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segunda-feira, 12 de maio de 2014
Conheça os 28 melhores vinhos verdes nacionais de 2014
A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) entregou na sexta-feira os prémio “Melhores Verdes”. A gala decorreu no Palácio da Bolsa e premiou 28 vinhos verdes entre os mais de 200 que foram a concurso na edição deste ano.
Na categoria Best Of, foram destacados o vinho Loureiro “Casal de Ventozela”, os Alvarinhos “Dom Ponciano” e “Via Latina” e os Avessos “Quinta das Almas” e “Quinta de Linhares”, selecionados por um júri internacional composto por especialistas provenientes dos principais mercados de exportação. Os vinhos selecionados nesta categoria vão ser os embaixadores do Vinho Verde nos principais eventos internacionais, nomeadamente nas degustações realizadas nos mercados estratégicos como o Brasil ou os estados Unidos.
Na categoria Ouro são doze as colheitas selecionadas: quatro distinções para a “Quinta Da Lixa” (Branco, Vinhão, Loureiro e Alvarinho), “Praça de S. Tiago – Colheita Selecionada Espadeiro”, dois destaques para “Casa de Vilacetinho – Colheita Selecionada” com Alvarinho e Azal, “Quinta de Linhares Avesso”, “Quinta da Levada Azal”, “Alvaianas”, “Adega Velha” e “Conde Villar”. As colheitas desta categoria foram distinguidas pelos jurados nacionais de várias entidades como a Associação de Escanções de Portugal, Comissões Vitivinícolas de várias regiões e a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte.
O selo Prata foi atribuído a onze colheitas, desde “QL Aroma de Castas Grande Escolha” a ”Quinta de Naíde”, passando por “Quinta da Samoça Vinhão”, “Terras de Monção Alvarinho”, “Casal de Ventozela Arinto”, “Vale de Ambrães Avesso”, “Quinta de Gomariz Colheita Selecionada” – Loureiro e Alvarinho, “Quinta da Lixa Trajadura”, “Saramagosa” e “Ferreirinha”.
Fonte:Dinheiro Vivo
http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO349029.html
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
Vinho de Carcavelos inicia internacionalização no Reino Unido
O Reino Unido marca o início da internacionalização do vinho generoso de Carcavelos, produzido pela Câmara Municipal de Oeiras, que participou hoje numa prova de vinhos portugueses em Londres.
O início da popularidade remonta ao século XIX, quando o Duque de Wellington, que comandou as tropas anglo-portuguesas contra as invasões napoleónicas, levou de Portugal o gosto pelo vinho da região de Lisboa.
De acordo com registos históricos, o vinho de Carcavelos chegou mesmo a ser o mais exportado para Inglaterra, superando o vinho do Porto.
"Ainda é possível encontrar nas lojas de antiguidades gargantilhas de prata para garrafa com Carcavellos escrito com dois eles", revelou aquele responsável.
A autarquia quer aproveitar esta ligação para começar a exportar parte da produção, que ascende atualmente aos 50 mil litros anuais, embora a quantidade em comercialização esteja reduzida a apenas dez por cento devido ao processo de envelhecimento.
Desde 2001, a Câmara Municipal de Oeiras já investiu 2,5 milhões de euros na reabilitação da propriedade que antes pertenceu ao Marquês de Pombal, antigo Conde de Oeiras, e onde funcionava a antiga Estação Agronómica Nacional (EAN), entretanto integrada no Instituto Nacional de Recursos Biológicos.
Atualmente gere 12,5 hectares de vinha, metade do total dedicado à produção do vinho de Carcavelos, "um caso único entre municípios europeus", garantiu a vereadora para os Espaços Verdes, Madalena Castro.
"Precisamos de recuperar algum retorno do investimento, mas o objetivo não é ganhar dinheiro, é recuperar o património e promover a região", enfatizou.
Ainda assim, mantém o objetivo de atingir o equilíbrio entre despesas e receitas, em 2020.
Num ateliê sobre alguns dos vinhos em prova hoje, a crítica britânica Sarah Ahmed salientou a "elegância" e as características "únicas" do vinho de Carcavelos, que atribuiu à localização próxima do oceano Atlântico.
