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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Maçanita "Irmãos e Enólogos" Tinto 2012


Um sonho, uma região, um vinho. De caracter vincado e personalidade própria, António e Joana fizeram um vinho “à Maçanita”.

Aroma bem composto, com fruta madura muito jovem e exuberante, notas de rebuçado. Dá uma boa prova de boca, repetindo a exuberância aromática, mais sério no final com alguma garra de tanino. Um grande vinho do Douro.

Castas: Touriga Nacional e Tinta Roriz. Teor Alcoólico: 15,0% 

António e Joaninha Maçanita, irmãos enólogos que fazem parte desta geração de ouro de grandes enólogos portugueses. Partiram para o Douro com um objectivo comum, fazer vinhos de qualidade! Nesta primeira colheita de 2011, temos um tinto com duas castas com grande expressão no Douro.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

E o melhor vinho de Portugal é...


O concurso «Portugal Wine Trophy» distinguiu sete vinhos, quatro do Douro. La Rosa Reserve Tinto foi o vinho nacional mais pontuado.


O concurso de vinhos «Portugal Wine Trophy», que decorreu pela primeira vez em Portugal, distinguiu com o «Grande Ouro» sete vinhos, quatro dos quais produzidos no Douro, anunciou hoje a organização. 

O «Portugal Wine Trophy» foi organizado pela Deutsche Wein Marketing GmbH (DWM), teve o patronato da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e o apoio da Quinta da Boeira, em Vila Nova de Gaia, onde decorreu o concurso.

Entre os cerca de mil vinhos concurso de 21 países, foram ainda distinguidos com o «Grande Ouro» néctares produzidos na Alemanha, Áustria e Itália. 

Entre os premiados, destaca-se o vinho La Rosa Reserve Tinto que foi considerado «Best Portuguese Wine», o vinho português mais pontuado. 

Este produtor da Região Demarcada do Douro vai participar no «Asia Wine Trophy», na Coreia do Sul, com todas as despesas asseguradas, assim como no Food & Wine Festival em Daejeon. 

Também a Cooperativa Agrícola Santo Isidro de Pegões, que conquistou o prémio de Melhor Produtor acima de 25 hectares, e a Quinta da Raza, que foi consagrada com o prémio de Melhor Produtor abaixo de 25 hectares, poderão participar nestes concursos com as mesmas regalias.

O painel de júris foi constituído por 50 especialistas internacionais, espalhados por sete grupo, e presidido pelo português Bianchi de Aguiar.

Foram ainda atribuídas 228 medalhas de Ouro e 71 de Prata, tendo sido medalhados no total 306 vinhos dos 1.019 em concurso. Dos vinhos distinguidos, 108 são portugueses.

Fonte: tvi24 

domingo, 8 de junho de 2014

Os Melhores vinhos do Douro Superior


‘Muxagat Os Xistos Altos Rabigato branco 2011’, ‘Quinta da Touriga Chã tinto 2011’ e ‘Quinta do Vesúvio Porto Vintage 2012’ foram os três grandes vencedores da 3ª edição do ‘Concurso de Vinhos do Douro Superior’, que decorreu este fim-de-semana no âmbito do ‘Festival de Vinhos do Douro Superior’, em Vila Nova de Foz Côa.
Um alargado painel de jurados avaliou centena e meia de vinhos oriundos da sub-região do Douro Superior. O painel era composto maioritariamente por jornalistas da especialidade e proprietários de lojas de vinho. Os 26 provadores avaliaram brancos, tintos e vinhos do Porto durante toda a manhã de Sábado, dia 31 de Maio. Os três vinhos mais pontuados em cada uma das três categorias passaram à finalíssima. Estes nove vinhos foram depois avaliados por todos os jurados, que escolheram os vencedores. Estes receberam o galardão “Melhor Vinho” em cada categoria.
Destaque para a categoria de tintos, onde o ‘Quinta da Touriga Chã’ conseguiu destronar o ‘Quinta do Vale Meão’, marca que tinha ganho a categoria de tintos nas duas últimas edições. O vinho vencedor é produzido por Jorge Rosas, mas a enologia está a cargo de Fernando Lázaro e João Brito e Cunha. Nos brancos, a casta Rabigato deu origem ao campeão, a uma das três medalhas de ouro e a ainda a duas medalhas de bronze (e é mais que provável que entre no lote de outros vinhos premiados). O vinho vencedor foi criado por Mateus Nicolau de Almeida, produtor e enólogo da empresa Muxagat. Finalmente, na categoria vinho do Porto, foi com alguma surpresa que um Vintage de 2012 conseguiu superar um fantástico tawny colheita de 1989 e vários tawnys com 10, 20 e 30 anos. No total, a organização atribuiu 12 medalhas de ouro, 17 de Prata e 26 de Bronze.
VINHOS BRANCOS
Melhor Tinto
Muxagat Os Xistos Altos Rabigato 2011 (Muxagat Vinhos)
Medalhas de Ouro
Valle do Nídeo Sauvignon Blanc 2013 (H. Abrantes – Douro Wines)
Duas Quintas Reserva 2011 (Adriano Ramos Pinto Vinhos)
Quinta da Canameira Rabigato Reserva 2010 (Sampaio e Melo Cabral)
VINHOS TINTOS
Melhor Vinho
Quinta da Touriga Chã 2011 (Jorge Rosas Vinhos)
Medalhas de Ouro
Quinta do Vale Meão 2011 (F. Olazabal & Filhos)
Excomungado 2011 (Quinta Vale de Pios)
Dona Berta Sousão Reserva Especial 2011 (Hernâni Verdelho)
Quinta da Leda 2011 (Sogrape Vinhos)
Palato do Côa Escolha 2011 (5 Bagos)
D. Graça Grande Reserva Selecção Privada 2011 (Vinilourenço)
Pathernos Grande Reserva 2009 (Cabanas do Castanheiro)
VINHOS DO PORTO
Melhor Vinho
Quinta do Vesúvio Vintage 2012 (Symington Family Estates)
Medalhas de Ouro
Barão de Vilar Colheita 1989 (Barão de Vilar – Vinhos)
Duorum Vintage 2011 (Duorum Vinhos)
Fonte:Local.pt

