais», os seus vinhos.

Porque cada vinho nos eleva a diferentes estados de alma, ou não fosse a sua degustação um momento único na experiência individual ou partilhada, a Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito, convida-o a embarcar nesta viagem. Vidigueira, quando o vinho é uma viagem...

Horário do Posto de Vendas:De 2ª Feira a Sábado: 09h00-13h00 e das 14h00 às 19h00.

Visitas e provas de vinho:
De 2ª Feira a Sábado.

NOTA: Aconselha-se marcação prévia

COORDENADAS GPS:
Latº 38.2067750º      Longº -7.7990972º 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Boa Memória Branco 2013




O Boa Memória Branco 2013 é um dos vinhos produzidos por o Monte Seis Reis Vinhos no Alentejo (Estremoz) e dispensa grandes apresentações ou floreados à sua volta, é um vinho fresco, jovem e com uma boa presença da fruta.

Nota de prova
Vinho com alguma complexidade, cor interessante e com aromas a fruta em evidência, no paladar. Com alguma acidez mostra-se fresco e jovem e muito aromático.

Ideal para acompanhar mariscos, peixes grelhados, aves e saladas.
Deve ser servido a uma temperatura de 10-12º C.


O Monte Seis Reis possui uma área de vinha que se estende ao longo de 50 hectares, onde são produzidas as principais castas da herdade: Aragonez, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Trincadeira Preta, Touriga Nacional Arinto, Antão Vaz, Viognier e Alvarinho. Mais recentemente foram introduzidas as castas Petit Verdot e Tannat.

A adega faz parte da Rota dos Vinhos do Alentejo e o complexo de enoturismo possui várias salas, nomeadamente a sala-museu Seis Reis com a história dos seis monarcas e a da região de Estremoz, a sala de Arte com exposição permanente sobre vinho e exposições temporárias relacionadas com o tema e sala de Tertúlia onde são servidas refeições a grupos. Possui ainda uma loja onde é possivel adquirir o vinho do Monte Seis Reis e alguns produtos regionais alentejanos.


Visitas e provas de vinho:
De 2ª Feira a Domingo
Contactos: De 2ª a 6ª, das 9h às 18h : 268 322 221 e/ou 910 143 441
Contactos: Aos fins de semana: 910 143 441

Alentejo, Douro e Bairrada, os melhores vinhos de 2014


Alentejo, Dão e Porto foram eleitos os melhores do ano no Concurso Vinhos de Portugal organizado pela ViniPortugal.Tomando como referência o ano passado merecem destaque na edição de 2014 - para além das regiões do Alentejo e Douro - Bairrada, Dão e Tejo se tivermos em conta o número de Grandes Ouros e Ouros atribuídos.

A categoria Melhores do Ano distinguiu Terra D'Alter Reserva, Tinto 2011 como Melhor Vinho de Lote, Rozés, Porto Tawny, 40 anos, como Melhor Vinho Fortificado, e Quinta das Marias Touriga Nacional Reserva, Tinto 2011, como o Melhor Vinho Varietal.

De acordo com a organização os 1070 vinhos em concurso demonstraram que "Portugal dispõe manifestamente de uma elevada consistência de qualidade. 75% dos vinhos alcançaram nota que lhes permitira a obtenção de uma medalha". No entanto, salienta, o regulamento estabelece um limite máximo o que não permitiu ir além das 280 medalhas.Frisam ainda, que "também pelas elevadas notas obtidas não foram atribuídas medalhas de bronze, ficando-se pelas medalhas de Prata".

Veja aqui os vinhos distinguidos

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Imaginem - Inovação de Henrique Uva/ Herdade da Mingorra




O produtor de vinhos do Baixo Alentejo Henrique Uva/ Herdade da Mingorra desenvolveu um vinho com uma pegada de carbono menor do que a de um vinho comum. Segundo refere o produtor, o vinho «tem uma garrafa mais pequena e mais leve do que o normal para o seu segmento, um rótulo e contra-rótulo em papel reciclado, e uma rolha de cortiça natural com certificação FSC». O projeto de desenvolvimento do "Imaginem" apresenta algumas soluções e práticas culturais inovadoras que têm como objectivo reduzir e mitigar os gases de efeito de estufa decorrentes da prática vitivinícola.