Embora ainda se tenha apresentado neste evento com garrafas rotuladas com a denominação de "Conde de Oeiras", a autarquia confirmou estar em marcha a alteração do nome para "Villa Oeiras" devido a uma decisão judicial.
O tribunal da Relação de Lisboa contrariou em fevereiro uma sentença anterior do Tribunal da Propriedade Intelectual e deu provimento a uma queixa de Sebastião Lorena, herdeiro do título de Conde de Oeiras, que reivindicou os direitos sobre o nome.
A exportação do Villa Oeiras para o Reino Unido surgiu da iniciativa do importador D&F. A Câmara Municipal de Oeiras afirma ter recebido também manifestações de interesse de distribuidores no Brasil e Estados Unidos da América.
Fonte:Notícias ao Minuto
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sexta-feira, 11 de abril de 2014
Herdade das Servas Petit Verdot medalha de ouro na Alemanha
Lançado no final do ano, o alentejano ‘Herdade das Servas Petit Verdot’ subiu recentemente ao pódio do ‘Mundus Vini 2014 – Sringtime Tasting’, que decorreu na Alemenha, arrecadando uma medalha de ouro.
O Petit Verdot é uma casta da região de Bordéus, dando origem a vinhos com um perfil bem distinto: fresco e mentolado.
O ‘Herdade das Servas Reserva Petit Verdot tinto 2010’ tem uma cor violeta escura; aromas florais, sugerindo mentol e hortelã, integrados com frutos pretos bem maduros; sabor intenso, macio, bastante elegante e com taninos robustos que lhe garante uma boa longevidade. Ou seja, um vinho com raça alentejana, mas com características típicas da casta que lhe dá origem.
No total foram provados e avaliados cerca de 3.000 vinhos, tendo sido atribuídas 535 medalhas de ouro e 629 medalhas de prata, uma delas ao também produzido pela família Serrano Mira, o ‘Herdade das Servas Colheita Seleccionada tinto 2011’, uma vinho com um excelente posicionamento e relação de qualidade preço (PVP € 7,67).
O tinto de 2011 é a segunda colheita desta referência e volta a juntar Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Syrah e Trincadeira. O resultado está à vista: um vinho de cor rubi escura, aromas profundos com nuances de frutos muito maduros; um néctar complexo, num conjunto bem estruturado de final agradável e persistente, que prevê uma evolução positiva durante cinco a sete anos, se conservado em local fresco e escuro e garrafa deitada.
Fonte:Jornal E
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quinta-feira, 10 de abril de 2014
Produção mundial de vinho aumenta 8,5%
A produção mundial de vinho aumentou em 2013 e a classificação de produtores alterou-se. Espanha relegou França para o terceiro posto e está agora atrás de Itália, que se mantém líder mundial.
A produção mundial subiu 8,5%, superando os 276,6 milhões de hectolitros.
Os dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho indicam que Itália produziu quase 45 milhões de hectolitros. Em Espanha, a produção cresceu 31% para 42,7 milhões. França surge agora em terceiro lugar com 42 hectolitros.
No conjunto, os três países representam 47% da produção mundial de vinho.
Na classificação de produtores, o quarto lugar é dos Estados Unidos, com 22 milhões de hectolitros.
Para lá de Espanha, a produção registou valores recorde também na África do Sul, Chile e Nova Zelândia.
Mas a superfície de cultivo e o consumo mantêm-se estáveis.
Em Portugal, a produção aumentou 7% para 6,7 milhões de hectolitros.
nota: Um hectolitro equivale a 100 litros ou a 133 garrafas (75cl).
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quinta-feira, 27 de março de 2014
VINOTECA de copo e alma
Vinoteca de copo e alma
Abriu na baixa do Porto, um espaço invulgar, dedicado ao vinho, ao copo e à alma.
Através de uma equipa especializada, pretende-se manter a tradição duma garrafeira portuense, aliada a uma nova geração.
Pretende-se ainda que a seleção de um vinho seja toda uma nova experiência, para que o consumidor se sinta familiarizado com a história do vinho, experimente diferentes harmonias entre o vinho e a comida, e ainda que tenha a possibilidade de provar antes de levar.