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Vale do Douro, Portugal, é destino de enoturismo sugerido pela revista Fodors e pelo Trip Advisor para 2014


Por Rogerio Ruschel (*)
Uma das regiões vinícolas mais antigas do mundo e um patrimônio mundial da UNESCO, o Vale do Douro em Portugal continua a ser uma das pedras preciosas menos explorados da Europa. (Conheça os vinhedos tombados pela Unesco em http://invinoviajas.blogspot.com.br/2013/03/seis-vinhedos-patrimonio-da-humanidade.html )

Mas isso pode mudar em breve e esta é uma das razões para viajar em 2014. Premios recentes aos vinhos produzidos no país, especialmente os profundos e ricos tintos do Douro e os Vinhos Verdes efervescentes que ainda têm preços acessíveis se comparados a similares da Franca, Itália e Espanha, têm estimulado a indústria do turismo e da hospitalidade ao longo da rota do vinho. Ou das rotas do vinho, porque Portugal tem oficialmente onze Rotas do Vinho:

Rota dos Vinhos Verdes, Rota do Vinho do Porto, Rota das Vinhas de Cister, Rota do Vinho do Dão, Rota dos Vinhos da Bairrada, Rota do Vinho da Beira Interior, Rota da Vinha e do Vinho do Ribajeto, Rota do Vinho do Oeste, Rota do Vinho da Costa Azul, Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares e Rota do Vinho do Alentejo.

Porto (acima e abaixo), segunda maior cidade de Portugal e âncora do Vale do Rio Douro, está na beira do mar e por isso, além da presença de prédios, bens culturais e arquitetura de grande valor cultural e histórico, também oferece ótima gastronomia e a possibilidade de passar um dia na praia. Aliás, Porto ficou na segunda posição da lista dos 10 destinos Europeus emergentes do TripAdvisor Traveler's Choice em 2013.

Nenhuma viagem a esta região é completa sem um clássico passeio de barco pelo rio Douro, que se revela em curvas e colinas harmoniosas que além de grande beleza cênica, são também um Patrimônio da Humanidade. Segundo muitas pessoas, esta é a região vinícola mais linda do mundo.
Na mesma região está também a Rota dos Vinhos Verdes que explora os jovens vinhos produzidos em todo o rio Minho. A melhor época para ir é no verão (Junho a Agosto) quando está quente e os vinhedos estão carregados; em setembro a oferta de atrativos se amplia (e o movimento de turistas também) com a colheita das uvas.


(*) Rogerio Ruschel mora e trabalha em São Paulo, Brasil, é jornalista e enófilo e um profundo admirador de Portugal, suas qualidades e belezas. Para ler outros posts sobre enoturismo, cultura do vinho e turismo de qualidade, acesse http://invinoviajas.blogspot.com.br/ 

 

domingo, 11 de maio de 2014

Australianos rendidos ao Porto "inebriante"

O jornal The West Australian está rendido à cidade do Porto. A segunda maior cidade de Portugal é apontada como "sedutora e embriagante",num artigo publicado esta semana.
Situado no extremo da Europa, nas margens do Rio Douro, o Porto não é um destino tão procurado como as famosas capitais europeias, contudo é destacado por ser uma excelente cidade para se descobrir "pelos próprios pés", diz o autor do texto, Ronan O'Connell.
 