O "Imaginem" é o primeiro vinho a obter, em Portugal, a certificação PAS 2050:2011 no âmbito da pegada de carbono e serviços. A PAS 2050 é uma norma internacional que regulariza metodologias para avaliação de emissões de gases de efeito de estufa, ao longo do ciclo de vida de um bem ou serviço, permitindo evidenciar a pegada de carbono resultante da sua produção.


O pioneiro "Imaginem" «é um vinho especial e distinto, com aroma a frutos maduros, de sabor concentrado e prolongado, que estagiou em madeira. A sua produção, com menos recursos e mais engenho, torna-o uma experiência única e sustentável, registando uma pegada de carbono significativamente menor do que a de um vinho comum», esclarece o produtor da Trindade, Beja.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Herdade da Calada



O monte da Herdade da Calada apresenta características invulgares, pelo estilo excelência das suas edificações. O visitante encontrará para além de uma das mais modernas adegas de Portugal uma propriedade e um ambiente encantador.


As actuais edificações foram inicialmente estabelecidas pelos descendentes do Duque de Lencaster, que em 1854 criaram uma jóia no coração do Alentejo. Os actuais proprietários são um casal  de empresários Franceses, D.Maria e Sr.Jean Claude Penauille, que pretendem dar continuidade ao projecto, sempre orientado para a obtenção de produtos da mais elevada qualidade.

Visitas e provas de vinho:
De 2ª a 6ª Feira - Das 09.30 às 16.30 horas
Sábado e Domingo - Marcação prévia

NOTA: Aconselha-se marcação antecipada.

COORDENADAS GPS:
Lat.: 38.6792500º              Long.: -7.8471389º

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Roteiro dos vinhos – Alentejo


Herdade do Esporão - Pioneiros no projeto de enoturismo, a vinícola está na Rota Mundial dos Vinhos, recebendo visitantes desde 1997. Além de um ótimo restaurante, proporcionam passeios lúdicos pelas vinhas, a pé, de bicicleta ou de jipe, degustação de vinhos e visita às caves e adega. 

João Sem Vinho - Social Wine Club
https://www.facebook.com/joaosemvinho

sexta-feira, 18 de abril de 2014

The Telegraph sugere vinho português para a Páscoa

                                                Tesouro da Bodega de 2012 - Alentejo

Há um vinho português entre as três sugestões do jornal britânico The Telegraph para acompanhar o tradicional cabrito da Páscoa. A publicação sugere um vinho tinto alentejano, que se junta na lista a um australiano e a outro francês, os três "deliciosos" e amigos da carteira.

Hamish Anderson, crítico de vinhos‬ do The Telegraph, recomenda o vinho Castelão Syrah - Tesouro da Bodega de 2012 (que, em Inglaterra, está à venda nos supermercados por pouco mais de nove euros), um vinho tinto "fácil de encontrar" e que entra "na categoria das pechinchas", apesar da sua qualidade.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Vinhos do Alentejo premiados


A Revista de Vinhos premiou os Melhores do Ano de 2013.
O evento ocorreu no passado dia 14 de fevereiro, numa Gala realizada no Campo Pequeno.

O sector vinícola do Alentejo arrecadou um total de 9 prémios na cerimónia Os Melhores do Ano 2013, organizada, na passada sexta-feira, em Lisboa, pela Revista de Vinhos.

Na categoria mais importante, os Prémios Especiais, o Alentejo mereceu duas das 19 distinções da noite: Revelação do Ano, para a Herdade do Vau e Cooperativa do Ano, para a Adega Cooperativa de Borba.

Na categoria de Prémios de Excelência, na qual são distinguidos os melhores vinhos, foram sete os premiados da região alentejana: Furtiva Lágrima, do Monte da Raposinha; J, da José Maria da Fonseca; Marquês de Borba, da J. Portugal Ramos Vinhos; Mouchão Tonel 3-4, dos Vinhos Cavaca Dourada; Paulo Laureano Selectio, da Paulo Laureano Vinus; Pêra Manca, da Fundação Eugénio de Almeida; e Procura, da Susana Esteban.