Facebook:https://www.facebook.com/vinoteca.pt
Local Rua Mouzinho da Silveira, 88 90, 4050-415 Porto, 4050-415 Porto.
Telefone 22 203 4082
E-mail Vinoteca@net.vodafone.pt
Site http://www.vinoteca.pt/
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terça-feira, 25 de março de 2014
O vinho de Júlio Iglesias
Depois de vender 250 milhões de discos e receber 2,6 mil discos de ouro e platina, Júlio Iglesias agora é também um dos mais importantes e famosos produtores de vinhos da Ribera Del Duero na Espanha. Grande colecionador de vinhos, uniu-se ao também famoso Alfonso de Salas, fundador do Jornal El Mundo para criar a Bodegas y Viñedos Montecastro. Com 96% tempranillo, 3% merlot e 1% cabernet sauvignon e depois de estagiar 18 meses em barricas de carvalho, sendo 70% francesas, 25% americanas e 5% do leste europeu.
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terça-feira, 11 de março de 2014
Vinhos da Casa Alexandre Relvas premiados, na Alemanha
Vinhos da Casa Alexandre Relvas - Herdade São Miguel premiados, na Alemanha
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Os vinhos da Casa Agrícola Alexandre Relvas (CAAR), Ciconia Reserva, Herdade São Miguel ‘’Touriga Nacional’’ e Pimenta Preta (colheitas de 2012), foram premiados, na Alemanha, com três medalhas de Ouro, durante a edição de 2014 do prestigiado concurso internacional de vinhos MundusVini.
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
O Vinho da Madeira
O Vinho da Madeira é um vinho #licoroso produzido na Região Demarcada da Madeira com denominação de origem Madeira, Vinho da Madeira, Madère, Vin de Madère, Madera, Madeira Wein, Madeira Wine, Vino di Madera, Madeira Wijn ou outras traduções aprovadas pelo IVBAM, IP.
Cores ricas e impressionantes que vão do âmbar ao dourado, aromas envolventes que se revelam num bouquet rico e harmonioso: baunilha, caramelo, caril, frutos secos, figos passados, canela… Sabores únicos que nascem numa atlântica e deslumbrante ilha com nome de um Vinho: Madeira!
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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
João Sem Vinho - Rede Social de Vinhos
Estamos a criar a maior rede social de amantes de vinho.
Junte-se a nós! https://www.facebook.com/joaosemvinho
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Quinta do Pôpa um sonho familiar
Em pleno Alto Douro vinhateiro a Quinta do Pôpa nasceu de um sonho familiar e, além da produção vinícola, faz do enoturismo uma das suas vocações.
O nome desta propriedade, localizada em Adorigo, no concelho de Tabuaço, simboliza uma homenagem a Francisco Ferreira (mais conhecido pela alcunha de Pôpa, um grande apaixonado por vinhos e pela região onde nasceu), mas também a realização de um sonho familiar. O seu filho adquiriu parte desta propriedade em 2003, que entretanto foi aumentando, e hoje são os netos – Stéphane e Vanessa Ferreira – que estão à frente do projeto, com o objetivo de produzir vinhos de qualidade superior. Luís Pato, conhecido produtor bairradino e amigo da família, desde o início lidera a equipa de enologia.
A propriedade tem uma área total de 30 hectares, dos quais catorze são de vinha de uvas tintas da melhor qualidade e três de vinha velha com mais de 60 anos. Domina a Tinta Roriz, seguida pela Touriga Franca, Tinto Cão, Sousão e Touriga Nacional, entre outras castas nobres. Na produção conciliam-se as técnicas mais sofisticadas com séculos de tradição, de que é exemplo a vinificação de pisa a pé em lagares de granito a uma temperatura controlada. O portefólio deste produtor reúne as marcas Contos da Terra (branco e tinto), Preffácio (branco, tinto e rosé) e Pôpa (dois tintos monovarietais – Tinta Roriz e Touriga Nacional –, um vinhas velhas e um vinho doce tinto), além do tinto PaPo (ou Trepa, quando falamos do mercado internacional).