"A cidade é antiga e lânguida. A pé, sente-se essa atmosfera que se torna inebriante. Consegue-se caminhar facilmente pelas ruas. Mesmo no coração da cidade há pouca agitação", lê-se no site do jornal.

O jornal australiano sugere Vila Nova de Gaia e a zona da Ribeira como zonas a visitar, tal como a Avenida dos Aliados, a Estação de São Bento, a Torre dos Clérigos ou a Ponte Dom Luís - que pode ser percorrida a pé.
 
As caves, ao longo do rio, "convidam os turistas a entrarem e provarem os seus produtos". Os cruzeiros no Douro também são recomendados, uma vez que dão a conhecer as seis pontes que ligam o Porto a Vila Nova de Gaia.  



terça-feira, 29 de abril de 2014

Douro prepara-se para mais uma “batalha”


O inimigo chama-se "alterações climáticas". A Região do Douro acredita que vai superar a nova realidade que se anuncia para os próximos anos.

As alterações climáticas previstas para o Douro – aumento da temperatura e consequente falta de disponibilidade hídrica - são encaradas como um desafio e algumas respostas já estão a ser preparadas.

Na Quinta do Portal, em Sabrosa, essas respostas vão sendo dadas “através da utilização de castas, de porta enxertos e sistemas de condução mais adaptados, ou seja de técnicas agronómicas que permitem minimizar os efeitos do aumento da temperatura”, diz o engenheiro agrícola, Miguel Santos. 

Na região do Douro, são já várias as quintas a recorrer ao coberto vegetal entrelinhas, com recurso ao trevo e a outras leguminosas, para conservar a humidade, enriquecer o solo e reduzir a necessidade de adubos químicos. No futuro, a solução para fazer face ao impacto previsível da subida da temperatura média pode passar também pela rega. 

“Poderá vir a ser essencial nomeadamente para fazer vinhos do Douro e também para podermos controlar quantidades produzidas por hectare”, defende o técnico. 

Sensibilidade e criatividade para enologia preventiva Se é certo que as alterações climáticas previstas vão obrigar a alterações de comportamentos na viticultura, o mesmo se pode dizer em matéria de produção de vinho. 

O enólogo Paulo Coutinho defende que será necessário “trabalhar com uma outra sensibilidade, com recurso a uma enologia preventiva e de respeito pela matéria-prima”, referindo que foi já nesse sentido que modularam a adega em 2006, “tentando usar um método que é por gravidade e que permite respeitar a matéria-prima”. 

“Cada vez mais verificamos que, em alguns anos, temos um fruto que não está completamente maduro e há que trabalhar isso de uma outra forma e com outra sensibilidade”, explica. 

Exigência de adaptação de práticas A região produz vinhos do Porto e Douro, é muito diversificada em termos de altitudes e exposições, “o que permite contornar ou ir adaptando práticas”. 

“Nós podemos mover parcelas em termos de estilos, ou seja, adaptar o estilo de vinho a cada uma das parcelas”, refere o enólogo. 

As previsões apontam para que entre 2020 e 2050 a temperatura possa aumentar de 1 grau a 1 grau e meio, o que, no entender de Paulo Coutinho, “é grave já que pode haver parcelas, no Douro Superior, em que, de um momento para o outro, pode ser impossível plantar lá”. 

Paulo Coutinho não tem dúvidas que as alterações climáticas previstas vão ter impacto na produção no Douro, mas realça a capacidade de adaptação para assegurar que a região vai superar com sucesso “mais esta batalha”. 

A mais antiga região de vinhos portuguesa e a primeira região vitivinícola do mundo a ser demarcada encontra-se dividida em três sub-regiões; Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior. É precisamente esta última que mais pode vir a sofrer com as alterações climáticas. 

No Douro, produz-se o famoso Vinho do Porto e também vinho de mesa de alta qualidade, a partir de 29 castas recomendadas, entre brancas e tintas.


por Olímpia Mairos

terça-feira, 15 de abril de 2014

Vinhos portugueses ganham 23 medalhas em França


Os vinhos portugueses voltaram, recentemente, a brilhar numa competição internacional, desta vez em França. Portugal somou 23 medalhas no Concurso Internacional de Lyon, que decorreu este mês naquela cidade gaulesa, reconhecida como "a capital da gastronomia e do bom gosto".
 