O Alentejo é a região líder no mercado nacional – quer na quota de mercado em volume (43,1%) quer em valor (44,3%), segundo os dados ACNielsen, na categoria de vinhos engarrafados de qualidade com classificação DOC e IG. Os Vinhos do Alentejo juntam 263 produtores e 97 comerciantes numa área total de vinha de 21 970 hectares, sendo que a área total de vinha aprovada para DOC Alentejano é de 11 371 hectares.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Vinhos portugueses ganham 23 medalhas em França


Os vinhos portugueses voltaram, recentemente, a brilhar numa competição internacional, desta vez em França. Portugal somou 23 medalhas no Concurso Internacional de Lyon, que decorreu este mês naquela cidade gaulesa, reconhecida como "a capital da gastronomia e do bom gosto".
 
Os resultados revelados pela organização do concurso dão conta da conquista, por parte dos vinhos portugueses, de 9 medalhas de ouro e 14 de prata, atribuídas a produtos de várias regiões nacionais, do Douro a Setúbal, passando pelo Dão e pelo Alentejo.
 
O júri do concurso premiou, na sua maioria, os tintos portugueses, mas distinguiu também dois vinhos "rosé" e e sete vinhos brancos. É de destacar o bom desempenho da Quinta Vale D'Aldeia, na Guarda, a unidade de produção vinícola portuguesa mais galardoada, com um total de quatro medalhas.
 
Na edição deste ano do Concurso Internacional de Lyon, um dos concursos mais prestigiados a nível mundial, foram provados 3.685 vinhos oriundos de 22 países.
 
A escolha dos vinhos a premiar ficou a cargo de especialistas internacionais de diversos setores da indústria vinícola, desde enólogos a produtores, 'sommeliers', proprietários de lojas de vinho e consumidores com vastos conhecimentos na área.
 
Este ano, a posição de presidente honorário do júri, um cargo que é entregue, alternadamente, a um 'sommelier' famoso ou a um 'chef' natural de Lyon, coube a Christophe Roure, 'chef' com duas estrelas Michelin.
 
Clique AQUI para conhecer todos os vencedores na página oficial do concurso (em inglês/francês).

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A Adega de Borba acaba de ser galardoada


A Adega de Borba acaba de ser galardoada com ouro e prata pelos seus vinhos Adega de Borba DOC Tinto 2012, Senses Touriga Nacional 2012 e Senses Syrah 2012 nos concursos internacionais Berliner Wein Trophy, Mundusvini e Vinalies Internationales Paris. 

quarta-feira, 26 de março de 2014

Adega Velha – Mourão

Alentejo autêntico na cozinha e nos cantares

Andreia Melo

Contam-se pelos dedos da mão os restaurantes no Alentejo onde pode acompanhar um prato típico regional, com um bom vinho da talha e sessões espontâneas de cantares alentejanos. São as cores de Mourão que lhe são servidas de bandeja na Adega Velha. E a preços de amigo.

Leve o nome à letra… É restaurante que foi adega e disso ainda tem as marcas. E maduro, para não dizer velho que não é bonito, é com certeza. Se comida serve há 22 anos, vinho produz há bem mais tempo que isso, há pelo menos um século.



Conhecer os cantos à casa

Da rua apenas uma singela tabuleta a dizer Adega Velha denuncia o local. Isso e, eventualmente, o miudinho das vozes alentejanas em convívio que deixa adivinhar o que ali se passa. E é, claro, convidativo. Ao passar a ombreira da porta, percebe que o corredor comprido distribui os comensais por quatro salas, cada uma mais caricata do que a outra.

Na primeira, encontra o balcão onde são servidos os licores caseiros, desde a ginjinha ao licor de poejo e o vinho da talha a copo. Não há mesas e as paredes estão cobertas de relógios, pratos de porcelana e quadros onde a temática da tauromaquia é recorrente. Não há ordem na arrumação de todos os objectos que cobrem as paredes. Mas a graça da sala vem, precisamente, desse caos.