Uma das fortes apostas da Quinta do Pôpa são as atividades de enoturismo, proporcionando visitas que têm início na adega e seguem em direção às caves e à garrafeira. No final, é oferecida uma prova de vinhos (um branco, dois tintos e um doce tinto) no interior da adega ou num dos vários espaços exteriores, todos com vista sobre as vinhas e o rio Douro. O preço da visita é de 5 euros. Na loja de vinhos também é possível adquirir qualquer um dos vinhos provados.
Para grupos, há visitas guiadas com prova matinal de vinhos e produtos regionais e ainda uma breve introdução à prova de vinhos, que inclui um jogo de aromas. O programa completa-se com um almoço tradicional; um peddy paper e uma última prova de vinhos antes de ir embora (preço: €35). Em época de vindimas, o ambiente é ainda mais interessante, já que, além do passeio e das provas, os visitantes podem participar ativamente no corte das uvas, no seu transporte para o lagar, na pisa a pé e, finalmente, numa prova de vinhos. Durante este processo ainda lhes são explicadas as diferentes castas ali existentes. Inclui almoço (preço: €50).
Para grupos, há visitas guiadas com prova matinal de vinhos e produtos regionais e ainda uma breve introdução à prova de vinhos, que inclui um jogo de aromas. O programa completa-se com um almoço tradicional; um peddy paper e uma última prova de vinhos antes de ir embora (preço: €35). Em época de vindimas, o ambiente é ainda mais interessante, já que, além do passeio e das provas, os visitantes podem participar ativamente no corte das uvas, no seu transporte para o lagar, na pisa a pé e, finalmente, numa prova de vinhos. Durante este processo ainda lhes são explicadas as diferentes castas ali existentes. Inclui almoço (preço: €50).
Jantares vínicos harmonizados com vinhos da Quinta do Pôpa, confecionados por chefes de renome nacional também são possíveis, sob marcação prévia (preço sob consulta, para grupos acima de 12 pessoas). Mais recentemente, a Quinta do Pôpa lançou o programa Douro a Dois, onde além de um dia bem passado a visitar a propriedade e a provar vinhos, os visitantes ainda têm direito a dar um passeio de veleiro no rio Douro, a jantar no restaurante AZDouro e a ficar alojados no Hotel Folgosa (preço: €213).
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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
O Vale do Douro - Douro`s River Valley
O Vale do Douro, compreendido entre Barqueiros e a fronteira,é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre #Vinho do #Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, que Marquês de Pombal recompensaria, no século XVIII, com o título de primeira Região Demarcada do mundo.
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Os vinhos e a gastronomia portuguesa
A gastronomia portuguesa tem uma grande variedade de sabores, cores, e apresentações, com uma escolha bastante diversificada e de alta qualidade em termos de alimentos e vinhos para degustar maravilhosas refeições.
O nosso país tem uma vasta gastronomia com uma história de séculos, fazendo o nosso maior orgulho, assim como o dos nossos chefes de culinária e enólogos. Através da geografia de Portugal, iremos conhecer pratos típicos e daremos a devida relevância aos vinhos de cada região. De facto, a qualidade de uma refeição está estreitamente ligada à qualidade do vinho que a acompanha.
Portugal apresenta de Norte a Sul uma extensa gama de vinhos, desde o verde, de uma apetitosa frescura, até ao porto, o mais generoso do Mundo.
A região do Minho oferece um excelente e saboroso vinho verde. O tinto acompanha na perfeição o eterno e conhecido Serrabulho confeccionado com carnes de porco frescas e sangue de porco cozido com batatas cozidas. Os vinhos brancos verdes, pelo grau alcoólico mais baixo e servindo quase de “refresco”, darão um sabor especial aos aperitivos de fins de tarde no Verão, com mariscos ou até com leves entradas de barbecue. Depois de passar à mesa, poderá saborear os vinhos brancos da região com umas Amêijoas à Bolha Pato, ou até mesmo uns camarões tigre grelhados com molho de manteiga ligeiramente picante.
Mariscos cozidos vão bem com vinho branco leve, acídulo ou com vinho verde branco.
