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terça-feira, 15 de julho de 2014

Enoturismo - O Monte Seis Reis



O Monte Seis Reis possui uma área de vinha que se estende ao longo de 50 hectares, onde são produzidas as principais castas da herdade: Aragonez, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Trincadeira Preta, Touriga Nacional Arinto, Antão Vaz, Viognier e Alvarinho. Mais recentemente foram introduzidas as castas Petit Verdot e Tannat.

A adega faz parte da Rota dos Vinhos do Alentejo e o complexo de enoturismo possui várias salas, nomeadamente a sala-museu Seis Reis com a história dos seis monarcas e a da região de Estremoz, a sala de Arte com exposição permanente sobre vinho e exposições temporárias relacionadas com o tema e sala de Tertúlia onde são servidas refeições a grupos. Possui ainda uma loja onde é possivel adquirir o vinho do Monte Seis Reis e alguns produtos regionais alentejanos.

Venha conhecer o Monte Seis Reis e tenha uma experiência gourmet inesquecível!

Inclui:
Visita guiada à Adega com prova de 3 vinhos Monte Seis Reis e produtos regionais.

Horário de Funcionamento: Das 10:00 às 18:00
Marcas: Arte Real, Boa Memória, Bolonhês, Syrah, Tannat Petit Verdot e Reserva.
Produtos comercializados: Vinhos e produtos regionais alentejanos (queijos, enchidos, azeite, mel, entre outros)


Monte Seis Reis
Herdade dos Casarões, Santa Maria
7100-078 Estremoz
Telefone: 268322221
Mail: geral@seisreis.pt
Site: www.seisreis.pt

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Tavira: Festival Vinhos e Sabores



Vai estar pelo Algarve? Então dê um saltinho até Tavira e prove os vinhos do Festival de Verão Vinhos e Sabores, que decorre entre 10 e 13 de julho, no Jardim do Coreto, junto ao antigo Mercado do Peixe.

Inserido no programa cultural ‘Verão em Tavira 2014: Cultura e artes para todos’, esta é a primeira edição do festival e destina-se a todos os amantes de vinho e a turistas nacionais e estrangeiros que queiram experimentar os sabores, não só algarvios, mas de todo o País.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Atravessar o rio Douro a nado e subir monte a cima por entre socalcos e vinhas

Image de Atravessar o rio a nado e subir monte a cima no Alto Douro Vinhateiro

Atravessar o rio Douro a nado e subir monte a cima por entre socalcos e vinhas até ao topo da Quinta das Carvalhas da Real 
Companhia Velha. O La Rosa/Carvalhas Hill Challenge é o desafio da Quinta de La Rosa para o próximo dia 12 de Julho.

Quinta de La Rosa, situada no Pinhão, no coração do Alto Douro Vinhateiro, promove esta interessante prova de resistência desde 1927 – ano do primeiro registo conhecido.
O La Rosa/Carvalhas Hill Challenge começa na Quinta de La Rosa – que os enófilos conhecerão seus vinhos premiados –, uma propriedade que pertence à família Bergqvist desde 1906, e “consiste numa etapa de travessia do Douro a nado com 200 metros, seguido de um up hill de 4 Km por entre socalcos e vinhas até ao topo da Quinta das Carvalhas da Real 
Companhia Velha”, explica a organização em comunicado.
Este ano, a organização do desafio quase centenário é partilhada pelas 2 casas e Jorge 
Moreira, enólogo da Quinta de La Rosa e da Quinta das Carvalhas é o “mastermind da edição 2014 da prova”.
Se não se está ver a dar uma de duro na montanha, saiba que para os menos resistentes a organização preparou uma Caminhada Familiar, em que “a travessia é feita pelo cais do Pinhão e pela ponte sobre o Douro, e a subida à Quinta das Carvalhas é feita pela estrada principal, nuns ‘suaves’ 7,5 Km”. Ao longo do percursos, haverá sempre o apoio de um autocarro panorâmico.
E não é só dar à sola. O “trajecto será orientado pelo técnico de viticultura da Quinta das Carvalhas, Álvaro Martinho, para assim enriquecer a experiência dos participantes desvendando os segredos da fauna, flora e história da Quinta”, sublinha a organização na mesma nota de imprensa.
A inscrição para o La Rosa/Carvalhas Hill Challenge, que tem um limite de 100 participantes, deve ser feita até 6 de Julho e tem um custo de 15 euros – valor que inclui dorsal, seguro de acidentes pessoais, t-shirt e suporte logístico. Quem preferir a Caminhada Familiar, poderá inscrever-se até ao próprio dia, sendo que a inscrição tem um valor simbólico de 3 euros (inclui seguro de acidentes pessoais e suporte logístico) e não há número limite de participantes.
Quem vencer o grande desafio será premiado com “um Bed & Breakfast com jantar no turismo rural da Quinta de La Rosa”. Já o segundo lugar será “agraciado com um almoço no Vintage Boat Pipa Douro” e o terceiro levará para casa 2 garrafas de vinho, “um La Rosa Reserva 2011 e um Carvalhas Branco 2011″.
No final das 2 provas, quem quiser poderá ficar para o almoço-convívio que terá lugar na Casa Redonda, no topo da Quinta das Carvalhas – a inscrição para a refeição custa 15 euros para maiores de 12 anos, os petizes não pagam.
Fonte:Porto24