Na segunda sala, há mesas a pensar nos casais e grupos pequenos que aparecem para o repasto. A particularidade desta sala é uma parede coberta de telefonias. Há-as para todos os gostos, grandes e pequenas, quadradas e redondas, espécimes dos anos 20 até à década de 80. 
Não conte é com elas para lhe dar música. Deixe esse assunto com o grupo de alentejanos que geralmente se encontra na primeira sala. Afinal de contas, parte da experiência da Adega Velha são os cantares alentejanos.

A terceira sala está preparada para receber grupos maiores. Aqui encontra apenas as mesas corridas de madeira e um móvel pesado onde é guardada louça antiga. Consegue vê-la através das portas vidradas. E consegue ver-se através do espelho gigante e palaciano que encobre uma das paredes da sala.

A quarta sala, rodeada de talhas em toda a volta é mais isolada e onde fica a única mesa redonda da casa.

No corredor ficam as talhas, as guitarras e ainda loiças. As paredes rugosas, caiadas a branco estão cobertas de memórias onde encontra todo o tipo de fait-divers, desde diplomas de prémios a jarras de latão. E o chão, tal e qual chão de adega, é de laje e desnivelado, a dar conta da passagem do tempo. É para que saiba que está numa casa vivida e com personalidade. 


Sabor a Alentejo

A adega sempre pertenceu à família Bação. Mas esteve sempre alugada a terceiros. Até que há aproximadamente 20 anos, o engenheiro Joaquim Bação a resolveu transformar em restaurante. E apesar da experiência de bom vivant pela capital e afins, optou por abrir uma espécie de taberna, onde os sabores são genuínos e as paredes contam histórias.

É por isso que opções na ementa, há poucas e boas. E todas elas são típicas, todas elas regionais. Para entradas, não falha nem o pão alentejano nem o queijo da região. As azeitonas e outros petiscos, como o chouriço e outros enchidos locais também se fazem notar. Mas não exagere. Há que deixar espaço para o verdadeiro repasto que se segue. 
No Alentejo come-se bem e o termo pratadas é adequado para o próximo passo da refeição. A comida vem servida em tachos de barro, bem a condizer com a tradição da terra, ainda a fumegar e de preferência com o cheirinho a cozinha da avó. De peixe, encontra apenas a sopa de cação, acompanhada pelo pão alentejano que vai molhando na sopa para ficar com o mesmo gosto.

Na carne, opte entre um cozido de grão, uma sopa da panela, um feijão com chouriço ou um lombo de porco preto assado no forno. E se preferir pratos de caça, em qualquer altura do ano, lá encontra na ementa a perdiz à Adega Velha ou a lebre guisada. Tudo regado a vinho da talha de produção própria.

Eis que percorreu toda a ementa da casa. Ou quase toda. Faltam-lhe as sobremesas. E como três é a conta que Deus fez, delicie-se com uma encharcada, um bolo rançoso ou um manjar real. E a conta não lhe vai ultrapassar os dez euros. Para fechar com chave de ouro, peça um dos licores da casa. Ajuda-lhe a digestão. 

quinta-feira, 20 de março de 2014

Escolha dos Enólogos 2011


#selfie do momento!!!
São Miguel - Escolha dos Enólogos 2011
Casa Alexandre Relvas - Herdade São Miguel

JOÃO SEM VINHO o seu wine coach.
#wine #winelover #vinhos #winemakers #alentejo

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Syrah Cortes de Cima 2010


Casa Agrícola Cortes de Cima
JOÃO SEM VINHO o seu wine coach. 

Em 1991, a herdade de Cortes de Cima foi a primeira a plantar Syrah no Alentejo, com enxertos selecionados da casta do sul do Ródano. Hoje, a sua gama consiste em três diferentes varietais 100% Syrah. O vinho de mesa mais popular é o Cortes de Cima Syrah, que é engarrafado todos os anos. Em seguida, subindo tanto em concentração como em qualidade, para a gama média – Homenagem a Hans Christian Andersen, engarrafado em quase todas as vindimas. No topo, tem o Incógnito, que apenas é engarrafado em anos excepcionais.