O Arroz de Lampreia desta região também poderá ser servido com um vinho tinto jovem.
Em Trás-os-Montes poderá apreciar os maravilhosos vinhos bem frutados, com um saboroso Coelho à Transmontana, ou umas Trutas do Rio Cávado num belo restaurante típico da região. O famoso Cozido à Portuguesa irá também combinar deliciosamente com um vinho tinto Transmontano.
Os brancos desta região, menos acídulos e menos jovens combinam com gratinados ou cozinhados gordos, ervas aromáticas e especiarias. Podemos pensar numa vitela assada com umas belas batatas e uns grelos ou um polvo assado no forno.
A região do Douro é conhecida pela sua tradição vinícola, assim como pelo seu saboroso Cabrito Assado no Forno, acompanhado de um bom vinho tinto.
A região mais difícil de cultivar, com encostas bem escarpadas divide-se mais ou menos em 50% vinho de região demarcada e outros 50% vinho do Porto. Os grandes vinhos do Douro estagiam em pipas de carvalho francês entre 9 e 18 meses o que lhes confere um paladar de prova único. “Pica no chão” com um tinto aromático e encorpado numa escarpa virada para o rio Douro é um prazer único que não se deve deixar para amanhã.
Esta fabulosa região também é conhecida pelo seu saboroso vinho rosé. Este tipo de vinho é um excelente acompanhante para petiscos antes da refeição, é claramente um óptimo vinho de esplanada. Mas as suas virtudes não se esgotam aqui, uma vez que combina com pratos ligeiros de Primavera e Verão, massas, ou saladas frias.
A gastronomia desta região é tão vasta quanto os vinhos que ali se produzem.
Na tradição e cultura portuguesa “emblema”, Vinho do Porto, mundialmente conhecido e cuja grande parte da produção nacional é exportada. Os vinhos do Porto são geralmente doces, mas existem também alguns secos. São apreciados em aperitivos e para acompanhar sobremesas, mas também são utilizados na confecção de alguns pratos tipicamente portugueses, na maior parte das vezes para refrescar os molhos.
Junto de uma lareira, poderá apurar o paladar com um vinho do Porto e um saboroso queijo ou frutos secos do nordeste português.
A região do Dão caracteriza-se pela excelência dos seus vinhos tintos. De facto, a Chanfana combina com vinho tinto velho, aveludado, com um bom "bouquet", por ser mais redondo e aveludado. Da mesma forma como o famoso Arroz de Cabidela de Cabrito casar-se-á harmoniosamente com um vinho tinto novo, pelo seu sabor fresco e floral.
Mais a norte, a Serra da Estrela tem para oferecer o que de melhor se faz em termos de queijos, e apreciam-se com um excelente vinho tinto da região do Dão.
O conhecido Bife à Portuguesa, confeccionado com uma boa carne vermelha de novilho frito em azeite, alho e louro é regado por um gostoso vinho branco no final juntamente com umas gotas de vinagre e um pouco de manteiga e servido com batatas cozidas. Este delicioso Bife à Portuguesa requer um vinho tinto encorpado mas com alguma juventude que permita realçar o bouquet. O ideal será um vinho da casta Touriga Nacional do Dão ou do Douro.
A Bairrada e o seu famoso Leitão acompanhado geralmente por umas batatas fritas estaladiças combinam com um espumante natural. Aliás os espumantes vão bem com tudo, está na moda, começar e acabar uma refeição sempre com a mesma companhia “um espumante natural “.
A zona litoral é mais conhecida pelo mar que traz até às nossas mesas peixe fresco. De facto, certos aperitivos, peixes e Caldeirada de Peixe e até mesmo algumas sobremesas mais fortes da região de Tentúgal pedem vinhos brancos das castas locais, Maria Gomes e Bical, mais frutados e com baixa acidez.
A sardinha assada e o bacalhau da Figueira da Foz, comem-se lindamente à beira mar, com um vinho tinto novo encorpado, com alguma adstringência ou um espumante.
Um pouco mais para o interior podemos deliciar-nos com um típico Carré de Borrego, e o seu leve molho de mostarda que casa muito bem com uma bela baga da Bairrada.