Os resultados revelados pela organização do concurso dão conta da conquista, por parte dos vinhos portugueses, de 9 medalhas de ouro e 14 de prata, atribuídas a produtos de várias regiões nacionais, do Douro a Setúbal, passando pelo Dão e pelo Alentejo.
 
O júri do concurso premiou, na sua maioria, os tintos portugueses, mas distinguiu também dois vinhos "rosé" e e sete vinhos brancos. É de destacar o bom desempenho da Quinta Vale D'Aldeia, na Guarda, a unidade de produção vinícola portuguesa mais galardoada, com um total de quatro medalhas.
 
Na edição deste ano do Concurso Internacional de Lyon, um dos concursos mais prestigiados a nível mundial, foram provados 3.685 vinhos oriundos de 22 países.
 
A escolha dos vinhos a premiar ficou a cargo de especialistas internacionais de diversos setores da indústria vinícola, desde enólogos a produtores, 'sommeliers', proprietários de lojas de vinho e consumidores com vastos conhecimentos na área.
 
Este ano, a posição de presidente honorário do júri, um cargo que é entregue, alternadamente, a um 'sommelier' famoso ou a um 'chef' natural de Lyon, coube a Christophe Roure, 'chef' com duas estrelas Michelin.
 
Clique AQUI para conhecer todos os vencedores na página oficial do concurso (em inglês/francês).

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Assobio Tinto 2011


O vinho Assobio Tinto 2011 obteve 94 pontos na avaliação da revista Wine Enthusiast, que o considerou uma das melhores compras deste ano. Este é um vinho produzido pelo Esporão na sua Quinta dos Murças, no Douro, onde se estabeleceu em 2008.

O produtor salienta, a propósito desta distinção, a qualidade única da Quinta dos Murças, um terroir especial da Região Demarcada do Douro, no caminho para a elaboração de vinhos «de elevada qualidade, autênticos e sedutores, simultaneamente equilibrados e complexos, com base na tradição vitivinícola da região, mas com uma abordagem inovadora».

O Assobio Tinto 2011 «expressa as características das castas Dourienses Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca com a qualidade excepcional da colheita 2011», sustentam os responsáveis do Esporão.

João Sem Vinho - Social Wine Club

https://www.facebook.com/joaosemvinho 

#wine #winelover #vinhos #douro

quinta-feira, 27 de março de 2014

A Quinta do Cume

O vinho da Quinta do Cume nasce nas encostas solarengas da antiga terra de Provezende, que reúne características de "terroir" excelentes para um vinho de qualidade.


Este projecto nasceu de um sonho e de uma paixão pelo Douro de Jorge Tenreiro, que apesar de ser cirurgião de profissão, sempre foi apaixonado pelo Douro. Escolheu Provezende, uma aldeia histórica situada na margem direita do Rio Douro, no coração do Douro Vinhateiro, região demarcada e classificada pela UNESCO, como património mundial desde 2001. Provezende reúne todas as características para a produção de um excelente vinho: o terreno acidentado, o solo xistoso, a proximidade com a água, uma exposição solar ideal e altitude, enfim um "terroir" que lhe confere propriedades enológicas inigualáveis. Objectivo primordial foi a produção de vinhos de qualidade, numa vinha de 4 hectares, que está situada a uma altitude de 600 metros o que lhe dá a acidez necessária para este tipo de vinhos.

A construção de adega própria, projecto arrojado do arquitecto António Leitão Barbosa, permite utilizar todas as técnicas mais recentes.

A determinante escolha de enólogo recaiu sobre Jean-Hugues Gros, cuja formação numa das mais reputadas escolas de Enologia na Borgonha em França, tornou este sonho possível. Jean-Hugues Gros de 41 anos de idade estagiou em várias regiões produtoras de vinho do mundo, entre as quais o Douro em 1993, Marrocos, California, Bordéus e Champanhe. Em 1999 escolheu o Douro para desenvolver a sua actividade profissional.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Enoturismo - Vale do Douro


O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.

#wine #winelover #vinhos #douro #travel

terça-feira, 4 de março de 2014

Aos enólogos...


Graças pela genialidade do homem... Há dias assim, dias de absoluta perfeição, de deleite, de prazer infinito. Dias marcantes, dias que nunca terminam, dias que deixam cravados, no peito e na memória, uma marca perpétua e indelével. Dias de meditação, de ponderação, dias de recolhimento e agradecimento. Há dias assim, dias para agradecer... aos homens que produzem os vinhos! 