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Península de Setúbal representa 17% dos vinhos portugueses exportados para Angola

Segundo informação da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal (CVRPS), responsável pela marca "Vinhos da Península de Setúbal", estes vinhos estão presentes em Angola "há muitas décadas" e têm vindo a "afirmar-se" neste mercado.
"Estes números justificam-se porque os vinhos da Península de Setúbal combinam na perfeição com a gastronomia angolana, circunstância a que não é alheia uma oferta de vinhos de excelente qualidade a preços muito justos", informou Henrique Soares, presidente da CVRPS, à margem de um evento promocional da marca em Luanda.
Agência Lusa

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Os Queijos e os Vinhos Portugueses


Frescos, curados de cabra ou de ovelha, pasta dura ou mole, Portugal orgulha-se da sua reputação em matéria de queijos. Faltam-nos apenas os queijos azuis (assim chamados em virtude dos fungos que criam) mas mesmo estes são hoje facilmente acessíveis no nosso mercado.

O melhor vinho para um queijo fresco é um branco aromático, podendo um rosé seco ou um espumante velho e macio servir de alternativa. Note-se que, em Portugal, os queijos frescos disponíveis são normalmente de leite de vaca, muito neutros e ligeiros. Se conseguir deitar a mão a um queijo fresco de cabra ou ovelha aí o caso muda de figura, necessitando porventura de um tinto de quatro ou cinco anos.

Os queijos de pasta dura muito intensos, de cabra ou ovelha, apreciam um tinto jovem. No caso de serem mais suaves, sem cardo ou nem sabor picante, acompanham bem com um tinto com cinco ou seis anos.

Para os queijos de ovelha de pasta mole, macios, untuosos, nenhum vinho se casa tão bem como um tinto velho, de 8 ou mais anos, com o seu bouquet intenso e sabores quentes e profundos.

Finalmente, os difíceis queijos azuis, fortíssimos, exigem um vinho tinto à altura, encorpado, taninoso e adstringente. Os tintos de casta Cabernet Sauvignon, são geralmente uma boa opção para este tipo de queijo. Em alternativa, um Porto Vintage ou LBV.

João Sem Vinho - Social Wine Club
https://www.facebook.com/joaosemvinho

#wine #winelover #vinhos #food

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Portugal é um paraíso para os amantes do vinho

Dave McIntyre do jornal americano Washington Post coloca sempre Portugal na sua lista dos melhores países produtores de vinho.

Neste artigo, Dave McIntyre, refere os vinhos bons e acessíveis, assim como os Vinhos do Porto Vintage, “os vinhos caros bebidos pela aristocracia britânica depois da refeição”.
O jornalista menciona também a diversidade das castas autóctones: “grande parte do charme do país está nas suas castas, muitas delas autóctones e cultivadas quase exclusivamente em Portugal”.
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