Mais a sul, na região Ribatejana, as Terras do Sado de Palmela, oferecem a casta castelão ou periquita (vinho tinto) que são óptimos para apreciar com o queijo de Azeitão. Os vinhos brancos ricos e frutados por crescerem numa zona bastante quente, conduzem-nos a uma bela esplanada de Sesimbra para saborear um espadarte grelhado e umas trouxas-de-ovos.
Em Setúbal, poderá saborear vinhos doces, tal como o Moscatel, vinhos macios e perfumados que vão ganhando vida com os anos. Estes vinhos são adequados para servir com sobremesas, ou beber como digestivo entre duas refeições.
A região de Setúbal também é conhecida pelo seu famoso vinho rosé de Lancers. O rosé deve ser encarado como um refresco. Por essa razão deve ser leve, não deve ter graduação alcoólica elevada, deve ser um vinho leve na boca, com boa acidez e que apetece beber mais. O vinho rosé é apreciado pela sua leveza, frescura, sabor frutado e ligeiramente “pétillant”, um sabor único e preferido que oferece uma sofisticação simples, sensual e transforma qualquer situação num momento especial.
O nosso famoso Bacalhau com as suas mil e umas maneiras de o cozinhar, é geralmente, acompanhado de vinho branco, se for cremoso, e com vinho branco mais seco se for confeccionado no forno, de maneira a compensar a gordura. O Bacalhau à Lagareiro ou Frito em azeite deverá ser servido com um vinho tinto encorpado.
Nas planícies Alentejanas, os vinhos são mais gordos, mais ricos e aveludados para acompanhar a tradicional caça, que depois se transformará em carne no forno. A Carne de Porco à Alentejana e a Vitela Alentejana requerem vinhos tintos encorpados e com bouquet. A tradicional Sopa de Cação, casa de uma forma correcta com o Antão Vaz (casta de vinho branco). Quanto aos Petiscos Alentejanos, estes podem ser provados com vinhos brancos mais jovens, menos carregados de aromas de maneira a não confundir os paladares, Chardonnay ou Sauvignon.
No Algarve, poderá apreciar os vinhos brancos algarvios, essencialmente da zona de Lagoa, com marisco fresco, Camarão cozido, Percebes ou até umas Lulas grelhadas na esplanada de restaurante de Portimão, junto a uma bela praia.
Um bom pargo no forno deve ser servido com vinho branco mais seco, encorpado e capitoso.
No que diz respeito aos vinhos tintos, estes acompanham harmoniosamente as carnes brancas e legumes grelhados.
Quanto às belas saladas algarvias com orégãos, combinam com vinho tinto.
Como aperitivo, o melhor é um Madeira Seco, que nos pode estimular o apetite para a refeição. Como digestivo, e para terminar a refeição deverá servir-se uma aguardente vínica ou bagaceira.
Todos estes vinhos e gastronomia representam a forma de ser e estar dos portugueses e dos valores a eles ligados – alegria de viver, sol, luz, cor, prazer, bem-estar, cultura e história, geografia, carácter, integridade e muito mais!
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Wine, wine, we love wine!
Wine, wine, we love wine!
You know that, of course. And, one of the MOST important tools for a wine lover is a...wine opener! Now, we admit that there are MANY excellent wines now being sold that boast the new "screw top". And, we feel that this is really a more eco-friendly option than cork. However, MOST of the wine sold today still has a cork, or a cork-like synthetic product, and for that, you need a wine opener!
The Connoisseur Wine Set is a stunning example of a wine opener set. This lovely set makes the perfect gift for any wine lover! The ergonomically designed corkscrew allows anyone to effortlessly remove corks like a professional. Additional accessories include foil cutter, two bottle stoppers, wine pourer, replacement worm, wine thermometer and drip ring.
Contents:
1 Deluxe wine opener, stainless
1 Extra Worm
1 Drip Ring, polished stainless steel
1 Foil cutter
1 Wine pourer
2 Bottle stoopers, stainless steel
1 Thermometer, glass
We have several other wine openers available. Check them out, and get one for yourself as well! Cheers!