 JOÃO SEM VINHO o seu wine coach. 
 #wine #winelovers #vinhos #douro #winemakers

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Vinho Moscatel

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O Vale do Douro - Douro`s River Valley


O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre #Vinho do #Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.

#wine #winelover #vinhos #portugal #douro 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

50 grandes vinhos portugueses para os EUA.


O editor da revista norte-americana Wine & Spirits, de seu nome Joshua Greene, avaliou cerca de 600 vinhos portugueses e elegeu os melhores 50 para irem aos Estados Unidos. 

Com a iniciativa 50 grandes vinhos portugueses a ViniPortugal pretende aproximar os vinhos portugueses dos consumidores e dos líderes de opinião norte-americanos, fortalecendo a afirmação da qualidade dos vinhos nacionais neste mercado.

Lista dos 50 grandes vinhos para os EUA (por regiões e depois ordem alfabética)

Vinhos Verdes (8)

Aromas das Castas Alvarinho-Trajadura branco 2012 (Quinta da Lixa)

Casa do Capitão-mor branco 2011 (Quinta de Paços)

Contacto branco 2012 (Anselmo Mendes Vinhos)

Eminência branco 2010 (IdealDrinks)

Quinta de Gomariz Avesso branco 2012

Soalheiro Alvarinho branco 2012

Soalheiro Primeiras Vinhas branco 2012

Solar das Bouças Loureiro branco 2012

Douro (14)

Batuta tinto 2010 (Niepoort Vinhos)

Collection tinto 2009 (Adriano Ramos Pinto)

Duorum Reserva Vinhas Velhas tinto 2009

Mutante tinto 2007 (Quinta do Sagrado)

Muxagat tinto 2011

Olho no Pé Grande Reserva tinto 2008 (Folias de Baco)

Poeira tinto 2010 (Jorge Moreira)

Quinta da Manoella Vinhas Velhas tinto 2010 (Wine & Soul)

Quinta da Sequeira Reserva tinto 2008

Quinta de S. José Touriga Nacional tinto 2011 (João Brito e Cunha)

Quinta do Noval tinto 2008

Quinta do Portal Reserva tinto 2008

TalentVs Grande Escolha tinto 2010 (Quinta Seara d´Ordens)

Vale da Poupa Moscatel Galego branco 2012 (Secret Spot Wines)

Bairrada (4)

Luís Pato Vinha Pan tinto 2009

Quinta da Dôna tinto 2009 (Aliança Vinhos de Portugal)

Quinta das Bágeiras Garrafeira branco 2004 (Mário Sérgio Alves Nuno)

Quinta das Bágeiras Garrafeira tinto 2009 (Mário Sérgio Alves Nuno)

Dão (5)

Casa de Mouraz Elfa tinto 2010

Casa de Mouraz Encruzado branco 2012

Pedra Cancela Seleção do Énologo tinto 2010 (Lusovini)

Quinta da Ponte Pedrinha Vinhas Velhas tinto 2007

Quinta do Serrado Reserva tinto 2009 (FTP Vinhos)

Tejo (1)

Quinta da Alorna, Portal da Águia 2009, tinto

Lisboa (6)

Brutalis tinto 2010 (Vidigal Wines)

Monte Cascas Malvasia branco 2011 (Colares) (Casca Wines)

Quinta de Chocapalha Arinto branco 2011

Quinta de Chocapalha tinto 2008

Quinta do Boição Reserva branco 2012 (Bucelas) (Enoport United Wines)

Quinta do Pinto Estate Collection tinto 2011 (Alenquer)

Alentejo (6)

Herdade de Vale Barqueiros Reserva tinto 2008

Herdade do Esporão Reserva tinto 2010

Herdade do Esporão Verdelho branco 2012

Marquês de Montemor Colheita Seleccionada Touriga Franca tinto 2010 (Quinta da Plansel)

Monte da Ravasqueira Vinha das Romãs tinto 2010

Terrenus tinto 2011 (Rui Reguinga Enologia)

Vinho do Porto, Mosctael e Madeira (6)

Fonseca Porto Vintage 2011

Niepoort Vinhos, Porto Vintage 2011

Sogevinus Fine Wines, Burmester Tordiz 40 anos, Porto Tawny

Symington Family Estates, Graham´s Single Harvest 1969, Porto Tawny

José Maria da Fonseca, Domingo Soares Franco Colecção Privada Moscatel Roxo 2012

Madeira Wine Company, Blandy’s Colheita Bual 1996

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