Vinificação
Este vinho foi produzido exclusivamente a partir da casta Syrah. As uvas foram rigorosamente seleccionadas pelo que estavam num óptimo estado de maturação. Foram fermentadas sem engaço, a temperaturas controladas, e regulares delestage, com um alargado período de maceração das películas para melhorar o aroma a frutos e conseguir um bom equilíbrio e estrutura de taninos. Envelhecido durante 8 meses em barricas de carvalho francês e americano até altura do engarrafamento sem filtração em Julho de 2011.

Notas de prova:
Foi produzido exclusivamente com uvas maduras da casta SYRAH (100%). Aroma cativante a frutos silvestres maduros, com notas de baunilha e algum tabaco. No palato é elegante e equilibrado, com taninos firmes.

Este tipo de vinho acompanha muito bem carne de carneiro, caças leves e carnes vermelhas magras, além de queijos de massa semi-dura, e alguns queijos azuis não tão fortes. A sua temperatura ideal de serviço situa-se nos 16º C. Poderá ser guardado em garrafeira até 5 anos, não obstante pode ser consumido desde já.

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O Porco de Raça Alentejana - Sabores de Barrancos!


O Porco de Raça Alentejana - Sabores de Barrancos!
Pequenos Produtores Portugueses 

A Sabores de Barrancos enviou-nos os seus produtos!
Manter vivas as tradições de ser português!
https://www.facebook.com/pages/Sabores-de-Barrancos/1406953682851222

Encomendas:
Telefone 285 958 205
E-mail qualidadesaboresdebarrancos@gmail.com
Morada: Parque Empresarial, Lote C1
7230-000 Barrancos

"Historicamente preservado em Portugal, o porco de Raça Alentejana é descendente do mediterraneus javali do sul, derivando do tronco ibérico ou românico e, devido à sua genética e inexistência de cruzamento com outras raças, regista maior capacidade de infiltração de gordura intramuscular. Assim se explicam as nervuras marmoreadas que dão à carne uma untuosidade e textura únicas e um paladar e aroma inconfundíveis

O Porco de Raça Alentejana pasta em total liberdade no montado durante 14 a 16 meses e alimenta-se de bolota (cerca de sete quilos por dia) e pasto.

(DOP) - Denominação de Origem Protegida encontra-se consagrada pelo uso e a produção deste produto a tempos imemoriais sendo os montados de Barrancos já legalmente protegidos desde 1513. O uso da Denominação de Origem obriga a que o presunto seja obtido de acordo com as regras estipuladas no caderno de especificações, que inclui as condições de criação do porco em regime de montanheira, as suas condições de abate, as regras de transformação dos pernis e a marcação e acondicionamento dos presuntos.

Compre aos Pequenos Produtores Portugueses e apoie a economia local!!!
Ajude-nos a identificar os bons produtos da sua terra.

Pequenos Produtores Portugueses
https://www.facebook.com/pequenosprodutoresportugueses

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Mouchão Licoroso



Este é um vinho licoroso produzido com base na casta Alicante Bouschet. Após a fermentação, estagia em tonéis de 1,000 litros, de carvalho português, durante pelo menos 4 anos. É um vinho com fortes aromas a ameixa, compotas e especiarias, profundo e elegante que na boca apresenta uma frescura intensa e um final de boca persistente e prolongado. Este licoroso evidencia uma excelente capacidade de envelhecimento.
O teor alcoólico normalmente situa-se entre os 18% e os 22%.

#wine #winelover #mouchão #alentejo #vinhos

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Rota das Tabernas


Matar o tempo ao balcão, à volta de um petisco que faça a cama a uma “taça” de tinto ou branco ainda é uma forma de convívio cultivada nas terras do cante alentejano. Aliás, uma coisa nem vive sem a outra, mas de outro modo. As gentes escasseiam, mercê da emigração, e os serões são hoje mais curtos e menos regulares. Os espaços, esses, é que se mantêm, modernizados e geridos por novas gerações de taberneiros. Ao todo, nos concelhos de Almodôvar, Beja, Castro Verde, Mértola, Ourique e Serpa, a Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) inventariou 50 tabernas mais próximas do conceito original, atribuiu-lhes sinalética e juntou-as num roteiro turístico em português, inglês e espanhol. Na mira de uma procura turística que, acredita, será expressiva.


Diário do Alentejo
Texto Carla Ferreira
Fotos José Serrano
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