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Criada rolha com "chip" que revela o histórico do vinho
A Universidade de Aveiro está a desenvolver uma rolha de cortiça que integra um "chip", capaz de dar informações completas sobre o vinho, como a data em que foi produzido e engarrafado e mesmo as temperaturas a que esteve sujeito.
O invento, ainda em fase de protótipo, poderá vir a ser útil para os consumidores mais exigentes, que a partir do seu "smartphone" vão poder, num futuro próximo, saber as condições a que esteve sujeita a garrafa que compram.
Desde logo serve de travão à falsificação de rótulos, pelo que poderá interessar aos próprios produtores, mas também aos restaurantes que, assim, se certificam de que as garrafas armazenadas que servem a um cliente estão em perfeitas condições e com os níveis de qualidade que ele espera.
A convicção é de Ricardo Gonçalves, que está a fazer o doutoramento em Engenharia Eletrónica no Instituto de Telecomunicações da Universidade de Aveiro e que, com Roberto Magueta, tem em mãos esse projeto de investigação, sob orientação do professor Nuno Borges.
O protótipo atual tem um custo de um euro, valor que pode ser largamente reduzido se vier a ser produzido em série, mas está ainda a ser aperfeiçoado, apesar de resultar de muito trabalho de investigação.
" A primeira fase foi a mais complexa, que consistiu na caracterização eletromagnética da cortiça, o que depois permitiu criar em computador modelos de simulação e depois fazer o desenho das antenas, estudando as propriedades de radiação e adaptá-las para os chips RFID. Um dos primeiros protótipos que desenvolvemos foi uma antena numa placa de cortiça", descreve.
O desafio seguinte foi diminuir o tamanho, tendo em conta o objetivo de ser utilizado em garrafas, conseguindo-a embutir numa rolha, mas ainda de alguma dimensão.
No protótipo mais recente, o chip, com uma pequena antena, é aplicado numa rolha "perfeitamente banal, que consegue ser colocada em praticamente qualquer garrafa de vinho ou de champanhe", mas suficiente para permitir ao leitor obter os dados aproximando-o da garrafa.
"Neste caso, o chip tem uma distância de cobertura curta, um constrangimento da redução do tamanho da antena. Tendo em conta a aplicação que se pretende, de identificação das garrafas, a distância de leitura é relativamente próxima, sendo um compromisso que se pode assumir", explica Ricardo Gonçalves.
O passo a seguir é integrar sensores que poderão dar mais informações sobre o estado das bebidas: "o que estamos a tentar fazer é integrar um sensor de temperatura com este leitor, para ter acesso à leitura da temperatura a que a bebida tem sido sujeita ao longo do seu percurso e, eventualmente, de humidade se conseguirmos resolver o problema da energia".
Para já, é preciso um leitor RFID para extrair os dados, que comunica por "Bluetooth" ou cabo USB a um computador, ou a um smartphone.
A perspetiva é que, dentro de algum tempo, com a integração de tecnologias "Near Fill Comunications" (NFC) nos smartphones, eles possam ler as informações da rolha da garrafa, sem necessidade de equipamento externo.
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Wine With Spirit nomeada como produtora mais inovadora do mundo
A Wine With Spirit, produtora portuguesa de vinhos como o Bastardô!, Carpe Noctem Voyeur ou Dine With Me, é uma das oito empresas seleccionadas a estar presente no Wine Business Innovation Summit, que decorre este fim-de-semana em Munique, Alemanha.
A empresa portuguesa está assim nomeada para o prémio de produtor de vinhos mais inovador do mercado mundial.
A atribuição do prémio terá em conta o nível de inovação, a atenção às necessidades do consumidor, a viabilidade do projecto e a qualidade da apresentação durante a cerimónia.
A Wine With Spirit foi idealizada como uma marca global e está presente em mercados como Portugal, Espanha, Polónia, Reino Unidos, EUA e Brasil. A empresa procura distinguir-se pela aposta no fabrico de vinhos de qualidade, inspirados no que as pessoas sentem e feitos para momentos específicos, sublinha a Wine With Spirit em comunicado enviado às redacções.
Os vinhos da empresa portuguesa já foram distinguidos com vários prémios e distinções.
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